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2010-02-27

Benfica foi ao Estádio do Mar afundar o Leixões

Benfica logoLeixões

0-4

Benfica


Grande noite de Di Maria...

O Benfica estava prevenido para as dificuldades que o Leixões podia apresentar caso a equipa não jogasse com toda a disponibilidade física, concentração competitiva e assumisse o jogo desde o princípio. O aviso foi dado pelo empate que o Porto cedeu... ao pensar que o tempo resolveria o jogo...

Desde o escalonamento da equipa (com Javi Garcia impedido Airton fez a estreia e Aimar não foi opção jogando Éder Luís a titular) o Benfica começou logo ao ataque e aos 2' esteve perto de marcar num pontapé da esquerda, David Luís desviou e a bola ainda bateu no poste com Cardozo a atrasar-se para o segundo desvio que teria seria fatal. A equipa do Leixões apresentou-se muito defensivamente e só poderia apresentar perigo por Pouga face à sua pujança atlética.

A equipa de Matosinhos teve necessidade, ainda muito cedo, de fazer uma substituição por lesão de Bruno Gallo (entrou Nélson aos 6'). Aos 21' quem teve galo foi o Benfica: uma excelente desmarcação para Di Maria ultrapassar em corrida a linha defensiva contrária e à saída do guarda-redes marcar num lance muito parecido com o de Berlim contra o Hertha. Porém o assistente assinalou fora de jogo e o avançado argentino do Benfica ainda levou cartão amarelo por protestos!

Mas só durou mais cinco minutos o nivelamento no placard. Éder Luís fez um remate da zona frontal mas ainda longe da baliza a bola tabelou no corpo de um defesa da casa e foi entrar rasteira junto ao poste do lado esquerdo de Diego que nem valeu a pena esboçar a defesa. O Benfica inaugurava o marcador e a questão era saber se a postura seria a de Setúbal (certo conformismo com a vantagem no marcador) ou a da equipa conquistadora do primeiro terço do campeonato. Pois o Benfica não confiou, exibiu uma frescura (não sei se de alface) física e na defesa Luisão (algumas vezes em falta) ia-se desfazendo das dificuldades de Pouga. Saviola em jogada individual obrigou Diego a uma grande defesa.

No início da segunda parte, período em que o Benfica muitas vezes resolve os jogos, o Benfica cedo criou uma grande chance parta o 2-0 a seu favor. Di Maria isolado um pouco descaído para a esquerda quis fazer um chapéu ao guarda-redes brasileiro do Leixões mas este desviou a bola com a mão esquerda. O segundo golo surgiria porém pelo mesmo Di Maria e também da mesma posição centro-esquerda. Em jogada de envolvimento ofensivo o extremo foi solicitado e desta vez rematou ao primeiro poste surpreendendo Diego que poderia ter defendido a bola para canto mas meteu mal as mãos e ela foi para dentro da baliza. Aos 58' o Benfica tinha assim o jogo resolvido. No minuto anterior Jorge de Jesus retirara Éder Luís para entrar Carlos Martins e pouco depois do segundo golo fez descansar Saviola entrando César Peixoto. Este foi para o lado esquerdo adiantando-se Coentrão (que já tinha cartão amarelo) e passando Di Maria a fazer dupla no ataque com Cardozo. Queixas de Airton (lesão) fez prercipitrar a terceitra substiotuição encarnada com a entrada de Rúben Amorim para a posição de médio-defensivo. No Leixões e em simultâneo entrava Didi para o lugar de Paulo Tavares. Di Maria esteva em noite de inspiração e numa jogada combinada com Carlos Martins, este colocou a bola para a desmarcação do jovem internacional argentino para desta vez, com mais espaço, fazer o chapéu e chegar ao 3-0. Marcaria ainda o quarto golo desta vez num remate à entrada da área, colocadíssimo sem hipóteses de defesa. Aliás o guarda-redes do Leixões só pareceu mal no segundo golo, já que para além da defesa ao remate de Saviola na primeira parte respondeu a remates de Cardozo e de César Peixoto, que levavam o selo de golo. Cardozo teve ainda a meio da segunda parte uma hipótese soberena de marcar numa recarga mas fez a bola subir a barra da baliza.

Quanto ao Leixões, oportunidades nem vê-las ainda que nos minutos finais em remates de longe tenham procurado «treinar» Quim.

Vitória indiscutível do Benfica que agora fica a torcer pelo rival lisboeta no jogo de amanhã contra o Porto.

À arbitragem de Lucílio Baptista não se pode atribuir nota positiva quando se falha num lance como o que daria o primeiro golo encarnado. É que a desmarcação (com ultrapassagem da linha de dois adversários) de Di Maria é feita já depois da bola ter partido e o assistente só podia estar a dormir (bem se estivesse realmente não teria feito pior, porque não teria assinalado o fora de jogo). De resto, umas picuinhas mas a diferença de golos limitou o campo para discussões...

Em jogo que antecedeu este o Braga que esteve a perder 1-0 frente ao Olhanense e perto de sofrer o segundo golo inverteria o resultado ainda na primeira parte (2-1) e confirmou o triunfo na segunda vencendo por 3-1. Caso para dizer que um deslize do Porto (e empate para este efeito é deslize) praticamente deixará os dragões em maus lençóis para a luta pelo título.

Estádio do Mar, Matosinhos
Hora: 21.15
Árbitro: Lucílio Baptista ( Setúbal )
LEIXÕES: Diego; Nuno Silva, Joel, Fernando Cardozo e Antunes (João Paulo 46'); Fernando Alexandre, Paulo Tavares (Didi 69') e Seabra; Jean Sony, Pouga e Bruno Gallo (Nelson 6').

Suplentes: Berger, Tucker, Zé Manel, Cauê, Nelson, João Paulo e Didi.

BENFICA: Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Airton, Ramires, Di María e Éder Luís (Carlos Martins 58'); Saviola (César Peixoto ) e Cardozo.

Suplentes: Júlio César, Ruben Amorim, Carlos Martins, Nuno Gomes, César Peixoto, Sidnei e Alan Kardec.

Golo: Éder Luís (26), Di María (59, 75 e 86)
Disciplina:
Cartão amarelo para Di Maria por protestos 22'
Cartão amarelo para Nélson 35' por agarrar Saviola
Cartão amarelo para João Paulo 48'
Cartão amarelo para Fábio Coentrão 60'



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2009-09-27

Benfica exterminador implacável


Benfica

5-0

Leixões



Leixões reduzido a 9 concedeu goleada no último quarto de hora

O Benfica entrou a todo o gás e podia ter inaugurado o marcador logo nos primeiros minutos, mas cedo se percebeu ao que o Leixões vinha: guarda-redes no chão a pedir assistência, possibilitando ao treinador do Paços de Ferreira instruções as Laranjeiro e a outro jogador. Muitas faltas e o árbitro "picuinhas" a distribuir amarelos a Luisão e a Pouga após desentendimento entre ambos provocado por mais uma paragem de jogo para prestar assistência ao avançado de Matosinhos.

Alguma precipitação na condução dos lances por parte do Benfica e o Leixões ia-se "safando" mas as faltas continuaram e Pouga com uma entrada injustificável sobre Di Maria viu o segundo amarelo ainda antes da meia hora. Perto do final da primeira parte ficou o caminho desbravado quando Pablo Aimar na marcação de um livre (em cujo antecedente viu um cartão amarelo ...por nada) pôs a bola na zona central da área para aparecer David Luís sem marcação s rematar de cabeça inaugurando o marcador. Antes o Benfica já ameaçara em lance semelhante com Luisão a antecipar-se mas a rematar ao lado.

O jogo ficou resolvido aos 56' quando Aimar pela zona central levou a melhor entre dois adversários e já na área sofreu falta para o penalty que Cardozo converteu. Nesta falta Nuno Silva viu o cartão vermelho directo e o Benfica com 2-0 e com mais dois jogadores tinha o jogo resolvido. Foi, porém, só no último quarto de hora que a equipa visitante cedeu particularmente em lances desenvolvidos pela esquerda do ataque encarnado. Uma tabelinha Coentrão-César Peixoto permitiu a este ganhar a linha de fundo e centrar para o segundo poste onde Ramires finalizou cruzado fazendo o terceiro. Um remate ainda de fora dsa área de Di Maria foi defendido com dificuldade por Diego mas a bola sobrou para Ramires e a insistência levou a bola para Maxi que rematou cruzado rasteiro fazendo o 4-0 e o quinto golo encarnado surgiu de cruzamento da esquerda de César Peixoto para a cabeçada de Cardozo.

Este jogo, sem que o Benfica tenha produzido uma grande exibição, confirma o potencial encarnado; as equipas visitantes procurarão enervar o adversário, ou fazer anti-jogo, parar o fluxo de jogo com faltas mas arriscam-se a se repita o que aconteceu esta noite.

Ficha do jogo:
Estádio da Luz , 21:15 h Espectadores: cerca de 43 mil
Árbitro: João Capela (Lisboa)

BENFICA – Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e César Peixoto; Ramires, Javi García (Fábio Coentrão, 62m) e Di María; Aimar (Rúben Amorim 73m); Cardozo e Saviola (Nuno Gomes, 71m).

LEIXÕES – Diego; Laranjeiro, Tucker, Nuno Silva e Benitez; Cauê (Trombetta, 79m), Wénio e Hugo Morais; Léo (Joel, 56m), Pouga e Tiago Cintra (José Manuel, 61m).

Golos: 1-0, David Luiz (45m); 2-0 Cardozo (56m g.p.); 3-0, Ramires (75m); 4-0, Maxi (81m); 5-0, Cardozo (88m)

Acção disciplinar: Cartão amarelo a Di María, Luisão e Pouga (segundo amarelo e expulsão), Tucker, Wénio, Aimar, Hugo Morais. Cartão vermelho a Nuno Silva (55')

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2009-03-07

Liga Sagres: Dizem que os juros estão a baixar? É mentira...

O Porto foi ao Estádio do Mar tal usurário receber com juros o capital perdido na primeira volta. A verdade é que nem sequer foi preciso apresentar a factura. O Leixões tratou logo de pagar - penalty oferecido de um pontapé de canto aos 23' - e logo no início da segunda parte Laranjeiro pôs a bola nos pés de Hulk (50') que rematou para Beto ficar parado...!

Com 2-0 o desnorte dos homens de Matosinhos e o à vontade dos portistas (que até deixaram Lisandro no banco) deu para tirar mais notas do depauperado Leixões (consta que tem salários em atraso) e receber mais capital e juros ... 0-3 por Raul Meireles aos 66', Farias, 0-4 aos 76' e os juros pela derrota em casa por 2-3 (que deveria ter sido 2-4 lembram-se do golo anulado aos leixonenses?)estavam mais do que recuperados.

Diogo Valente (que até é um jogador emprestado pelo Porto) teve direito a uma nota de crédito e recuperou um golo!

Baixa dos juros só na Euribor. No usurário Porto é sempre a facturar... a caminho do título que o «benfiquista» Proença no jogo do Dragão lhes colocou à disposição (rima e tudo...).

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2009-02-27

Benfica confirma-se em segundo

Benfica logoLeixões logo

Benfica

2-1

Leixões


Uff! Acabou...que alívio!

A imprensa deu grande destaque à possibilidade do Leixões bater um record de décadas: o de vencer em casa do Porto, do Sporting e do Benfica na mesma época. Porém a equipa matosinhense começou o jogo na expectativa e o Benfica apareceu anormalmente dominador no primeiro quarto de hora de jogo.

Na realidade a partir do golo de avanço - um autogolo depois de um cruzamento da esquerda de Reyes. Cardozo ao segundo poste esperava a bola, mas Elvis interpôs-se fazendo autogolo - a situação mudou. O Leixões avançou mais o Benfica recuou a linha de meio campo e o jogo equilibrou-se. Zé Manuel não dominou a bola num passe longo que o poderia ter isolado, Luisão na ressaca de um lance de bola parada, em pontapé de bicicleta esteve quase a fazer o 2-0.

Na segunda parte o jogo do Benfica mostrou a pouca capacidade de controlo de bola que tem manifestado, o Leixões começou a acreditar que podia empatar e teve uma semi-oportunidade quando após reposição de bola de Beto, Diogo Valente aparece a receber a bola por trás da defesa encarnada, mas descaído pela direita rematou torto.

Já após algumas mexidas (ver ficha do jogo abaixo) Cardozo isola-se domina mal e perde a oportunidade do 2-0; logo a seguir foi Cardozo que foi à lateral direita já perto da linha do fundo ganhar a Elvis para cruzar para Nuno Gomes antecipar-se e de cabeça facturar o suposto golo da tranquilidade. Não aconteceu assim, com as substituições esgotadas após o 2-0 com a entrada de Balboa (para quê?) e saída de Di Maria, Carlos Martins que já havia entrado para substituir Ruben Amorim (lesionado) ainda na primeira parte teve que sair deixando o Benfica em inferioridade numérica. Não demorou muito para o Leixões reduzir a diferença, defesa apática dos encarnados com tantos jogadores e ninguém a afastar a bola até que Balboa a coloca nos pés de Rodrigo Silva que aproveitou. Com mais de um quarto de hora por jogar, com mais um homem em campo e com o Benfica só com um médio defensivo e Aimar em dificuldades físicas, este golo ressuscitou o Leixões. Entrou Chumbinho para reforçar o ataque e até ao final foi um sufoco para os adeptos encarnados ainda que o Leixões não tenha criado uma oportunidade de golo para o 2-2.

Lucílio Batista foi condescendente nos amarelos perdoando-os a Diogo Valente e a Luisão (numa falta à entrada da área que nem sequer assinalou). Contestado na amostragem de um amarelo a Carlos Martins quando entrou em campo para substituir Ruben Amorim que já havia saído lesionado, nos últimos minutos a contestação foi dos leixonenses e com razão, nomeadamente pelo tempo de compensação exíguo - três minutos - que concedeu.

Ficha de jogo:
Estádio da Luz
Árbitro: Lucílio Baptista (Setúbal)

BENFICA – Moreira; Maxi, Luisão, Miguel Vítor e David Luiz; Ruben Amorim e Katsouranis; Di María (Balboa, 71m), Aimar e Reyes (Nuno Gomes, 59m); Cardozo.

LEIXÕES – Beto; Laranjeiro, Nuno Silva, Elvis e Angulo; Roberto Sousa, Bruno China (Chumbinho, 77m) e Hugo Morais; Braga (Rodrigo Silva, 40m), José Manuel (Sony, 60m) e Diogo Valente.

Marcadores: 1-0, autogolo Elvis (16m); 2-0, Nuno Gomes (67m); 2-1, Rodrigo Silva (75m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo a Miguel Vítor, Carlos Martins, Jean Sony, Chumbinho

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2009-01-28

Taça de Portugal: Porto está nas meias finais

Leixões logoFC Porto

1-0

Leixões



Golo logo aos 5' de Mariano fez o resultado...

O Porto entrou bem no jogo e colocou-se cedo em posição de vencedor por Mariano Gonzales em jogada por ele protagonizada pela estquerda com um cruzamento para o meio da baliza que Lizandro e um defesa do Leixões disputaram para a bola sobrar para Mariano Gonzalez que finalizou vitoriosamente. O mais difícil para o Porto nos jogos em casa (adquirir vantagem) estava conseguido.

O Leixões reagiu à desvantagem, não sabemos como seria o jogo se o 0-0 tivesse permanecido, e portanto qual o plano inicial da equipa de Matosinhos, mas o certo é que o Leixões respondeu no campo todo, evidenciando até em períodos longos da primeira parte maior vantagem territorial sobre o adversário. Nuno foi obrigado a fazer defesa difícil para manter a vantagem.

Na segunda parte o Porto conseguiu controlar melhor o jogo e apesar de um período de assédio do Leixões por volta do segundo quarto de hora da segunda parte com muitos cantos ganhos e outra oportunidade criada num cabeceamento, porém, frouxo, de Zé Manuel que Nuno defendeu, a equipa portista viu uma jogada de insistência bater na barra da baliza de Beto.

Bom jogo e interessante; no regresso de João Ferreira à arbitragem (após ausencia por motivos profissionais fora do país - é militar) não houve casos. Podia ter havido no referido lance que terminou na barra da baliza do Leixões porque foi precedido de uma falta de um avançado portista (não assinalda) que se atirou deliberadamente para cima de um defesa leixonense.

No outro jogo dos quartos de final disputado esta tarde o Paços de Ferreira venceu a Naval 1º. de Maio por 5-3 e por isso também marcará presença nas meias-finais da Taça de Portugal cujo sorteio realiza-se 5ª. feira.

Amanhã joga o Atlético de Valdevez com o Nacional enquanto o V. Guimarães-E. Amadora só se disputa no dia 17 de Fevereiro, pelas 18h45.

Ficha de jogo:
Estádio do Dragão, no Porto
Árbitro João Ferreira, de Setúbal

FC PORTO – Nuno; Fucile, Stepanov, Bruno Alves e Benitez; Lucho, Raul Meireles e Guarin; Mariano (Tomás Costa, 75'), Hulk (Rodriguez, 62') e Lisandro.

LEIXÕES – Beto; Laranjeiro, Nuno Silva, Elvis e Angulo (Nwoko, 65'); Roberto Sousa, Bruno China e Hugo Morais; José Manuel, Chumbinho e Diogo Valente (Sandro, 80').

Golos: Mariano Gonzaléz 5'

Acção disciplinar: cartão amarelo a Roberto Sousa, Raul Meireles, Bruno China e Sandro.

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2008-12-14

Taça de Portugal: Leixões elimina Benfica nos penalties

Leixões logoBenfica logo

Leixões

0-0 (5-4*)

Benfica


Quem não joga para ganhar arrisca-se a perder...

De novo o Benfica não ganhou contra o Leixões. De novo (terceira vez consecutiva) que o Benfica jogando fora na Taça de Portugal é eliminado.

Benfica avisado do poderio do Leixões, terá tido excesso de avisos e não assumiu claramente o favoritismo que a uma equipa cheia de crakes (Luisão, Reyes, Suazo, Aimar e com Cardozo, Nuno Gomes no banco!) tinha de ter perante uma equipa que na época passada estava na II Liga.

Na primeira parte foi até a equipa de Matosinhos que demonstrou mais perigo e teve ligeira superioridade. Na segunda o Benfica respondeu mas nem nos livres as equipas criaram situações eminentes de golo. A 2 minutos do final Nuno Gomes teve nos pés o golo do triunfo mas demorou tanto a rematar que o máximo que conseguiu foi uma situação de confusão na área dos locais, mas em que existiu penalty de Vasco Fernandes .

No prolongamento o Benfica parecia mais afoito na primeira parte mas na segunda as equipas já só esperavam pelos penalties.

Um jogo em que cada guarda-redes só fez uma defesa digna desse nome só poderia terminar zero a zero. Mas se ao Leixões esta estratégia é compreensível ao Benfica equipa e clube de outros recursos e dimensão competia-lhe não adiar a solução para os penalties e assumir mais a responsabilidade de lutar pela vitória. Porém com Aimar e Suazo em sub-rendimento demoraram as substituições no Benfica.

Nos penalties foram os leixonenses a sair a marcar e a verdade é que marcaram sempre. O Benfica respondeu até ao quinto e decisivo penalty mas aí um dos taois craques Reyes viu o remate ser defendido por Beto.

Benquerença voltou a ser o árbitro do jogo (como havia sido na Liga) e não mostrou isenção. De novo voltou a prejudicar os encarnados de Lisboa, em algumas faltas e no critério disciplinar, (faltas sobre Katsoutranis, David Luís e Reyes eram merecedoras de amarelo, mas a exibição do cartão foi quase sempre para os encarnados: cinco vezes) e num penalty segundos antes do fim do tempo regulamentar, que não assinalou.

Caminho aberto para o Porto vencer a Taça de Portugal, enquanto o Benfica dá uma no cravo e outra na ferradura. Continua a demonstrar falta de meio-campo ofensivo, ainda que a defesa e meio-campo defensivo tenha estabilizado. De fora da Taça Uefa (e vendo os rivais Porto e Sporting apurados na Champions) e agora da Taça de Portugal, parece que esta época está a aproximar-se de mais uma grande desilusão para os benfiquistas.

Ficha do jogo:

TAÇA DE PORTUGAL - 5.ª eliminatória

LEIXÕES-BENFICA
Estádio do Mar, Matosinhos
Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria)
Hora: 20:45

LEIXÕES: Beto; Vasco Fernandes, Joel (Sandro 105'), Élvis e Laranjeiro; Roberto Sousa, Bruno China e Hugo Morais; Braga (Chumbinho 97'), Wesley e Diogo Valente (Zé Manuel 73')

Suplentes: Berger, Sandro, Chumbinho, Serginho Baiano, Zé Manuel, Castanheira e Marques

Treinador: José Mota

BENFICA: Moretto; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e David Luiz; Binya, Katsouranis, Ruben Amorim (Balboa 64') e Reyes; Aimar (Nuno Gomes 69') e Suazo (Cardozo 109')

Suplentes: Moreira, Miguel Vítor, Yebda, Balboa, Urreta, Nuno Gomes e Cardozo

Treinador: Quique Flores

Golos: Nada a registar

Decisão dos penalties: 1-0 Wesley, 1-1 Cardozo, 2-1 Zé Manuel, 2-2 Katsouranis, 3-2 Hugo Morais, 3-3, Nuno Gomes, 4-3, Laranjeiro, 4-4 David Luiz, 5-4 Chumbinho e no último penalty de Reyes, Beto defendeu.

Disciplina: 45'+1 - Cartão amarelo para David Luiz por derrube de Vasco Fernandes
54' - Élvis vê o cartão amarelo depois da falta sobre David Suazo.
66' - Cartão amarelo para Binya por falta sobre Wesley.
89' - Cartão amarelo a Reyes por protestos.
103' - Cartão amarelo para Sidney por protestos.
113' - Cartão amarelo para Nuno Gomes, na formação da barreira defensiva aquando da marcação de um livre frontal.

(*) nos penalties

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2008-11-28

Parabéns Leixões 101 anos de vida


Os três grupos precursores e fundadores do Leixões Sport Club, e por onde a juventude local, de então, se distribuía para a prática saudável do desporto, eram:

1 – Grupo Lawn – Tennis Prado
2 – Grupo Lawn – Tennis de Matosinhos
3 – Grupo Leixões Foot-Ballers

Foi da junção destes três clubes que se formou o Leixões Sport Club.

Sítio oficial do clube

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2008-11-16

Surpresa? Como, se afinal foi o líder que ganhou?


Sporting

0-1

Leixões


Leixões confirma-se na liderança

O Sporting depois de ter vencido o Shakhtar e assegurado pela primeira vez na história os oitavos de final da Liga dos Campeões foi eliminado da Taça de Portugal nos penalties frente ao Porto, apesar de ter feito uma grande primeira parte e agora vê-se derrotado (sem penalties) também em casa frente ao Leixões.

Na realidade nem sequer é admissível dizer que houve surpresa porque na semana passada o Porto empatou em Alvalade e o Leixões venceu categoricamente o Porto no Dragão! A verdade é que a equipa de Matosinhos joga muito bem, já empatara em casa com o Benfica e lá ilderava o campeonato antes do jogo!

O Sporting não pareceu muito impressionado com o curriculum dos visitantes e durante a primeira parte foi superior ao seu adversário disfrutando de duas excelentes oportunidades por Romagnoli e Postiga que apareceram isolados frente a Beto mas não souberam fazer passar a bola pelo último obstáculo. Também Daniel Carriço num pontapé de canto desferiu remate de cabeça fulgurante mas ligeiramente por cima da barra. O Leixões durante a primeira parte não conseguiu ofensivamente dispôr da quantidade e qualidade de lances habituais por força da pressão alta que os homens da casa colocaram e que gerou, aliás, os lances mais perigosos acima relatados.

Paulo Bento pode-se queixar do facto de ter sido obrigado ainda durante a primeira parte a fazer duas substituições por lesão (Rochemback e Pedro Silva) mas desta vez não se pode queixar do árbitro. Na segunda parte o Leixões depois de recuperar uma bola à entrada da área ameaçou através de um remate de Hugo Morais que obrigou Rui Patrício a boa defesa; em lance semelhante depois da defesa leonina ter tirado a bola da área, Izmailov não foi suficientemente rápido e permitiu a Roberto Sousa a recuperação e o remate que, desta vez, surpreendeu o guarda-redes da casa. A ganhar e com boa organização defensiva foi tempo de o Leixões justificar o triunfo perante um Sporting agora desorganizado (com o risco assumido por Paulo Bento da saída de Carriço trocado por Yannick), tendo José Manuel estado perto por duas vezes de fazer o 0-2 tendo inclusivé enviado a bola ao poste.

A arbitragem comandada por Pedro Proença trocou por duas vezes na primeira parte cantos por pontapés de baliza em desfavor do Sporting e não terá marcado um penalty de Abel a agarrar um leixonense na área aquando da marcação de um livre ainda na primeira parte . Também Postiga reclamou uma falta na área que nos pareceu não existir.

O Leixões reforça a liderança (e os seus jogadores ficam agora no sofá à espera do jogo do Benfica com o Estrela da Amadora) enquanto o Sporting viu-se ultrapassado pelo Porto vencedor em casa por 2-0 frente ao Guimarães.

Ficha de jogo:

Liga Sagres, 8.ª jornada
Estádio José Alvalade, em Lisboa.
Hora: 20.30; Assistência 36.520

Árbitro: Pedro Proença (Lisboa)

SPORTING: Rui Patrício; Abel, Polga, Carriço (Yannick, 70m) e Miguel Veloso; Rochemback (Pedro Silva, 34m, Grimi, 43m), João Moutinho, Romagnoli e Izamailov; Postiga e Liedson

Suplentes: Ricardo Baptista; Pedro Silva, Adrien, Derlei, Grimi, Yannick e Pereirinha

LEIXÕES: Beto; Vasco Fernandes, Joel, Elvis e Laranjeiro; Bruno China, Roberto Sousa, Wesley (Nwoko, 86m) e Hugo Morais; Braga (Sandro, 88m) e Diogo Valente (Zé Manuel 74')

Suplentes: Berger, Rubem, Sandro, Diogo Luís, Zé Manuel, Nwoko e Marques

Marcador: 0-1 Roberto Sousa, 65m

Disciplina: cartão amarelo: Joel 45'+1 por falta sobre Postiga; Roberto Sousa (53' por falta sobre Postiga; Abel, por falta sobre Hugo Morais.

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2008-10-25

Leixões ganha no «Dragão»

Leixões logoFC Porto

2-3

Leixões



E a verdade é que o Leixões até marcou quatro...

O jogo mal havia começado e de um pontapé de canto da esquerda do ataque do Leixões executado por Diogo Valente a equipa de Matosinhos aproveitou as muitas facilidades dadas (guarda-redes do Porto incluído) para inaugurar o marcador por Bruno China de cabeça.

Muito cedo ainda para preocupações especiais pensaram os jogadores do Porto, mas dado o modo como os matosinhenses trocavam a bola e com o Leixões a ameaçar o segundo golo também de um canto aos 19' os cuidados teriam de ser maiores.

Após cruzamento da esquerda de Cristiám Rodriguez, Rolando elevou-se e fez um autentico disparo de cabeça mas a bola saiu a rasar a barra. Aos 29'Braga concluiu uma jogada excelente do colectivo visitante e pôs o resultado com dois golos de avanço.

Jesualdo logo fez entrar Candeias para substituir o surpreendido Lino e aos os 36' o FC Porto reduziu de penalty assinalado por Paulo Baptista por (suposta?) falta de Joel ingénuo frente a Hulk num lance perto da linha de fundo sem grande perigo.

A pressão dos portistas aumentou mas ao intervalo o Leixões vencia por 2-1.

O início da segunda parte foi de pressão portista a conseguir ganhar as «segundas bolas» o que permitiu empurrar os leixonenses para a zona defensiva. Preparava José Mota a entrada de José Manuel quando uma transição rápida para o ataque do Porto deu a Lisandro a oportunidade do um para um com Joel (o mesmo do penalty) de quem o portista se desenvencilhou com facilidade fazendo o empate.

Com ainda cerca de 30 minutos para jogar pairou nos espectadores a convicção de que o Porto podia perfeitamente ganhar o jogo. Conclusão errada, o Leixões recuperou a confiança da primeira parte e discutiu o jogo no campo todo vindo a marcar o terceiro golo aos 66'. Jogada pela direita, cruzamento para o centro da área onde o rápido Zé Manuel em perfeita posição regular empurrou para a baliza de Nuno com o assistente a assinalar surpreendentemente o fora de jogo e a tirar o golo.

Esse minuto foi aliás frenético porque logo a seguir o Porto esteve perto de fazer o 3-2. A realidade é que o Leixões estava postado em fazer surpresa e Braga fez um remate espectacular de meia distancia que só acabou no fundo da baliza de Nuno aos 79'.

O Porto tentou ainda em desespero evitar a derrota mas a inspiração não foi muita. Lucho ainda teve o empate nos pés mas o remate foi ao poste.

O FC Porto depois da derrota frente ao Dinamo de Kiev perde agora com o Leixões e na Liga Sagres só o Benfica é que ainda não perdeu. Já o Leixõesom este triunfo (que se segue a um empate contra o Benfica) sobe para o primeiro lugar da classificação.

Ficha do Jogo:
Estádio do Dragão, no Porto, 37.408 espectadores

Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre)

FC PORTO - Nuno; Sapunaru (Mariano Gonzalez aos 64'), Rolando, Bruno Alves e Lino (Candeias aos 31'); Lucho Gonzalez, Tomás Costa, Raul Meireles e Cristian Rodriguez (Farías aos 74'); Lisandro e Hulk.

LEIXÕES - Beto; Vasco Fernandes, Joel, Elvis e Laranjeiro; Roberto Sousa, Bruno China e Hugo Morais; Braga (Sandro aos 88'), Marques (Roberto aos 71') e Diogo Valente (José Manuel aos 62').

Golos: 0-1, Bruno China aos 4'; 0-2, Braga aos 29'; 1-2, Lucho Gonzalez, de grande penalidade aos 36'; 2-2, Lisandro Lopez aos 60'; 2-3, Braga aos 79'.

Disciplina: Cartão amarelo a Joel no lance do penalty 35';
Cartão amarelo a Lisandro Lopez por protestos 38';
Cartão amarelo a Sapunaru por protestos sobre uma decisão da atribuição da bola num lançamento da linha lateral aos 64';
Cartão amarelo a Braga por derrubar Hulk 76';
Cartão amarelo a Elvis por falta sobre Lisandro aos 77'.

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2008-10-06

Benfica: uma sombra da equipa europeia

Leixões logoBenfica logo

Leixões

1-1

Benfica


Jogo que foi uma réplica do ano passado

Depois do (quase) brilhante jogo na passada 5ª. feira impunha-se ao Benfica vestir o fato macaco para lutar contra a agressiva equipa de Matosinhos e fazer prevalecer a melhor qualidade individual dos seus jogadores para poder partilhar a liderança do campeonato com o FC Porto..

Não aconteceu isso. O princípio do jogo foi displicente, a iniciativa pertenceu ao Leixões com 10-15 minutos de avassalador domínio e duas grandes oportunidades de golo desperdiçadas ou evitadas por Quim conforme as interpretações. A equipa encarnada não controlava a bola, tirando excepções (Yebda) perdia o confronto físico. Muito cedo Reyes foi substituído por lesão por Di Maria.

De um canto um defesa leixonense comete um penalty claro com Benquerença a um metro a nada assinalar o Leixões perdeu a seguir a bola pedindo uma falta, Katsouranis assistiu Cardozo para um remate forte de pé direito inaugurar o mercador. Golo contra a corrente mas que os homens de Matosinhos sentiram de sobremaneira aparecendo então o Benfica finalmente a jogar melhor até ao final da primeira parte com um leixonense a evitar que um remate de Yebda fosse parar à baliza.

Porém na segunda parte voltou a assistir-se à pressão da equipa da casa. O treinador José Mota mete jogadores rápidos para as alas Zé Manuel e Diogo Valente, prescindindo de um defesa (Laranjeiro) e o Benfica incapaz de segurar o jogo. Os encarnados de Lisboa (hoje de branco e preto) foram esticando a corda e desafiando a sorte. Foi recuando, concedendo livres e cantos (neste aspecto o score final foi de 9-4 a favor da equipa da casa) e num deles já pertinho do final o inevitável aconteceu: Leixões chegou ao empate com um golo de Wesley.

O Benfica está ainda a muita distância de ser forte candidato ao título. Tendo o top classificativo ao pé a equipa foi incapaz de ter ambição e capacidade de vencedor, foi cedendo, cedendo até abdicar e bem vistas as coisas a haver um vencedor quem mais fez por merecê-lo foi o Leixões.

Ano passado o filme foi igual, afinal o Benfica não está assim tão mudado quanto isso!

A arbitragem de Benquerença foi má. Não ver aquele penalty que acabou por dar o golo, o critério na marcação de faltas a deixar os jogadores em permanente contacto físico, não admoestar Vasco Fernandes (25') numa falta muito dura sobre Di Maria, um fora de jogo mal assinalado a Marques aos 16'... enfim. O Leixões também se queixa de um golo invalidado na segunda parte, mas aí o assistente esteve bem: o marcador está ligeiramente adiantado. Depois o tempo de desconto: só 3 minutos quando mostrou amarelo a Quim por demorar, fez várias menções que ia descontar tempo, 5 substituições na segunda parte e interrupções de jogo para assitência a Katsouranis e Cardozo ... se isto não dá pelo menos 5 minutos...

Uma referência para o derby minhoto que se disputou em Guimarães, com os bracarenses a imporem um nulo que ainda assim coloca os vimaranenses a par do Sporting e Benfica com 9 pontos, contra 10 de Nacional, Estrela da Amadora e Leixões e 11 do Porto este a comandar isolado a tabela classificativa.

Estádio do Mar, em Matosinhos
Hora: 21:00
Árbitro: Olegário Benquerença (Lisboa)

LEIXÕES - Beto, Vasco Fernandes (Paulo Tavares 83'), Nuno Silva, Élvis e Laranjeiro (Zé Manueluma falta; Bruno China, Roberto Sousa, Hugo Morais e Wesley; Braga e Marques (Diogo Valente 68').

BENFICA - Quim, Miguel Vítor, Luisão, Sidnei e Jorge Ribeiro; Carlos Martins (Rúben Amorim 66'), Yebda, Katsouranis e Reyes (Di Maria 8') ; Nuno Gomes (Binya 84') e Cardozo.

Golos: Cardozo 33'; Wesley 88'

Disciplina: 60' - Cartão amarelo a Katsouranis; 69' - Cartão amarelo a Bruno China por falta sobre Ruben Amorim; 86' - Cartão amarelo a Quim por demorar na marcação de um pontapé de baliza.


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2008-03-16

Porto ganha com golo em «off-side»

Leixões

1-2

Porto


Leixões até ameaçou ganhar...

O Porto está a 2-3 jogos do tri-campeonato e entrou no jogo a dominar, com os jogadores da equipa de Matosinhos a jogarem muito recuados e com Beto a ser a estrela com duas defesas de grande nível: primeiro a remate de Quaresma que ganhou uma «segunda bola» e mais tarde ao defender por instinto com um pé um remate de Lisandro à queima-roupa. À medida que o jogo decorria o Leixões conseguia finalmente abrir mais o jogo e tentar equilibrá-lo.

Na segunda parte o Leixões surpreendeu com uma atitude mais ofensiva e teve o prémio com um golo de Roberto a desviar um cruzamento da esquerda de Hugo Morais.

Jesualdo mexe na equipa fazendo entrar Sektoui para o lugar de João Paulo mas nos minutos imediatos ao golo os leixonenses continuaram em alta. Bruno Alves num lance de cabeça sobe alto e agride a pontapé o adversário sem sanção disciplinar. Aliás está por perceber (ou talvez não) como um jogador como ele só viu um cartão amarelo em toda a época, quando já se salvou pelo menos duas vezes de vermelho directo.

Numa jogada pela esquerda o cruzamento de Sektoui apanhou vários portistas em boa posição frontal, numa falha defensiva do Leixões e Lisandro fez o seu 19º. golo no campeonato. Este golo a faltar ainda perto de um quarto de hora desmoralizou bastante os homens de Matosinhos com alguns jogadores em dificuldades físicas (Roberto fora substituido por inferioridade física dois minutos antes do empate). Aos 84' um contra-ataque! do Porto com um lançamento longo para a posição irregular de Sektoui que fez um chapéu alto sobre o guarda-redes e depois tocou a bola para o fundo da baliza, deu a vitória ao Porto.

No final de jogo Jesualdo queixou-se da arbitragem relativamente ao assinalar de foras de jogo (houve dois ou três de facto mal assinalados no início do jogo mas esse auxiliar na segunda parte também assinalou um errado ao Leixões) esquecendo-se, porém, que o golo da vitória não devia ter valido! É assim, quem mais protesta é quem mais beneficia.

No outro jogo do dia Académica e Belenenses empataram a zero em Coimbra.

Ficha de jogo:
Estádio do Mar

Árbitro Jorge Sousa (Porto)

LEIXÕES – Beto; Nuno Silva (Pedro Cervantes, 75m), Elvis, Joel e Bruno Amaro; Filipe Oliveira, Castanheira, Bruno China e Hugo Morais (Jorge Duarte, 62m); Jorge Gonçalves e Roberto (Diogo Valente, 75m).

FC PORTO – Helton; Fucile, Pedro Emanuel Bruno Alves e Cech (Kazmierczak, 75m); João Paulo (Sektioui, 53m), Raul Meireles e Lucho; Quaresma, Lisandro e Farias (Adriano, 67m).

Golos: 1-0, Roberto (52m); 1-1 Lisandro (77m); 1-2, Sektioui (84m)
Acção disciplinar: cartão amarelo a Bruno China, Fucile

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2008-01-13

Benfica volta a não ganhar e a mostrar falta de mentalidade

Benfica

0-0

Leixões


Leixões consegue segundo empate na Luz em toda a História

O Benfica tinha uma oportunidade dada pelo calendário de sarar as mágoas dos últimos tempos ao receber um Leixões «fraquinho» que vai descendo na classificação e cujo único objectivo é lutar pela manutenção. Acrescia que na história dos campeonatos em mais de vinte jogos na Luz o Leixões só conseguira um empate.

Face ao castigo interno de Katsouranis (e à fraca condição física de Christian Rodriguez que ainda assim esteve no banco) Camacho apresentou dois avançados juntando-se Nuno Gomes a Cardozo, jogando Di Maria na esquerda e apenas Petit como trinco.

O Benfica dominou na primeira parte e mesmo sem jogar bem teve algumas oportunidades de marcar. Aliás aos 15' marcou mesmo por Nuno Gomes com o assistente Nuno Manso a marcar de modo completamente incompetente um fora de jogo inexistente. Logo no minuto seguinte Cardozo lento perdeu a oportunidade de visar a baliza. O Leixões pouco incomodava no ataque mas o Benfica também quase só jogava pela direita com os cruzamentos a serem sempre ganhos pela defesa do Leixões.

Já na parte final da primeira parte Léo avançou no terreno ganhou avanço sobre Filipe Oliveira que o agarrou e empurrou. O árbitro assinalou penalty, mas recuou e marcou livre à entrada da área talvez por indicação do mesmo juiz de linha, esquecendo-se ainda de mostrar o amarelo ao defesa de Matosinhos.

Na segunda parte as coisas foram bem piores para a equipa da Luz. O Leixões que já na fase avançada da primeira parte esboçou algumas jogadas de ataque apareceu mais afoito e esteve bem perto de marcar por duas vezes com a bola a bater na barra (48') num cabeceamento de Hugo Morais e no poste (71') também num remate de cabeça de Diogo Valente, das baliza de Quim.

As substituições no Benfica nada trouxeram de bom à equipa, com Mantorras a substituir Cardozo e Addu no lugar de Di Maria. Já antes Nuno Assis substituira Nélson, passando Maxi Pereira para defesa direito.

O Leixões na parte final recuou para defender o empate e já em cima do apito final Petit teve o golo da vitória à disposioção mas Beto fez uma defesa por instinto e manteve o empate.

Da arbitragem o que já dissemos é suficiente para dar nota negativa, com influência no resultado. Quer o fora de jogo no lance de golo quer a ausencia do amarelo ao infractor no lance que afinal não foi penalty (viria a ver um amarelo aos 72') não se percebe a não ser por incompetencia (ou será anti-benfiquismo ?).

Ficha do jogo:
Estádio da Luz, Lisboa

Árbitro: Paulo Costa (AF Porto); Auxiliares: Nuno Manso e Bertino Miranda

Benfica: Quim, Luisão, David Luiz, Nélson (Nuno Assis, 60 min.), Léo, Petit, Rui Costa, Maxi Pereira, Dí Maria (Freddy Adu, 78), Nuno Gomes e Cardozo (Mantorras, 73).

Leixões: Beto, Nuno Diogo, Elvis, Filipe Oliveira, Ezequias, Bruno China, Jorge Gonçalves, Hugo Morais, Diogo Valente (Vieirinha, 85), Roberto (Tales, 89) e Nwoko (Pedro Cervantes, 71).

Golos: Nada a registar
Disciplina:
35' Cartão Amarelo para Nwoko (Leixões).
48' Cartão Amarelo para Nuno Diogo (Leixões).
57' Cartão Amarelo para Ezequias (Leixões) por ter jogado a bola com a mão

65' Cartão Amarelo para Luisão (Benfica).
69' Cartão Amarelo para Petit (Benfica) por falta sobre Roberto.
72' Cartão Amarelo para Filipe Oliveira (Leixões).
94' Cartão amarelo para Rui Costa (Benfica)

Seguiu-se o jogo Porto-Braga (a que não pudemos assistir) com o Porto a golear os bracarenses por um resultado inesperado pelo desnível 4-0 (com 2-0 ao intervalo), com Lisandro a coleccionar mais dois golos reforçando a liderança nos melhores marcadores.

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2007-11-28

Congratulations Leixões / Parabéns aos leixonenses 100 anos de vida

Founded on 28 November 1907

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2007-11-24

Leixões empata Sporting

Leixões

1 - 1

Sporting


Purovic aos 86' foi a excepção à ineficácia leonina


Num jogo em que o Sporting dominou, teve muito mais posse de bola, atacou, teve cantos, fez bastantes remates, os adeptos leoninos até suspiraram por ter evitado a derrota, já perto do final do jogo.

O Leixões só fez um remate à baliza do Sporting e marcou um golo, mas não se pense que o remate que fez deu golo. De facto, o golo surgiu de um cruzamento da direita do ataque leixonense, rasteiro, que o guarda-redes Rui Patrício (uma estreia) defendeu para a frente fazendo a bola tabelar primeiro num avançado do Leixões para espirrar em Abel e acabar dentro da baliza. O remate esse já foi na segunda parte e Ezequias poderia nesse lance ter feito o 2-0 que arrumaria o jogo.

Paulo Bento reagiu cedo ao golo do Leixões e fez a substituição habitual, tirou Ronni e fez entrar Purovic. A história do jogo resume-se ao domínio leonino, com a criação de algumas oportunidades de golo, mas desperdiçadas ou evitadas in-extremis por que fez defesas excelentes designadamente a remates de Gladstone e Izmailov que tinham o selo de golo.

Face à ineficácia leonina e ao acerto da defesa de Matosinhos com o guarda-redes a safar quando já não havia mais ninguém, chegou a pairar o espectro da derrota do Sporting mas um cruzamento de Abel também da direita encontrou Purovic em linha a cabecear e a concretizar o empate. Era tarde para o Sporting poder ainda fazer pela vida e ganhar o jogo e assim o Leixões coleccionou mais um empate na Liga e o Sporting é que ficou «empatado» e começa a tornar ténues as esperanças de discutir seriamente o título desta época.

A arbitragem de Paulo Paraty teve poucos erros e de pouca importancia, pelo que nerece boa nota.

Ficha do jogo:

Estádio do Mar, em Matosinhos

Árbitro: Paulo Paraty (AF Porto)

Leixões – Beto; Filipe Oliveira, Nuno Silva, Elvis e Ezequias; Jorge Duarte (Nwoko, 63 m) e Bruno China; Jorge Gonçalves, Pedro Cervantes (Vieirinha, 70 m) e Hugo Morais; Roberto (Vinicius, 82 m).

Sporting – Rui Patrício; Abel, Gladstone, Polga e Ronny (Purovic, 27 m); Miguel Veloso e João Moutinho; Izmailov, Romagnoli (Farnerud, 80 m) e Vukcevic (Pereirinha, 65 m); Liedson.

Golos: 1-0 por Abel 14 m (p.b.); 1-1 por Purovic (87 m).

Disciplina: cartão amarelo a Polga (24 m), Liedson (45 m), Nuno Silva (78 m), Vieirinha (83 m) e Farnerud (90+4 m).

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2007-10-29

Porto 8 jogos, 8 vitórias e 8 pontos de avanço

Porto

3-0

Leixões


Aos 7 minutos já o jogo estava decidido (2-0)


O Porto teve um triunfo muito fácil. Com efeito aos 5' inaugurou o marcador por Lisandro num golo irregular porque o avançado portista ajeitou a bola com a mão. Passados dois minutos 2-0 por Sektoui numa grande jogada do jogador marroquino que depois de bater dois adversários fez o golo com um remate de pé esquerdo...

E pronto ! O que era preciso mais? O Porto tirou o pé do acelerador e o Leixões revelou incapacidade de reacção.

Jesualdo Ferreira fez sair Lucho aos 70' e perante o desagrado do público que queria mais o Porto decidiu marcar o terceiro golo. Cruzamento da direita de Quaresma e cabeceamento de Lisandro, no interior da área à vontade a fazer mais um golo (fácil). Um jogo sem história a não ser que se trata da oitava vitória dos «dragões» em oito jogos (100% de pontos), com Lisandro a obter oito golos, enquanto o Leixões depois de seis empates consecutivos registou a segunda derrota.

Da arbitragem dizer que o Porto com 100% de pontos como se disse não precisaria da vida facilitada com o primeiro golo irregular, concedido por Rui Costa.

No outro jogo de hoje o Braga empatou na Figueira da Foz com a Naval por 1-1

Estádio: Estádio do Dragão Espect.: 36509
Árbitros: Rui Costa, Aux - Celso Pereira, José Cardinal

FC PORTO – Helton; Bosingwa (Marek Cech, 13 m), Stepanov, Bruno Alves e Fucile; Lucho Gonzalez (Mariano Gonzalez, 70 m), Bolatti e Raul Meireles; Tarik Sektioui (Hélder Postiga, 59 m), Lisandro Lopez e Ricardo Quaresma.

LEIXÕES – Beto; Marco Cadete (Tales, 72 m), Nuno Silva, Elvis e Ezequuias; Paulo Machado, Bruno China e Pedro Cervantes; Vieirinha (Livramento, 80 m), Roberto e Jorge Gonçalves (Filipe Oliveira, 46 m).

Golos: 1-0, Lisandro Lopez (5 m); 2-0, Sektioui (7 m); 3-0, Lisandro Lopez (78 m).

Cartão amarelo a Ezequias 26' e a Fucile por simular um penalty aos 32'.

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2007-08-18

Benfica começa mal... como de costume e empata


Leixões

1-1

Benfica



Quim foi o melhor jogador em campo...

Quando o Benfica vai jogar na primeira jornada do Campeonato contra uma equipa que acaba de subir de divisão e nem sequer joga no campo natural do seu adversário, termina o jogo com um empate e o seu guarda-redes é o melhor jogador em campo... não é preciso dizer muito relativamente à «performance» da equipa.

Este Benfica (e já não é novidade face aos jogos da pré-época e o que se viu com o Copenhaga) é uma equipa fraca. Ainda agora o campeonato começou e o descontentamento dos adeptos é bem visível; a capacidade psicológica dos jogadores (patentes designadamente nas declarações de Nuno Gomes) é de intranquilidade. O discurso do treinador é pouco mais de zero ... ele diz verdades é certo, mas nada tem de motivador.

Jogar com o Leixões no Bessa e apresentar no onze titular dois defesas direitos (por sinal os piores jogadores da equipa), um mais avançado do que o outro?

Bem, na primeira parte do jogo, exceptuando os primeiros dez minutos, o Leixões foi superior ao Benfica! Quim evitou o golo do Leixões ao fazer uma grande defesa a cabeçada de Roberto à vontade (nas costas de Katsouranis). Um remate de Paulo Machado de longe obrigou a nova intervenção difícil do guarda-redes do Benfica.

Na segunda parte o Benfica melhorou alguma coisa (ou foi o Leixões que baixou em termos físicos e se contentava com o empate?). Com as substituições (tardias, aliás) Coentrão na esquerda, Assis à direita (e a saída de Luis Filipe é claro) o Benfica finalmente criou algumas oportunidades (poucas): Bergessio isola-se e atira mal por cima. Ezequias faz penalty sobre Assis aos 75' o árbitro não marca. O guarda-redes do Leixões faz a primeira defesa aos 80' a remate de fora da área de Rui Costa, para canto. O guarda-redes do Leixões num cruzamento toca a bola para a frente e Bergessio de cabeça vê a bola cortada por um defesa para canto. Do canto marcado por Rui Costa, Katsouranis desvia ao primeiro poste e Petit marca ao segundo dando vantagem aos lisboetas.

Faltam 3 minutos e mais três de descontos. O Leixões vai para o ataque Quim tem de fazer grande defesa para canto. Outro lance do lado esquerdo do Leixões ... e golo de Nwoko, deu para tudo para falhar o primeiro remate e acertar no segundo, em pleno coração da área da equipa que jogou de «rosa».

Estádio: Estádio do Bessa
Árbitros: Jorge Sousa, Aux - José Melo,José Ramalho

LEIXÕES – Beto; Marco Cadete, Elvis, Nuno Diogo e Ezequias; Bruno China, Pedro Cervantes (Hugo Morais, 84 m) e Paulo Machado; Jorge Gonçalves (Nwoko, 71 m), Roberto (Tales, 77 m) e Vieirinha.

BENFICA – Quim; Nélson, Katsouranis, David Luiz e Léo; Petit; Luís Filipe (Fábio Coentrão, 70 m), Rui Costa e Nuno Assis (Andrés Diaz, 90 m); Nuno Gomes (Bergessio, 55 m) e Cardozo.

Golos: 0-1 Petit 87'; 1-1 Nwoko (90'+3').

Cartão amarelo a Roberto 57', Nuno Assis 67' e Rui Costa 90'.

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