farfalham as secas folhas
sobre o chão
a chamar a chuva
lava, ah vá
lava chuva
lavra a terra
germina a semente
ou, porventura, mentes
e a destruirá?!
dechover
inundará...
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
O sabiá
Lá fora gorjeia o sabiá
a espera que outro responda,
ao longe, a outro a dizer
que chuva não haverá
porque alto brilha o sol
e resplende na natureza:
a primavera,
que os primeiros
sinais faz vicejar:
melros, sanhaços,
andorinhas, ipês
roxos, rosas, amarelos
primaveras,
orquídeas multicolores
e o sabiá gorjeia
porque chuva não haverá.
a espera que outro responda,
ao longe, a outro a dizer
que chuva não haverá
porque alto brilha o sol
e resplende na natureza:
a primavera,
que os primeiros
sinais faz vicejar:
melros, sanhaços,
andorinhas, ipês
roxos, rosas, amarelos
primaveras,
orquídeas multicolores
e o sabiá gorjeia
porque chuva não haverá.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Noite no céu plúmbeo
Noite cinzentada
a ecoar os sons:
da chuva metalizada
do vento a assoviar
a varrer
as folhas secas
derribadas
cansadas
de esperar
pelos pássaros
inquietos
sempre a migrar...
noite no céu plúmbeo
de outono chuvoso
de vento nervoso
sempre a vagar...
a ecoar os sons:
da chuva metalizada
do vento a assoviar
a varrer
as folhas secas
derribadas
cansadas
de esperar
pelos pássaros
inquietos
sempre a migrar...
noite no céu plúmbeo
de outono chuvoso
de vento nervoso
sempre a vagar...
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