Mostrando postagens com marcador Céu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Céu. Mostrar todas as postagens

Top 7 2009 [por Scream & Yell]

O site Scream & Yell elegeu seu top 7 de 2009. Confira as listas de melhores álbuns e músicas nacionais e internacionais.

Melhores Álbuns Nacionais:

1. Céu - Vagarosa
2. Cidadão Instigado - Uhuuu!
3. Otto - Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranqüilos
4. Rômulo Fróes - No Chão, Sem o Chão
5. Móveis Colônias de Acaju - C_mpl_te
6. Arnaldo Antunes - Iê Iê Iê
7. Black Drawing Chalks - Life Is a Big Holiday For Us
- Lucas Santtana - Sem Nostalgia

Melhores Músicas Nacionais:

1. Black Drawing Chalks - “My Favorite Way”
2. Otto - “Seis Minutos”
3. Céu - “Cangote”
4. Pullovers - “Tudo Que Eu Sempre Sonhei”
5. Céu - “Bubuia”
6. Arnaldo Antunes - “Invejoso”
- Móveis Colonias de Acaju - “O Tempo”
- Otto - “Crua”


Melhores Álbuns Internacionais:

1. Them Crooked Vultures - Them Crooked Vultures
2. Franz Ferdinand - Tonight: Franz Ferdinand
3. The xx - xx
4. Animal Collective - Merriweather Post Pavilion
5. Dirty Projectors - Bitte Orca
6. Phoenix - Wolfgang Amadeus Phoenix
7. Grizzly Bear - Veckatimest
- Sonic Youth - The Eternal
- Yeah Yeah Yeahs - It’s Blitz

Melhores Músicas Internacionais:

1. Yeah Yeah Yeahs - “Zero”
2. Phoenix - “Lisztomania”
3. Grizzly Bear - “Two Weeks”
4. Animal Collective - “My Girls”
5. Black Eyed Peas - “I Got a Feeling”
6. Dirty Projectors - “Stillness is the Move”
7. Franz Ferdinand - “No You Girls”

Confira todos os detalhes no Scream & Yell.

CDs & MP3s:
BuscaPé
MercadoLivre
Submarino
Amazon
CD Universe
Insound
7digital

Top 25 Álbuns Nacionais de 2009 [por: Rolling Stone Brasil]

A revista Rolling Stone (Brasil) elegeu os 25 melhores álbuns nacionais de 2009. Vagarosa, segundo disco da bela Céu encabeçou a lista. Confira a lista completa e os comentários dos colaboradores da revista.

1. Céu - Vagarosa (Urban Jungle/Universal)
Em seu segundo disco, a cantora foi ainda mais fundo nos climas e camadas musicais. A voz suave acaba se tornando parte fluida da instrumentação. A graça é ouvir como se o título fosse uma sugestão: sem pressa, caçando cada um dos muitos detalhes que surgem a cada audição. É uma complexidade gostosa de se desbravar.

2. Cidadão Instigado - Uhuuu! (Independente)
O cantor, compositor e guitarrista Fernando Catatau, o homem por trás do Cidadão Instigado, criou em Uhuu! Uma sonoridade mais direta e orgânica, mas sem deixar de lado as principais características do grupo, um caldeirão pulsante movido a rock psicodélico, experimentalismo e até música brega, repleta de guitarra com timbragem retrô.

3. Erasmo Carlos - Rock 'n' Roll (Coqueiro Verde)
O Tremendão consegue ser nostálgico e atual e ainda mantém um olho no futuro. E ainda pontua tudo com uma rara honestidade. Rock 'n' Roll é o melhor trabalho de inéditas de Erasmo em muito tempo. A velha parceria com Roberto há muito tempo não funciona mais, mas o mito se cercou de Nando Reis e Chico Amaral, que derem conta do recado.

4. Arnaldo Antunes - Iê Iê Iê (Rosa Celeste)
Quem diria que um dia Arnaldo Antunes, que sempre foi considerado um músico "cabeça' e intelectualizado, pudesse ter suas músicas sendo tocadas em festa e nas baladas? Neste que é seu disco mais acessível e bem-sucedido comercialmente, Arnaldo resolveu mostrar ao público por que um dia entrou para uma banda chamada Titãs do Iê Iê Iê.

5. Móveis Colônias de Acaju - C_mpl_te (Trama)
Se uma banda deu um salto qualitativo em 2009, foi o Móveis Coloniais de Acaju. Eles estiveram mais visíveis, presentes em todos os festivais e eventos. Mesmo com todos os cacoetes característicos de banda indie, o Móveis buscou a popularidade e C_mpl_te, cheio de canções de refrão fácil de lembrar, cumpriu o seu papel.

6. Black Drawing Chalks - Life Is a Big Holiday For Us (Monstro Discos)
Esta gangue de Goiânia desafia as tendências do rock nacional. Eles cantam em inglês, não se preocupam em complicar suas letras e aplicam à sua música uma displicência adolescente bem-vinda. E o som ainda tem uma adequada pegada stoner e riffs que ficam na cabeça.

7. Mariana Aydar - Peixes Pássaros Pessoas Universal Music
Mariana virou símbolo de um jovem samba gerado em São Paulo, feito por músicos que respeitam a tradição, mas não abrem mão de um conveniente uso do que é novo. O CD é veículo para as canções de Rodrigo Campos, Luisa Maita e Duani, que produziu ao lado de Kassin.

8. Lucas Santtana - Sem Nostalgia (YB/Diginóis)
O baiano Lucas Santtana é um dos nomes deste milênio que procuram virar a MPB de ponta-cabeça. Ele consegue soar ao mesmo tempo moderno e tradicional e suas referências são inúmeras. Mas não deixa de lado ruídos estranhos e tem um amor pela música eletrônica.

9. Wado - Atlântico Negro (Independente)
Wado sempre utilizou elementos de música regional, mas aqui radicalizou: deixou um pouco de lado as guitarras e procurou valorizar a música nordestina, o afoxé e o samba. O lado alegre toma conta do CD, mas ele também não negligenciou a faceta melancólica de seu trabalho.

10. Mallu Magalhães - Mallu Magalhães (Agência de Música/Sony)
No segundo disco em menos de dois anos - agora produzido por Kassin -, a metamorfose de Mallu é escancarada. Se não há hits de fácil deglutição, sobram ousadia, experimentações e maturidade. A jovem artista flerta com idiomas e gêneros musicais e nos presenteia com delicados relatos de sua intimidade.

11. Ney Matogrosso - Beijo Bandido (EMI)
Depois de colher os louros pelo bem-recebido Inclassificáveis, Ney Matogrosso partiu para um trabalho um pouco mais discreto, menos pop e mais acústico. Ney continua inclassificável. Ele desliza por todos os gêneros. O repertório que escolhe poderia parecer esquizofrênico e sem sentido em mãos menos hábeis.

12. Caetano Veloso - Zii e Zie (Universal Music)
Dando continuidade ao trabalho iniciado em Cê (2006), Caetano segue modificando a linguagem do samba, colocando uma pitada de rock em tudo. É um trabalho coletivo, cujos méritos também devem ir ao produtor Pedro Sá e aos demais membros da Banda Cê. Nesses transambas, Caetano desfila toda a sua singularidade poética.

13. Rômulo Fróes - No Chão sem o Chão (YB)
De um lado, o samba de raiz. Do outro, o rock underground. Primeira Sessão: Cala Boca Já Morreu e Segunda Sessão: Saiba Ficar Quieto, os dois discos que compõem o terceiro e mais conceitual álbum do cantor, pegam direções opostas, mas chegam juntos no mesmo lugar de destaque.

14. Otto - Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranqüilos (Arterial Music)
Lançado nos EUA meses antes da edição brasileira, o sexto álbum do pernambucano é raçudo e classudo. Teve a essencial participação de amigos - Pupilo, Fernando Catatau e Céu - e prima pela qualidade dos arranjos. Inspirado pelas agruras pessoais de um passado recente, Otto fez o melhor disco de sua carreira.

15. Pitty - Chiaroscuro (Deckdisc)
A cantora baiana segue como o nome de maior sucesso do rock nacional. Pitty se deu ao luxo de arriscar um pouco mais, buscando uma sonoridade mais nostálgica, mas sem abrir mão de suas referências básicas. Com letras cheias de citações literárias, ela novamente falou aos corações e mentes de seu público.

16. Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta - Frascos Comprimidos Compressas (Independente)
O segundo álbum do quarteto baiano é a evolução natural da estreia lançada em 2005. Também aqui, levadas do jazz e da MPB convivem com riffs do pós-punk. O CD teve a maioria das faixas gravadas ao vivo e revela uma banda coesa.

17. Cachorro Grande - Cinema (Deckdisc)
O quinto disco do Cachorro Grande mostra que o grupo gaúcho alcançou o equilíbrio. Músicas como "Dance Agora", "A Hora do Brasil" e "Luz" são rocks diretos, bem produzidos e sem grandes exageros. Eles estão chegando à maturidade que há tempos vinham prometendo.

18. Tiê - Sweet Jardim (Independente)
A paulistana Tiê já era conhecida no circuito alternativo. Sweet Jardim foi louvado por ser um disco delicado, low fi e idiossincrático, em que a cantora pôde contar, por meio de pequenas miniaturas sonoras, o que se passa em sua cabeça e o que acontece no dia a dia.

19. Lulina - Cristalina (YB)
Imagens desconcertantes e divertidas sempre habitaram as músicas espalhadas nos muitos discos que a pernambucana gravou e lançou de modo artesanal desde 2001. Recheado de detalhes nos arranjos e cantado com simplicidade, Cristalina foi uma boa surpresa de 2009.

20. Autoramas - Desplugado (Trama)
Mesmo sem a distorção da guitarra, o trio se sai bem na empreitada acústica, com um setlist que contempla momentos diversos da carreira da banda de Gabriel Thomaz. O resultado é um álbum abrangente de um grupo que atravessa gerações no circuito independente nacional sem nunca parecer antiquado.

21. Retrofoguetes - Cha Cha Chá (Independente)
Estilos latinos em faixas como "Maldito Mambo", com um incrível arranjo feito para big band e "Constelación", acompanhada por bandoneón, abriram ainda mais o leque de novidades dos Retrofoguetes. Cha Cha Chá tem até balada, mas o trio baiano continua com a melhor surf music por estas praias.

22. Vanguart - Registro Multishow (Universal)
Depois de alguns anos marcando presença no circuito dos festivais independentes, o Vanguart ganhou uma oportunidade para mostrar sua música num disco ao vivo patrocinado pelo Multishow. É uma preciosa síntese do folk rock do grupo de Cuiabá, costurado pela voz personalíssima de Hélio Flanders.

23. Sepultura - A-Lex (Atração/SPV)
No ano em que completa 25 anos, o Sepultura lançou o primeiro disco de sua existência sem a presença de um membro da família Cavalera. A-Lex, um álbum conceitual inspirado em Laranja Mecânica, esbanja peso, velocidade e energia, garantindo a sobrevida da maior banda de rock pesado já surgida no Brasil.

24. Maria Gadú - Maria Gadú (Slap)
Nascida em São Paulo, Maria Gadú encarnou o espírito mochileiro e se mandou para a Itália. Quando voltou ao Brasil, se fixou no Rio. Seu disco de estreia foi saudado por medalhões da MPB e apesar de ter sido comparada a gente tão diferente quanto Cássia Eller e Marisa Monte, ela imprimiu sua assinatura sonora.

25. Maria Bethânia - Encanteria (Biscoito Fino)
Em 2009, Maria Bethânia lançou dois discos simultaneamente, chamados .Tua e Encanteria. Em Tua, ela abordou as coisas do amor. Já em Encanteria, o mote da cantora é a fé. Mas ela vai muito além da mera religiosidade. A fé aqui é no ser humano. Bethânia continua sendo uma das nossas mais completas intérpretes.

Confira mais detalhes no site da Rolling Stone.

CDs & MP3s: BuscaPéMercadoLivreSubmarinoAmazonCD UniverseInsound7digital

Nove Novos Artistas Essenciais da Música Brasileira (por Revista Trip)

Na seleção dos Nove Novos da Trip em 2009, no sentido horário: Junio Barreto (de terno), Hélio Flanders, Thalma de Freitas, Rômulo Fróes, Ganjaman, Tatá Aeroplano, Catatau, Kassin e Céu

Ninguém é de ninguém: a nova realidade
Inspirada em uma capa da clássica revista em 1966, Trip aposta em nove novos artistas essenciais da música brasileira e constata que a cena atual é quase uma orgia: todo mundo toca com todo mundo e o prazer é geral

Esqueça as paradas de sucesso, os prêmios que louvam os medalhões de sempre, os ganhadores de Disco de Ouro e aquele papinho “ah, mas a cena de hoje não tem mais um Chico, um Caetano.”. Conversa. O riquíssimo panorama musical contemporâneo não tem nada a ver com o que rolou nos anos 60. São outros públicos e propostas, outro jeito de a música chegar ao ouvinte, os grupos não são hermeticamente fechados e se abrem para novas combinações – e não há um inimigo comum, fardado e censor, a combater.

Mas existe um adversário invisível: a multiplicação e a dispersão de sons e imagens. Qualquer músico pode criar uma página na rede, encontrar um buraco para tocar, bancar um CD bacana por R$ 3 mil. Talvez por isso a Trip tenha tido tanto trabalho para apostar nos nove carros-chefe da nova geleia geral brasileira – inspirada em uma clássica reportagem da revista Realidade, que em 1966 cravou o mesmo número de jovens talentos musicais em sua capa. Chico Buarque tinha apenas 23 anos e era conhecido pelo hit “A banda”; Caetano Veloso e Gilberto Gil, ambos com 24, ainda não haviam dado a cara nos festivais da canção.

Se a Realidade acertou quase tudo, Trip, através de um colegiado e de muitas horas de discussão, arrisca estes Nove Novos com firmeza. Afinal, embora distantes do público de massa, eles são figurinhas carimbadas para quem acompanha movimentações de palco e MySpace. Todos são compositores; alguns ainda burilam o segundo álbum, outros são mais rodados – e, dos nove, só Thalma de Freitas tocou com todos.

Na Realidade de 66, em sentido horário, a partir do homem de terno: Milton Banana (Milton Banana Trio), Jair Rodrigues, Nara Leão, Paulinho da Viola, Toquinho, Magro (MPB-4), Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil

“Nenhum homem é uma ilha, todo de si mesmo; cada homem é um pedaço do continente, uma parte da terra principal”, escreveu em 1624 o poeta inglês John Donne. O verso ilumina nossa busca pelos homens arquipélago dos anos 00, no lugar dos músicos estelares dos anos 60. Hoje, quem se isolar dos aspectos menos artísticos de seu trabalho some. Não funciona ficar no canto criando, à sombra de uma gravadora ou de um produtor. O artista precisa se mover para todos os lados, às vezes se ocupando de tarefas nada musicais – pensar a arte do CD ou do site, cuidar da produção de um show ou da agenda de um evento.

Agora que ficou combinado que o CD é suporte para o trabalho ao vivo, antes meio que fim, ficou mais liberado todo mundo tocar com todo mundo. Seja solidário ou morra: a cena musical deriva concretamente da dinâmica das redes, que se tornaram o novo paradigma da comunicação (online e interativa, da internet e dos videogames), substituindo o de difusão (próximo dos festivais de TV e dos programas de rádio). Faz sentido a aproximação de artistas e bandas de gêneros musicais distantes. Isso não tem nada a ver com movimento: a liga é mais forma que conteúdo, mais modo de trabalho que programa artístico.

O esquema “banda trabalha seu disco com a gravadora e sai em turnê” não funciona mais. Embora os álbuns sejam fundamentais à coerência de cada projeto, grupo ou artista solo, há tanta coisa rolando entre cada lançamento que se poderia dizer: o mais bacana é a obra em progresso. Entre álbum e outro surgem parcerias inusitadas, projetos paralelos que ganham força e roubam os holofotes. Assim como não existem gêneros definidos, não há polos centrais que aglutinam coadjuvantes ao seu redor. Como em um filme do Quentin Tarantino ou em um livro do Roberto Bolaño, um personagem secundário em uma cena pode ser o principal narrador na seguinte e vice-versa.

O panorama musical dos anos 00 é fragmentário, interdependente, contextual. Daniel Ganjaman, do Instituto, reflete: “Não existe entre nós essa ideia de movimento; são diversas movimentações acontecendo ao mesmo tempo, para todos os lados, entre as mesmas pessoas e outras novas”. Rômulo Fróes teoriza: “Agora é que está finalmente acontecendo a tropicália. A ideia de que todos iam criar tudo, apresentada pelos tropicalistas, só se realiza plenamente na nossa era”. Seja bem-vindo.

/Troca-troca/
Conheça a rede de colaborações dos nove artistas selecionados pela Trip com outros 66 músicos

CATATAU
Céu: ele toca na faixa “Espaçonave” do disco novo dela / Cidadão Instigado: líder da banda / Ganjaman: tocou no disco Método tufo de experiência (2005), do Cidadão Instigado / Instituto: foi membro do coletivo e participa de seus shows / Instituto Racional: músico do projeto / Kassin: participa da faixa “Recomeçar”, do disco novo de Catatau / Otto: Catatau tocou por oito anos na banda dele / Rodrigo Amarante: dividiram o palco em show do Cidadão Instigado / Rômulo Fróes: Catatau participou do show Tudo de novo, organizado por Rômulo / Tatá Aeroplano: Catatau fez os arranjos e Tatá as letras de um projeto especial / Thalma de Freitas: tocou em show solo dela
Cidadão Instigado - O Ciclo da Dê.Cadência (2002)
Cidadão Instigado - E o Método Túfo de Experiências (2005)
http://www.myspace.com/cidadaoinstigado

CÉU
Apollo 9: ela cantou três músicas no disco Res inexplicata volans / Curumin: baterista da cantora em turnê pelos EUA / Instituto Racional: participou de show do coletivo criado por Ganjaman / Junio Barreto: compôs “Doce Guia”, que ela canta no disco do 3NaMassa / Kassin: trabalharam juntos no tributo Samba Soul: Red hot organization / Sonantes: participa do projeto formado por Gui Amabis, Rica Amabis, Dengue e Pupillo / Thalma de Freitas: gravaram juntas “Bubuia”, no novo disco de Céu / 3NaMassa: ela canta uma música no disco e participa dos shows do coletivo
Céu - Céu (2005)
Céu - Vagarosa (2009)
http://www.myspace.com/ceumusic

GANJAMAN
BNegão: fizeram música para o disco Enxugando gelo, de BNegão, que é membro do Instituto Racional / Curumin: parceria no disco Japan pop show, de Curumin / Forgotten Boys: Ganja produziu três discos da banda / Hélio Flanders: fizeram shows juntos / Instituto: integrante do núcleo formado com Tejo Damasceno e Rica Amabis / Instituto Racional: criou o projeto de shows com convidados cantando Tim Maia / Kassin: os dois desenvolvem projeto com Maurício Takara / Marcelo Camelo: Ganja fez a engenharia de som do DVD ao vivo de Camelo / Maurício Takara: parcerias no disco Coleção nacional, do Instituto / Nação Zumbi: Ganja produziu metade do disco Nação Zumbi e tem parcerias com a banda em trilhas sonoras / Otto: dirigiu shows do cantor e participou das gravações de vários discos / Planet Hemp: foi tecladista e guitarrista da banda / Racionais: gravou e mixou o disco Nada como um dia após o outro dia / Sabotage: produziu disco do rapper e trabalha na produção de um CD póstumo / Thalma de Freitas: tocou no EP da cantora, que integra o Instituto Racional
Instituto - Coleção Nacional (2002)
http://www.myspace.com/danielganjaman

HÉLIO FLANDERS
Mallu Magalhães: formaram o Overcoming Trio com Zé Mazzei / Tatá Aeroplano: fizeram shows juntos no projeto Jagunços Virtuais / Thalma de Freitas: ele compôs “Mar” para ela, ela compôs “Sol e mar” para ele / Thiago Petit: Hélio cantou em show de Thiago
Vanguart - Vanguart (2007)
Vanguart - Multishow Registro (2009) + pt2
http://www.myspace.com/vanguart

JUNIO BARRETO
Gal Costa: gravou a música “Santana”, composta por Junio / Lanny Gordin: regravaram “Onde eu moro passa um rio”, de Caetano Veloso / Nação Zumbi: participou da turnê Fome de tudo e compôs a música “Toda surdez será castigada” para a banda / Otto: Junio tocou em shows do cantor / Thalma de Freitas: ele tocou no show do projeto solo dela / 3NaMassa: compôs “Doce guia” e “Morada boa” para o projeto / Vanessa da Mata: ela canta a música “Oiê” no show dele
Junio Barreto - Junio Barreto (2004)
http://www.myspace.com/juniobarreto123

KASSIN
Adriana Calcanhoto: compuseram juntos “Quando Nara ri” e “Semióticos!” / Jorge Mautner: produziu o disco dele com o Caetano / Los Hermanos: produziu e tocou baixo em dois discos da banda / Mariana Aydar: produziu o último disco da cantora / Orquestra Imperial: integrante do conjunto / Rodrigo Amarante: participa do disco do Kassin +2 / Thalma de Freitas: ele participou do EP dela, ela participou do disco dele / Vanessa da Mata: compôs com ela a música “Pirraça”
Moreno + 2 - Máquina de Escrever Música (2001)
Domenico + 2 - Sincerely Hot (2004)
Kassin + 2 - Futurismo (2006)
http://www.myspace.com/morenodomenicokassin2

RÔMULO FRÓES
Andreia Dias: gravou “Uva de caminhão” em disco dele / Curumin: tocou em dois discos e vários shows de Rômulo / Guizado: participou do show Tudo de Novo, organizado por Rômulo / Lanny Gordin: participou de dois discos e vários shows de Rômulo / Mariana Aydar: Rômulo compôs “Nada é disso pra você querer” para Mariana, ela cantou “De Adão pra Eva” em CD dele / Nina Becker: ele compôs a música “FlorLanny Gordin: vermelha” para o novo disco de Nina, ela cantou as faixas “Astronauta” e “Ninguém liga” no CD dele / Tatá Aeroplano: no novo disco de Rômulo, Tatá gravou “Para fazer sucesso” / Thalma de Freitas: ele compôs a música “Uma outra qualquer por aí” para Thalma
Romulo Fróes - Calado (2004)
Romulo Fróes - Cão (2006)
Romulo Fróes - No Chão Sem O Chão (2009) + pt2
http://www.myspace.com/romulofroes

TATÁ AEROPLANO
Apollo 9: Tatá fez as letras para projeto produzido por Apollo / Cérebro Eletrônico: banda de Tatá / Dudu Tsuda: tecladista do Cérebro Eletrônico e do Jumbo Elektro / Hélio Flanders: shows juntos no projeto Jagunços Virtuais / Jumbo Elektro: banda de Tatá / Júpiter Maçã: atuou no filme Apartment Yet, de Júpiter / Thiago Petit: produziu duas faixas para o disco de Petit / Tiê: cantou a música “Chá verde” no CD dela
Cérebro Eletrônico - Onda Híbrida Ressonante (2003)
Cérebro Eletrônico - Pareço Moderno (2008)
Cérebro Eletrônico - Pareço Virtual EP (2008)
http://www.myspace.com/cerebroeletronico

THALMA DE FREITAS
Apollo 9: cantou em shows do produtor / Domênico: ela gravou a música “Sincerely hot” para o álbum Domênico +2 / Dudu Tsuda: ele tocou no Casio Nights, projeto solo dela / Laércio de Freitas: o pai de Thalma toca no EP da filha / Orquestra Imperial: integrante do conjunto / 3naMassa: cantou “Eladeirada” no disco coletivo
Thalma de Freitas - Thalma (1994)
Thalma de Freitas - Thalma de Freitas EP (2004)
http://www.myspace.com/thalmadefreitas

Daniel Ganjaman, Hélio Flanders e Rômulo Fróes

MULTITAREFA
Apesar dos 32 anos, o produtor, multi-instrumentista e compositor Daniel Ganjaman, irmão de Fê Sanchez (CPM22) e Maurício Takara (Hurtmold), é macaco velho nessa turma: começou aos 15. “Acredito que uns cem álbuns tenham passado pelo nosso estúdio, o El Rocha”, conta o tecladista e guitarrista do coletivo Instituto – praticamente um resumo desta matéria, tanta gente que aglutina. O paulistano produziu Racionais, MV Bill, Nação Zumbi e, além de preparar o novo do coletivo e finalizar um inédito de Sabotage, já pensa em projeto solo. “Já fui mais workaholic, mas agora tô dando uma parada, senão o bicho pega.”

VERDE
“Hoje os grandes artistas não estão nos grandes estádios”, afirma o baixinho Hélio Flanders, o mais jovem dos Nove: tem 24 anos. Paranaense de Londrina, Helinho surgiu em Cuiabá à frente do Vanguart, banda agora residente em São Paulo. Estourou nacionalmente com “Semáforo” e é um dos links mais precisos entre folk rock, pop indie e música brasileira – parceiro da chanteuse Cida Moreyra e de Mallu Magalhães no Overcoming Trio, o mini-Dylan tem tocado nos shows uma versão poderosa de “O mar”, de Dorival Caymmi.

SAMBISMO
“Pragmático e nada programático”, assim o paulistano Rômulo Fróes define o panorama. Aparentemente um sujeito cerebral (é assistente do artista plástico Nuno Ramos, seu letrista), em seus três álbuns Rômulo cantou sambas de uma melancolia negra, prima do melhor Nelson Cavaquinho. Muito inteirado na cena (“o artista tem que conhecer desde a melhor corda de cavaquinho até os meandros da lei Rouanet”), avisa: “A gente precisa sempre inventar uma coisa, disco, show, projeto. Senão, some”. Apesar disso, acredita que “a cena se sedimentou”.

Céu, Fernando Catatau e Thalma de Freitas

MUSA
Ela surgiu há quatro anos fazendo a festa dos jornalistas apaixonados por trocadilhos e belas cantoras. Um Grammy e uma filha depois do elogiado disco de estreia, Céu burila o segundo álbum, que tem entre as participações ilustres as últimas viradas do baterista Gigante Brasil (Itamar, Caetano, Gil). Acha que a cena remete aos encontros do começo dos anos 60, antes que fosse moldada a atual MPB: “A galera é muito quebra-galho um do outro”, diz Céu, que incluiria o baterista Pupillo entre os Nove Novos – e quer um dia compor com Zeca Pagodinho.

ZÉ-DOIDIM
Fernando Catatau diz que juntaria Marcelo Jeneci, Curumin, Edgard Scandurra e Chico Salém nesta foto dos Nove. Embora celebrado pelo seu heroísmo guitarrístico, o cearense de Fortaleza é um agregador: toca no Instituto Racional, acompanhou Otto, sonha um projeto com Siba e a Fuloresta do Samba, acabou de produzir o álbum de Arnaldo Antunes e finaliza a aguardada terceira obra do Cidadão Instigado, com as novas aventuras de seu personagem Zé-Doidim.

DIVA
Única figura dos Nove Novos a tocar com todos os outros oito, a cantora, modelo e atriz carioca Thalma de Freitas se define: “Sempre quis ser parte de uma banda, não gosto de ser solo”. Ao lado de Nina Becker, a filha do maestro Laércio de Freitas integra a Orquestra Imperial; ao lado de BNegão, puxa os refrões do projeto Instituto Racional, que toca clássicos de Tim Maia; e apruma as canções de seu projeto Casio Knights, em que improvisa sobre beats de brinquedo.

Kassin, Tatá Aeroplano e Junio Barreto

MANEIRO
Egresso do lendário Acabou La Tequila, onde foi parceiro de Nervoso, o carioca Kassin une na boa as pontas entre underground e mainstream. Vai do low-fi de seu solo Artificial à produça responsa de Caetano e Jorge Mautner, é um dos síndicos da carnavalesca Orquestra Imperial e lapidou discos de Los Hermanos e Mariana Aydar. Mesmo assim, ele não posa – abriu um sorriso infantil quando soube, pelo repórter, que Erasmo havia elogiado sua guitarra: “Sério? Puxa, que maneiro!”.

VOADOR
No dia em que Tatá Aeroplano posou como cover de Magro do MPB-4 (embora todos dissessem que está a cara do Ronnie Von), ele subiria ao palco para dois shows seguidos. Com o Cérebro Eletrônico, banda elogiada pela crítica com o álbum Pareço moderno, e com o Jumbo Elektro – em menos de duas horas, passou do tropicalismo elegante da primeira para o embromation escrachado da segunda banda. O cantor e compositor toca em mais uns três grupos, participou do álbum de Rômulo Fróes e, para levar a vida, é também DJ e curador de mostras de cinema. Sobre a lista da Trip, ele diz: “Acho que nessa prova dos 9 está faltando o Júpiter Maçã”.

DEVAGAR
De sosseguinho, o afropsicossambista Junio Barreto vai cavando seu latifúndio na MPB. Da turma o mais tiozão – calibre 45 –, Juninho assistiu à chegada do manguebit do camarote natal em Caruaru (PE). Seu elaborado e preguiçoso método de compor só fez circular a obra nos anos 00: até então era quase anônimo, embora canções como “Qual é, mago?” fossem tão conhecidas que se acreditava serem de tradição popular. Enquanto promete para o fim de 2009 o esperado segundo álbum, Junio vai sendo gravado por Gal Costa, Vanessa da Matta, Céu, Mariana Aydar, entre muitos outros.

Créditos:
Texto: Ronaldo Bressane
Fotos: Rui Mendes
Coord. Geral: Adriana Verani
Produção de Moda: Anabelle Custodio
Agradecimentos Brechó Minha Avó Tinha (11) 3865-1759
Matéria original no site da Revista Trip

ATENÇÂO!: Lembre-se, todos esses álbuns existem oficialmente. Eles só podem permanecer por 24 horas em seu HD. Portanto, se gostar, COMPRE/BUY.

CDs & MP3s:
BuscaPé
MercadoLivre
Submarino
Amazon
CD Universe
Insound
7digital

Céu lança seu 2º álbum: "Vagarosa"

A bela cantora Céu está lançando seu aguardado segundo álbum, Vagarosa saiu oficialmente dia 7 de julho de 2009. O álbum traz Céu em sua melhor forma, aperfeiçoando seu estilo único que mistura música brasileira, jamaicana e universal e o que mais vier... Vagarosa foi antecipado pelo EP Cangore, lançado em maio último, que já dava pistas da maravilha que seria Vagarosa, que supera o bom álbum de estréia da cantora, o auto-intitulado CéU, de 2005 e também o do projeto Sonantes com os comparsas Dengue, Gui Amabis, Pupillo e Rica Amabis, que teve seu auto-intitulado álbum Sonantes lançado em 2008. Em minha humilde opnião, Vagarosa é desde já, um dos melhores álbuns de 2009.

MP3: Céu - Cangote
MP3: Céu - Bubuia [ft. Anelis Assumpção e Thalma de Freitas]
MP3: Sonantes - Quilombo Te Espera
PDF: Vagarosa (Capa/Cover)

RELEASE:
CéU
Vagarosa
(Six Degrees)
Releasing: 7 July 2009 (US/UK)

01. Sobre o Amor e Seu Trabalho Silencioso
02. Cangote
03. Comadi
04. Bubuia [ft. Anelis Assumpção e Thalma de Freitas]
05. Nascente
06. Grains de Beauté
07. Vira Lata [ft. Luíz Melodia]
08. Papa
09. Ponteiro
10. Cordão da Insônia
11. Rosa Menina Rosa [ft. Los Sebozos]
12. Sonâmbulo
13. Espaçonave


Ever since Brazilian phenomenon Céu captivated the world with her self-titled debut album in 2007, her follow up release has been widely anticipated. After being chosen as the first international artist featured in Starbucks' Hear Music™ Debut series, Céu earned both Grammy and Latin Grammy nominations, countless press accolades, and chart topping numbers. So how does one of the most successful Brazilian female artists of our time respond? With her typical grace and artistry.

First came Cangote in May of 2009, a teaser four-song EP that was a harbinger of wonderful things to come, as the full-length album Vagarosa demonstrates. Vagarosa, which translates to "slow, easygoing, and leisurely," perfectly reflects the vibe that runs throughout the album. Everywhere on Vagarosa is evidence of Céu's ever-deepening musical sophistication and intelligence. Notice the album's opening track, for example: on the surface it's all gentle sweetness, nothing but Céu's flutelike voice accompanied by Rodrigo Campos on the cavaquinho, a sort of Brazilian ukelele. But the song's title hints at more serious concerns – titled "Sobre o Amor e Seu Trabalho Silencioso" ("Concerning Love and Its Silent Work"), it celebrates, in Céu's words, "the invisible chemistry of love, when it awakes," but the song also makes quiet reference to love's demands. That song leads beautifully into "Cangote," which deepens and darkens the mood and prepares you for the myriad sounds and flavors to come later in the program.

"Comadi," a song that Céu co-wrote with with Beto Villares, and that she explains is about "how much women struggle for their position in life," is dense and funky, with lots of wah-wah guitars, low reeds, and a slow and soulful groove. The musical texture opens up a bit with "Bubuia," on which the percussion skitters lightly on the surface, hinting at a sort of jungle breakbeat, but Céu's smoothly languid vocals keep the groove anchored in a relaxed medium tempo even as the intensity begins to build near the middle of the song. "Grains de Beauté" is a frankly sensual love song on which she invites the beloved to draw lines connecting the beauty marks on his lover's body.

One of the most interesting things about Vagarosa is the extent to which organic acoustic sounds and cutting-edge electronic textures are woven together into a completely natural-sounding whole. On "Nascente," a basically acoustic backing track is twisted and refracted by electronic means, while a hot horn chart and a feline rhythm give the impression of a cat stalking its prey – perhaps amorously and perhaps not. "Papa," the album's only English-language track, encourages the listener not to "take yourself so seriously" while placing Céu's voice in an echo chamber with electronically altered acoustic instruments; the combination of the wet ambience and the mysterious, minor-key melody draws you in – until the song suddenly ends after less than a minute and a half.

And yet some of the album's most transcendentally beautiful moments are also its simplest and least complex. On "Vira Lata," which deals with the problem of falling in love with "an unfaithful but lovable person," a flugelhorn and cavaquinho provide tastefully minimal backing, showcasing Céu's voice as gently as a jewel in a simple but elegant velvet box. When the layers of multi-tracked flutes come in near the song's end, the effect is like the arrival of a flock of rare and lovely birds. "Ponteiro" (which again touches on serious issues related to the passing of time) features a circus organ and a metronomically plucked electric guitar – a rather blocky arrangement that nicely complements Céu's airy voice and the delicate melody she sings. On "Cordão da Insônia" she sings of "when the city sleeps and everything becomes quiet," a moment when often "the creative energy starts to flow, making one stay awake, not able to sleep, creating." This song returns to a reggae groove, with some nifty backwards guitar and lounge-flavored mallet keyboards. "Espaçonave" layers Céu's voice on itself, multi-tracking harmony lines in a way that suggests a Brazilian version of Zap Mama, while the churning groove is more like 1960s funk with a slippery New Orleans drum part. This album's music and lyrics have been informed by a number of recent developments in Céu's life, including the birth of her daughter – an event that is celebrated here by a gentle and lovely rendition of the old Jorge Ben song "Rosa Menina Rosa." While "Sonâmbulo's" subject matter is unusually pointed: the song's image of a sleepwalker is intended as a critique of those who allow their own personalities to atrophy in deference to the preferences and expectations of others.

The production of the album started in mid-2008 at Ambulante Studios in São Paulo, Brazil. Céu teamed up with her old accomplice, producer Beto Villares to produce and record her new compositions. In the process, they also involved producer and engineer Gustavo Lenza (Céu's touring engineer for the past 4 years, who recently produced Curumin's last two records) and soundtrack producer Gui Amabis, who has collaborated with Céu on the Sonantes project. Throughout the album Céu enjoys the assistance of many top-notch musician friends: members of Los Sebozos Postizos make an appearance on "Rosa Menina Rosa"; Curumin plays drums on "Cordão da Insônia"; Luiz Melodia provides exquisite guest vocals on "Vira Lata." Pupillo and Dengue from Nação Zumbi contribute drums and bass on "Ponteiro," and Siba (a founder of the regionally famous Pernambucan band Mestre Ambrósio) co-wrote "Nascente" with her.

The ever-proliferating crowd of Brazilian musicians lining up to record with Céu, combined with her deepening penetration of the world's music markets, is more than enough to bear out the optimistic predictions of the music media. But really, all the proof of her unique talent is right here: in the beautifully simple melodies, the sophisticated complexity of the arrangements, the wide-ranging musical references, and the general warmth and attractiveness of her songwriting.

Buy via Six Degrees Records

CéU's USA tour dates:
July 14 & 15 Triple Door Seattle
July 17 Roxy Theatre Los Angeles
July 18 Herbst Theatre San Francisco
July 21 Highline Balroom New York City


Links: ceumusic.com | myspace¹ | myspace² | lastfm | sixdegreesrecords | urbanjungle | wikipedia | c2005/s2008/v2009

CDs & MP3s:
BuscaPé
MercadoLivre
Submarino
Amazon
CD Universe
Insound
7digital

Céu: "Cangote" EP

Céu está preparando um novo álbum, seu segundo está previsto ainda para este ano. Mas para começar a dar um gostinho da beleza que vem por aí, seu selo lá fora, o Six Degrees Records, está antecipando o Cangote EP, com quatro faixas que, provavelmente, farão parte do próximo disco da bela Céu. E para quem gostou do primeiro álbum, vai se deliciar com as novas músicas, um mix de MPB, reggae, música caribenha, jazz, samba... mas, sem cara de mistura, tem jeito de nova música, novo estilo... A linda Céu tá ph..a.

MP3: Céu - Cangote

A canção que abre o EP, "Cangote", é uma canção delicada de amor que mostra o lendário baterista brasileiro Gigante Brasil, em uma de suas últimas gravações, ainda em plena forma e o tecladista cubano Pepe Cisneros. "Bubuia" é uma canção sobre flutuar na superfície da vida, escrita por Céu, em colaboração com duas cantoras desta nova geração, que é também a sua, Anelis Assumpção (filha do fabuloso e inesquecível Itamar Assumpção) e Thalma de Freitas (a filha do maestro), também vocalista da extraordinária Orquestra Imperial.

MP3: Céu - Sonâmbulo

O EP também apresenta as primeiras versões de estúdio de duas músicas que vem fazendo parte dos shows de Céu. Composta por Céu e sua banda na estrada. Em "Sonâmbulo", Céu canta uma metáfora para as pessoas que esquecem a sua própria personalidade, a fim de ser aceita pelos outros. "Visgo de Jaca" é um clássico samba de Martinho da Vila do início dos anos 70.

Tracklist:
1. Cangote
2. Bubuia
3. Visgo de Jaca
4. Sonâmbulo


Preparei um top 10 da CéU, principalmente, para os não iniciados. Confira...

CéU's Top 10 [by musicasocial.net]
MP3: Céu - Cangote
MP3: Céu - Sonâmbulo
MP3: Céu & Simon Simantob - Visgo de Jaca
MP3: Céu - Roda
MP3: Céu - Lenda
MP3: Céu & 3naMassa - Doce Guia
MP3: Céu & Sonantes - Quilombo Te Espera
MP3: Céu - Concrete Jungle
MP3: Céu - Rainha
MP3: Céu & João Bosco- Ronco da Cuíca [Live]

Links: ceumusic.com, myspace¹, myspace², lastfm, wikipedia

CDs & MP3s:
BuscaPé
MercadoLivre
Submarino
Amazon
CD Universe
Insound
7digital

Sonantes - 4 Canções

CARTA ABERTA AOS OUVIDOS FECHADOS ou SOBRE OS SONANTES & SEUS SONIDOS

Ilmos. Senhores(as) proprietários de aparelhos auditivos por ventura bloqueados, venho por meio desta solicitar-lhes a desobstrução de suas vias. É chegada a hora e a vez da cotonete!

Reconheço, é bem verdade que nessa era caracterizada pela overdose de informação, a reação de tapar as orelhas muitas vezes faz sentido, pois o BPM da vida moderna acelera mais e mais a cada novo amanhecer, e nem sempre existe a chance de separar o joio do trigo.

E, por isso mesmo, chamo atenção a esse... momento, esse encontro, essa convergência denominada Sonantes. Sim, porque nesse caso, “projeto” não é termo que explique bem a intenção.

Afro, latino, cancioneiro, modernamente eletro-acústico, pernambucano, planetário, o disco se coloca, de maneira espontânea e imponente, na linha evolutiva da música daqui, ao valorizar muito a composição e a interpretação.

Céu, a cantora que deslumbrou o Brasil e o mundo mas não se deslumbrou, é a voz que conduz esse trabalho, que, vale deixar claro, não é seu aguardado segundo álbum, mas uma verdadeira conseqüência do cotidiano.

Tanto ela e seu parceiro Gui Amabis (compositor e produtor de background cinematográfico), quanto o irmão dele, o também produtor e trilheiro Rica Amabis (Instituto), e a dupla Dengue e Pupillo, mais conhecida como A Cozinha Da Nação Zumbi, residem todos no mesmo conjunto de prédios, nas Perdizes Paulistanas.

Então, muito além dos palcos e estúdios, os cinco responsáveis centrais por essa obra dividem também as contas, o lanche na padaria, as piadas de bairro e os dias chuvosos.

Quando os últimos se juntaram sob a alcunha de 3 Na Massa, o espírito já era meio esse, mas a troca das várias cantoras (convocadas para a estréia deles) pela dupla do edifício ao lado intensificou largamente o clima Lá Em Casa, que é uma das cores mais marcantes, um dos trunfos dos Sonantes.

Isso sem falar em outro trunfo chamado Jorge Du Peixe. O linha-de-frente da Nação é praticamente uma entidade que páira sobre o disco todo. Primeiro, a primeira faixa: regravada aqui, Carimbó foi, lá nos idos de Rádio S.AMB.A., um dos mais importantes passos na construção do estilo-próprio de vocal que ele lapidou nos trabalhos seguintes da NZ.

Depois, o cara co-assina a arte do encarte e ainda deu nome à criança. Fora ele, outros comparsas, como Siba, Lúcio Maia, Beto Villares, Daniel Bozio, Toca Ogan, Fernando Catatau, Gustavo Da Lua, Pepe Cisneros, Sergio Machado, B-Negão e Apollo 9, também chegaram junto e contribuíram com performances (e, em alguns casos, composições) que completam o panorama em grande estilo.

Agora, já ciente da receita, resta aos homens e mulheres de boa vontade apenas a opção de deixar os Sonantes soarem, e se deliciarem.

Sem mais, me despeço, desejando boas audições.

São Paulo, Natal de 2007, Rodrigo Brandão.

Sonantes, 4 Canções, 2008

1. Itapeva 51 [mp3]

2. Miopia [mp3]

3. Carimbó [mp3]

4. Looks Like to Kill [mp3]

Download '4 Canções' completo [zip]

Ouça/Stream [m3u]

Link: www.myspace.com/sonantes

Info & Buy: BuscaPéMercadoLivreSubmarinoAmazonCD UniverseInsound7digital

3 Na Massa - 4 Canções

3 Na Massa (ou 3namassa) é formado em sua base por Pupillo, Dengue (conhecidos como a cozinha da Nação Zumbi) e Rica Amabis (produtor do coletivo Instituto). Os 3 fazem um som de textura macia à base de baixo, bateria e programações. Mas a cereja do bolo, ou melhor, a pimenta do acarajé, no entanto, são as belas vozes de belas mulheres sussurrando no ouvido tudo que já sonhamos ouvir.

Com muita sensualidade e transpirando sexualidade, as meninas (as cantoras Céu, Pitty, Nina Becker, Karine Carvalho, Cyz, Geanine Marques, Nina Miranda, Karina Falcão, Lurdez da Luz e Thalma de Freitas, e as atrizes Leandra Leal, Simone Spoladore e Alice Braga) susurram, sobre a base do trio, letras feitas por marmanjos (Jorge Du Peixe, Lirinha, Junio Barreto, Rodrigo Amarante, Rodrigo Brandão, China e integrantes do Mombojó) tentando entender o universo feminino.

O álbum “Na Confraria das Sedutoras” que é dedicado à Carlos Zéfiro e Milo Manara (desenhistas eróticos), além dos poetas da música Chico Buarque e Serge Gainsbourg, e que está chegando às melhores casas do ramo, tem também a participação de amigos músicos, como os guitarristas Lúcio Maia (Nação Zumbi e Maquinado), Catatau (Cidadão Instigado) e o multiinstrumentista Maurício Takara.

Aqui, neste '4 Canções' estão faixas que já haviam dado o ar da graça no myspace do trio e que vinham circulando na internet há um bom tempo e que dão uma bela amostra do belo álbum, tão bom que logo-logo ganhará um segundo volume. Puro êxtase!

3 na Massa, '4 Canções' EP, 2007

1. Enladeirada
[com Thalma de Freitas]
[mp3]
2. Doce Guia
[com Céu]
[mp3]
3. Tatuí
[com Karine Carvalho]
[mp3]
4. Estrondo
[com Geanine Marques]
[mp3]

Download '4 Canções' completo [zip]

Ouça/Stream [m3u]

Link: http://www.myspace.com/3namassa

Info & Buy: BuscaPéMercadoLivreSubmarinoAmazonCD UniverseInsound7digital

3 Na Massa - 4 Canções

3 Na Massa (ou 3namassa) é formado em sua base por Pupillo, Dengue (conhecidos como a cozinha da Nação Zumbi) e Rica Amabis (produtor do coletivo Instituto). Os 3 fazem um som de textura macia à base de baixo, bateria e programações. Mas a cereja do bolo, ou melhor, a pimenta do acarajé, no entanto, são as belas vozes de belas mulheres sussurrando no ouvido tudo que já sonhamos ouvir.

Com muita sensualidade e transpirando sexualidade, as meninas (Thalma de Freitas, Céu, Karine Carvalho e Geanine Marques, entre outras que virão no vindouro álbum) susurram, sobre a base do trio, letras feitas por marmanjos (Jorge Du Peixe, Lirinha, Junio Barreto, Rodrigo Amarante, Rodrigo Brandão, China e integrantes do Mombojó, dentre outros), tentando entender o universo feminino.

Aqui, neste '4 Canções' estão faixas que já haviam dado o ar da graça no myspace do trio e que vinham circulando na internet há um bom tempo e que dão uma bela amostra do belo álbum, tão bom que logo-logo ganhará um segundo volume. Puro êxtase!

3 na Massa, '4 Canções' EP, 2007

1. Enladeirada
[com Thalma de Freitas]
[mp3]
2. Doce Guia
[com Céu]
[mp3]
3. Tatuí
[com Karine Carvalho]
[mp3]
4. Estrondo
[com Geanine Marques]
[mp3]

Download '4 Canções' completo [zip]

Ouça/Stream [m3u]

Link: http://www.myspace.com/3namassa

Info & Buy: BuscaPéMercadoLivreSubmarinoAmazonCD UniverseInsound7digital