Mostrando postagens com marcador Tv. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tv. Mostrar todas as postagens

3 de jul. de 2014

Até novela alemã está em ritmo de copa

Ontem enquanto eu mexia no controle remoto da tv, descobri uma novela alemã. A novela era bem atual, até os diálogos dos personagens falavam sobre a copa.
Notou as bandeiras do Brasil e Alemanha no fundo?
E o rapaz com a camisa branca tem uma faixa com as cores da bandeira da Alemanha amarrada no braço.
Será que as novelas brasileiras também aderiram à copa?

19 de out. de 2013

Eu e The Big C, me vejo em muitas cenas.

Comecei a assistir esta série americana por acaso.
Lembro que eu procurava alguma coisa interessante na tv quando comecei a assistir The Big C.
Eu gostei do que vi, me enxergava em várias cenas.
Como na tv passava  só 1x/semana, e eu nem sempre conseguia acompanhar, resolvi comprar as 3 temporadas da série, mas são 4 no total.
E tô adorando porque agora eu tô entendo melhor o grande C.

Só por curiosidade The Bic C é com Laura Liney, que este ano ganhou o Emmy de melhor atriz de minissérie. A atriz não compareceu na cerimônia, por isso foi criticada pelo lindo Matt Dammon.

Vou tentar fazer um resumo da história.
The Big C, é um seriado tipo drama e comédia junto. Conta a história da Cathy, uma mulher de 42 anos com câncer de pele em estágio avançado.
Cathy  que é professora, casada, tem um filho adolescente e um irmão ambientalista e morador de rua por opção. Cathy tem uma aluna adolescente negra, obesa fashion, um pouco rebelde, e que se torna muito próxima de Cathy. Ainda fazem parte do elenco, só que temporariamente, a vizinha de Cathy que tem problemas de memória, e é a única que sabe da doença de Cathy, e o médico, um recém formado.
No inicio, Cathy esconde que tem câncer de todo mundo e dá uma pirada geral. Isso é o que mais me atrae no seriado, as pirações da Cathy! É as pirações dela dão uma certa leveza ao drama em que ela vive. Quem teve câncer sabe disso. Precisamos de leveza.

Cathy passa a ter um comportamento estranho para as outras pessoas, mas ela não tem medo da morte, acho que ela apenas gostaria de viver mais.
Aliás, penso que não é a morte que nos aterroriza, mas sim o que vamos deixar de vivenciar, experimentar, conviver e etc.
Assim Cathy se preocupa com o crescimento do filho e tenta passar o máximo de tempo com ele, sufocando muitas vezes o rapaz. Ele por sua vez, não entende o comportamento da mãe. Mas isso é só um exemplo do comportamento dela.

Como eu falei, me vejo em muitas cenas do seriado, por exemplo:
  • Quando ela sonha que está no ringue lutando contra o inimigo. Quando eu ia para a Quimiolândia, na hora da infusão, eu me imaginava em ringue e estava lutando com todas as minhas forças contra o meu inimigo.
  • Quando o marido está com ela no hospital. Quando ele também pira, às vezes mais do que ela. Além de ser um grande companheiro, lembrando o meu Rei.
  • Quando ela tem uma amiga chata, se metendo na vida dela, dando conselhos, quando ela nem pediu.
  • Ela acha que ter câncer não é um presente e sim é um fardo.
  • E principalmente na abertura da série, quando ela se joga dentro da piscina. O marido, o filho e o irmão ficam na borda olhando para ela. Mas Cathy, faz o tipo ¨nem aí¨, ela começa a fazer piruetas, senta no fundo da piscina e depois sai, meio que flutuando, em direção a uma luz fora da piscina. 
Muitas vezes eu queria me enfiar em um lugar, algum buraco que não tivesse sem ninguém por perto, queria mergulhar no meu mundo. É assim que me vejo na Cathy quando ela entra na piscina. Eu gosto tanto desta cena, que não canso de assistir sempre que começa cada episódio.

Eu gosto muito das cenas em que a familia está reunida em torno da mesa, geralmente refeições comemorativas.
Cathy está sempre na cabeceira da mesa. As cenas mostram como é a estrutura de poder na família, e Cathy é que tem o comando dela.
Acho bacana isso, porque demonstra que essa questão do homem sentar na cabeceira da mesa é uma questão machista e ultrapassada. Assim, esse tipo de cena, ajuda a quebrar as regras que estão embutidas filmes, onde o homem tem o lugar cativo na cabeceira.

Tem duas coisas que eu não me vejo na Cathy, eu nunca escondi de ninguém que tinha câncer. E também nunca usei o câncer para conseguir alguma coisa ou chamar atenção, ou como uma desculpa para um comportamento diferente. Mas cada pessoa reage diferente, e isso não impede que eu goste tanto do seriado.

Eu acho que a letra C do The Big C é de Cathy e não do câncer.
Agora estou na terceira temporada, mas pelo que sei são 4.
Acho que Cathy vai morrer, como todo mundo um dia vai, mas enquanto isso não acontece, vou me divertindo.
Aqui tem o trailer da 1ª temporada.

11 de abr. de 2013

Conga la conga salva Jorge!

Eu não sou crítica de novela, mas já faz tempo que eu queria falar desta novela.
Eu assisti alguns capítulos, talvez apenas algumas cenas, quando estive no Brasil em dezembro e em março.

As cenas foram tão decepcionantes que não consegui acompanhar capítulo por capítulo ou ficar procurando notícias do que acontece com as personagens na internet depois que voltei para Alemanha.
Tenho visto nas redes sociais algumas críticas pelas noveleiras de plantão sobre esta novela, e eu sempre aperto na tecla ¨gostei¨. Tem gente que pede até para a autora colocar a Adriana Esteves para poder ter mais audiência.

A Glória Perez é uma novelista fantástica, sempre aborda assuntos polêmicos, relevantes e que contribuem para uma discussão mais politizada envolvendo a elite, a classe média e a massa.
Uma outra coisa que eu gosto, é que ela coloca atores e atrizes em papéis secundários, e uma pessoa desconhecida no papel âncora. Bem, nem sempre a âncora deslancha, mas tudo bem.

Umas das primeiras cenas que vi desta novela e logo achei fora do normal, embora não conheça a Turquia, foi a cena de plano e fuga da personagem da Carolina Dickman e da personagem Morena.
As duas falavam com várias pessoas em português conseguiram escapar, e na rua logo acharam uma delegacia.  As duas estavam de shortinho.
A personagem Morena, que não entrou na delegacia, depois de ver que a amiga não retornou, saiu andando pela rua, encontrou um brasileiro super legal que emprestou o celular pra ela ligar para o Brasil para falar com a mãe. Mas ela não disse que era escrava na boite na Turquia.

Quando estive em Bangladesh, passeando de riquixá, entrando e saindo de ruelas, pensei nessa novela, na temática de tráfico humano e prostituição.
Se eu me perdesse lá, não saberia como voltar para o hotel sem o endereço. A maioria das pessoas lá não falavam inglês, alvará português. As ruelas são um labirinto completamente estranho, e os nomes das ruas eram um mistério total pra mim.
Mas novela é novela, e as personagens quase se deram bem na fuga, já que uma foi presa, e como não acompanhei o restante dos capítulos, não sei o que aconteceu depois.

Quando voltei em março para o Brasil, assisti algumas cenas novamente.
Mas era difícil saber quando as personagens estavam na Turquia ou no Brasil. Era tão fácil ir e voltar, que em um mesmo capítulo, elas estavam na Turquia, mas de repente estavam passeando ou trabalhando no Brasil, e às vezes com a mesma roupa.
Mas gente rica e de classe média em novela é assim, viaja para o exterior em um piscar de olhos. Foi assim também na novela ¨O Clone¨, não foi?
Acho que a própria produção não assiste a novela e tem cometido muitos erros. Como um que foi mencionado no Facebook, que a personagem Morena vai a igreja de madrugada para encontrar com o Theo.

Pelo que li nas redes sociais, as atrizes Geovana Antonelle, Dira Paes e Flavia Alessandra estão dando um show de interpretação levantando um pouco a audiência da novela.

Mas quem vai salvar as meninas traficadas, não é Jorge, e sim a Joyce.
O Conga la conga foi um sucesso.
Não vi a dança, mas parece ter sido o grande hit nas redes sociais.
Acho que a novela deveria se chamar: Salve Joyce.



29 de dez. de 2011

Novelas

Não gosto muito de novela. Quando vou ao Brasil quase não assisto, e sinceramente acho tudo muito repetitivo, o enredo, personagens, as Helenas da vida que o diga.
Agora parece que a moda é o tal do remake. Pronto, mataram a criatividade de vez.
Mas eu conheço muita gente que gosta de novelas e pára tudo para assistir. Não condeno ninguém, tudo é uma questão de gosto.

Lembro de uma vez que eu tinha chegado em Macapá, vindo daqui de Heidelberg. Era um sexta-feira, e coincidentemente o último capítulo de uma novela das 9hs da noite.
Eu já tinha escutado que essa novela era um sucesso, mas eu não tinha a menor idéia.
Por volta de 9hs da noite, liguei para uma das minhas melhores amigas em Macapá.
Eu queria dizer que estava na cidade e que queria encontra-la. Só que para minha surpresa meu ibope estava praticamente 0. Minha concorrente era A Favorita, a novela das 21hs.
Minha amiga muito educada disse: agora não dá pra gente conversar, é o último capítulo da novela e eu não quero perder, te ligo quando acabar. E desligou o telefone.

Lá na casa dos meus pais, onde sempre fico hospedada, também estavam todos paralizados para ver o tal do último capítulo.
Eu não queria ficar a ver navios, então fui dar uma dar uma voltinha na rua. E nada. Nem viva alma passava.
Nunca tinha imaginado que uma novela tinha tanto poder assim, afe!

25 de mar. de 2009

BBB9 e o Pedro Bial

Podem atirar pedras, mas eu acompanhei o BBB9 quando estava no Brasil.
E por aqui, sem tv brasileira, vez ou outra, leio na internet o que anda acontecendo naquela casa.
Mas pela net não dá para ver o Bial... :( que é o melhor do BBB :)

Ontem a Milena foi eliminada. Além de achar o Max antipático, eu torcia por ela, pois ela é da minha região. Sou bairrista...eu queria que ela ganhasse.

Já o Bial acha o Max um pavão, veja o que ele disse:
"Hoje vamos fingir que este paredão é uma fábula: o pavão e a sumaúma. Quando se exibe, o pavão também está dizendo 'Olha como eu, contrário à aerodinâmica, consigo até voar... Eu me garanto, e garanto que meus genes merecem ser transmitidos para as gerações.' Como o Max, nosso querido pavão. E temos a sumaúma, uma árvore extraordinária, enorme, que reina sobre a floresta com raízes mínimas sob a terra. Estas raízes são as pernas de Milena... Quando tomba a grande árvore, as plantinhas à sombra morrem com o sol. Minha sumaúma frondosa, hoje abre-se um clarão na floresta... Milena está eliminada", diz o apresentador Pedro Bial em seu discurso de eliminação.

Achei bonita a alusão ao pavão e a samaúma que o Bial fez. Aliás é SAMAÚMA e não sumaúma como está escrito no síte, será que Bial falou errado?

Mudando de assunto, mas nem tanto...
Você acha que a blogosfera também é um Big Brother?
Às vezes eu acho que sim...A gente gosta de espiar a vida alheia...mete o bedelho, dá pitaco, tem audiência, etc...
Mas também amizades são construídas ao longo da convivência, existe falsidade, tem choro, tem alegria, tem formação de casal, fofoquinhas, tem festas, comidinhas...mas acho que não tem paredão, ufa ainda bem!!!
Ou será que não é assim? Diga aí...

10 de jul. de 2008

Dancing Days, a novela!!!

Eu li aqui que há 30 anos a novela estreava na TV brasileira.Eu só tinha 7 anos, mas lembro um pouco dessa novela.

Já escrevi sobre a novela ano passado, quando assisti um capítulo na tv italiana.

Republicando...
Um dia cheguei mais cedo do evento e liguei a tv, vi a Sônia Braga e deixei no canal para ver o que era. Foi bem divertido rever esta novela, me l
embro de pouca coisa, mas o engraçado é que da famosa briga entre as irmãs Julia e Iolanda, eu lembrava e foi justamente essa cena que revi no finalzinho do capítulo daquele dia.

Foi engraçado ver o elenco bem novinho, alguns mais bonitos e outros menos, por exemplo, Antônio Fagundes está bem melhor agora, apesar daquela bolsa de gordura debaixo dos olhos.

Na época da novela, eu tive uma meia colorida que usava com minha primeira melissa. Era moda e todas as meninas tinham uma.

Queria assistir essa novela de novo. Eu adoro as músicas da época.
Lá na Itália, eles fizeram uma versão italiana das músicas da novela.


E a Sônia Braga arrasou dançando, alguém viu ou lembra?

Será que existe a novela em DVD?


12 de jun. de 2008

Eurocopa: Alemanha perdeu para Croácia

Croácia 2
Alemanha 1

Segundo Flavio, a Alemanha jogou mal.
Eu só assisti o segundo tempo. Não gosto muito de futebol...
Torci pela Alemanha.
E gostei de ver David Odokor, que tem até um síte e Balac.
Eles podem não ter dado um show de bola, mas deram um show a parte no quesito beleza e gingado na disputa pela bola.

25 de abr. de 2008

Tv, publicidade, obesidade, crianças...

Eu recebi um email com os dois artigos e quero compartilhar aqui. Acho o tema muito interessante e importante.
1- A televisão e a obesidade - Riad Younes, 11.04.2008
A televisão, a internet, os videogames e a ingestão de alimentos com alto teor de calorias são considerados hoje os grandes vilões da obesidade infantil. E não adianta fugir da realidade. Nossas crianças estão ficando cada vez mais gordas. Obesas até! Aqui tem a continuação do artigo

2- Campanha mundial pede restrição à publicidade destinada às crianças
Publicado na revista do IDEC, 16.04.2008
Horas e hora em frente ao acomputador, à tv, ao videogame, aliadas à consequente redução da prática de exercícios físicos, somados ainda a uma dieta pouco sadia, têm tornado as crianças desta década mais rechonchudas que o recomendável para sua saúde. Este problema...

Aqui tem mais informações aqui


Em 2004, a UNIFESP, realizou uma pesquisa para avaliar o conteúdo das propagandas infantis na tv e constatou que para cada 10 minutos de propaganda, 1 minuto tem objetivo de promover o consumo de produtos alimentícios, contribuíndo para hábitos alimentares não saudáveis.


A MINHA OPINIÃO
O Brasil está em processo de regulamentação de propaganda de alimentos infantis. Alguns países, como a Suécia isso está bem adiantado e muito bem definido, pelo que li.

Eu acho super importante que tenha a regulamentação da publicidade de alimentos infantis, já que crianças e adolescentes também tem poder de escolha na hora das compras.
Mas na minha opinião, faltou um quesito na regulamentaçãos de alimentos sobre bebidas alcoolicas.
Já me disseram que bebidas alcoolicas não são alimentos destinado a criança. Disso eu sei, mas é prejudicial e pode trazer consequências danosas a saúde. E deveria ter regulamentação também.

Além de tudo, também acho as propagandas de cervejas e carros altamente sexistas. As de cerveja sempre tem uma linda mulher, com um corpão de dar inveja, apesar dos truques e maquiagens.

Eu também já vi, há muito tempo, uma propaganda de carro, absurdamente rídicula, insinuando que as mulheres só pensavam em casamento e os homens em um carrão. E no final eles trocavam as mulheres por carro.

Bebidas alccolicas são potenciais patrocinadores de transmissão de esportes e competições na tv brasileira. E em qualquer horário de competição espotiva, existe esse tipo de propaganda.
Sou contra e acho que deveria ter limites de publicidade.

E você o que pensa disso?

16 de abr. de 2008

Maitê, eu só mais você.

Eu tive que escutar 3 vezes para poder acreditar que a Ana Maria Braga disse que a Maitê era ATORA.
Ou será ATORA uma nova profissão?

O vídeo pode ser visto no link abaixo.
http://maisvoce.globo.com/variedades.jsp?id=12177


Maitê salvou o programa, estava linda, elegante e madou muito bem na entrevista.
Eu lembrei da Luma, do Ricardo e da Nanci, pelo livro da atriz e pelo o que a mídia está fazendo no caso da morte da menina Isabela.
Maitê, eu sou mais você e mais ainda!!!

25 de mar. de 2008

Um pouquinho de pavulagem

Um pouco antes de irmos para o Vietnam, passamos um dia em Stuttgart. Foi num domingo.

O dia estava ensolarado e um pouco frio. Eu nunca tinha ido a Stuttgart, então primeiro passeamos pelo centro da cidade.
Depois fomos almoçar na casa de um casal amigo e ficamos lá até o final da tarde.

A noite fomos para a fábrica de motor da Mercedez. Pois lá teria uma programação especial de uma igreja evangélica. E Flavio seria entrevistado. O tema era sobre fome e imigrantes.

Flavio não tem religão e eu sou católica. Mas achei o programa muito legal. Teve show com um cantor famoso daqui da Alemanha chamado Sebastian Krumbiegel, leituras com depoimentos de imigrantes e uma flautista arrasou na melodia.

Aqui tem um trechinho do programa, está em alemão, mas dá para escutar um pouquinho da voz do Flavio em português. Eu também apareci, mas na verdade não gostei nadica de nada do meu close.

30 de jan. de 2008

"Diário na rede"

Eu vi no blog da Isabel, fui conferir a reportagem, gostei e repasso para quem não viu ou leu.
Neste link aqui dá para ver tudo.

Você tem blog? A versão eletrônica dos cadernos de anotação e dos velhos diários já soma 70 milhões de páginas no mundo. Os blogueiros são atraídos pelo desejo de escrever com liberdade, e alguns viram personagens conhecidos na rede.

“Blog” é uma abreviação de weblog, um registro de qualquer tipo de informação feito com freqüência. Mas na definição do jornalista e blogueiro Márcio Alexandre Gualberto, é “você se expressar com liberdade".

Márcio Gualberto quis dividir suas idéias sobre temas que conhece bem: Direitos Humanos, problemas raciais e motociclismo.

Já a estudante Lila Salles e mais dois amigos decidiram que nenhum assunto seria problema. “A gente escreve sobre qualquer coisa: uma viagem de ônibus, uma conversa entre amigos, coisas que ouve pela rua, problemas no trabalho, em casa... tudo isso, e futebol também”, conta.

Para blogar, basta um cantinho, um computador e uma inspiração. O blog dá a liberdade de escrever sobre o que bem entender, e muita gente que tem muito pra dizer. Segundo sites especializados, no início da década havia menos de 50 blogs na internet; hoje, a estimativa é de 70 milhões de blogueiros pelo mundo – alguns, campeões de audiência na rede.

“Sabe aquele caderno de poesias que a gente deixava na gaveta e ninguém via? No blog você tem o feedback, que é fundamental e que torna essa mídia diferenciada e tão querida", explica o professor de Comunicação Adilson Cabral.

O artista plástico Joka Prochownick fez do seu blog uma janela para Copacabana, onde ele fala sobre o bairro e seus p moradores. Em pouco mais de dois anos, foram 300 mil acessos de mais de 100 países – até da distante Guam, uma ilha na Oceania. “Isso dá noção da extensão do que a gente está fazendo. As pessoas estão lendo de lugares que a gente nem sabia que existia, a gente consegue chegar até lá através de um blog”, ele diz.

Agora, não pense que por estar atrás de uma tela você sempre vai passar despercebido. “Uma vez fui fazer uma palestra e quando terminei fui botar no quadro meu nome e meu e-mail para as pessoas entrarem em contato. E quando escrevi meu nome, uma senhora disse: “Você é o Marcio Alexandre!’”. Esse tipo de conhecimento é que vale a pena”, conta o blogueiro Márcio.

22 de out. de 2007

Desperdício de alimentos

Este vídeo me deixou "a beira de um ataque de nervos".
A narrativa conta com Zeca Camargo, no estilo mais fantástico e global de ser (ugh!)

A reportagem começa com dois cantores famosos falando que passaram fome quando criança.
As fotos deles quando criança e adolescente são uma graça.

Agora, além de cantores famosos, eles têm uma rede de restaurantes e lanchonetes, e como empresários estão preocupados com o desperdício de alimentos.
Claro tem mais é que se preocupar, já pensou se perdem os gordos lucros com tanto desperdício de alimentos?

Durante a reportagem aparece os dados do ibge das pessoas famintas ainda existentes, enquanto as celebridades mostram as sobras de alimentos de um dos restaurantes.

O Prof. Eneas é um dos entrevistados. Falou bem e até gostei.
Depois mostraram um documento da legislação brasileira sobre a doação de alimentos. Acho que é da ANVISA.

Tudo mesclado com os depoimentos das celebridades. Eu fiquei com a boca cheia d'água quando vi o churrasco, o suco de laranja dos cantores e o peixe ao molho de camarão...nossa tudo de bom!!!

A Coordenadora do Mesa Brasil falou uma coisa inteligente "eu não posso doar uma coisa que eu não daria para meus filhos". Pensei: ulá lá, ela sabe o que é Direito Humano à Alimentação Adequada.

Aí, aparecem crianças lindas, cantando, comendo...a emoção foi forte. Mas olha a coincidência, as crianças são todas negras.

A reportagem fecha dizendo: "...C. e X. fazem o que podem enquanto a lei brasileira não muda e até dão sinal verde para os funcionários dos restaurantes comerem o que sobra".
Como eles são bonzinhos não? Dão o que sobra, e quando não sobra?

E para reforçar que não basta ser celebridade para doar sobras de alimentos, aparece um senhor dizendo mais ou menos assim: " os funcionários quando chegaram aqui eram magrinhos, mas a gente dá a liberdade para eles comerem no final do dia. Tem gente que já engordou até 10 kg, eu sou um deles"
Isso remeteu às leituras que fiz há tempos sobre alimentação na época da escravidão no Brasil. Putz, assim não tem nutricionista expatriada que aguente.

Eu encontrei este vídeo, por acaso pois estava procurando outro sobre hábitos alimentares por indicação da Luma.
Achei interessante colocar ele por aqui, desabafar e quem sabe até ler a opinião de vocês sobre o assunto.

6 de out. de 2007

O Amapá no Globo Repórter


A minha irmã me falou sobre o tema do Globo Repórter de sexta-feira.
O Amapá apareceu.
Quem quiser ver o um pedacinho é só ir nesse link aqui
Aqui é sobre a árvore que dá leite.
Vale a pena ver todos os vídeos.
Muito lindo!!!