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sexta-feira, 23 de julho de 2010

O pedido...

Já aqui falámos do noivado mas não do pedido.

Muitos com um pedido romântico. Muitos, pensando que esse é o desejo da sua cara-metade, empenham-se em criar um ambiente de sonho, de magia, de romantismo...



Outros optam por demonstrar a meio mundo que est
ão apaixonados (ou será apenas uma forma de tentar demonstrar que faz tudo "à grande").



A minha história é engra
çada. Não houve qualquer pedido. Não houve anel de noivado...


Tinha acabado de sair do médico e ele estava à minha espera. Não tinha corrido muito bem e disse porquê. Na altura não tínhamos carro e a
panhámos um autocarro. Eu nem falei. Limitei-me a olhar em frente enquanto a minha mente tentava viajar pelo futuro... Ele, calmo como sempre, deu-me a mão e apenas disse: "Não sei qual é o problema, casámos já. Fala com os teus pais e eu falo com os meus. Quanto tempo demora a tratar dos papéis? " Nessa mesma noite ele enfrentava a minha mãe (e olhem que não foi nada fácil). Dois meses depois estávamos casados.


Mas voltemos ao pedido.




Pertencem ao grupo daqueles que ainda ligam ao pedido de casamento? As meninas como é que gostariam que o pedido fosse feito?


E, já agora, os meninos até onde estão dispostos a ir para fazer o pedido?


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Entre o deve e o haver...


Uma das notícias que me esperava no regresso de férias foi agradável.

Uma das quarentonas do grupo namorava com um daqueles trintões que logo pela manhã alegram o ambiente.

E fazem um casal bonito, em que a diferença de idades não é barreira.

Não sei se a relação vai durar ou não.

Apenas digo que gozem o mais possível. Aproveitem todos os instantes para namorar. Afinal, no deve e haver da vida apenas nos restam pequenos e fugazes instantes que nos fazem pensar que, para alguns, a felicidade é possível.


É errado termos como certo que o barco onde navegamos é estável. Uma mudança brusca dos ventos pode alterar, irremediávelmente, o nosso rumo.






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Porque não defendo:guetos, delatores pidescos, fundamentalismos e desobediência civil. Porque defendo o bom senso