Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens

24 de mai. de 2015

Última carta para família, amigas e amigos



30 de dez. de 2012

Brasil - 2012

Temporada curta no Brasil :(
Mas bem aproveitada com família.
Aqui com a primarada reunida na festa de Natal, em Belém.

Em Sampa, comidinhas de resto a quilo ;)

22 de jul. de 2012

A vidinha por aqui

Esse mês estamos com visitas familiares.
Primeiro veio minha irmã e o namorado. Ficaram 2 semanas. Voltaram para o Brasil semana passada, e 3 dias depois chegou minha sobrinha.
Apesar de não está 100%, em termos de saúde, tento aproveitar o que posso.
Passeamos bastante por Heidelberg, e embora esteja morando aqui há 5 anos, sempre descubro alguma coisa diferente ou uma novidade.
Aqui tem algumas fotos dos passeios que fizemos pela linda Heidelberg.


25 de set. de 2010

Encontro familiar

O encontro em Belém foi familiar.
Revi meus pais, irmãs, um irmão, tia, tio, primas e primos.
A minha sobrinha Sofia estava cada dia mais linda.
Foi muito bom está entre a família. Me divertir muito.

19 de set. de 2010

Grandes encontros

Tenho postado bastante sobre as comidinhas da minha última viagem ao Brasil.
Mas esta viagem também foi para re-encontrar amig@s e familiares.
Eu vou chamar de "grandes encontros"
O primeiro grande encontro foi em São Paulo.
Re-encontrei 2 grandes amigas. Uma fazia 10 anos que não nos víamos. E a outra, 30 anos.
É isso mesmo 30 anos.
A Silvana foi minha vizinha em 1980-1981. A família dela foi embora de Macapá em 82 e depois disso perdemos o contato. Graças ao 'orkut', nos encontramos nesta rede social e quando fui à São Paulo não perdi a oportunidade de encontrá-la depois de 30 anos.
Foi muito bom. Conversamos um monte, relembramos a nossa infância, as brincadeiras, o nosso primeiro jeans, os patins, além de outras coisas maravilhosas também.

Fazia 10 anos que eu e a Artionka não nos víamos. A última vez foi em 2000 em São Paulo, quando morei lá neste ano. Eu conheci Artionka quando tinha 12 anos. Estudávamos juntas na mesma escola. Uma coisa que não esqueço dessa epóca, era quando eu ía na casa dela e fica admirada de ver tantos livros que a família dela tinha. Nessa época em Macapá só lembro de ter duas livrarias, a Zola e a Transamazônica. E muitas vezes era necessário encomendar os livros. Foi com a Artionka que eu comecei a ler Jorge Amado, Zélia Gattai, "O Diário de Anne Frank", "Olga",  entre outros.

Além de ter encontrado Silvana e Artionka, nós também conhecemos a nossa "sobrinha-neta" Valentina. A mais nova integrante da família.
Valentina é muito fofa.
Tá vendo só como nem só de comidinhas vivem os homens e as mulheres.

23 de ago. de 2010

Notícias cheias de pavulagens

Estou em Belém.
Mas antes passei por Sampa e Brasília.
Essa viagem tem sido maravilhosa.
Em São Paulo, Flavio e eu revemos parte da família e a nossa sobrinha-neta que nasceu recentemente.
Também re-encontrei amigas, uma eu não via há 10 anos e outra que eu não via há 30 anos.
Em Sampa, fomos ao Mercado Municipal para comer pastel de bacalhau e o famoso sanduiche de mortadela.
Fomos conhecer o Pirajá, bar com comidinhas de boteco, dica do Milton Toshiba.

Em Brasília, também encontramos uma parte da família. Logo que chegamos lá, meu enteado nos levou para almoçar no Mangai, filial do restaurante de João Pessoa.
Nós também encontramos noss@s amig@s de BSB, participamos de um evento sobre o Direito Humano à Alimentação, promovido pelo CONSEA.
Aproveitamos para matar a saudade de Brasília e comemos muita comida de boteco no Armazém do Ferreiro e no Boteco, filial do bar-restaurante em Recife.

Em Belém, onde também mora parte da minha família, estou matando as saudades da família e dessa terra que eu amo.
Claro que já tomei açaí, tacacá, creme de cupuaçú, picolé de tapioca, comi peixe, pato, vatapá e muito mamão.
Para experimentar comida de boteco paraense fomos na Portinha, que merece um post a parte.

Por enquanto é isso, aguardem com paciência as fotos. Agora vou curtir a minha sobrinha, que é a criança mais linda e amada de todos os reinos e ilhargas.

10 de abr. de 2009

Páscoa e lembranças da minha infância

"Os termos "Easter" e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pesach(páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VII, Beda."Fonte: Wikipédia.

Aconteceu uma coisa aqui em casa que me fez viajar ao passado.
Fui criada na religião católica.
Quando eu era criança, na sexta-feira santa, a gente não podia fazer barulho. Não podia trabalhar, não podia brincar, não podia escutar música, não podia um montão de coisas, mas o melhor NÃO PODIA, era que não podíamos apanhar e nem levar esculhambação.

Então na sexta-feira santa, a gente podia aprontar um pouco, porque sabia que não teria castigo e nem peia.
Em uma família de 6 crianças e mais agregados, era bem difícil manter a tranquilidade da sexta-feira santa, pois sempre havia uma briguinha entre meus irmãos.

Meu pais, muito católicos, só cravavam aquele olhar daqueles de derrubar avião e diziam: "deixa está que amanhã vocês vão romper a aleluia é debaixo do cinturão".

O dia de romper aleluia era no sábado, dia permitido para se esbaldar, cair na folia, escutar música e também entrar na peia, no castigo, fazer os serviços domésticos, etc.
Acho que hoje em dia não tem mais isso.

Mas voltando ao assunto inicial, o que aconteceu aqui em que me fez lembrar da minha infância foi:
Meu enteado que voltou a morar conosco aqui na Alemanha, comeu na calada da noite 2 ovinhos que eu tinha comprado para dar de presente aos filhos de uma amiga.
Quando eu acordei hoje e não vi os ovos, não falei nada, não fiz nada, afinal é sexta-feira santa e logo lembrei da minha infância... ah seu eu pudesse dá uma peia nesse moleque no sábado da aleluia.
Peia eu não dou, mas que ele vai ouvir, isso vai.

Boa páscoa para vocês!!!

13 de mar. de 2009

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça

É a minha sobrinha que nasceu no dia internacional da mulher.
A danada se apressou um pouco, não chorou e por isso teve que ficar em observação na UTI.
Mas saiu logo no outro dia direto para os braços da mãe.
Sofia é linda!!!

Bom final de semana!!!

22 de nov. de 2008

Respeitável público...

Finalmente a estória do tomate saiu!!!Agora sobre o café... qualquer hora sai também.
E eu vou pedir a paciência de vocês, pois acho que vou passar dias e dias falando do tomate.

O tomate e a minha estória...
Todas as vezes que eu corto tomate para fazer salada eu lembro do dia que fiz salada na casa dos meus pais, em Macapá.
Na casa dos meus pais eu sempre tirei bons proveitos de ser a caçula ou a "queridinha" e quase não faço as tarefas domésticas.
Um dia fiz a minha simples e humilde salada de alface e tomate e coloquei na mesa.
Minha mãe, muito orgulhosa, logo falou para que todas as pessoas que estavam sentadas ficassem sabendo: a Ane fez a salada!!!
Ane, é meu apelido familiar desde que criança.

Eu tive que aguentar os risinhos e olhares irônicos da minha irmã e do meu irmão, como quem diz "só isso?!" ou "e daí? mais que obrigação" ou ainda, "será que foi ela mesmo que fez?"

Aí meu pai fala: mas o tomate tá com semente. Isso não faz mal para a saúde?

Eu fiquei muito surpresa com a pergunta e, confesso que naquele momento, achei bem absurda.E disse: Não pai, não faz mal não. Todo mundo pode comer, que não faz mal. Eu sempre comi e gosto. Só faz mal quando a pessoa tem alguma intolerância ou doença, por exemplo gota ou cálculo renal. Mas isso depende também do tipo de cálculo.
Então a minha palavra foi o aval para que todos comesse minha salada de alface e tomates com sementes.

Desde então, toda vez que corto o tomate para colocar na salada, lembro do meu pai e o medo, preconceito ou tabu alimentar que ele tinha em comer tomate com semente.
Aí eu fico me perguntando se existem outras pessoas que têm esse medo, tabu ou preconceito alimentar?
A partir de hoje eu falar bastante sobre o tomate, por favor tenham paciência.

18 de out. de 2008

Muita pavulagem para um pingo de gente

As celebridades infantis nas fotos do post abaixo são: eu e o Flavio.
Meire adorei sua resposta, casal "Branjolie", wow!!!
Eu sei que é muita pretenção, ops, pavulagem! Mas vou explicar porque eu escrevi a palavra celebridade.

Primeiro porquê eu tenho uma teoria que tod@ blogueir@ é uma celebridade.
Pense!!! Você é observad@, lid@, comentad@, criticad@ por pessoas que estão em diversos lugares do mundo. Isso é 24 horas por dia...incrível não?

Quando eu olho no mapa do meu blog, vejo que pessoas de vários lugares passaram por aqui.

Eu posto fotos pessoais, falo sobre comidas, sobre meu cotidiano, minhas causas, minha família....enfim, minha vida já não é tão privada assim, e quem me visita há bastante tempo já me conhece bem.
Mesmo assim sou uma pessoa bem tímida e discreta. Quem me conheceu antes do blog sabe disso.

Ainda tem mais um porém, que eu "me acho" uma celebridade.
Antes do blog, eu trabalhei por 5 anos em Brasília. Participei de reuniões importantes, fiz seminários, palestras, e algumas vezes com auditório lotado. Viajei pelo país, exceto, Rondônia e Acre. Tem muita gente que me conhece por causa desse tipo de trabalho.
Qualquer dia falo mais sobre isso.

Já o Flavio, ele também uma celebridade. Ele fez muitas coisas importantes no Brasil e internacionalmente.
Foi o Relator Nacional para o Direito Humano à Alimentação, Água e Terra Rural. Viajou pelo Brasil e pelo mundo afora falando direitos humanos. Já publicou dois livros importantes na área de nutrição e direitos humanos. Participou de entrevistas e programas de tv, como por exemplo, Jornal Nacional e Globo Repórter.
Por essas bandas também, ele já participou de algumas entrevistas.

Enfim, penso que somos celebridades sim, por que não?
Posso dizer que não somos nenhum BradJolie, mas não somos tão anônimos assim.
Se não concordam, não tem problema, a pavulagem é minha mesmo e massageia meu ego.

Sobre a outra foto. A Ane acertou. É uma pequena queda d'água. Mas eu virei a foto de cabeça pra baixo e achei parecido com shampoo no cabelo. Achei engraçado e por isso postei aqui.

8 de out. de 2008

Pavulagem gitinha...

Alguém lembra quando eu falei aqui que o Leo, meu enteado, tava feliz da vida?
Pois é, o motivo da felicidade dele é que ele decidiu voltar para o Brasil.
Nós estamos com sentimentos inesplicáveis, tristeza e alegria.
Tristeza, pela falta que ele fará, e alegria, por ele tá feliz com a decisão que tomou.

Eu pouco falei dele aqui, pois a pavulagem é mais minha que alheia. Mesmo assim deu para acompanhar algumas coisas sobre ele.
No campeonato de tênis em Heidelberg;
Quando completou a maioridade absoluta;
Fritando pastel;
Na divisão de tarefas domésticas;

Leo é uma graça, quase sempre bem humorado, alto astral, cheio de presepada e elétrico demais. Enrolão e preguiçoso também.

Nós temos expressões linguísticas que muitas vezes nem brazucas entendem, isso é muito engraçado.

Vamos sentir falta do rapaz.
A foto lá em cima, ele não gostou muito dos beijos do paizão e da mãedrasta.