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2011-11-06

Proença 1 Benfica 1 em jogo pouco iluminado

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1-1

Benfica


Benfica não aproveita empate do Porto... mas manteve invencibilidade na época


Ano passado foi Xistra este ano Proença... é o costume...

Este senhor Proença já tem no curriculum mais golos marcados contra o Benfica do que qualquer avançado centro de élite mundial. E nem precisa sequer de dar um pontapé na bola... basta o apito para mandar as bolas para dentro da baliza do Benfica. E é com arbitragens como a de hoje que este senhor fica classificado em primeiro lugar. Foi este senhor que inventou um penalty de Yebda numa simulação de Lizandro Lopez que o Porto aproveitou para não perder em casa frente aos encarnados (e deu metade do título aos portistas, lance que valeria um castigo a Lizandro por simulação quando deviam era ter castigado este senhor Pedro). Mas fica também na memória um célebre Penafiel-Benfica com 4 lances de penalty (e nenhum marcado) a favor da equipa lisboeta que empataria esse jogo. Um arrolamento completo dos erros (?) contra o Benfica deste senhor esgotaria a capacidade do meu computador... Quando há jogo difícil e é preciso atrasar (ou impedir) o Benfica de ter sucesso, lá está este senhor P.P. .

De qualquer maneira o Benfica está melhor esta época. Nem sequer o árbitro conseguiu derrotá-lo. P.P. deu avanço ao Braga em lance de cruzamento de Salino (que substituíra Baiano lesionado) com Emerson a saltar em rotação dando as costas à bola e com a bola a bater-lhe no braço. Que bateu no braço é indiscutível... agora não percebo é porque há tantas bolas nos braços e só é penalty quando se trata de ser contra o Benfica ou a favor dos rivais... Entender que o braço foi deliberado - tratou-se de bola no braço e não o contrário - é um entendimento abusivo de quem aos 7' de jogo considerou uma agressão de Djamal (cotovelada na cara de Gaitán) merecedora de, apenas, cartão amarelo.

Na constituição das equipas Vinicius foi enviado para lateral esquerdo estreando Douglão a central no Braga. No Benfica, Jesus surpreendeu colocando de início Rúben Amorim (prescindo de Bruno César ou Nolito) e apostando na frente em Cardozo.

Na primeira parte houve pouco jogo. Para além da frequência das interrupções com jogadores do Braga no chão verificou-se uma rábula da luz. Interrupção de dez minutos para recuperar uma parte da iluminação, joga-se sete minutos e a luz volta a falhar. Volta-se a esperar mais uns dez minutos e a situação repete-se.

De pouco futebol, com as equipas mais preocupadas em não deixar a outra jogar fica o registo de apenas dois lances de perigo na primeira parte ambos protagonizados por Gaitán: o primeiro ao atrasar a bola para um adversário - Lima - que obrigou Artur à defesa mais difícil do jogo. Depois quando num lance pela esquerda junto à lateral levou a melhor sobre os adversários e cruzou para Cardozo, de cabeça, desperdiçar o golo ao rematar a rasar o poste.

Depois o lance do penalty que Lima aproveitou para pôr o Braga em vantagem mesmo antes das equipas irem para as cabines.

Na segunda parte Jesus substituiu Gaitán por Rodrigo.

O Benfica procurou por Aimar - com muita abnegação mas pouco produtivo - assumir o jogo mas este estava fechado. Sem ter reais chances de ameaçar o empate o Benfica chegaria ao golo aos 73' numa jogada confusa com um remate (falhado?) de Rodrigo, mas a bola a desviar em Douglão antes de ir para o fundo da baliza do Braga.

A equipa do Benfica não soube capitalizar este golo e desfrutar da teórica vantagem psicológica que o empate provoca em ambas as equipas.

Com as substituições - saída de Aimar e entrada de Nolito no Benfica e de Hélder Barbosa por Paulo César e um pouco depois Mossoró por Mérida, na equipa da casa - foi a equipa bracarense que mostrou melhor gestão da posse de bola, conseguindo livres perigosos e ameaçando mais a área do Benfica.

Porém, no último lance do jogo uma abertura longa de Bruno César (entrara aos 84' para a saída de Rúben Amorim) deu a Rodrigo a possibilidade deste colocar o Benfica no comando da classificação mas o remate saiu cruzado demais ao lado.

Agora o campeonato é interrompido para retomar com o Benfica-Sporting. Para esse jogo já não vamos ter P.P. mas vai ser Jorge Sousa ... vão ver!

Árbitro: Pedro Proença

SC BRAGA: Quim, Baiano (Salino 22'), Douglão, Ewerton, Paulo Vinícius; Márcio Mossoró (Mérida 78'), Djamal, Hugo Viana, Alan, Lima, Hélder Barbosa (Paulo César 74').

BENFICA: Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Garay e Emerson; Ruben Amorim (Bruno César 84'), Javi García, Witsel, Aimar (Nolito 74') e Gaitán (Rodrigo ao int.), Cardozo.

Golos: 1-0 Lima (pen) ao fechar a primeira parte; 1-1 Rodrigo 73'

Disciplina:
6'Cartão Amarelo para Djamal (SC Braga), por falta sobre Gaitán.
60' Cartão Amarelo para Hugo Viana (SC Braga).
55' Cartão Amarelo para Javi García (Benfica).
71' Cartão Amarelo para Márcio Mossoró (SC Braga).
76' Cartão Amarelo para Garay (Benfica).
79' Cartão Amarelo para Alain (SC Braga)
82' Cartão Amarelo para Rúben Amorim (Benfica).

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2011-03-06

Clima de terror e arbitragem derrotam o Benfica em Braga

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2-1

Benfica


Braga aproveita Xistradas para antecipar campeonato para o FCP

Num clima de terror um Benfica fragilizado (sem Aimar, Gaitán e Salvio no onze inicial) disse adeus ao campeonato e a uma série de dezoito jogos consecutivos a ganhar.

Com Cardozo, Carlos Martins e Fábio Coentrão agredidos com objectos vindos da bancada a campanha bracarense durante a semana de pressão e intimidação à nomeação de Xistra deu os seus resultados.

Perante um jogo agressivo (em certas alturas parecia raguebi) o árbitro mostrou uma gritante dualidade de critérios disciplinares. Mostrou amarelo a Luisão numa falta no meio-campo e logo a seguir Kaká fez falta sobre Cardozo no limite da área e já não teve direito a amarelo. Já na segunda parte, Kaká cortou com o braço um ataque encarnado e continuou em campo até ao fim...

Do livre acima referido Artur fez grande defesa ao remate de Carlos Martins mas Saviola na recarga enfiou a bola dentro da baliza inaugurando o marcador.

Perto do intervalo junto à linha lateral a bola está controlada Javi vai afastar Alain serve-se do corpo fazendo falta e já fora de campo na projecção do movimento Javi toca com o braço no corpo do bracarense e vê vermelho directo! Estava decidido antecipadamente o jogo... e o campeonato. Do livre (inexistente) marcado por Hugo Viana surge o empate.

Para o reinício os bancos mexem nas equipas. No Benfica, para reequilibrar a perda de Javi Garcia, entrou o médio defensivo Airton saindo Saviola, no Braga entrou Mossoró saindo o amarelado Vinicius. Mais poder atacante do Braga, igual poder defensivo no Benfica (mas perda de poder no ataque).

O Benfica condicionado em toda a segunda parte pela inferioridade numérica foi disputando o jogo sem grandes ambições ofensivas. Nesta segunda parte o jogo foi mais calmo mas ainda assim Hugo Viana deu fruta que chegasse para ver amarelo e os benfiquistas iam ficando arrumados também para o próximo jogo: Sidnei, Luisão e Javi não jogam frente ao Portimonense.

Um minuto depois de Jesus tentar alguma coisa mais no ataque (entrada de Kardec para o lugar de Carlos Martins), aproveitando a superioridade numérica, Mossoró encontrou espaço e tempo para à entrada da área rematar à baliza fazendo um grande golo e pondo o Braga em vantagem.

O Benfica sem força e sem equilíbrio de jogadores sentiu-se derrotado. Mas não dá para perceber como uma equipa como o Benfica perde cinco jogos num campeonato tão desequilibrado... (quem viu os jogos percebe - influências decisivas das arbitragens em pelo menos três deles Académica na Luz, em Guimarães - um escândalo - e este em Braga).

Restam agora três frentes: Taça da Liga em que está na final com o Paços de Ferreira, Taça de Portugal em que está nas meias-finais tendo um jogo na Luz frente ao Porto (com vantagem de 2-0 no Dragão) e Liga Europa em que defronta já na próxima quinta feira na Luz o Paris Saint-Germain.

Árbitro: Carlos Xistra

SC BRAGA: Artur Moraes, Miguel Garcia, Kaká, Rodríguez, Sílvio, Custódio (Vinicius 17' e Mossoró 46'), Hugo Viana, Ukra, Alan, Lima e Paulo César (Hélder Barbosa 68').

BENFICA: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, Fábio Coentrão, Javi García, Felipe Menezes (Gaitán 71'), Carlos Martins (Kardec 77'), Jara, Saviola (Airton 46') e Cardozo.

Golos: 0-1 Saviola 24', 1-1 Hugo Viana 42'; 1-2 Mossoró 78'
17' Cartão Amarelo para Ukra, por falta sobre Felipe Menezes.
19' Cartão Amarelo para Luisão, por falta sobre Lima. O central falha o jogo com o Portimonense.
37' Cartão Amarelo para Saviola e Kaká por desentendimento.
40' Cartão Amarelo Cartão Amarelo para Vinicius.
41' Cartão Vermelho directo para Javi García.
50' Cartão Amarelo para Hugo Viana, por falta sobre Carlos Martins.
70' Cartão Amarelo para Maxi Pereira, por falta sobre Hélder Barbosa.
71' Cartão Amarelo para Felipe Menezes

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2011-01-19

Sporting Clube de Braga completa hoje 90 anos! Parabéns...

Sporting Club de Braga logo

«O clube foi oficialmente fundado em 19 de Janeiro de 1921, mas o processo de criação inicou-se mais cedo, em meados do ano de 1919 quando um grupo de jovens, na sua maioria estudantes, de onde se destacaram Celestino Lobo, Carlos José de Morais, os irmãos Carvalho, Eurico Sameiro, Costinha, João Gomes, (que viria a ser o primeiro presidente) e ainda Joaquim de Oliveira Costa se reuniram à volta de ideia de criar um clube de futebol que representasse a cidade de Braga. O primeiro jogo do clube foi disputado no campo do Antigo Colégio de Espírito Santo, frente à equipa do Algés e Dafundo...» (daqui).

Esta época a "performance" do clube não está a corresponder às expectativas geradas pela brilhante participação no campeonato do ano passado. Fica, no entanto, a presença meritória do clube pela primeira vez na Champions League (e coleccionou três triunfos, um dos quais contra o Arsenal!) e prossegue ainda na Liga Europa para cuja participação desejamos felicidades.

Sítio oficial

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2010-12-12

Taça de Portugal - Golos argentinos dão ao Benfica a passagem aos oitavos de final (com o Olhanense)


Benfica

2-0

Braga

Duas equipas em crise... e ganhou quem mereceu

Um jogo para a Taça de Portugal entre duas equipas que participa(ra~)m na Champions League devia ser aguardado com grande expectativa e entusiasmo. Mas toda a gente sabe que não foi assim, porque são duas equipas que estão a atravessar uma crise que mina a confiança dos jogadores e afasta o entusiasmo dos adeptos.

No Braga não jogaram Vandinho, Matheus e Lima, surgindo a defesa direito (e teve bom desempenho) um jovem, Alexandre, e a ponta de lança Meyong que esta época tem jogado pouco; o Benfica apresentou a equipa normal substituindo o guarda-redes Roberto por Júlio César, coexistindo Carlos Martins e Aimar no meio-campo, com preterição de Ruben Amorim /Salvio no banco.

Na primeira parte o jogo foi muito táctico e equilibrado mas ainda assim o Benfica teve a condução mais ofensiva do jogo. Já depois de Carlos Martins ter desperdiçado por cima da barra uma transição ofensiva desequilibrante, Luisão, na ressaca de um lance de bola parada, fez brilhar Artur com grande defesa para canto. Deste lance o defesa do Benfica saiu com queixas e pediu logo a substituição que ocorreria passados alguns minutos.

Do Braga ficou uma jogada de Paulo César que ganhou no um para um com Maxi Pereira e rematou às malhas laterais.

O jogo envolvido por uma atmosfera externa e interna fria aqueceu com a marcação do golo encarnado na sequência de um lançamento de linha lateral! Maxi pôs a bola longa na área, Javi Garcia ganhou de cabeça o primeiro desvio e Saviola apareceu à boca da baliza a marcar rasteiro. O Braga procurou alguma reacção ainda na primeira parte mas os lances mais "quentes" foram de desentendimentos entre os jogadores.

Na segunda parte também foi visível a crise de ambas as equipas. A do Braga porque, apesar de estar a perder e não obstante as mexidas ao longo da partida feitas por Domingos Paciência, dispôs de uma só oportunidade de golo e perto do minuto 90 na sequência de um pontapé de canto de Hugo Viana o desvio de cabeça de Alan foi detido por Júlio César quase em cima da linha de golo, prosseguindo David Luís no alívio.

A crise do Benfica notou-se na falta de eficácia. A equipa do ano passado teria feito quatro ou cinco golos com as mesmas oportunidades deste jogo. Cardozo falhou um de baliza aberta mais parecendo um defesa a evitar que a bola se encaminhasse para a baliza. Salvio, que substituiu Carlos Martins a meio da segunda-parte, teve boas iniciativas mas na conclusão... enfim. Uma vez renunciou ao remate e preferiu o passe cortado para canto, noutra vez - o lance que aliás, deu o seguindo golo - atirou ao poste, na recarga de Ruben Amorim o guarda-redes defendeu, à terceira Pablo Aimar em posição legal, de cabeça, fez finalmente o golo. Saviola também teve um passe de Carlos Martins a isolá-lo, mas a recepção não foi a melhor e o remate saiu ao lado.

A arbitragem de Carlos Xistra tecnicamente não foi isenta de erros mas não houve "casos"; disciplinarmente preocupou-se em fazer a "gestão" do jogo sem o que as equipas não acabavam completas.

Jogo da 4ª. Eliminatória da Taça de Portugal
Estádio da Luz
Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco)

Benfica: Júlio César, Maxi Pereira, Luisão (Sidnei 26'), David Luiz e Fábio Coentrão; Javi García, Carlos Martins (Salvio 66'), Aimar e Gaitán (Rúben Amorim 89'); Cardozo e Saviola

Braga: Artur Moraes, Sílvio, Rodríguez, Paulão e Guilherme; Andrés Madrid (Hélder Barbosa 63'), Luís Aguiar, Hugo Viana e Alan; Meyong (Keita 61') e Paulo César.

Golos: Saviola 38', Aimar 90+3'
Disciplina: 22' Cartão Amarelo para Paulão (SC Braga) por entrada dura sobre Saviola.
44'Cartão Amarelo para Maxi Pereira (Benfica) por corte com a mão.
45'Cartão Amarelo para Carlos Martins (Benfica) por protestos.
45'+4 Cartão Amarelo para Hugo Viana (SC Braga) e para Fábio Coentrão (Benfica) após desentendimento
58'Cartão Amarelo para Sílvio (SC Braga). Entrada muito dura sobre Gaitán (podia ter sido mostrado vermelho).
66'Cartão Amarelo para Guilherme (SC Braga).
83'Cartão Amarelo para Rodríguez (SC Braga).

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2010-11-23

Braga vence na champions o poderoso Arsenal

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Braga


2-0

Arsenal


Matheus de ouro...


O Braga conseguiu hoje enriquecer o seu curriculum (e os seus cofres) com o resultado mais significativo da sua história. Derrotar os ingleses do Arsenal e por dois golos de diferença corrigindo, assim, os 0-6 da primeira mão em Londres.

É certo que os resultados de hoje foram mais um passo para a confirmação de que o Braga não passará à fase seguinte da prova (o Shakhtar confirmou o seu favoritismo vencendo em Belgrado o Partizan e logo por 3-0, assumindo o comando do Grupo) , mas a equipa portuguesa demonstrou que está por mérito próprio na mais importante prova do futebol europeu e que não é o "bombo da festa" que os dois primeiros jogos apregoou.

Mais experiente agora a equipa bracarense soube dar mais iniciativa à equipa inglesa durante a primeira parte, mas jogando com concentração procurando cortar os espaços a Fàbregas e a Theo Walcott. A equipa inglesa teve um na posse de bola superior aos 60% mas em termos de remates à baliza apenas um para cada lado, sendo o da equipa inglesa na marcação de um livre perigoso que Felipe defendeu para canto.

Na segunda parte a equipa bracarense apareceu mais solta a conseguir algumas transições ofensivas e a carregar os ingleses de cartões amarelos (três jogadores foram admoestados pelo árbitro húngaro). Já com várias substituições em campo de ambos os lados e o Arsenal sem Fàbregas e Wallcott adivinhava-se que o jogo iria terminar com um golo, faltava saber para que lado. Podia ter sido para o Arsenal num lance em que Vela pareceu-nos ter sido carregado na área de rigor bracarense mas o árbitro optou por mostrar amarelo ao jogador mexicano do Arsenal.

Aos 82' Eboué saiu em maca e deixou o Arsenal reduzido a dez unidades.

Numa jogada de ataque inglês a bola iria sair pela lateral mas Allan foi lá evitar e dar início à jogada de contra-ataque que viria a dar o primeiro golo do Braga. Lançamento em profundidade de Élton para a desmarcação de Matheus que à saída do guarda-redes finalizou de pé esquerdo com êxito.

Já faltavam poucos minutos para o final os ingleses a forçarem o empate e em contra-ataque o Braga outra vez por Matheus foi mortífero; desta vez com dois adversários pareceu em certo momento que o lance iria ser perdido mas o avançado não desistiu e conseguiu ludibriar os adversários para finalizar de novo com o pé esquerdo para o mesmo lado da baliza fazendo um golo extraordinário e ampliando o sucesso bracarense.

Uma palavra de apreço também para Rodriguez que fez uma exibição impecável no centro da defesa do Braga.

Em termos de classificação o Shakhtar comanda com doze pontos, Arsenal e Braga têm nove, mas só um desaire improvável do Arsenal em casa frente ao Partizan qualificaria os bracarenses se estes fizerem melhor resultado em Donetsk. No confronto directo com os bielorrussos só uma vitória por quatro golos qualificaria a equipa portuguesa.

Viktor Kassai (HUN)
Stadium: Estádio Municipal de Braga, Braga (POR)

SC BRAGA: Felipe, Miguel Garcia, Moisés, Rodríguez, Elderson, Salino, Vandinho (Hugo Viana 89'), Alan, Luís Aguiar (Andrés Madrid 79'), Matheus e Lima (Élton 81').

ARSENAL: Fabianski, Eboué, Squillaci, Djourou, Kieran Gibbs, Denílson, Jack Wilshere, Walcott (Carlos Vela 76'), Fabregas (Nasri 69'), Rosicky e Bendtner (Chamakh 74').

Golos: Matheus 2 (83' e 90+3')
Disciplina: 38'Cartão Amarelo para Eboué (Arsenal), por falta sobre Matheus. Livre na esquerda junto à linha de fundo.
55'Cartão Amarelo para Luís Aguiar (SC Braga), por falta sobre Fabregas.
70'Cartão Amarelo para Denílson (Arsenal), por falta sobre Salino.
74' Cartão Amarelo para Djourou (Arsenal), por falta sobre Lima.
78'Cartão Amarelo para Carlos Vela (Arsenal) por simular grande penalidade.
79'Cartão Amarelo para Miguel Garcia (SC Braga), por falta sobre Wilshere.
85'Cartão Amarelo para Rosicky (Arsenal).

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2010-11-03

Braga volta a vencer o Partizan (mas o Arsenal não ajudou ao perder em Donetsk).

Partizan logoShakhtar logo

Partizan

0-1

Sp. Braga

Continuidade na Europa do futebol assegurada

O Braga registou a segunda vitória na Liga dos Campeões e fez o seu papel ao vencer em Belgrado perante um Estádio cheio (cerca de 32 mil espectadores) o Partizan.

No entanto, o triunfo foi ofuscado pelas más notícias vindas de Donetsk onde o Arsenal, que até marcou primeiro, foi derrotado pelo Shakhtar colocando o Braga em maus lençóis para se qualificar. Só mais dois triundos Arsenal em casa e Shakhtar fora e mesmo assim... pode não chegar. De qualquer modo a equipa bracarense assegurou já a permnanência na Europa do futebol para a além da conclusão desta fase de grupos, uma vez que o terceiro lugar ficou hoje garantido e consequentemente também a transiç~ºao para a LKiuga Europa onde poderá encontrar o Porto, o Sporting e até o Benfica caso este (também) nãp consifa a qualifiacação na Champions.

Mas vamos ao jogo de hoje. Previa-se um jogo equilibrado perante duas equipas que privilegiam a posse de bola e têm jogadores tecnicistas. Mas o jogo não foi de grande qualidade.

A equipa sérvia não entrou bem no jogo e o Braga aproveitou esse facto e fez uma boa primeira parte terminando a vencer com um golo de cabeça marcado por Moisés quase do limite da grande área após livre marcado por Luís Aguiar. Fopi, de facto um excelente cabeceamento do central bracarense, colocado e aproveitando o adiantamento de Stojkovic.

Na segunda parte as coisas complicaram-se mais para o N»Braga que passou por dois períodos de pressão ofensiva forte da equipa local. Por volta da passagem do primeiro quarto de hora e depois na parte final do desafio em que o empate esteve eminente mas em que por uma vez a finalização de Moreira (jogador português que ficou conhecido aquando da passagem pelo Boavista) encontrou Felipe bem colocado e noutra o remate saiu por alto.

O Braga não conseguiu as transições ofensivas rápidas e acertadas que lhe é timbre efectuar (que o diga o Sevilha!) mas demonstrou ser uma equipa mais forte do que o Partizan pelo que não admira a confirmação da equipa portuguesa no terceiro lugar da classificação. Mais ...é que, como se disse, no início desta crónica, parece quase impossível. Seria preciso vencer o Arsenal e depois ir ganhar a Donetsk e ainda esperar um deslize destas equipas frente ao Partizan uma vez que em goal-average a equipa bracarense esté em nítida desvantagem...

A arbitragem do árbitro sueco Hansen (o árbitro que deixou passar o famoso golo com a mão no jogo França-Rep. da Irlanda que deu a qualificação dos franceses para o Mundial - em que tiveram de meter a viola ao saco, com uma pobre performance, como se sabe), esteve em plano razoável.

Fase de Grupos da Liga dos Campeões, Grupo H - 4ª. Jornada
03/11/2010 - 20:45CET (20:45 local time)
Árbitro: Martin Hansson (SWE), assistentes: Fredrik Nilsson (SWE), Henrik Andren (SWE)

PARTIZAN: Stojkovic, Miljkovic, Jovanovic, Krstajic, Lazevski, Ivica Iliev (Scepovic 78'), Moreira, Petrovic, Sasa Ilic, Cléo, Boya (Babovic 59').

SC BRAGA: Felipe, Sílvio, Moisés, Rodríguez, Elderson, Vandinho, Luís Aguiar, Alan (Andrés Madrid 68'), Márcio Mossoró (Salino 51'), Paulo César, Matheus (Lima 88').

Golos: Moisés aos 35'

Disciplina; 1'Cartão Amarelo para Moreira (Partizan).
50'Cartão Amarelo para Moisés (SC Braga).
54'Cartão Amarelo para Petrovic (Partizan), por falta Salino.
76'Cartão Amarelo para Babovic (Partizan) por falta sobre Rodriguez.
88'Cartão Amarelo para Luís Aguiar (SC Braga), por falta sobre Babovic.

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2010-10-19

Champions League: Braga vence Partizan e mantém aspirações...

Partizan logoShakhtar logo

Braga

2-0

Partizan


Primeiro triunfo do Braga na fase de grupos da Champions!

Depois das duas derrotas e copiosas do Braga nos jogos anteriores (em Londres frente ao Arsenal 0-6 e em casa frente ao Shakhtar 0-3) o Braga defrontava em casa a equipa mais fraca do grupo e era imperioso vencer para acreditar na manutenção europeia da equipa, seja na Liga Europa por via da obtenção do terceiro lugar seja ainda sonhando na possibilidade de obtenção do segundo lugar em luta com o Shakhtar (hoje também copiosamente batido pelo Arsenal 5-1.

Domingos sabioa da importância deste jogo e apresentou uma equipa com cautelas com dois médios defensivos Vandinho e Andrés Madrid. O futebol na primeira parte foi fraco. As duas equipas demonstraram que a presença nesta prova já constitui um bónus extraordinário. O Braga começou melhor empurrando o Partizan para o seu meio-campo mas a equipa bracarense não conseguia criar oportunidades de golo, longe disso. À medida que o jogo decorria os sérvios equilibravam o jogo ainda assim mastigado com pouca velocidade e sem grandes motivos de interesse. A excepção à monotonia aconteceu aos 35' quando na marcação de um livre directo, Lima, que já nos habituou a grandes golos, fez a bola entrar na baliza do nosso conhecido Stojkovic. Os visitantes reagiram e pouco depois tiveram a melhor chance da primeira parte por Lazevski mas o remate saiu cruzado demais, ao lado da baliza.

Na segunda parte o treinador sérvio fez entrar logo Medo para a saída de outro nosso conhecido, o português Moreira que brilhou no Boavista e que havia sido amarelado na primeira parte. Pouco depois foi Boya a entrar. O Braga que nos habituou a ser forte nas transições ofensivas não esteve particularmente feliz ainda que Matheus tivesse uma chance perante o guarda-redes que fechou o ângulo e conseguiu evitar o chapéu ao defender com um braço.

Domingos a partir de meados da segunda parte também mexeu na equipa tirando primeiro Paulo César para entrar Salino (68') e mais tarde substituindo Andrés Madrid (já amarelado) por Luís Aguiar (amarelado também pouco depois). Ainda entraria mas a poucos minutos do fim Mossoró patra o lugar de Lima. O resultado esteve em aberto (quase) até ao final e a defesa bracarense também tremeu. Uma vez Sílvio foi ao meio tirar o pão da boca de um avançado sérvio após cruzamento da direita de Boya; Felipe fez um desvio providencial para canto a remate de fora da área de Cléo, e uma outra vez uma jogada confusa mas insistente de ataque do Partizan poderia ter terminado com sucesso para os sérvios. Finalmente a tranquilidade chegou após uma jogada iniciada à saída do meio-campo defensivo com uma intercepção de Alan passe de ruptura para Luís Aguiar e depois à saída de Stojkovic o passe horizontal para Matheus marcar com a baliza deserta. Estavam decorridos 89 minutos e o jogo ficou decidido.

Um resultado importante para os objectivos da equipa portuguesa agora bem encaminhada para o terceiro lugar e quem sabe jogando em Belgrado e com a equipa local a arriscar mais não pode os bracarenses num bom jogo (lembremo-nos de Sevilha) voltar a vencer e entrar na luta pelo segundo lugar especialmente se o Arsenal ganhar em Donetsk...

A arbitragem, apesar da facilidade do jogo, esteve em bom plano com os assistentes a acertarem sempre nas decisões dos foras de jogo.

Group stage - Group H - 19/10/2010 - 20:45CET (19:45 local time) - Estádio Axa em Braga
Árbitro: Laurent Duhamel (FRA); Assistentes: Stéphane Duhamel (FRA), Christophe Capelli (FRA)

SP. BRAGA: Felipe; Sílvio, Moisés, Paulão e Elderson; Vandinho, Andrés Madrid (Luís Aguiar 73'); Alan, Paulo César (Leandro Salino 68'), Matheus e Lima (Márcio Mossoró 87')

PARTIZAN: Stojkovic; Miljkovic, Savic, Krstajic e Lazevski; Tomic (Babovic 89'), Moreira (Medo 46'), Smiljanic, Sasa Ilic; Cléo e Scepovic (Boya 54')

Golos: 1-0 Lima 35'; Matheus 89'
Disciplina: 30' Cartão Amarelo para Moreira (Partizan) por protestos após falta sobre Andrés Madrid.
54' Cartão Amarelo para Andrés Madrid (Sp. Braga) por falta sobre Scepovic.
86'Cartão Amarelo para Luís Aguiar (Sp. Braga).

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2010-10-03

Golo de Carlos Martins deu a vitória ao Benfica frente ao Braga

Braga logoBenfica logoBenfica

1-0

Braga


Repetiu-se o resultado do ano passado...

Em jogo entre o campeão e o vice-campeão do ano passado, ambos vindos de derrotas a meio da semana nos jogos da Champions League, quem saísse derrotado ficaria arrumado da decisão do título e talvez mais do que isso em crise psicológica.

O Braga surpreendeu no onze inicial com uma aposta bastante defensiva; apenas Lima na frente e opção por Hugo Viana não jogando Paulo César nem Matheus. Nos encarnados relativamente às ultimas formações já se sabia que Cardoso (lesionado) iria ser substituído por Kardec e Jesus optou por Gaitán saindo César Peixoto.

O Benfica aproveitou esta postura mais defensiva dos bracarenses e no primeiro quarto de hora teve ataque insistente. aos 8' um remate forte de Carlos Martins, de fora da área, foi defendido por Felipe atento.

Aimar desempenhou um papel importante na organização do jogo ofensivo do Benfica (está em grande forma) e no primeiro quarto de hora Vandinho travou-o por três vezes em falta beneficiando este da magnanimidade de Duarte Gomes para se livrar do cart
ao amarelo.

Com o decurso do jogo o Braga foi conseguindo travar melhor a superioridade do Benfica, mas foi já com o jogo mais equilibrado que o Benfica beneficiou de uma grande oportunidade de golo com um remate de Saviola com selo de golo a ser extraordináriamente defendido por Felipe. Nos últimos minutos da primeira parte respondeu o Braga fazendo Roberto uma grande defesa a remate de fora da área da meia-esquerda de Elderson e Lima em cima doos 45' teve um remate perigoso mas que saiu ligeiramente por cima da barra.

Na segunda parte o Braga surgiu melhor nos primeiros minutos a ganhar faltas e cantos e os encarnados tinham dificuldades em originar jogadas de perigo para a baliza bracarense. A quebra física de Vandinho substituído por Andrés Madrid (61') e a entrada de Paulo César para o lugar de Hugo Viana (65') deram uma feição mais ofensiva ao Braga passando a haver mais espaços no meio-campo. Entrava-se na fase decisiva de as equipas arriscarem com Jesus a preparar duas substituições (Weldon e Sálvio) quando Saviola (que esteve em plano inferior ao habitual) fez uma abertura da esquerda para a direita fazendo oscilar a defesa bracarense. Carlos Martins recebeu de pé direito e arrancou um remate cruzado por alto de pé esquerdo fazendo um golo espectacular.

Jesus congelou uma das substituições - entrou apenas Sálvio para o lugar de Saviola - enquanto o Braga esgotou-as fazendo entrar Matheus para o lugar de Luís Aguiar. Impulsionados pelo público os encarnados conseguiram ainda remeter o Braga para a defesa durante alguns minutos até que finalmente os visitantes procuraram nos últimos minutos de jogo arriscar para chegar ao empate. Tinham andado a deixar correr o tempo e agora protestavam pelas interrupções e demora na substituição de Kardec por Weldon. O árbitro concedeu seis minutos de desconto (!), um exagero, tempo em que o Braga dispôs de algumas jogadas de bola parada com perigo mas a grande oportunidade de golo foi de Fábio Coentrão que em posição frontal surgiu isolado mas ao tentar colocar a bola desviou-a demais ao lado da baliza falhando clamorosa oportunidade para fixar o resultado em 2-0.

A arbitragem de Duarte Gomes teve muitos erros: canto contra o Benfica passou a pontapé de baliza, foras de jogo mal marcados, amarelos discutíveis exibidos e outros por exibir (Vandinho e Andrés Madrid, por ex.). Enfim ... não houve lances de penalties, pelo menos...

Estádio da Luz, 7ª. Jornada
43. 317 espectadores

Benfica: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Javi García, Aimar, Carlos Martins e Nico Gaitán (César Peixoto 87'); Saviola (Salvio 76'), e Kardec (Weldon 90')

Braga: Felipe, Sílvio, Paulão, Moisés, Elderson; Vandinho (Andrés Madrid 61'), Luís Aguiar (Matheus 77'), Salino, Hugo Viana (Paulo César 65'), Alan; Lima.

Golos: 1-0 Carlos Martins 73'.
Disciplina: 37' Cartão Amarelo para Luís Aguiar (Sp. Braga) por ter agarrado a camisola de Aimar (Benfica), quando este procurava lançar velocidade no jogo;
38' Cartão Amarelo para Javi García (Benfica);
46' Cartão Amarelo para Luisão (Benfica). O central do Benfica derrubou Alan (Sp. Braga) a um metro da área do Benfica;
56' Cartão Amarelo para Salino (Sp. Braga) por falta sobre Gaitan;
77' Cartão Amarelo para Moisés (Sp. Braga) por falta dura sobre Aimar;
90'+1 Cartão Amarelo para Sálvio por falta sobre Alain.


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2010-09-28

Champions League: Braga goleado em casa pelo Shakhtar

Braga logoShakhtar logo

Braga

0-3

Shakhtar



Será que o Braga já desceu à terra?

Depois dos 0-6 de Londres o Braga voltou a ser derrotado e por números expressivos para a Champions League. É óbvio que estes resultados não deixam nenhum português satisfeito, mas é preciso que alguns senhores da estrutura do clube, especialmente o seu presidente, tenham a humildade de reconhecer que a Champions League é outro futebol, são outras as capacidades financeiras (da maioria) dos clubes e que o Braga não pode estar a participar nesta prova, aliás como debutante, e pensar que pode jogar taco-a-taco seja com quem for. Pelo contrário, precisa de ser humilde, ter artimanha e tentar como o rato dar a volta à cabeça do gato para conseguir os seus intentos.

Quem assistiu a este jogo até pode concluir por alguma injustiça no resultado final, porque os bracarenses, em particular na primeira parte, tiveram duas ou três oportunidades desperdiçadas e até viu o árbitro holandês deixar passar em claro, a meu ver, um penalty e uma falta perigosa à entrada da área.

Porém após o primeiro golo (um franguinho de Felipe, enquanto o guarda-redes forasteiro fez uma grande defesa com os pés a remate cruzado de Salino na primeira parte e pelo menos mais duas boas defesas na segunda parte numa altura em que o Braga tentava o empate) o Shakhtar dominou o jogo e teve ainda um desperdício admissível de Eduardo quando o resultado estava em 2-0.

Esta equipa ucraniana é boa física e tacticamente (não fosse Lucescu um mestre de táctica e de experiência) enquanto Domingos mostrou neste jogo impaciência quando o resultado estava ainda em zero a zero e mexeu na equipa de modo que viria a revelar-se não ser consistente com os interesses da equipa. Saliente-se que o Braga já tivera que fazer na primeira parte a substituição de Rodriguez por Paulão por motivos de lesão e esta segunda substituição pareceu muito cedo considerando que o jogo ainda estava a zero e um golo podia acontecer para qualquer lado. Depois Salino (o substituído) pareceu sempre muito mais lúcido que Luís Carlos, que se manteve no jogo até final!

Resta ao Braga pensar que com trabalho e sem estatuto pré-concebido de superioridade saloia pode ultrapassar o Partizan (derrotado em casda pelo Arsenal - a equipa mais forte do grupo, e ainda assim apenas por 3-1) e tentar o terceiro lugar no grupo que permitirá arrecadar mais uns "cobres" jeitosos e transitar para a Liga Europa. Se mantiver o discurso e postura de "grande" (que não é) acabará por ainda sofrer mais alguma goleada e sair da Champions cabisbaixo e com o estatuto de bombo da festa...

Não gostamos da arbitragem do árbitro holandês deixando jogar na primeira parte com prejuízo para o Braga, para na segunda parte já com os ucranianos em vantagem, passar a marcar as faltas todas.

Champions Leaguie, Group Stage, Second Match
Estádio Axa, em Braga

Árbitro: Kevin Blom (Holanda)

Sp. Braga – Felipe; Miguel Garcia, Moisés, Rodriguez (Paulão 36') e Sílvio; Vandinho (Márcio Mossoró 77'), e Salino (Lima 55'); Alan, Luís Aguiar e Paulo César; Matheus.

Suplentes: Artur Moraes, Paulão, Mossoró, Lima, Elderson, Andrès Madrid e Hugo Viana.

Shakhtar – Pyatov; Srna, Kucher, Rakitskiy e Rat; Hubschman e Gai (Jadson 66') ; Douglas Costa, Mikhitaryan e Willian; Luiz Adriano.

40'Cartão Amarelo para Rat (Shakhtar Donetsk).
50'Cartão Amarelo para Hubschman (Shakhtar Donetsk).
61'Cartão Amarelo para Mkhitaryan (Shakhtar Donetsk).
87'Cartão Amarelo para Matheus (Sp. Braga).
89'Cartão Amarelo para Douglas Costa (Shakhtar Donetsk) por demorar a marcar o livre.
90'Cartão Amarelo para Paulo César (Sp. Braga) por derrubar Wilian na área.

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2010-09-15

Braga foi goleado pelo Arsenal na estreia na Champions

Braga logo
Arsenal


6-0

Braga


Cilindrados... e sem surpresa


À posteriori parecem infantis e completamente inverosímeis as declarações dos dirigentes, técnicos e jogadores do Braga antes deste jogo. Na realidade o Braga apesar do notável crescimento dos últimos tempos, como pode ousar ser capaz de pensar ser já um grande da Europa para jogar olhos nos olhos em Londres contra uma equipa que demonstrou ser de outra galáxia?

Há pouco mais de meio ano o Porto foi batido neste mesmo estádio por 5-0. O Braga acabou de ser derrotado no Dragão por 3-2. Assim uma distância de seis golos nem parece demais.

A equipa bracarense já fez um grande feito em chegar pela primeira vez na história a esta fase da prova e, só, por isso, já fez um excelente encaixe financeiro. Mas o sorteio reservou-lhe logo para a estreia o adversário mais difícil. Os primeiros minutos foram logo um sufoco e a equipa de Braga não estava táctica nem mentalmente preparada para este desafio. Sabem que o Arsenal acabou o jogo com mais faltas do que o Braga?

A equipa portuguesa foi demasiado ingénua, querendo jogar da mesma maneira como joga em Portugal frente ao Beira-Mar ou Portimonense... Mas o Arsenal não é deste campeonato.

Aos dez minutos surgiu o primeiro golo já depois de uma avalanche ofensiva, convertido por Fabregas após penalty de Felipe. Já tinha havido um outro lance em que se pediu penalty (os londrinos...é óbvio) mas que o árbitro luxemburguês decidiu não haver motivo para isso. O Braga, dentro da mesma ingenuidade, até encaixou bem o golo. Teve os melhores momentos ofensivos logo a seguir e numa grande jogada de Alan pelo lado direito criou a talvez única jogada de perigo real para a baliza do Arsenal. Faltou "apenas" um desvio, à boca da baliza, na bola proveniente do cruzamento da direita.

Mas estes momentos de aparente equilíbrio apenas serviram para iludir a equipa. Os ingleses, com um intratável Song (devia ter saído do jogo com um amarelo tantas foram as faltas que cometeu a parar os lances na fase inicial de construção por parte do Braga) a destruir o jogo adversário, Fabregas um maestro admirável na construção, e uma dinâmica completamente diferente da que se passa em Portugal, num ápice (30' e 34') avançaram para os 3-0 e o jogo estava mais do que decidido. Competiria ao Braga assumir isso e esperar que os ingleses afrouxassem para contyer os prejuízos.

Porém, ainda que o ritmo na segunda parte não pudesse ser tão forte, os ingleses não se satisfizeram em fazer andar o tempo e cedo chegaram ao 4-0. As substituições pouco deram ao Braga (Hélder Barbosa terá tocado na bola?) enquanto Vela surgiu com fome de golos e fez mais dois.

O Braga praticamente não ameaçou Almunia, enquanto se é verdade que o guarda-redes Felipe também não tivesse sido forçado a muitas intervenções via a sua baliza em constantes sobressaltos. Os ingleses tiveram ainda uma bola no poste e Moisés salvou em cima da linha mais um lance de golo.

O Braga devia ter bloqueado mais o jogo, mesmo em falta, o que raramente fez e jogado para perder por poucos o que também não mostrou querer (ou saber) fazer. No fundo, a equipa bracarense não quis ser submissa e acabou perfeitamente vergada a uma equipa nitidamente superior. Agora também não se pode passar do 80 para o 8! Os bracarenses têm que ultrapassar este resultado (afinal, qualquer equipa portuguesa em condições normais de pressão e temperatura "leva quatro" contra estes ingleses).

No outro jogo do grupo o Shakhtar venceu o Partizan por 1-0. Na segunda ronda o Braga recebe o Shakhtar em 28 de Setembro em jogo em que tem de ganhar para continuar a sonhar.

Arsenal Stadium, London
Árbitro: Alain Hamer (LUX)

ARSENAL: Almunia; Sagna, Koscielny, Squillaci, Clichy; Alex Song (Denílson 63'), Jack Wilshere; Nasri, Cesc Fabregas, Arshavin (Eboué 70'); Chamakh (Carlos Vela 63')

SP. BRAGA: Felipe; Miguel Garcia, Moisés, Rodríguez, Sílvio; Vandinho, Luís Aguiar, Hugo Viana (Mossoró 54'); Alan, Matheus (Lima 59'), Paulo César (Hélder Barbosa 70'),

Golos; Fabregas (2) aos 9' (pen) e 53'; Arshavin 30', Chamakh 34'; Carlos Vela (2) aos 69' e 84';

Disciplina: 8'Cartão Amarelo para Felipe (Sp. Braga).
20'Cartão Amarelo para Rodríguez (Sp. Braga).
64'Cartão Amarelo para Sagna (Arsenal) por rasteira a Paulo César

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2010-09-11

Liga Zon Sagres: Porto esteve a perder por duas vezes mas virou o resultado e coloca, já, o campeonato em tons fortes de azul

Braga logoFC Porto logoPorto

3-2

Braga



Hulk e Varela desequilibraram


Jogo grande entre dois candidatos que sabiam que, para além da importância de travar o próprio adversário do jogo, ganharia um avanço muito importante (e praticamente decisivo apesar de ainda estaremos em Setembro) face ao rival e actual campeão Benfica.

Pois o jogo não desiludiu, pelo contrário esteve à altura das expectativas com uma réplica importante do Braga que demonstrou ser, actualmente, uma das melhores equipas do futebol português.

Todavia, o Porto dispondo de um Hulk em extraordinária forma e com Varela inspirado conseguiu vencer o jogo graças a alguma superioridade demonstrada na segunda parte do jogo. Na primeira o jogo teve nuances com o Braga a avançar no marcador por Luís Carlos na marcação de um livre directo (aos 16') ao que se seguiu uma forte reacção portista, começando Hulk por se evidenciar ao rematar, também de livre, à barra; uma aceleração do avançado brasileiro pela direita batendo a oposição de dois bracarenses permitiu a assistência para Varela de cabeça estabelecer o empate. Curiosamente após o empate os bracarenses conseguiram, e o Porto acedeu, baixar o ritmo de jogo.

Na segunda parte o Porto, com Hulk em grande destaque a fazer um slalom espectacular pela direita mas a demorar na finalização que Felipe evitou, superiorizou-se mas foi o Braga que voltou ao avanço no marcador com um golo do meio da rua de Lima num remate a 100Km por hora. O lance definidor do jogo ocorreu dois minutos depois, isto porque o Porto praticamente não chegou a sentir em termos psicológicos a renovação da desvantagem. Uma jogada conduzida por Hulk - quem podia ser? - pela direita com combinação com Álvaro Pereira e Hulk a finalizar beneficiando da queda de Helderson em momento fulcral. O Braga sentiu o empate e a entrada de Miguel Garcia para a esquerda de modo a proporcionar a vinda de Sílvio para a esquerda da defesa, saindo Helverson, acabou por abrir um buraco no lado direito da defesa do Braga. Miguel Garcia esteve muito mal na disputa de um lance com Hulk e na segunda vaga Varela apareceu a concretizar o segundo golo e a pôs o Porto a ganhar pela primeira vez.

Já sem Lima, substituído por Matheus, Domingos Paciência apostou em Hugo Viana para tentar ainda o empate, mas verdade se diga que apesar do empenho dos visitantes o Porto não passou por situações aflitivas para assegurar a manutenção da vantagem granjeada.

O Porto tem o pleno nesta fase do campeonato (4 jogos e 4 vitórias), cinco pontos de avanço sobre o Braga e o Sporting que empatou em casa frente ao Olhanense a zero, e nove - nove! - pontos sobre o Benfica. O Guimarães é actualmente o segundo classificado com menos quatro pontos que os portistas.

Falta uma palavra para a arbitragem de Pedro Proença que demonstrou, não obstante alguns erros, imparcialidade e isso é a coisa mais importante em qualquer árbitro seja em que domínio for. Foi coisa que não aconteceu, como se sabe, ontem em Guimarães.

4ª. Jornada, Estádio do Dragão
11-Set-2010; 21:15
Árbitro: Pedro Proença

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Rolando e Alvaro Pereira; Belluschi, Fernando e João Moutinho (Ruben Micael 66'); Hulk, Falcao (Cristian Rodriguez 72')e Varela (Souza 82')

SP. BRAGA: Felipe; Silvio, Moisés, Rodriguez e Elderson (Miguel Garcia 64'); Vandinho e Luís Aguiar (Hugo Viana 72'); Alan, Leandro Salino e Paulo César; Lima (Matheus 67')

Golos: 0-1 Luís Aguiar 16'; 1-1 Varela 32'; 1-2 Lima 61'; 2-2 Hulk 63'; 3-2 Varela 70'
Disciplina: 15'Cartão Amarelo para Fernando (FC Porto).
36'Cartão Amarelo para Rodríguez (Sp. Braga).
44'Cartão Amarelo Paulo César (Sp. Braga) por entrada pouco tempo antes sobre João Moutinho ainda que o árbitro tivesse deixado decorrer o lance para não beneficiar o infractor.
72'Cartão Amarelo para Salino (Sp. Braga).
81'Cartão Amarelo para Belluschi (FC Porto), por mão na bola.
89'Cartão Amarelo para Sapunaru (FC Porto) por rasteira sobre Paulo César

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2010-08-24

Gigante Braga - Venham daí esses milhões que o país agradece...

Sevilla FC logoS.C. Braga logoSevilla FC

3-4

Braga


Jogo inolvidável para Lima: três golos em meia hora

O Braga acaba de conseguir um feito histórico e não obstante os adversários difíceis que o sorteio lhes presentreou consegue pela primeira vez participar na Liga dos Milhões, ou seja a fase de grupos da Champions League. Primeiro foi o Celtic nome histórico do futebol europeu, passando tranquilamente com 3-0 em casa e marcando em primeiro lugar fora apesar de ser derrotado por 2-1 e agora depois de um tangencial mas importante 1-0 em casa novo triunfo fora, com grande tranquilidade uma vez que a eliminatória nunca esteve em perigo e após o golo de Matheus aos 31' o Braga passou a dispôr de dois golos de conforto.

O princípio de jogo foi difícil para o Braga com o Sevilha a entrar bem e a carregar sobre a área. Entre os 15 e os 20 minutos dois bracarenses (Elderson e Salino) viram o cartão amarelo mas não foi preciso deixar passar muito tempo para perceber um Braga a jogar no campo todo. Aos 31' o acesso à fase de grupos ficou praticamente conseguido com um golo de Matheus (que já fora o marcador do golo do triunfo em Braga). A iniciativa da jogada foi de Paulo César que ganhou a bola e foi galgando metros no meio campo adversário até partir para o remate que Palop defendeu mas para a frente, aparecendo então o avançado brasileiro do Braga a atirar pelo meio das pernas do guarda redes espanhol. A partir daqui o Sevilha teria de marcar três golos e o ambiente no estádio resfriou.

Braga festeja primeiro golo frente ao Sevilhafoto CRISTINA QUICLER/AFP

O Braga levou a vantagem no marcador para o intervalo ainda que Luís Carlos (e Zokora) fossem ainda amarelados. A preocupação no Braga era pois sobre a disciplina até porque Elderson apanhava com o jogador mais perigoso do Sevilha - Jesus Navas. Daí que Domingos Paciência aos 54' tenha substituído Luís Carlos (um jogador de "cabeça quente" pelo frio e venenoso no contra-ataque Lima, jogador que já mostrara qualidade no Belenenses, apesar da equipa ter descido de divisão. Pois Lima entrou e marcou passados 4 minutos concluindo cruzamento de Matheus. O Braga vencia por 2-0 e até podia sofrer três golos!...

Um certo excesso de confiança levou a sofrer o 1-2 com um frango de Felipe e aí os espanhóis subiram de ânimo e de produção ofensiva. Jesus Navas por duas vezes criou duas jogadas de golo, na prim3eira rematou de ângulo fechado levando a bola à barra , a seguir Felipe redimiu-se fazendo grande defesa a evitar o 2-2. Porém o empate surgiria por Jesus Navas que aproveitou uma falha de Elderson para ficar isolado e não perdoar. Faltavam cerca de 10 minutos e se alguma esperança perpassou pelos adeptos espanhóis ela desvaneceu-se imediatamente com novo golo de Lima de chegou primeiro do que Palop para desviar a bola do guarda-redes e ramatar para a baliza deserta. O Sevilha já só tinha avançados em campo e de um pontapé de canto Lima ao primeiro poste apareceu a desviara e a marcar um hat-trick inolvidável.

Em tempo de descontos Kanouté ainda reduziu mas em nada belisca esta página enorme em termos desportivos (e financeiros) para o Braga e para o futebol português que tem duas equipas na fase de Grupos. O sorteio decorre já na próxima quinta-feira.

O árbitro italiano teve um jogo difícil mas mostrou competência, demonstrando imparcialidade.

Uma referência final para as grandes exibições de Sílvio, a juntar ao já referenciado Lima e a Matheus. Alan foi sempre um jogador de grande actividade. No Sevilha, Luís Fabiano fez o primeiro golo mas falhara antes por duas ocasiões a finalização em jogadas de perigo. Jesus Navas foi o melhor e a defesa mostrou-se, como se antecipava, muito permeável (guarda-redes incluído).

Play-off para a Champions League 19:45
Estádio Ramón Sánchez-Pizjuán em Sevilla

Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)

SEVILHA: Palop; Fazio, Konkoa (Rodri 61'), Escudé, Dabo (Negredo 77'), Zokora, Cigarini (Renato 61'), Perotti, Jesús Navas, Luis Fabiano e Kanouté.

SP. BRAGA: Felipe; Rodríguez, Moisés, Sílvio, Elderson, Vandinho, Salino, Luís Aguiar (Lima 54'), Alan, Paulo César (Paulkão 68') e Matheus (Élton 79').

Golos: 0-1 Matheus 31'; 0-2 Lima 58'; Luís Fabiano 60'; 2-2 Jesius Navas 84'; 2-3 Lima 85'; 2-4 Lima 90'; 3-4 Kanouté 90+1'

Disciplina: 15' Cartão Amarelo para Elderson (Sp. Braga) por demorar a fazer um lançamento de linha lateral.
18' Cartão Amarelo para Salino (Sp. Braga) por falta sobre Zokora.
43' Cartão Amarelo para Luís Aguiar (Braga) e Zokora (Sevilha) por desentendimento
86' Cartão amarelo para Escudé por placar um adversário
87' Cartão amarelo para Perroti por pontapear um jogador bracarense já na fase de desespero da equipa espanhola


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2010-08-18

Braga venceu o Sevilla e equilibra as hipóteses de presença na fase de grupos da Champions

Sevilla FC logoS.C. Braga logoSC Braga

1-0

Sevilla FC


Segunda parte superior e golo de Matheus...

A equipa do Sevilha demonstrou na primeira parte o seu futebol organizado, apoiado, com muitos passes, sem grande velocidade é certo mas sempre a comandar o jogo, enquanto a equipa bracarense não conseguia ligar os lances.

Uma bola ao poste aos 5' num remate de Luís Fabiano e dois outros lances de golo anulados (bem) por foras de jogo, dois terços do tempo de posse de bola foram indicadores estatísticos que corresponderam à supremacia espanhola. Lances maioritariamente pelo lado esquerdo do ataque pressionaram Miguel Garcia em especial depois de amarelado.

Por isso ao intervalo Domingos Paciência fez entrar Sílvio para o lugar de defesa esquerdo. Mas não foi só esse o motivo porque na segunda parte se percebeu que o jogo iria ser diferente. Mais posse de bola, mais rapidez, via-se finalmente os espanhóis a terem que correr atrás da bola. A entrada de Lima em vez de Luís Aguiar (que pareceu-nos mal fisicamente) teve também grande importância. Aos 63' o Braga conseguiu um tónico adicional: adiantou-se no marcador; um lance que começou num cruzamento de Sílvio da direita ao segundo poste que proporcionou um cabeceamento de Paulo César para Palop defender com uma palmada, mas com a bola a sobrar para Matheus que adivinhou o lance (em duvidosa posição) a marcar, ao segundo poste,

Foi um período difícil para os espanhóis que entre os 60 os 70 minutos viram por três vezes o cartão amarelo.

O tempo de posse de bola acabou em equilíbrio o que também é elucidativo da supremacia bracarense na segunda parte que nos últimos minutos tanto podia terminar o jogo com 2-0 (num remate de fora da área Lima enviou a bola à barra) como com 1-1 porque num forcing final e beneficiando do dinamismo de Perroti (que entrara aos 69' para o lugar do amarelado Capel) e do perigos Jesus Navas (campeão mundial) obrigou a defesa bracarense, Felipe incluído, a muita atenção.

É um resultado que dá esperanças à equipa bracarense ainda que o favoritismo ainda se incline para o Sevilha que tem na próxima terça-feira que dar a volta. A consistência defensiva evidenciada pelo Braga terá de ter suporte na marcaçãol de um golo, para acreditarmos na eliminação desta equipa o que seria um grande feito para o Braga e para o futebol português.

O árbitro teve uma actuação boa, mostrando os amarelos que se impunham, mas ficaram dúvidas na legalidade do golo bracarense.

Play-off para a Champions League 19:45
Estádio AXA em Braga
Árbitro: Wolfgang Stark (Alemanha)

SP. BRAGA: Felipe; Miguel Garcia (Sílvio, intervalo), Moisés, Rodriguez e Elderson; Leandro Salino, Vandinho e Luis Aguiar (Lima, 56); Alan, Matheus (Élton, 75) e Paulo César.

SEVILHA: Palop; Dabo, Fazio, Escudé e Fernando Navarro; Jesus Navas, Zokora, Renato (Cigarini, 83) e Capel (Perotti, 70); Luis Fabiano e Kanouté (Negredo, 79).

Golos: Matheus 63'

Disciplina:
25'Cartão Amarelo para Miguel Garcia (Sp. Braga).
54'Cartão Amarelo para Paulo César (Sp. Braga).
60'Cartão Amarelo para Capel (Sevilha).
64'Cartão Amarelo para Escudé (Sevilha).
67'Cartão Amarelo para Navaro (Sevilha).

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2010-08-13

Braga ganha, com naturalidade, o jogo de estreia da Liga Zon Sagres 2010/2011

Portimonense SC logoS.C. Braga logoSC Braga

3-1

Portimonense SC


Braga venceu com tranquilidade

No jogo da estreia da agora denominada Liga Zon Sagres os bracarenses grande sensação da época passada em que se classificou no segundo lugar e que na próxima semana, já depois de eliminar o Celtic, mede forças com o Sevilha para um lugar de acesso na fase de Grupos da Champions League, defrontou em casa o regressado Portimonense, vinte anos depois da última participação no escalão maior do futebol português.

A equipa algarvia surgiu a demonstrar alguma tremideira defensiva especialmente nas bolas paradas e os bracarenses ameaçaram marcar logo nos primeiros minutos, nomeadamente num cabeceamento ao lado de Rodriguez na sequência de um pontapé de canto da direita do ataque dos locais.

Foi aos 22' que também de cabeça e também na sequência de uma bola "parada", neste caso um livre, que Matheus inaugurou o marcador: Alain, que vira o cartão amarelo por ter querido marcar o livre rapidamente (antes do apito do árbitro) bateu o livre da intermediária do lado direito do meio campo ofensivo e Matheus rematou cruzado de cabeça com a bola a entrar junbto ao "segundo" poste da baliza de Pedro Silva.

O 4-3-3 dos visitantes não gerava muitos incómodos à defensiva bracarense mas aos 40' não fosse Felipe o guarda-redes brasileiro recém-contratado pelo Braga, Jumisse teria empatado o jogo com um remate de cabeça na pequena área após outra cabeçada de André Pinto. O jogo poderia ter-se complicado, efectivamente, para o Braga mas afinal até foram descansados os adeptos para o cafezinho (talvez a cervejinha, face ao calor) do intervalo porquanto aos 45' Paulo César de pé direito num remnate de primeira na meia-lua depois de toque de cabeça de Lima aumentopu a vantagem dos bracarenses.

Ao intervalo, Litos deixou Pedro Moreira nos balneários e apostou em Peña para dar mais velocidade ao meio campo e, cinco minutos depois, foi obrigado a mexer novamente na equipa, com a lesão de Kadi que deu o lugar a Pires. O Braga voltou a ameaçar novo golo logo na reentrada e novamente de canto face á permeabilidade portimonense, mas desta vez a bola passou por dois jogadores bracarenses que não a conseguiram desviá-la para a baliza. Quem marcaria foram os visitantes aos 54' reentrando na discussão do resultado: Elias desviou para a baliza com o ombro, um livre da esquerda de Ricardo Pessoa.

É óbvio que o jogo ganhou interesse face a alguma dúvida agora relativa,mente ao resultado tendo os visitantes ameaçado por duas vezes o empate. Primeiro por Pelembe – fez uma boa estreia no Campeonato Português – que, após iniciativa individual pela esquerda, chutou cruzado, com o remate a ser desviado pela defesa bracarense. Depois (66'), Pires, na cara de Felipe, não conseguiu acertar na bola após cruzamento de Elias.

O Braga com o avançar do tempo de jogo percebeu a ameaça e acabou por aproveitar a permeabilidade defensiva do Portimonense para «acabar» com o jogo aos 83. Jogada pela direita de Leandro Salino, bateu Nilson que optou por entrar à bola, em vez de opor-se no espaço, e o avançado do Braga ficou com a baliza como alvo, para atirar cruzado fazendo a bola entrar na malha interior ao segundo poste sem que o veterano guarda-redes Pedro Silva, se pudesse opor.

Os bracarenses justificaram o triunfo com alguma réplica do Portimonense que teve o mérito de deixar o resultado do jogo incerto até perto do final, mas há muito trabalho ainda a realizar.

O árbitro Carlos Xistra não teve casos sérios par julgar mas foi muito ligeiro na amostragem de cartões amarelos (seis com 4 para bracarenses e 2 para portimonenses).



Ficha do Jogo:
Estádio AXA em Braga 1º Jogo da 1ª Jornada da Liga Zon Sagres Época 2010/2011

Arbitro Carlos Xistra, eis as equipas:

SP. BRAGA: Felipe; Miguel Garcia, Rodriguez, Moisés e Elderson; Vandinho, Salino e Alan; Matheus (Élton 81'), Paulo César (Andrés Madrid 86'), e Lima (Luís Aguiar 56').

PORTIMONENSE: Pedro Silva; Ricardo Pessoa, André Pinto, Di Fábio e Nilson; Jumisse, Eliasa (Pedro Moita 71'), e Pedro Moreira (Peña 46'); Helder Pelembe, Ivanildo e Calvin Kadi (Pires 51').

Disciplina
25' Cartão Amarelo para Di Fábio (Portimonense).
27' Cartão Amarelo para Alan (Sp. Braga) por ter marcado um livre sem esperar pelo apito do árbitro
36' Cartão Amarelo para Moisés (Sp. Braga).
70'Cartão Amarelo para Peña (Portimonense).
79' Cartão Amarelo para Miguel Garcia (Sp. Braga).
84' Cartão Amarelo para Vandinho (Sp. Braga).

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2010-07-28

Braga a caminho da fase de grupos da Champions!

Celtic logo

S.C. Braga logo
Braga

3-0

Celtic


Só falta uma assinatura para levantar os $$$ milhões da Champions

Já se joga bem a sério na época 2010/2011. E o Braga que andou uma época inteira a não descolar da luta pelo título (que perdeu para o Benfica) e obteve excelente segundo lugar, viu as férias encurtadas por causa da pré-eliminatória da Champions. O sorteio ditou, a priori, uma equipa incomóda pelo seu palmarés. Ou seja grande parte do sucesso da época passada é jogado só em dois jogos no início desta.

Pois bem, os adeptos do Braga em particular e os adeptos portugueses do futebol estão hoje satisfeitos porque no Estádio Axa os bracarenses conseguiram uma exibição boa mas um resultado ainda melhor. É certo que 3-0 parece ser um resultado normal do Celtic em provas europeias contra equipas portuguesas. O Benfica já perdeu por duas vezes por 3-0 em Glasgow ganhando por 3-0 em casa. A primeira das vezes já em data longínqua era miúdo e ouvi o relato através dum rádio transistor já deitado na cama... uma eliminatória que ficou tristemente célebre porque o Benfica de Eusébio e Simões foi elimi9nado no estádio da Luz por «moeda ao ar» depois de ter replicado com 3-0 (o prolongamento nada modificou) a derrota pelos mesmos números da primeira mão. Curiosamente também me lembro, porque assisti ao vivo no Estádio da Luz dos 3-0 (aos vinte minutos já o Benfica selava esta vantagem) agora já para a fase de grupos da Champions depois de ter perdido em Glasgow também por este resultado.

Quer isto dizer que o Braga já fez muito mas ainda tem de ter cuidado porque o ambiente de Ibrox Park não é fácil. O resultado colocado em 2-0 por Elderson aos 76' na sequência de um pontapé de canto da direita do ataque bracarense era já animador mas quando de 2-0 era animador mas quando Matheus aos 88' na marcação de um livre directo desde a intermediária do meio campo surpreendeu toda a gente incluindo o guarda-redes e fez anichar a bola na baliza do Celtic, a alegria foi enorme para os jogadores e adeptos portugueses e pôs os «verdes» do Celtic em maus lençóis.

O Braga foi superior e a equipa escocesa surpreendeu negativamente em especial em termos ofensivos uma vez que demonstrou ser quase inofensiva. Repare-se que o lance mais perigoso foi já em tempos de desconto quando supostamente em resposta a uma atitude de fair-play um escocês devolveu a bola do meio-campo em direcção à baliza de Mário Felgueiras e quase marcava golo obrigando este a defender para canto. Fora isto um único remate à baliza do defesa Mulgrew ligeiramente ao lado do poste

De resto os bracarenses dominaram a partida, é verdade, sem também criarem muitas oportunidades.

O caminho da vitória foi aberto por Alan na marcação de uma grande penalidade por mão na área do coreano Ki-Sung-Yong aos 26' e que de certo modo tranquilizou e deu confiança à equipa.

Sem necessidade como se disse de temer o ataque escocês que nas frágeis iniciativas acabava por atirar a bola para fora em passes mal feitos ou demasiado compridos o Braga passou a maior parte do tempo no meio-campo de ataque. Com os defesas escoceses amarelados por entradas extemporâneas às pernas dos bracarenses o Braga soube esperar sem precipitação pela ocasião do 2-0 que, como se disse, aos 78' se revelava um bom resultado mas ainda perigoso. O terceiro golo de Moisés (que substituíra Lima) parece ser a cereja no topo do bolo e agora seria um desastre caso o Braga não conseguisse a ultrapassagem da eliminatória, considerando que a equipa bracarense mostrar uma boa coesão defensiva.

É preciso cuidados mas dificilmente se poderia esperar melhor resultado do que este.

Note-se, contudo, que para chegar à fase de grupos da Champions League o Braga, eliminando o Celtic, ainda terá que passar outra eliminatória (play-off).

Achamos que o árbitro belga fez uma boa arbitragem punindo a virilidade excessiva quando foi caso disso.

Estádio AXA
Espectadores: cerca de 12.100
Árbitro Serge Gumienny (Bélgica)

SP. BRAGA: Mário Felgueiras; Miguel Garcia, Moisés, Rodríguez e Elderson; Andrés Madrid, Vandinho, Alan (Hélder Barbosa, 90), Leandro Salino e Paulo César; Lima (Matheus, 66).

Suplentes: Artur, Sílvio, Aníbal Capela, Keita, Hélder Barbosa, Meyong e Matheus.

Treinador: Domingos Paciência

CELTIC: Zaluska; Cha Du-Ri, Juárez (James Forrest, 79), Hooiveld, Loovens e Mulgrew; Scott Brown, Maloney (Daryl Murphy, 71), Ki Sung-Yong e Ledley; Samaras.

Golos: Alan (penalty) 26'; Elverson 78'; 3-0 Matheus 88'
Disciplina: 5' Cartão Amarelo para Mulgrew, por demorar muito a repor a bola em campo
25' Cartão Amarelo para Ki-Sung-Yong, por mão na área no lance que originou a marcação da grande penalidade que inaugurou o marcador
41' Cartão Amarelo para Hooiveld, devido a uma entrada por trás sobre Lima.
59' Cartão Amarelo para Loovens. O central pontapeou Lima na tentativa de chegar à bola.
90' Cartão Amarelo para Salino por interromper o início de uma jogada de ataque na zona do meio-campo.

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2010-03-27

Liga Sagres: Benfica ganha ... mas só por um

Braga logoBenfica logoBenfica

1-0

Braga


Campeonato está mais perto...mas podia ainda estar mais

Um jogo catalogado como jogo do título; que seria se o Benfica tivesse ganho por dois ou mais golos (digo eu). Com seis pontos de avanço e vantagem no confronto directo o campeonato estaria no papo. O Braga esse, como o jogo o demonstrou, apostava no empate. Com três pontos de atraso mas vantagem no confronto directo os bracarenses apostavam no calendário e nos aliados Sporting e Benfica para recuperar a liderança.

Jogo muito táctico, no Benfica Saviola afinal jogou, no Braga a surpresa na aposta em Renteria na frente do ataque. Porém, o Braga em termos de ataque, quase não existiu. Bastava não deixar o Benfica jogar.

Um erro de Filipe Azevedo isolou Saviola mas o avançado argentino perante Eduardo não o soube ludibriar.

Aos 28' após boa jogada de Di Maria, Cardozo cabeceou perante a saída de Eduardo, as o ligeiro toque na bola do guarda-redes do Braga foi suficiente para o avançado não conseguir cabecear com sucesso, atirando ao lado. Os lances de bola parada sucediam-se para ambos os lados mas foi já no primeiro minuto de descontos que houve golo para a equipa da casa. De um pontapé de canto a bola foi cabeceada por Javi Garcia contra o corpo de Luisão que, em posição frontal e com a bola, caída do céu, ali à disposição aproveitou para fuzilar Eduardo.

Estava aberto o marcador e melhoravam as perspectivas para um jogo mais aberto na segunda parte. Aos 50' o Braga perde Mossoró, com lesão grave, após um choque com um jogador encarnado, com falta deste, o pé do jogador bracarense torceu por completo ficando a aparência de lesão grave. O Benfica conseguia finalmente organizar algumas jogadas ofensivas colectivas e com velocidade no futebol típico encarnado desta época, mas a finalização falhava, nomeadamente por Cardozo.

Com as substituições do lado arsenalista a serem esgotadas ainda cedo o Braga dispôs da melhor oportunidade de golo aos 68' mas o cabeceamento de Moisés saiu ao lado.

Aos 84' Proença não assinalou um penalty contra o Braga quando a bola foi cortada com o braço direito por Rodriguez em plena área. Com 2-0 o campeonato estaria entregue porque esse golo valeria mais um ponto. Porém, ainda assim, o Benfica tem 5 pontos de margem (mais seis pontos na classificação mas em desvantagem em caso de empate com o Braga),bastando 4 triunfos e um empate nos seis jogos que faltam mesmo que o Braga vença os seis jogos que lhe faltam, o que não é provável.

Triunfo escasso mas justo da melhor equipa. De Proença já os benfiquistas sabem com que contar, desta vez foi só um penalty a favor que não foi marcado a juntar à colecção. No fim podia ter-nos dispensado às imagens de abraços com o treinador do Braga e uma oferta qualquer...
BENFICA - Quim; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão; Javi Garcia; Ramires (Ruben Amorim 76'), Carlos Martins (Aimar 67'), Di Maria; Saviola (Kardec 88') e Cardozo

Suplentes: Júlio César, Sidnei, Ruben Amorim, Aimar, César Peixoto, Nuno Gomes e Alan Kardec

SP. BRAGA – Eduardo; Filipe Oliveira, Moisés, Rodriguez, Evaldo; Andrés Madrid, Hugo Viana (Rafael Bastos 58'); Alan, Mossoró (Luís Aguiar 52'), Paulo César; Renteria (Matheus 58')

Suplentes: Kieszek, Miguel Garcia, Luís Aguiar, Meyong, Paulão, Rafael Bastos e Matheus

Disciplina:
Cartão amarelo para Evaldo aos 9' por travar Di Maria
Cartão amarelo para Javi Garcia aos 14'
Cartão amarelo para Paulo César 53'
Cartão amarelo 82' para Maxi Pereira
Cartão amarelo aos 89' para Rúben Amorim
Golo: Luisão (45+2)

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2010-01-29

Braga ganha ao Sporting com golo de Paulo César

S.C. Braga logo Braga

1-0

Sporting


Braga mostra porque é o mais forte opositor do Benfica na candidatura ao título...

Jogo grande e de enorme expectativa em Braga a iniciar a Jornada 17, segunda da segunda volta. Até que ponto o Braga confirma a capacidade de líder da tabela classificativa perante um Sporting (alegadamente) em melhoria de forma?

Jogo «fechado», muito disputado, sem criação de desiquilíbrios favorávereis às equipas nos lances de ataque, muita disputa de bola a meio-campo; um passe de calcanhar solta João Pereira na direita, mas o cruzamento é muito largo...

Aos 30' Paulo César arranca pela esquerda passa por Grimi, entra na área e remata com a bola a desviar em Tonel e a parar no fundo da baliza inaugurando o marcador.

Este golo «abriu» o jogo, finalmente há lances com jogadores libertos e a haver faltas para os travar dando amarelos disciplinares para Carriço (36') e Adrien Silva (44') ambos por travar Mossoró embalado no meio-campo adversário. Pelo meio uma bola metida na área bracarense tem uma intervennção deficiente de Eduardo que se embrulha com um colega da defesa, a bola sobra para Liedson de costas para a baliza e querendo finalizar rápido não consegue a direcção pretendida para a bola.

Na segunda parte a incapacidade de criação de lances ofensivos de perigo por parte do sPOR Sporting foi evidente. Poder-se dizer que, mesmo com uma postura prudente no campo, foi na segunda parte que a equipa bracarense justifica o triunfo no jogo. Um meio-campo sportinguista com unidades defensivas a mais (Miguel Veloso, Adrien) para quem está a perder , Izmailov a mnmenos e um Saleiro a perder gás levam o treinador do Sporting a mexer na equipa. Primeiro a entrada de Yanick Djaló (54') para a saída do russo, seis minutos depois a entrada de Matias Fernandez para a saída de Adrien Silva. Uma teórica aposta numa maior postura ofensiva, mas as coisas não resultaram bem. Já depois de mais um cartão amarelo para Miguel Veloso por travar em falta progressão perigosa de Paulo César (nessa altura 3-1 em cartões já que Meyong também já vira um) foi a vez de Domingos reforçar o meio-campo tirando Paulo César e Meyong, dois avançados, para entrarem Luís Aguiar e Matheus - um centro-campista ainda que ofensivo e um avançado. Eduardo ia tendo uma noite tranquila até porque a terceira substituição no Sporting (saída de Saleiro por Pongole) também não resultou muito bem com o reforço leonino substituto de Caicedo a fazer mais jus ao nome de «Centratarde» do que a «golo» já que por duas vezes demorou na definição do lance deixando a bola ultrapassar a lk«inha final do campo antes da realização dos cruzamentos. Aos 80' Eduardo a sair a uma bola no limite da área perseguida por Pongole lesionou-se com aparente gravidade (e então os bracarenses já tinham as substituições esgotadas porque entrara Renteria para o lugar de Mossoró) e aí gerou-se alguma expectativa sobre a eventual necessidade de ir um jogador de campo para a baliza. O guarda-redes bracarense depois de uma interrupção longa do jogo recuperou o lugar na baliza e foi só no tempo de desconto (sete minutos justificados) que o Sporting fez perigar o triunfo do Braga com Eduardo a defender um remate de cabeça de Matías a centro de Grimi e especialmente quando Veloso de fora da área disparou um remate que levava a direcção da baliza mas com a bola a desviar num defesa e a sair ao lado da baliza sem que João Ferreira assinalasse o pontapé de canto.

Triunfo feliz mas justo dos bracarenses perante um Sporting de cor (ainda) pálida incapaz de reacção significativa à desvantagem.

A arbitragem teve apenas alguns erros menores, estando bem, em particular, no aspecto disciplinar.

No final do jogo Domingos falou em candidatura ao título se mantiver o primeiro lugar quando faltar dez jornadas (o que é já daqui a 3 jogos) enquanto Carvalhal deve ter visto jogo diferente ao concluir que o Sporting podia ter ganho... poder podia, se tivesse jogado melhor!

Árbitro: João Ferreira

Sp. Braga: Eduardo; Filipe Oliveira, Moisés, Rodriguez, Evaldo; Vandinho, Hugo Viana, Mossoró (Renteria, 76); Alan, Meyong (Luís Aguiar, 62) e Paulo César (Matheus, 62)

Suplentes: Kieszek, Paulão, Luís Aguiar, Miguel Garcia, Renteria, Adriano e Matheus

Sporting: Rui Patrício; João Pereira, Tonel, Daniel Carriço, Grimi; Adrien (Matias, 60), Izmailov, Miguel Veloso, João Moutinho; Carlos Saleiro (Pongolle, 70) e Liedson.

Suplentes: Tiago, Polga, Pedro Silva, Matias, Yannick, Pongolle e Postiga.

Marcador: 1-0 por Paulo César (30)

Disciplina: Cartão amarelo para Daniel Carriço 37' e Adrien Silva 45' por rasteirarem Mossoró; cartão amarelo para Meyong 56' , Miguel Veloso 62' por travar jogada perigosa de Paulo César, Saleiro 66' por falta por trás, Mossoró 68' e ainda a Polga (no banco) aos 88'

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2010-01-19

Parabéns Sporting Clube de Braga

Sporting Club de Braga logoO clube foi fundado em 19 de Janeiro de 1921 por um grupo de jovens, na sua maioria estudantes, de onde se destacaram Celestino Lobo, Carlos José de Morais, os irmãos Carvalho, Eurico Sameiro, Costinha, João Gomes, (que viria a ser o primeiro presidente) e ainda Joaquim de Oliveira Costa. Nesta data foram também criados os primeiros estatutos do Sporting clube de Braga» (daqui).

Arrisco a hipótese de nunca ter o Sporting de Braga festejado o seu aniversário na posição de primeiro classificado da principal prova do futebol português já em fase avançada da prova. Os parabéns redobrados (apesar de torcer pelo seu adversário directo!)...

Sítio oficial

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2009-10-31

Benfica de preto e árbitro do Braga dão derrota!

Braga logoBenfica logoBraga

2-0

Benfica


Árbitro do costume e Jesus ...a dormir

Um jogo muito falado durante a semana e mais uns pozinhos acrescentados na véspera com o empate do Porto. Este jogo foi decidido fora de campo. Certo que o Braga começa por ganhar com todo o mérito através de um golo de Hugo Viana após falta de Coentrão (que viu o cartão amarelo).

Aliás esse foi um dos equívocos do Benfica: Coentrão a defesa esquerdo! Pode funcionar nos jogos na Luz em que a equipa está sempre ao ataque; num jogo em que os dois primeiros se defrontavam e no campo do Braga não faz sentido...

Mas o Benfica reagiu bem. Passados dois minutos Ramires (fraca exibição) falhou o empate, que o Benfica conseguiria num cabeceamento de Luisão mas com Jorge de Sousa a anular por (pretensa) falta de Cardozo. A certa altura o Benfica já estava com 4 cartões amarelos contra apenas um do Braga. O último para Saviola por suposta simulação de penalty. Nessa altura já os jogadores do Braga tinham cortado a bola três vezes com a mão nas imediações da área sem nenhum livre assinalado.

Ao minuto 45 o árbitro dá por finda a primeira parte, sem descontos, não obstante o golo, as interrupções, os muitos cartões amarelos, as faltas, as quedas de jogadores. Logo se deu uma grande confusão no recolher às cabinas e pelos vistos continuou no túnel porque ao intervalo deu-se mais uma machadada nas aspirações encarnadas: Cardozo o melhor marcador do campeonato e Léon foram expulsos. Foi aí que o Benfica começou a perder o jogo, é que o Benfica precisando de recuperar de 0-1 esteve a jogar vários minutos sem ponta de lança, com Jesus meio anestesiado. O Benfica até fez 20 minutos de boa reacção com Jorge de Sousa e um dos assistentes em grande estilo! Um corte a ceifar as pernas mesmo junto ao assistente que acompanhava o ataque encarnado e nem falta, quanto mais amarelo?! Apenas lançamento da linha lateral. A seguir obstrução de João Pereira a Di Maria no limite lateral da área e o árbitro "esquece-se" do cartão amarelo (que seria vermelho por acumulação). Um cruzamento da direita, bola desviada com o braço (quarta vez no jogo) desta vez dentro da área, como iria o árbitro marcar penalty?

Passado esta fase os visitantes perderam gás (e Jesus a dormir no banco) com os pupilos de Domingos a pegarem no jogo e a anteciparem o 2-0 que acabou por ocorrer após uma perda de bola de Ramires na linha defensiva. Hugo Viana de novo no lance deu para Matheus que assistiu Paulo César para fazer o golo da tranquilidade.

O Benfica teve ainda oportunidade para 2-1 mas desta vez um defesa bracarense salvou sobre a linha.

Péssima arbitragem, Braga a beneficiar do modo como o jogo correu mas a mostrar personalidade, Jesus a dormir batido claramente por Domingos e uma falta de eficácia tremenda dos encarnados que tiveram 12-1 em cantos!.

Nova derrota do Benfica durante a semana em Londres freente ao Everton e da euforia passaremos à crise.

Golos: Hugo Viana aos 7'; Paulo César 78'

Disciplina: 6'Cartão Amarelo para Fábio Coentrão (Benfica), por falta sobre Alan.
30'Cartão Amarelo para Javi García (Benfica), por falta sobre Alan.
31'Cartão Amarelo para David Luiz (benfica) e João Pereira (Sp. Braga), por desentendimento.
Durante o intervalo expulsões para Óscar Cardozo (Benfica) e Leone (Sp. Braga), por motivos que se desconhecem.
69'Cartão Amarelo para Paulo César (Sp. Braga), por falta por trás sobre Saviola.

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