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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Angústia de Viver (Out of the Blue) 1980

O drama de uma família a caír aos pedaços: o pai, Don (Dennis Hopper), é ex-presidiário e a mãe, Kathy (Sharon Farrell), viciada em heroína. A filha, C.B. (Linda Manz) é uma jovem rebelde, amante de Elvis e de punk rock. Vestida de casaco de jeans e disparando slogans contra hippies e a discoteca, C.B. é a revolta personificada contra tudo e contra todos.
A precisar de dinheiro rápido por causa de uma cura contra a intoxficação, Dennis Hopper assinou contrato com um filme canadiano chamado "The Case of Cindy Barnes". Mas quando o realizador do projecto abandonou o cargo, Hopper assumiu o papel de realizador e reescreveu o argumento inteiro, teve uma visão niilista e urgente da juventude rebelde.
Hopper tirou o título de uma música de Neil Young, "Hey Hey, My My", e usa essa música na banda sonora, oferecendo um retrato sombrio e imparcial da vida adolescente no início dos anos 80.  Linda Manz é a estrela do filme, 19 anos, e já com papéis de destaque como secundária em filmes como "Days of Heaven" ou "The Wanderers", viu aqui uma grande oportunidade de destacar-se, como uma versão feminina de James Dean. Infelizmente não teria muitas mais oportunidades e acabaria por abandonar o mundo do cinema muito cedo. Hopper também teve aqui uma oportunidade para realizar, que já não tinha há quase 10 anos.
"Out of the Blue" seria selecionado para a Palma de Ouro.

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domingo, 29 de outubro de 2017

O Presidiário (Cool Hand Luke) 1967

"Há estrelas e há actores como Paul Newman, cuja presença icónica e penetrantes olhos azuis transcendem regularmente até o melhor trabalho em que trabalham. A postura galharda de "O Presidiário" pode oscilar de vez em quando, mas a magnética personalidade de Newman empresta ao filme o peso que a sua história relativamente simples luta nobremente por suportar. Filmado num impressionante ecrã largo (o melhor a captar o brilho do sol e os prisioneiros, ligados por correntes, luzidios de suor e sem camisa), o filme de Stuart Rosenborg vacila ambiciosamente entre uma história francamente anti-autoritária e uma grande lenda "macho" para acabar numa curiosa e incompleta alegoria de Cristo.
O facto de a película se afundar desajeitadamente a meio caminho não deve surpreender ninguém, mas "O Presidiário" continua mesmo assim a prender a atenção. Newman interpreta um homem comum enigmaticamente recalcitrante, Lucas "Cool Hand" Jackson (Luke) atirado para o presídio por cortar, em rebeldia, os topos dos paquímetros. Uma vez encarcerado ele colide, sem surpresa, com um sistema de regras ainda mais teimoso e, à medida que o seu estoicismo perturbador se torna mais disruptivo, as punições que lhe são infligidas tornam-se mais severas. Cheio de diálogos citáveis e sequências memoráveis, "O Presidiário" existe como uma obra icónica em si mesma, decepcionamtemente ligeira em significado, mas cheia, de modo definitivo, de significação cultural (contracultural).
Efectivamente, várias frases do filme entraram no léxico do cinema (a ameaçadora declaração discreta: "o que temos aqui é um problema de comunicação", por exemplo) enquanto cenas como a aposta de comer ovos e uma batalha a murro no átrio da prisão são a essência da lenda do cinema. Uma grande parte do charme considerável de "O Presidiário" deriva de um colorido elenco de actores secundários, um contingente de faces jovens que um jovem Dennis Hopper, Harry Dean Stanton, e George Kennedy como o rival de Newman, depois o seu braço-direito.
Kennedy levou para casa o Óscar de Melhor Actor Secundário pelo seu retrato de Dragline, o definitivo duro ingénuo. Mas no coração do filme está o desempenho tranquilamente carismático de Newman, que mostrou o actor no topo do seu jogo e propulsionou para o topo a sua popularidade. Comparado com o desempenho super-activo de Jack Nicholson no estranhamente similar "Voando Sobre um Ninho de Cucos", Newman em "O Presidiário" é todo subtileza, sorrisos sabedores e confiança" Texto de Josha Klein.

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domingo, 3 de setembro de 2017

Terra dos Mortos (Land of the Dead) 2005

O Mundo em que vivemos já não existe. É apenas uma lembrança na memória dos poucos seres humanos sobreviventes que são obrigados a lutar contra os zombies. Os humanos estão isolados numa pequena cidade, enquanto os mortos vivos povoam o resto do mundo. Os ricos tentam manter a ilusão de que ainda moram num mundo normal vivendo em torres. Os restantes mortais são obrigados a viver nas ruas, entregando-se a vícios como jogos, prostituição e drogas. No entanto, para manter estes padrões de vida, tanto ricos como pobres são obrigados a confiar em mercenários que de vez em quando saem da cidade em busca de produtos para comercializar e satisfazer os humanos. Liderados por Kaufman (Dennis Hoper), Ridley (Simon Baker) e Cholo (John Leguizamo) são dois desses mercenários que arriscam as suas vidas em troca de pagamento, eles sonham em juntar dinheiro e fugir para um mundo melhor... Se é que ele existe. Enquanto isso, o exército de mortos-vivos vai-se fortalecendo,vão ficando cada vez mais inteligentes.
"Land of the Dead" é o quarto filme da série de Zombies de George A. Romero, que tinha começado em 1968 com "Night of the Living Dead", que tão bem encapsulava o medo da era do Vietname, e de um país que estava a comer as pessoas vivas. Cada filme era um espelho da era em que foi feito, e "Land of the Dead" não fugia à regra, sendo uma visão de pesadelo da obsessão da era Regan com o armamento militar. "Land of the Dead" continua com as mesmas preocupações ideológicas dessa era, mas é, inequivocamente, um produto pós 9/11 e os consequentes males do terrorismo. Não é por acaso que o personagem no poder declara algo parecido com Bush: "Não negociamos com terroristas", enquanto outro ameaça desencadear a sua própria versão de uma "jihad". Os zombies lentamente a tomar conta do mundo podem personificar os estrangeiros sem rosto que vão chegando aos Estados Unidos, e o verdadeiro vilão é homem de negócios que tenta tirar proveito da situação para si próprio. 
Os zombies neste filme estão a tornar-se numa ameaça maior porque estão a ficar mais inteligentes. Começaram a desenvolver uma comunicação rudimentar, e a descobrir como usar objectos contundentes, depois ferramentas, e por fim, armas de ataque. Assustadoramente, num certo sentido, estão a tornar-se mais como nós. Tal como "Dawn of the Dead" e "Day of the Dead", "Land of the Dead" encoraja fortemente a reconstruir aquilo que foi perdido, o que é fundamental nas preocupações ideológicas de Romero. Afinal, a mensagem global de toda a série é de como os mesmos poderes dinâmicos são sempre replicados numa sociedade que toma conta da outra. 
Foi um regresso de Romero em força aos zombies, 20 anos depois do filme anterior. 

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sábado, 15 de outubro de 2016

Fúria de Viver (Rebel Without a Cause) 1955

"Este filme tem sido demasiadas vezes apoucado, como sendo como sendo o melhor dos três filmes protagonizados por James Dean durante a sua vida tragicamente curta. Na verdade, "Fúria de Viver" ainda é de longe o melhor filmes dos anos cinquenta sobre o então novo fenómeno da delinquência juvenil. É também uma obra findamental de Nicholas Ray, um realizador talentosíssimo e original, que infelizmente, continua a ser tão subestimado como trabalhava em Hollywood.
"Vocês estão a dar cabo de mim", grita Jim Stark (James Dean) para os pais que estão a discutir, dando voz à angustia e alienação sentidas por tantos protagonistas de Ray. O realizador já vinha abordando o problema da solidão dos marginalizados da América desde o seu primeiro filme "Os Filhos da Noite" (1949), mostrando-se particularmente compreensivo com os jovens vulneráveis que se voltam para uma geração mais velha, nem mais sábia nem mais feliz, à procura de orientação. Jim sente-se incompreendido pela família, pelos professores, pelos policiais e pela maioria dos seus coetâneos. A constante busca de emoções fortes é tão irresponsável (embora menos condenável, tendo conta a idade) como a recusa dos adultos a confrontarem-se com dilemas morais, juntamente com outras almas perdidas, Judy (Natalie Wood) e Plato (Sal Mineo), Jim tenta estabelecer a sua própria família alternativa, baseada na compreensão mútua. Não admira, pois, que o trio, aproximado pela morte absurda e desnecessária de um amigo que o tédio leva a testar a bravura no alto de uma falésia "brincando às galinhas" e unido por noções idealistas de "sinceridade", viva numa bela mansão em ruínas, nas colinas de Los Angeles, bem longe das outras pessoas.
A resposta de Ray à questão de como retratar o idealismo romântico dos seus jovens sonhadores é admirável e deliciosamente física. Inicialmente pressupunha-se que o filme seria a preto-e-branco, mas Ray convence a Warner a deixá-lo rodar a cor. Os tons muitas vezes expressionistas e as composições tipicamente carregadas Cinemascope evocam a natureza febril da adolescência. Ray utiliza a arquitetura e o cenário, em particular a diferença entre o espaço público e privado, para aumentar a nossa compreensão das emoções das personagens.  A escuridão dentro de um planetário transforma-se num espaço para estar entre amigos, onde buscar refúgio, sonhar e até contemplar o lugar do indivíduo no cosmos. Mais tarde, o terraço cá fora é transformado, por uma posição elevadíssima da câmara, numa arena iluminada pelo sol onde uma luta à faca estilo tourada é encenada com gestos apropriadamente histriónicos. Ray sabe que, sobretudo quando jovens, encaramos a nossa vida como um drama. O seu impecável sentido de cor, composição, montagem, iluminação e desempenho aumenta a importância da acção.
Um dos motivos porque ele e Dean foram feitos um para o outro não foi apenas o estilo do actor, mas o seu corpo inteiro, que deu vida dramática à agitação interior. Ver o Jim de Dean é ver uma personagem nascer e crescer diante dos nossos olhos. Isto, é claro, condiz com o tema de "Fúria de Viver", mas também complementa a realização de Ray, na medida em que a sua extrema fisicidade exprime a fúria interior.É, pois, lamentável que os projectos em que Ray e Dean planeavam trabalhar juntos nunca se tenham concretizado. Tiveram de se ficar por um grande filme."
Texto de Geoff Andrew para o livro "1001 Filmes para ver antes de morrer".

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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

O Último Filme (The Last Movie) 1971

Um filme rodado no Perú corre extremamente mal quando um actor morre numa sequência de duplos, e um dos profissionais, Kansas (Dennis Hopper), decide desistir da produção e ficar numa aldeia, para se envolver com a prostituta Maria. Mas os seus sonhos de uma existência sem problemas são interrompidos quando o padre da aldeia lhe pede ajuda para fazer com que os habitantes da aldeia não se matem uns aos outros, ao tentar encenar as cenas do filme.
Depois do sucesso de "Easy Rider", em 1969, Dennis Hopper era o novo messias do cinema. Filme que era uma ode à contracultura, e que facturou 50 milhões de dólares, provocando uma reviravolta na indústria. Hopper ficou com carta livre para fazer o filme que quisesse, e assinou contracto com a Universal, para realizar este "The Last Movie". Era um projecto antigo do actor, que já vinha desde 1958, que só agora conseguia meter em produção. O argumento era escrito a meias com Stewart Stern, o argumentista de "Rebel Without a Cause", onde Hopper também colaborara.
Com um orçamento de mais de um milhão de dólares, mais do que o dobro de "Easy Rider", Hopper construiu cenários a mais de quatro mil metros de altitude, envolvendo alguns amigos, entre os quais Peter Fonda e Samuel Fuller, que também participaram nas rodagens. A montagem do filme demorou mais de um ano, para terminar com uma narrativa difícil, onírica, e fragmentada.
Apesar de ter ganho um prémio em Veneza, o filme foi massacrado pela crítica e pelo público, saíndo das salas de cinema em apenas duas semanas. Diz-se que Hopper até foi agredido na estreia, por uma estudante. Mesmo assim, ainda houve quem considerasse o filme visionário, muito à frente no seu tempo.

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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Basquiat (Basquiat) 1996



Basquiat conta a história da ascenção meteórica do jovem artista Jean-Michel Basquiat, começando como artista de rua. A viver numa caixa de cartão em Thompkins Square Park, Basquiat é descoberto pelo mundo da arte de Andy Warhol (aqui interpretado por David Bowie), e torna-se uma estrela. Mas o sucesso tem um preço alto, e Basquiat paga-o com a amizade, o amor, e, eventualmente, a sua vida.
"Basquiat" é um biopic realizado por Julian Schnabel, que conheceu o verdadeiro Jean-Michel Basquiat, e que iniciava aqui a sua carreira atrás das câmeras. Nascido nos anos 50, em Brooklyn, ficaria famoso nos anos oitenta como pintor neo-expressionista. No cinema, ficaria mais conhecido pela co-produção franco-americana "Le scaphandre et le Papillon", com a qual foi nomeada para o Óscar de Melhor Argumento.
O filme não podia ter sido feito sem Jeffrey Wright, numa brilhante interpretação. Mudando desde um punk sem-tecto a um artista ousado capaz de agradar à elite. Jean-Michel Basquiat era viciado em drogas, e tornou-se num fenómeno da arte antes de uma overdose de heroína dar cabo da sua vida. Infelizmente o filme acaba por não ter muito sucesso na transposição da vida emocional do pintor. A frustração do filme vem na tentativa de recriar a criança dentro do pintor, e estudar o homem por de trás da máscara. Wright interpreta-o como um homem sem medo. Num minuto ele é um anjo ferido em desacordo com o mundo, no outro ele é um malandro que parece nunca se preocupar com as pessoas. Vai buscar influências na mitologia de Rimbaud, Charlie Parker, Jimi Hendrix, e Jim Morrison, acabando por se aniquilar com drogas, juntando-se aos seus heróis no final. 
Um elenco muito interessante, com muitas caras conhecidas em papéis secundários: Michael Wincott, Benicio Del Toro, Claire Forlani, Dennis Hopper, Gary Oldman, Christopher Walken, Willem Dafoe e Courtney Love. Tom Waits colaborou na banda-sonora, com duas músicas: "Who Are You This Time" e "Tom Traubert's Blues (Four Sheets to the Wind in Copenhagen)".

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domingo, 26 de janeiro de 2014

Rumble Fish - Juventude Inquieta (Rumble Fish) 1983



É fácil de perceber porque a esta odisseia juvenil foi dada tanta precedência, com a sua fotografia monocromática artística e uma mistura variada de talentos americanos, incluindo os nomes de Matt Dillon, Mickey Rourke, Nicolas Cage e Diane Lane. No entanto, é também um filme difícil de se compreender, com a voz autoral de SE Hinton tão ressonante como a do seu realizador, Francis F. Coppola. Dillon protagoniza como líder de um gang, Rusty James, um jovem abandonado na rua, resistente, que um dia se envolve numa briga de rua, e vê o seu estômago cortado com uma faca.
Salvo no último momento pelo seu  idolatrado irmão mais velho, "The Motorcycle Boy" (Rourke), o duo caminha pelos passeios de Tulsa, Oklahoma, sonhando com um modo de sair deste beco sem saída. James luta para permanecer ao lado da sua exigente jovem namorada Patty (Diane Lane). Segunda adaptação consecutiva de Hinton, pot Coppola (depois de The Outsiders), Rumble Fish parece-se muito mais como um filme de art house europeu do que uma obra de um dos mais importantes realizadores da América. No entanto, as ligações para o restante trabalho do realizador estão todas lá, como o cameo de Dennis Hopper, como o alcoólatra pai dos protagonistas.
A inspiração de Coppola pode ser vista em muitos pontos do filme. O desenvolvimento de cada personagem, de certa forma metódica, é fascinante, com influências que chegam a Rumble Fish de muitos ângulos diferentes. Um dos muitos elementos que realmente atrai na história é o clima existencial eterno que está presente por todo o lado e é enfatizado pelos protagonistas centrais. Por um lado, uma série de paralelos podem ser traçados entre este filme e os romances de Albert Camus e elementos do seu trabalho em geral - em especial, o personagem de Meursault (the Outsider) e o Motorcycle Boy, interpretado por Mickey Rourke. Antes das filmagens, Coppola entregou a Rourke uma seleção de livros do filósofo existencialista, a fim deste ter uma idéia de como o personagem que deve ser desenvolvido. Motorcycle Boy possui o desapego, a indiferença e o narcisismo que muitos dos personagens de Camus possuem, mas ele também se inspirou em algumas fotos tiradas pelo próprio autor - como o cigarro pendendo dos seus lábios.
A atmosfera despertada no filme é provavelmente melhor descrita como a de uma existência condenada - o destino de Rusty James, cuja personagem poderia chegar mais longe, mas que é incessantemente tentanda a ser alguém que não pode ser, presa, atrás da sombra do irmão, e presa num mundo onde a violência é algo muito normal. Desta forma, ele também é retratado como um personagem trágico num mundo estranho.
Tom Waits participou como uma personagem secundária.
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sábado, 16 de março de 2013

Los Angeles a Ferro e Fogo (Colors) 1988


As cores do título são as dos bandos que enxameiam Los Angeles, definidos numa vibrante abertura. Robert Duvall e Sean Penn são dois polícias, um veterano e o outro ainda a aprender, que se envolvem na luta contra esses bandos. "Colors" é uma espécie de fresco, com uma excelente banda sonora, um novo tipo de cinema policial que recolhe inspiração dos modelos televisivos, e da tendência da actualidade dos filmes a dois.
"Los Angeles a Ferro e Fogo" assinala o regresso ao cinema de Dennis Hopper, o homem que agitou a América em 1969, com "Easy Rider". Vinte anos depois, com cinquenta e dois anos, Dennis Hopper viu-se em certa medida reabilitado, depois de ter estado à beira do abismo, misturando um caso grave de toxicodepência com a vontade de fazer cinema. "Out of the Blue" é desse período e mostra a fase acabrunhada em que Hopper caíra.
Mas, a pouco e pouco, foi o regresso.Como actor faz duas entradas fulgurantes, na pele de um vilão pervertido e sem escrúpulos em Blue Velvet, de David Lynch, e, como herói à maneira de Rambo, de serra eléctrica em punho, em "Massacre no Texas 2".
"Los Angeles a Ferro e Fogo", um filme que se filia no estilo policial que a série televisiva "Hill Street Blues" popularizava, foi um êxito, abrindo-lhe novas portas. É um filme com mensagem?: "Fiz o filme para denunciar um problema que, aparentemente, não tem solução. É a história de dois polícias que têm de enfrentar esse problema na rua. É tudo. Não há mensagem. O problema em questão é a educação, a miséria, as mães de familias com seis filhos que não conhecem o pai...", diz Hopper.

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