Difícil... quem disse que não seria?
Os maiores testes precisam ser enfrentados no nosso próprio lar, no conforto do teto encontramos a angústia do convívio, as diferenças que podem ser indiferenças para uns, lágrimas para outros...
Embora transmitam uma verdade que é rara nas ruas, transitam pela curva do estresse, com doses de incoerências engolidas a seco... Algumas vezes temos direito à água... outras não podemos desistir, não baixamos a bandeira, apenas a lavamos e reerguemos mais alto, gritamos mais alto... No duelo de grito todos perdemos a voz...
Não é possível que seja um eterno agora, certamente houve um antes... esse antes pertence ao nosso presente que determinará nosso futuro... Estamos em uma escola diária e quem preenche os diários somos nós mesmos... Escolher sofrer, magoar-se, rir ou relaxar são avaliações duras...
Facilmente corremos para a força materna, os conselhos paternos, os ouvidos ou piadas fraternas... Dificilmente será apenas perfume... os diferentes odores nos dão força para evoluir...