Mostrar mensagens com a etiqueta Rock Progressivo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rock Progressivo. Mostrar todas as mensagens

28.4.17

Van Der Graaf Generator - Artigo de Fundo + Crítica a "The Box"


DIÁRIO DE NOTÍCIAS | 20 DE JANEIRO DE 2001
POP/ROCK

VAN DER GRAAF GENERATOR

VISÕES E FICÇÕES



A importante memória dos Van der Graaf Generator é revisitada numa caixa que percorre a obra mais importante do rock progressivo cuja redescoberta faz hoje todo o sentido.

Por oportuno exercício de memória, que poderá ter conhecido importante catalizador de atenções na maneira como o percurso recente dos Radiohead devolveu à ordem do dia alguns nomes do chamado rock progressivo, eis que chega finalmente aos escaparates aquela que parece ser a primeira manifestação de saudável restauração da inesquecível obra dos Van der Graaf Generator, sem dúvida a mais importante e marcante das bandas do seu tempo nesta mesma área.
O simples enunciar da expressão «prog rock» assustou, durante muitos anos, muitas almas que o associaram, sobretudo, à má memória dos subprodutos que gerou. Nomeadamente os tristes depoimentos de uns Yes, Emerson Lake And Palmer e de uns Genesis pós-Peter Gabriel... Afastada das atenções «grossitas», a obra dos Van der Graaf Generator marcou, todavia, o seu tempo. As letras plenas de um misticismo que Peter Hammill sempre cultivou e um inteligente suporte instrumental que nunca mostrou sinais de açúcar desnecessário, rasgaram o seu presente vislumbrando novos patamares de consciência estética, sugerindo uma noção de música acima de fronteiras e convenções que, regra nos nossos dias, era motivo para ditatorial jogo de política de fronteiras na alvorada de 70. O todo da proposta dos Van der Graaf Generator, contra o que nos mostravam então uns Pink Floyd ou Genesis, apontava à essência dos sons, em detrimento dos complementos directos (sobretudo os visuais). A sua música era mais profunda, negra e, sobretudo, desafiante, que a de outros contemporâneos. E hoje, quase 30 anos depois, soa estranhamente familiar e contemporânea. As visões de futuro além das formas, afinal, eram pertinentes.

EM BUSCA DE UMA IDENTIDADE

As origens dos Van der Graaf Generator remontam a uma viagem de Chris Judge Smith a São Francisco no marcante Verão de 1967. De regresso a Manchester, onde em pouco tempo se viu a trabalhar com o cantor e compositor Peter Hammill e o teclista (então usava-se o termo «organista») Nick Peame. Como nome escolheram um dos que Chris trazia da lista escrita na viagem à Califórnia, Van der Graaf Generator (para abreviar, VdGG: uma máquina que cria electricidade estática)...
Vencida uma etapa de troca de line-up (situação recorrente ao longo de toda a história dos VdGG), que determinou inclusivamente a saída de Chris Judge Smith e Nick Peame, editado um primeiro single por uma etiqueta que não aquela à qual se encontravam ligados por contrato (o que determinou a sua imediata retirada do mercado), o soberbo álbum de estreia «The Aerosol Grey Machine» (que começou a ser gravado como se de um disco a solo de Hammill se tratasse) mostrava interessantes sinais de uma banda que procurava um caminho seu, emergindo directamente das recentes e marcantes experiências no domínio do psicadelismo.
A resposta minimal do público não demoveu os VdGG, que entre 1969 e 1971 gravam três álbuns determinantes na definição da ideia de uma música que parte de estruturas rock para, por processos de desconstrução, procurar contaminações por via da abolição de fronteiras com o jazz e a música clássica. Contra a corrente, a música demarcava-se imediatamente pelo desvio do centro melódico para o jogo entre as teclas dos órgãos de Hugh Banton e o saxofone de David Jackson. Não havia guitarrista protagonista, e a própria presença de um baixista não foi constante em todos os períodos da vida do grupo. Sem a pompa excessiva e flácida de outros contemporâneos, a música dos VdGG evidencia uma consistência invulgar, em muito sugerida pela excelência do edifício instrumental e pela presença vocal de Hammill, cuja teatralidade e escrita determinam uma das forças maiores da visão que na alvorada de 70 era proposta pelos VdGG. O épico «A Plague Of Lighthouse Keepers» (do álbum «Pawn Hearts, de 1971), será talvez o expoente maior da versatilidade cromática e da complexidade interior característica da música dos VdGG e que, ao vivo, fez do grupo uma das grandes referências de palco na alvorada de 70, em absoluta oposição à cenografia mais garrida da contemporânea primeira geração do emergente glam rock.

A SEGUNDA GERAÇÃO

Separados em 1972 depois de um calendário de intensa actividade na estrada, os VdGG reuniram-se em 1975 depois de três anos de percursos a solo. Os três álbuns editados entre 1975 e 76 reflectem uma maturação da ideia original, refinando arestas, implodindo as energias em favor de manifestos de procura de novas formas dentro das formas. Genial, o clássico «Still Life» (de 1976), recolhe os momentos mais significativos desta segunda etapa da vida do grupo. A canção volta a merecer nova abordagem estrutural, e sentem-se claras manifestações de ordem «clássica» nos arranjos com que os novos temas se apresentam. Se a etapa 69-71 definiu as linguísticas mais negras e desafiantes do rock progressivo, o período 1975-77 reflecte a busca de um sentido de «belo» determinado pelas regras reveladas nos dias da pós-adolescência criativa do grupo. É também deste frutuoso período que datam as referências «prog rock» que alguns grupos revisitaram na recta final de 90. Escute-se o tema-título do álbum «Still Life» e todo o percurso dos Radiohead depois de «The Bends» terá nova leitura.
A segunda etapa da vida dos VdGG não foi, como a primeira, alheia a convulsões internas, determinando mudanças de alinhamento. A mais marcante destas mudanças deu-se depois de terminada a digressão de 1976, com a saída (sem substituição possível) do organista Hugh Banton, que levou o colectivo sobrevivente a mudar de nome para Van der Graaf. Com a derradeira formação foi gravado mais um álbum de originais «The Quiet Zone The Pleasure Dome», ao que se seguiu a digressão mundial que os trouxe a Portugal para três concertos em Lisboa, Coimbra e Porto em Setembro de 1977. Desta digressão nasce, depois, o álbum ao vivo «Vital» que assinala, em 1978, o final da carreira do grupo.

CAIXA DE SURPRESAS

A edição desta caixa, que poderá prenunciar a reedição integral da obra dos VdGG (certamente bem vinda numa altura em que muitos novos admiradores serão certamente cativados pelas memórias aqui recolhidas). Mas antes de sonhar com a devolução aos escaparates dos álbuns do grupo, «The Box» permite-nos um olhar representativo do seu legado. Elaborada em estreita colaboração com os antigos elementos dos VdGG (Peter Hammill foi frequentemente consultado no decurso da produção), a caixa propõe mais que uma simples recolha antológica. É certo que parte de uma ordenação cronológica dos eventos, mas evita a simples compilação de faixas dos álbuns e singles dos VdGG. Pelo contrário, usa frequentemente sessões gravadas para a BBC e inúmeros registos de concertos ao vivo (muitos provenientes de velhos «bootlegs», em alguns casos denotando o envelhecimento dos originais, nem todos de restauro fácil) para completar a história que os álbuns (todos reeditados em CD) já contaram. Os velhos admiradores encontrarão nestas raridades e na própria remasterização do som das faixas retiradas da discografia oficial motivos suficientes para justificar o reencontro com a banda que mais interessantes visões «progressivas» nos mostrou em inícios de 70. Falha, apenas, a informação do «inlay» de designa apelativo mas de conteúdo diminuto, sobrevalorizando a listagem integral das datas ao vivo em detrimento de uma biografia mais cuidada e de uma discografia devidamente ilustrada.
Na essência, a obra dos VdGG está aqui devidamente recordada. «The Box» é um monumento a uma memória marcante e um documento de absoluta referência. Venham, agora, as reedições remasterizadas álbum a álbum...
N.G.


VAN DER GRAAF GENERATOR
«The Box»
Virgin / EMI-VC
+++++





DISCOGRAFIA
ÁLBUNS
1968. «Aerosol Grey Machine»
1969. «The Least We Can Do Is Wave To Each Other»
1970. «H To He Who Am The Only One»
1971. «Pawn Hearts»
1972. «68-71»
1975. «Godbluff»
1976. «Still Life»
1976. «World Record»
1977. «The Quiet Zone The Pleasure Dome»
1978. «Vital»
1994. «Maida Vale (BBC Sessions)»
2000. «Introduction»
2000. «The Box»
SINGLES
1969. «People You Were Going To»
1970. «Refugees»
1972. «Theme One»
1976. «Wondering»





26.2.17

DN - Série: Discos Pe(r)didos (3)


DN - Diário de Notícias

05 de Outubro de 2002

Discos pe(r)didos




O Portugal Suave de 1969 assistiu ao nascimento de três importantes bandas nas áreas da música pop/rock: a Filarmónica Fraude, o Psico e os Objectivo. Estes últimos representam um dos raros casos de partilha de espaço com músicos não portugueses e traduz ainda a importância que o programa televisivo Zip Zip teve na revelação de novo talento nesses últimos dias de 60.
O nosso país era, já na altura, ancoradouro para alguns estrangeiros que aqui procuravam sopas, descanso... e trabalho. Kevin Holdale, norte-americano, instalara-se em 1968 em Lisboa. Com um passado musical de alguma notoriedade, cedo se juntou a outros músicos (entre eles Mike Sergeant) para formar os Mechanical Dream.
Paralelamente o baterista dos Ekos, Mário Guia, junta os Show Men, constituídos por si próprio (bateria), Tó Gândara (guitarra), Luís Filipe (teclas e guitarra) e Zé Nabo (baixista que tinha em tempos tocado com Vítor Gomes). Para este segundo grupo as coisas não correm bem até ao dia em que são convidados a tocar no Zip Zip. Apresentam-se sem nome, agradam e recebem do público espectador um nome: Objectivo. Atenta, a Sonoplay (mais tarde Movieplay) convida-os a gravar um EP, surgindo assim, a sua estreia em disco logo em 1969.
Uma série de problemas surgidos imediatamente após a gravação do EP conduziu os Mechanical Men e os Objectivo em rota de colisão. E, após as saídas de Tó Gândara e Luís Filipe, entram no Objectivo Kevin Koldale e Mike Sergeant. Mário Guia passa a relações públicas e para a bateria entra Zé da Cadela.
Em pleno episódio de convulsão interna, o grupo não está presente no lançamento do EP. De resto, as preocupações do Objectivo apontavam já ao segundo disco, um single que representou a primeira gravação estereofónica de um single português. The Dance Of Death e This Is How We Say (Goodbye) (composições de Kevin Holdale) preenchem as duas faces de um single que evidencia o desejo dos novos desafios da técnica e só falha nas vozes. As composições são interessantes desafios à forma da canção, sugerindo desejos de um experimentalismo pré-progressivo. The Dance Of Death ensaia, inclusivamente, uma abordagem à valsa, e não esconde encantos pelos novos teclados.
Visualmente os Objectivo causam também sensação. São banda regular na boite Ronda (no Monte Estoril) e, face a um público de fato engomado e gravata, contrastam pelos cabelos longos, túnicas e motivos florais. Chamavam-lhe o «look à Carnaby St»...
Apesar das inequívocas qualidades deste segundo disco, a vida do Objectivo não foi tranquila após a sua edição. A usa música, tal como a aparência dos músicos, era olhada com a suspeita de algo estranho e não «normal»... Todavia, o grupo representou, nos seus dias, uma das mais atentas pontes de contacto directo com os acontecimentos da capital pop/rock _Londres. The Dance Of The Death, bem como o outro single editado ainda em 1970 (Glory / Keep Your Love Alive, novamente duas composições de Kevin Holdale), são peças fulcrais do melhor rock português de inícios de 70.
Novas mudanças de formação têm lugar entre 1971 e 72. Pelo grupo passam nomes como os de Terry Thomas e Guilherme Inês. Holdale, a dada altura, segue caminho paralelo no Bridge, um grupo de jazz. Da sua convivência nessas fronteiras nasceria ainda uma colaboração com o Duo Ouro Negro e Fernando Girão (dos Very Nice), da qual nasceria o álbum Background.
Num vai e vem de músicos, o grupo acaba oficialmente em 1972. Holdale abandona o país em 1973. Terry Thomas formou os Albatroz. Jim Creegan regressou a Inglaterra e tocou nos Family, nos Cockney Rebel (de Steve Harley) e, mais tarde, com Rod Stewart. Guilherme Inês e Zé Nabo formam com José Cid e Moz Carrapa o efémero grupo Cid, Scarpa, Carrapa e Nabo. Os dois, mais tarde, encontrar-se-ão nos bem sucedidos Salada de Frutas. Por seu lado, Mike Sergeant passa pelo Quarteto 1111, os Green Windows e mais tarde Gemini.

Nuno Galopim.






1.11.16

Recordações (30) - Lojas de Discos - Planeta Rock, Lda.


Planeta Rock, Lda.

Lojas de Discos

Comprei lá muitos discos e cheguei a fazer parte do CD CLUB (ver imagem abaixo) desta loja, situada na
Av. da Liberdade, 38-A Centro Comercial Libersil, Loja 18 1250 Lisboa
Quem se lembra?

Era uma loja especializada em Rock Progressivo e Krautrock, embora tivesse também outras músicas, nomeadamente brasileira...








1.12.12

Livros sobre música que vale a pena ler (e que eu tenho, lol) - Cromo #21: Archie Peterson - "Eurock - European Rock & The Second Culture"


autor: Archie Pattersson
título: Eurock - European Rock & The Second Culture
editora: eurock publications
nº de páginas:708
isbn: 978-0-9723098-0-6
data: 2002

 sinopse:
A revista Eurock documenta um período particular do mundo, quando os limites da imaginação e o que era possível musicalmente foram esticados muito para além das normas. A alquimia futurística dos iões fluindo livremente, substâncias químicas expansoras da mente, e megawatts de electricidade resultaram numa explosão de criatividade sem paralelo na história da música rock.
Este livro contém, virtualmente, todos os melhores artigos escritos e publicados pela revista EUROCK durante o seu tempo de vida, 1973-1990.Também aqui incluídas estão várias peças novas, elaboradas nos anos subsequentes, até 2002. Começamos, todavia, com um artigo que não foi publicado na altura, em 1971, da autoria do lendário Lester Bangs, antigo editor da revista Creem e padrinho e guru dos críticos musicais. Lester é considerado por muitos como o mais original escritor de sempre sobre música da América. O espírito do artigo de Lester serve perfeitamente como introdução ao mundo da EUROCK - um tempo em que as palavras e a música que enchiam o ar faziam na verdade a vida, o amor, e a música, todos eles mais especiais.
Mesmo tendo em conta que a revista EUROCK terminou realmente em 1990, o seu braço armado, a distribuidora de discos e editora musical, para além de outros projectos relacionados, continua até aos dias de hoje em permanente actividade. Em 1996 foi-me dada a oportunidade de produzir a história musica da "Era do Rock Progressivo", no formato de 5-CDs, para a Rhino Records, intitulada "SUPERNATURAL FAIRY TALES". Em 2000, a história da revista EUROCK foi compilada num CD-ROM multimedia, THE GOLDEN AGE, que contém os artigos da era como fanzine, mais um álbum cheio de boa música, vídeos vintage, e muito mais. Hoje em dia, os maiores esforços estão concentrados no recurso online sobre música e informação sobre a mesma, em www.eurock.com.
A evolução das crónicas da EUROCK foram o meu próprio desenvolvimento. Em quase três décadas a fazer a EUROCK tornei-me dedicado a um conjunto muito simples de ideais que cresceram com a cultura rock. O meu processo criativo foi instintivo e consciente; agora ele é uma segunda natureza. Uma coisa permaneceu sempre constante: uma visão que olha para a música e para a vida como algo muito especial e sagrado, um acto virtual de fé.
Por favor leiam e divirtam-se com este livro, com o mesmo espírito com que ele foi escrito.
Mir,
Archie Pattersson

Já agora, o artigo de Lester Bangs tem o título de "Amon Düül : A Science Fiction Rock Spectacle" e ocupa 7 páginas. O livro, de mais de 700 páginas, relembre-se, contém inúmeros artigos sobre as bandas underground da altura, com um manancial de entrevistas exclusivas. E estamos a falar de artistas e bandas como Tangerine Dream, Klaus Schulze, Kraftwerk, Gentle Giant, Wallenstein, Nektar, Neu!, só para citar algumas. Um autêntico maná :-)




17.3.12

Livros sobre música que vale a pena ler (e que eu tenho, lol) - Cromo #14: António Pires - "As Lendas do Quarteto 1111"


autor: António Pires
título: As Lendas do Quarteto 1111
editora: Ulisseia
nº de páginas: 134
isbn: 978-972-568-582-2
data: 2007


sinopse:
Há 40 anos nascia entre nós um grupo musical que mudaria a maneira de compor, tocar e ouvor música em português.
Um grupo que partia do rock anglo-saxónico, sem a ele se limitar, e que integrava no seu som elementos da música medieval, da música tradicional portuguesa, e ainda de outras proveniências, como a música árabe. Um grupo que cantou, com ironia e espanto, temas da nossa História (D. Sebastião, D. Inês, o «Todo o Mundo e Ninguém» de Gil Vicente...) mas que também cantou odes aos Beatles ou canções claramente anti-regime, como as que integraram o seu primeiro álbum, destruído pela censura, onde a guerra colonial, a emigração e a exploração dos trabalhadores eram evocadas com desassombro.

Em As Lendas do Quarteto 1111, José Cid, Michel Silveira, Tó Zé Brito e Mike Sergeant contam-nos a sua versão da história, alguns episódios de tempos passados e dão-nos a conhecer, em discurso directo, algumas verdadeiras revelações, aqui compiladas e apresentadas da forma brilhante por António Pires.




19.2.12

Listas do FM - Cromo #8: Os Melhores Álbuns de Rock Progressivo


Progressivos anos 70 (nas suas múltiplas vertentes: electrónica, jazz, folk ou simplesmente inclassificável)

Ouvidos na íntegra:

AFFINITY

Affinity (Repertoire, 1970) – 7

AKSAK MABOUL (Bél./USA/Ingl.)

Un peu de l' Âme des Bandits (Atem/Crammed, 1979) – 9

AMAZING BLONDEL

Evensong (Edsel, 1970) – 7
Fantasia Lindum (Edsel, 1971) – 8
England (Edsel, 1972) – 8
Blondel (Edsel, 1973) – 8

ANGE (Fra.)

Le Cimetière des Arlequins (Philips, 1973) – 7
Au-delà du Délire (Si-Wan, 1974) – 8

ARBETE & FRITID (Sué.)

Deep Woods (col.) (Resource, 1970-1979, 1993) – 7

AREA (Itá.)

Arbeit Macht Frei (Cramps, 1973) - 9
Caution Radiation Area (Cramps, 1974) – 9
Crac! (Cramps, 1975) – 8
Maledetti (Maudits) (Cramps, 1977) – 8
1688 - 1978, Gli de se ne Vanno, Gli Arrabbiati Restano! (CGD, 1978) – 7

ARMAGEDDON

Armageddon (1975) - 7

ART BEARS

Hopes and Fears (Ré, 1978) – 10
Winter Songs (Ralph, 1979) – 8

ARTI & MESTIERI (Itá.)

Tilt (Vinyl Magic, 1974) – 8
Giro di Valzer per Domani (Vinyl Magic, 1975) – 8

ARZACHEL

Arzachel (1969) - 6

ART ZOYD (fra.)

Musique pour L' Odyssée (Mantra, 1979) – 8

AUDIENCE

The House on the Hill (Charisma, 1971) – 7

AYNSLEY DUNBAR RETALIATION (THE)

The Aynsley Dunbar Retaliation (One Way, 1970) – 7

BALLETTO DI BRONZE (IL) (Itá.)

Ys (Polydor, 1972) – 7

BARCLAY JAMES HARVEST

Barclay James Harvest (BGO, 1970) – 6
Once again (1971) - 7

BEGGARS OPERA

Act One (Repertoire, 1970) – 6
Waters of Change (Repertoire, 1971) – 8
Pathfinder (Repertoire, 1972) – 7

BEN

Ben (Repertoire, 1971) – 8

BLODWIN PIG

Ahead Rings out (BGO, 1969) – 8
Getting to this (BGO, 1970) – 8

BOB DOWNES OPEN MUSIC

Electric City (1970) - 6

BO HANSSON (Sué.)

Lord of the Rings (Edsel, 1970) – 6
Magician's Hat (Resource, 1972) – 8
Attic Thoughts (Silence/Resource, 1975) – 7

BRIDGET ST.JOHN

Jumblequeen (BGO, 1974) – 8

BURNIN' RED IVANHOE (Din.)

W. W. W. (Repertoire, 1971) – 8

CAMEL

Camel (Camel Productions, 1973) – 7
Mirage (Deram, 1974) – 8
Rain Dances (Deram, 1977) – 8

CANNED HEAT

Future Blues (BGO, 1970) – 8

CARAVAN

Caravan (HTD, 1969) – 8
If I Could do it all over again, I'd do it all over you (Deram, 1970) – 9
In the Land of Grey and Pink (Deram, 1971) – 10
Waterloo Lily (Deram, 1972) – 8
For Girls who Grow Plump in the Night (Deram, 1973) – 7
Cunning Stunts (Deram, 1974) – 6
Blind Dog at St.Dunstans (HTD, 1976) – 6

CARPE DIEM (fra.)

En Regardant Passer le Temps (Musea, 1975) – 8
Cueille le Jour (Musea, 1977) – 8

CATAPILLA

Changes (Repertoire, 1972) – 7

CAT STEVENS

Mona Bone Jakon (Island, 1971) – 7

CELESTE (Itá.)

Principe di un Giorno (Vinyl Magic, 1976) – 8

CLAIRE HAMILL

October (Blueprint, 1973) – 8

CLARK-HUTCHINSON

A=MH2 (1970) – 7

CLEARLIGHT (Fra.)

Clearlight Symphony (Virgin, 1975) - 8
Clearlight Symphony II (Mantra, 1975) – 7 (Claearlight Symphony - nova versão, c/ mat. original)
Forever Blowing Bubbles (Virgin, 1976) – 7

CLIMAX BLUES BAND (THE)

Plays on (C5, 1969) – 7

CLOUDS

The Clouds Scrapbook (BGO, 1969) – 7
Watercolour Days (1971) – 6

CMU

Open Spaces (See for Miles, 1971) – 8
Space Cabaret (1973) – 8

COLOSSEUM

Those who are about to Die Salute you (Essential, 1969) – 8
Valentyne Suite (Essential, 1969) – 10
Daughter ot Time (Essential, 1970) – 7

COMUS

First Utterance (BGO, 1971) – 9

CONVENTUM (Bél.)

A L'Affût d'un Complot (Kozak, 1977) – 8
Le Bureau Central des Utopies (Kozak, 1979) – 8

CRESSIDA

Cressida (Repertoire, 1970) – 8
Asylum (1971) – 6

CURVED AIR

Airconditioning (Warner Bros., 1970) – 8
Second Album (Warner Bros., 1971) – 8
Phantasmagoria (Warner Bros., 1972) – 10
Aircut (1973) – 7

DAEVID ALLEN (Austrál.)

Banana Moon (Spalax, 1971) – 8
Now is the Happiest Time of your Life (Decal, 1977) – 8
N' Existe pas! (Spalax, 1978) – 8

DANDO SHAFT

Dando Shaft (Repertoire, 1971) – 8

DASHIELL HEDAYAT (Fra.)

Obsolete (Mantra, 1971) – 8

DAVE GREENSLADE & PATRICK WOODROFFE

The Pentateuch of the Cosmogony (BGO, 1979) – 6

DAVID BEDFORD

The Rime of the Ancient Mariner (Virgin, 1975) – 7

DAVID VORHAUS

White Noise 2 - Concerto for Synthesizer (Virgin, 1975) – 8

DEDALUS (Itá.)

Dedalus (Vinyl Magic, 1973) – 8

DONOVAN (Escó.)

Sunshine Superman (BGO, 1967) – 8
A Gift from a Flower to a Garden (BGO, 1968) – 8
HMS Donovan (BGO, 1971) – 8

DR. STRANGELY STRANGE

Heavy Petting (1970) – 6

EAST OF EDEN

Mercator Projected (Si-Wan, 1969) – 9
Snafu (Si-Wan, 1970) – 10

EGG

Egg (Deram, 1970) – 7
The Polite Force (Deram, 1970) – 10
The Civil Surface (Virgin, 1974) – 8

EMERSON, LAKE AND PALMER

Emerson, Lake and Palmer (Castle Communications, 1970) – 8
Tarkus (Castle Communications, 1971) – 9
Trilogy (Castle Communications, 1972) – 8

ESKATON (Fra.)

4 Visions (Ad Perpetuam Memoriam, 1979) – 7

ETRON FOU LELOUBLAN (Fra.)

Batelages (Musea, 1977) – 9
Les Trois Fous Perdegagnent – 8

FAIRFIELD PARLOUR

From Home to Home (Repertoire, 1970) – 8

FAMILY

Fearless (Essential, 1971) – 8

FOCUS (Hol.)

In and out of Focus (EMI, 1970) – 7
Moving Waves (EMI, 1972) – 8
Focus 3 (EMI, 1973) – 7

FOREST

Forest (BGO, 1969) – 7
Full Circle (1970) – 7

FRANCO BATTIATO (Itá.)

Clic! (Artis, 1974) – 8

FUCHSIA

Fuchsia (1971) – 7

GENESIS

From Genesis to Revelation (1969) - 7
Trespass (Virgin, 1970) – 8
Nursery Cryme (Virgin, 1971) - 10
Foxtrot (Virgin, 1972) – 9
Selling England by the Pound (Virgin, 1973) – 9
The Lamb Lies down on Broadway (Virgin, 1974) – 10

GENTLE GIANT

Gentle Giant (Vertigo, 1970) – 9
Acquiring the Taste (Vertigo, 1971) – 10
Three Friends (Line, 1972) – 10
Octopus (Vertigo, 1972) – 8
In a Glass House (The Road Goes on Forever, 1973) – 9
The Power and the Glory (The Road Goes on Forever, 1974) – 8
Free Hand (One Way, 1975) – 8
Interview (Terrapin, 1976) – 7

GERRY RAFFERTY

Can I Have my Money back? (Ariola, 1971) – 7

GILGAMESH

Gilgamesh (Spalax, 1975) – 8

GILLI SMYTH

Mother (Spalax, 1978) – 7

GNIDROLOG

Lady Lake (Si-Wan, 1972) – 7

GONG (Fra./Austrá./Ingl.)

Magick Brother, Mystic Sister (Spalax, 1969) – 7
Camembert Electrique (Spalax, 1971) – 8
Continental Circus (Mantra, 1972) – 6
Radio Gnome Invisible, Part 1: The Flying Teapot (Spalax, 1973) – 9
Radio Gnome Invisible, Part 2: Angel's Egg (Virgin, 1973) – 10
You (Virgin 1974) – 9
Shamal (Virgin, 1975) – 8

GRACIOUS

Gracious (Repertoire, 1970) – 8
This is…Gracious!! (1972) – 6

GREATEST SHOW ON EARTH (THE)

Horizons (1970) – 7

GREENSLADE

Bedside Manners are Extra (Warner Bros., 1973) – 7

GREGORY ALLAN FITZPATRICK (Sué.)

Snorungarnas Symfoni (MNW, 1976) – 7
Bildcircus (MNW, 1978) – 8

GROUNDHOGS

Thank Christ for the Bomb (BGO, 1970) – 8
Split (BGO, 1971) – 7
Hogwash (BGO, 1972) – 8

GRYPHON

Gryphon (Canyon International, 1973) – 8
Midnight Mushrumps (Canyon International, 1974) – 10
Red Queen to Gryphon Three (Canyon International, 1974) – 10
Raindance (Canyon International, 1975) – 8
Treason (Harvest, 1977) – 8

GUY EVANS, DAVID JACKSON, HUGH BANTON & NIC POTTER

The Long Hello (Zomart, 1973) – 8

HANNIBAL

Hannibal (Green Tree, 1970) – 8

HAPPY THE MAN (EUA)

Beginnings (Cuneiform, 1975) – 8

HARMONIUM (Can.)

Si on Avait besoin d' une Cinquième Saison (Polygram, 1975) – 7

HATFIELD AND THE NORTH

Hatfield and the North (Virgin, 1973) – 10
The Rotter's Club (Virgin, 1975) – 8

HAWKWIND

Hawkwind (EMI Premier, 1970) – 7
In Search of Space (EMI Premier, 1971) – 8
Hall of the Mountain Grill (EMI Premier, 1974) – 7
Warrior on the Edge of Time (Dojo, 1975) – 8

HELDON (Fra.)

Un Rêve sans Conséquence Spéciale (Cuneiform, 1976) – 9
Interface (Spalax, 1977) – 8

HENRY COW

The Henry Cow Leg End (Recommended, 1973) – 10
Unrest (Recommended, 1974) – 8
In Praise of Learning (East Side Digital, 1975) – 9
Henry Cow Concerts (East Side Digital, 1976) – 7
Western Culture (Broadcast, 1979) – 9

HIGH TIDE

Sea Shanties (1969) – 7

HUGH HOPPER

1984 (Cuneiform, 1972) – 9

INCREDIBLE STRING BAND (THE) (Esc.)

5000 Spirits or the Cayers of the Onion (Elektra, 1967) – 8
The Hangman's Beautiful Daughter (Elektra, 1968) – 10
Wee Tam (Elektra, 1968) - 8
The Big Huge (Elektra, 1968) – 8
Changing Horses (Hannibal, 1969) – 8
I Looked up (Hannibal, 1970) – 7
Be Glad for the Song Has no Ending (Edsel, 1970) – 9
Liquid Acrobat as Regards the Air (Island, 1971) – 9
Earthspan (Island, 1972) – 8

ISOTOPE

Isotope (1974) - 8

JADE WARRIOR

Last Autumn's Dream (Line, 1972) – 7
Floating World (Island, 1974) – 7
Waves (Island, 1975) – 8
Kites (Island, 1976) – 8
Way of the Sun (Island, 1978) – 8

JAN DUKES DE GREY

Sorcerers (1969) – 7

JEAN -PHILIPPE GOUDE (Fra.)

Drones (Musea, 1979) – 8

JETHRO TULL

This Was (Chrysalis, 1968) – 8
Stand up (Chrysalis, 1969) – 8
Benefit (Chrysalis, 1970) – 8
Aqualung (Chrysalis, 1971) – 9
Thick as a Brick (Chrysalis, 1972) – 9
A Passion Play (Chrysalis, 1973) – 9
War Child (Chrysalis, 1974) – 8
Minstrel in the Gallery (Chrysalis, 1975) – 8
Songs from the Wood (Chrysalis, 1977) – 8
Heavy Horses (Chrysalis, 1978) – 7

JODY GRIND

One Step on (Green Tree, 1969) – 7

JOHN & BEVERLEY MARTYN

Stormbringer (Island, 1970) – 9
The Road to Ruin (Island, 1970) – 7

JOHN CALE & TERRY RILEY

Church of Anthrax (Columbia, 1971) – 7

JOHN GREAVES & PETER BLEGVAD

Kew. Rhone (Voiceprint, 1977) – 8

JOHN MARTYN

Bless the Weather (Island, 1971) – 8
Solid Air (Island, 1973) – 9
Inside out (Island, 1973) – 9

JOHN MAYALL

Bare Wires (London, 1968) – 9
Blues from Laurel Canyon (Deram, 1968) – 10

JON ANDERSON

Olias of Sunhillow (Atlantic, 1976) – 8

KEVIN AYERS

Joy of a Toy (BGO, 1970) – 9
Shooting at the Moon (BGO, 1971) – 10
Whatevershebringswesing (BGO, 1972) – 8
Bananamour (BGO, 1973) – 8
The Confessions of Dr. Dream (BGO, 1974) – 9
Sweet Deceiver (BGO, 1975) – 7
Yes, We have no Mañanas, so get your Mañanas Today (BGO, 1976) – 7
Rainbow Takeaway (BGO, 1978) – 7

KHAN

Space Shanty (Mantra, 1972) – 8

KING CRIMSON

In the Court of the Crimson King (EG, 1969) – 10
In the Wake of Poseidon (EG, 1970) – 9
Lizard (EG, 1970) – 10
Islands (EG, 1971) – 8
Larks' Tongues in Aspic (EG, 1973) – 9
Starless and Bible Black (EG, 1974) – 8
Red (EG, 1974) – 9

KINGDOM COME

Kingdom Come (Blueprint, 1972) – 8
Journey (Voiceprint, 1973) – 8

LADY JUNE

Linguistic Leprosy (See for Miles, 1974) – 8

LARD FREE (Fra.)

Lard Free (Spalax, 1973) – 8
I'm around about Midnight (Spalax, 1975) – 8

LINDA HOYLE

Pieces of me (1971) – 7

LINDISFARNE

Nicely out of Tune (Charisma, 1970) – 8
Fog on the Tyne (Charisma, 1971) – 8

LIVING LIFE (Itá.)

Let: From Experience to Experience (Mellow, 1978) – 8

MAGMA (Fra.)

Magma (Seventh, 1970) – 10
1001º Centigrades (Seventh, 1971) – 10
Mekanïk Destruktïw Kommandöh (Seventh, 1973) – 8
Köhntarkösz (Seventh, 1974) – 9
Üdu Wudü (Charly, 1976) – 9
Attahk (Charly, 1976) – 7

MAGNA CARTA

Seasons (Vertigo, 1970) – 10
Songs from Wasties Orchard (Repertoire, 1971) – 8
Lord of the Ages (Vertigo, 1973) – 8

MARK-ALMOND

Mark-Almond (1971) – 8

MATCHING MOLE

Matching Mole (CBS, 1972) – 8
Matching Mole's Little Red Record (CBS, 1972) – 9

MATTHEWS SOUTHERN COMFORT

Matthews Southern Comfort (1970) – 7
Second Spring (Lineca, 1970) – 8

MAY BLITZ

The 2nd of May (Repertoire, 1971) – 6

McDONALD & GILES

McDonald and Giles (1970) – 8

MEDICINE HEAD

New Bottles, Old Medicine (1970) – 6

MELLOW CANDLE

Swaddling Songs (Si-Wan, 1972) – 8

MICHAEL McGEAR

Woman (Edsel, 1972) – 7

MIKE OLDFIELD

Tubular Bells (Virgin, 1973) – 7
Hergest Ridge (Virgin, 1974) – 8
Ommadawn (Virgin, 1975) – 8
Incantations (Virgin, 1978) – 8

MOODY BLUES (THE)

A Question of Balance (Threshold, 1970) – 8
Every Good Boy Deserves Favour (Threshold, 1971) – 7

MOVING GELATINE PLATES (Fra.)

Moving Gelatine Plates (Musea, 1970) – 8
The World of Genius Hans (Musea, 1971) – 10

MUFFINS (THE) (EUA)

Chronometers (Cuneiform, 1976) – 9

NATIONAL HEALTH

National Health (Spalax, 1977) – 9
Of Queues and Cures (Spalax, 1978) – 9

NED LAGIN (EUA)

Seastones (Rykodisc, 1975) – 8

NEIL ARDLEY

Kaleidoscope of Rainbows (1975) – 8

NEKTAR

Remember the Future (1974) – 7

NICK DRAKE

Five Leaves Left (Island, 1970) – 8
Bryter Layter (Hannibal, 1970) – 8
Pink Moon (Hannibal, 1972) – 8

NICO

Desertshore (Reprise, 1971) – 8
The End... (Island, 1974) – 8

NUCLEUS

Elastic Rock 2xCD (BGO, 1970) – 8
We'll Talk about it later (1971) – 8
Solar Plexus (1971) – 8


PATRICK MORAZ (Bél.)

The Story of i (Charisma, 1976) – 7

PAZOP (Bél.)

Psychillis of a Lunatic Genius (Musea, 1972) – 8

PEKKA POHJOLA (Finl.)

Pihksilmä Kaarnakorva (Love, 1972) – 9
Harakka Biailopokku (1974) –9

PENGUIN CAFE ORCHESTRA

Music from the Penguin Café (Editions EG, 1976) – 9

PETE BROWN & PIBLOKTO

Things May Come and Things May Go But the Art School Dance will last forever (Repertoire, 1970) – 7
Thousands on a Raft (Repertoire, 1970) – 7

PETER GABRIEL

Peter Gabriel (Charisma, 1977) – 8
Peter Gabriel (Charisma, 1978) – 7

PETER HAMMILL

Fool's Mate (Charisma, 1971) – 8
Chameleon in the Shadow of the Night (Charisma, 1973) – 9
The Silent Corner and the Empty Stage (Charisma, 1974) – 10
In Camera (Charisma, 1974) – 10
Nadir's Big Chance (Charisma, 1975) – 8
Over (Charisma, 1977) – 10
The Future now (Charisma, 1978) – 9
PH 7 (Charisma, 1979) – 8

PETE SINFIELD

Still (1973) – 7

PHIL MANZANERA

1695 - Diamond Head (EG, 1975) – 8

PHIL MANZANERA/801

Listen now (Polydor, 1977) – 8

PICCHIO DAL POZZO (Itá.)

Picchio Dal Pozzo (Si-Wan, 1976) – 9

PINK FLOYD

The Piper at the Gates of Dawn (EMI, 1967) – 8
A saucerful of Secrets (EMI, 1968) - 8
Ummagumma (EMI, 1969) – 10
Atom Heart Mother (EMI, 1970) – 10
Meddle (EMI, 1971) – 8
Obscured by Clouds (EMI, 1972) – 7
Wish you Were here (EMI, 1975) – 7
The Wall (EMI, 1979) – 9

PREMIATA FORNERIA MARCONI (Itá.)

Storia di un Minuto (RCA, 1972) – 8
Photos of Ghosts (RCA, 1973) – 8
L' Isola di Niente (BMG Ariola, 1974) – 9

PRETTY THINGS

S. F. Sorrow (Edsel, 1968) - 8
Parachute (Edsel, 1970) – 7

PROCOL HARUM

Shine on Brightly (1969) – 7

PULSAR (Fra.)

The Strands of the Future (Musea, 1976) – 8
Halloween (Musea, 1977) – 8

QUELLA VECCHIA LOCANDA (Itá.)

Quella Vecchia Locanda (Vinyl Magic, 1972) – 7
Il Tempo della Gioia (RCA, 1974) – 8

RACCOMANDATA RICEVUTA RITORNO (Itá.)

Per…Un Mondo di Cristallo (Foni Cetra, 1972) – 7

RAW MATERIAL

Time is... (Repertoire, 1971) – 7

RENAISSANCE

Renaissance (Repertoire, 1969) – 7
Prologue (Repertoire, 1972) – 8
Ashes are Burning (Repertoire, 1973) – 7
Turn of the Cards (Repertoire, 1974) – 8
Scheherazade and other Stories (HTD, 1975) – 7

RICHARD PINHAS (Fra.)

Rhizosphere (Cuneiform, 1977) – 8
Iceland (Cuneiform, 1979) – 8

RICHARD AND LINDA THOMPSON

Hokey Pokey (Hannibal, 1974) – 8
I Want to See the Bright Lights Tonight (Island, 1974) – 10
Sunnyvista (Hannibal, 1979) – 7

RICHARD THOMPSON

Starring as Henry the Human Fly (Hannibal, 1972) – 7

RICK WAKEMAN

The Six Wives of Henry VIII (A&M, 1973) – 8

ROBERT CALVERT

Captain Lockheed and the Starfighters (BGO, 1974) – 8
Lucky Streif and the Long Ships (BGO, 1975) – 8

ROBERT WYATT

The End of an Ear (Columbia, 1971) – 8
Rock Bottom (Virgin, 1974) – 10
Ruth is Stranger than Richard (Virgin, 1975) – 8

ROBIN WILLIAMSON

Myrrh (Edsel, 1972) – 8

ROBIN WILLIAMSON & HIS MERRY BAND

American Stonehenge (Edsel, 1978) – 8

RON GEESIN

As he Stands (See for Miles, 1973) - 7

RON GEESIN & ROGER WATERS

Music from the Body (Harvest, 1970) – 7

ROXY MUSIC

Roxy Music (Virgin EG, 1972) – 10
For Your Pleasure (Virgin EG, 1973) – 10
Stranded (Virgin EG, 1973) – 10
Country Life (Virgin EG, 1974) – 8
Siren (Virgin EG, 1975) – 8

ROY HARPER

Stormcock (Science Friction, 1971) – 8
Valentine (Science Friction, 1974) – 8
Bullinamingvase (Science Friction 1977) – 9

RUNNING MAN (THE)

The Running Man (Repertoire, 1972) – 6

SAMMLA MAMMAS MANNA (Sué.)

Måltid (Silence, 1973) – 8
Schlagerns Mystik (Silence, 1978) – 9

SECOND HAND

Death May be your Santa Claus (See for Miles, 1971) – 9

SLAPP HAPPY

Slapp Happy (Virgin, 1974) – 8
Desperate Straights (1975) c/HENRY COW – 10

SOFT MACHINE (THE)

Soft Machine (1968) – 9
Volume Two (1969) - 10
Third (Columbia, 1970) – 10
Fourth (Columbia, 1971) – 7
Fifth (Columbia, 1972) – 7
Six (Columbia, 1973) – 8
Seven (Epic, 1973) – 8
Bundles (See for Miles, 1975) – 7
Softs (See for Miles, 1976) – 7

SPARKS (EUA)

Propaganda (Island, 1974) – 7
Indiscreet (Island, 1975) – 8

SPIRIT (EUA)

Twelve Dreams of Dr. Sardonicus (Epic Legacy, 1970) – 9
Future Games (Great Expectations, 1977) – 8

SPIROGYRA

St. Radigunds (Repertoire, 1972) – 8
Old Boot Wine (Repertoire, 1972) – 8
Bells, Boots and Shambles (Repertoire, 1973) – 8

STACKRIDGE

Stackridge (Edsel, 1971) – 9
(Have no Fear, I just Need your) Friendliness (Edsel, 1972) – 9
The Man in the Bowler Hat (Edsel, 1974) – 9

STEAMHAMMER

Reflection (1969) – 7

STEVE HACKETT

Voyage of the Acolyte (Charisma, 1975) – 8

STEVE HILLAGE

Fish Rising (Virgin, 1975) – 8

STORYTELLER

Storyteller (Wooded Hill, 1970) – 7

STRAWBS

From the Witchwood (A&M, 1971) – 9
Grave New World (A&M, 1972) – 9
Bursting at the Seams (A&M, 1973) – 8
Hero and Heroine (A&M, 1974) – 7
Ghosts (A&M, 1974) – 7

SYD BARRETT

The Madcap Laughs (Capitol, 1970) – 8
Barrett (EMI, 1970) – 7

T.2

It'll all Work out in Boomland (World Wide, 1970) – 9

TASAVALLAN PRESIDENTTI (Finl.)

Milky Way Moses (Love, 1974) – 8

TEA & SYMPHONY

An Asylum for the Musically Insane (Si-Wan, 1969) – 7

TEN YEARS AFTER

A Space in Time (BGO, 1971) – 6

TERRY RILEY

A Rainbow in Curved Air (Columbia Rewind, 1971) – 10
Persian Surgery Dervishes (Mantra, 1972) – 8

THIRD EAR BAND

Third Ear Band (BGO, 1970) – 7
Music from MacBeth (BGO, 1972) – 8

TIM BLAKE

Crystal Machine (Mantra, 1977) – 7

TIR NA NOG

Tir Na Nog (BGO, 1971) – 8
A Tear and a Smile (Edsel, 1972) – 7
Strong in the Sun (Edsel, 1973) – 7

TITUS GROAN

Titus Groan (See for Miles, 1970) – 7

TOM NEWMAN

Faerie Symphony (1970) – 8

TONTON MACOUTE

Tonton Macoute (Repertoire, 1971) – 7

TRADER HORNE

Morning Way (See for Miles, 1970) – 8

TRAFFIC

John Barleycorn must Die (Island, 1970) – 8

TUDOR LODGE

Tudor Lodge (Si-Wan, 1971) – 8

TYRANNOSAURUS REX

A Beard of Stars (A&M, 1970) – 7

UNIVERIA ZEKT (Fra.)

Les Unnamables (Musea, 1971) – 7

URBAN SAX (Fra.)

Urban Sax (EPM, 1977) – 8
Urban Sax 2 (1978) – 8

VAN DER GRAAF GENERATOR

The Aerosol Grey Machine (Repertoire, 1969) - 8
The Least we Can do is Wave to each other (Charisma, 1969) – 10
H to He who am the only one (Charisma, 1970) – 10
Pawn Hearts (Charisma, 1971) – 10
Godbluff (Charisma, 1975) – 10
Still Life (Charisma, 1976) – 10
World Record (Charisma, 1976) – 8
The Quiet Zone/The Pleasure Dome (Charisma, 1977) – 8

WEIDORGE (Fra.)

Weidorge (Musea, 1978) – 7

WHITE NOISE

An Electric Storm (Island, 1969) – 10

WHO (THE)

Who’s next (Polydor, 1971) – 8

WIGWAM (Finl.)

Tombstone Valentine (Love, 1970) - 8
Being (Love, 1973) – 8
Nuclear Nightclub (Virgin, 1975) – 8

WISHBONE ASH

Wishbone Ash (1970) - 7

WOLF

Canis Lupus (1973) – 7
Saturation Point (1973) – 7

YES

Time and a Word (Atlantic, 1970) – 7
The Yes Album (Atlantic, 1971) – 9
Fragile (Atlantic, 1971) – 7
Close to the Edge (Atlantic, 1972) – 9
Tales from Topographic Oceans 2xCD (Atlantic, 1973) – 9
Relayer (Atlantic, 1974) – 9
Going for the One (Atlantic, 1977) – 7
Tormato (Atlantic, 1978) – 7

YOCHKO SEFFER (Fra.)

Ghilgoul (Musea, 1978) – 7

ZAO (Fra.)

Shekina (Musea, 1975) – 8
Kawana (Musea, 1976) – 8

Z N R (Fra.)

Barricade 3 (Recommended, 1977) – 9
Traite de Mecanique Populaire (Torak, 1977) – 8

Entre parênteses, a seguir ao título: editora da reedição em CD e data de edição original. Quando não consta o nome da editora é porque o disco não faz parte da minha colecção.

Alguns discos fundamentais do Progressivo foram gravados ainda nos anos 60, daí a sua inclusão nesta lista. Outros apenas indirectamente se relacionam com o progressivo (Nick Drake, Sparks, etc)

Não foram considerados álbuns de bandas folk como Fairport Convention, Pentangle, Steeleye Spanm Spriguns, Malicorne, Mélusine, la Bamboche, etc que serão objecto de outra lista.

+ (não ouvidos na íntegra, c/* - os mais interessantes)

Andy MacKay: In Search of Eddie Riff (1974) *
Aquila: Aquila
Atomic Rooster: Death walks behind you (1970) *
Alan Bown (The): Listen (1970)
Bakerloo: Bakerloo
Battered Ornaments: mantle Piece (1969)
Black Widow: Black Widow (1970)
Blonde on Blonde: Rebirth (1970)
Centipede: Septober Energy (1971) *
Chris Squire: Fish out of Water (1975)
Claire Hamill: One House left Standing (1971)
Clear Blue Sky: Clear Blue Sky (1971)
Clifford T. Ward: Home Thoughts from Abroad (1973)
Curved Air: Midnight Wire (1975)
Decameron: Third Light (1975)
Deep Purple: Deep Purple in Rock (1970)
Dr.Z: Three Parts to my Soul (1971)
Every Which Way: Every Which Way (1970)
Free: Fire and Watwer (1970)
Fruup: Future Legends (1973)
Fruup: Prince of Heaven’s Eyes (1974)
Fusion Orchestra: Skeletons in Armour (1973) *
Gilgamesh: Another Fine Tune you’ve got me into (1978)
Gravy Train: Gravy Train (1970) *
Gravy Train: ballad of a Peaceful Man (1971)
Greatest Show on earth (The): The Going’s Easy (1970) *
Greenslade: Grenslade (1973)
Help Yourself: Help Yourself (1971)
High Tide: High Tide (1970)
Ian Matthews: If yow Saw through my Eyes (1971) *
If: If (1970) *
Incredible String Band (The): “U” (1970) *
Isotope: Illusion (1974)
Isotope: Deep End (1976) *
Jackson Heights: King Progress (1970)
Jonesy: Growing (1973) *
Keef Hartley Band: Little Big Band (1971)
Killing Floor: Out of Uranus (1970)
Man: Man (1970)
Manfred Mann Chapter Three: Manfred Mann Chapter Three (1969) *
Manfred Mann Chapter Three: Manfred Mann Chapter Three, vol. 2 (1970) *
Manfred Mann’s Earthband: Solar Fire (1973)
May Blitz: May Blitz (1970)
Nektar: Journey to the Centre of the Eye (1972)
Nektar: A Tab in the Ocean (1974)
Nice (The): Five Bridges Suite (1970)
Nice (The): Elegy (1971)
Nirvana: Local Anaesthetic (1971)
Nucleus: Belladonna (1972)
Nucleus: Labirynth (1973)
Patto: Patto (1970)
Plainsong: In Search of Amalia Earhart (1972) *
Procol Harum: Grand Hotel (1973)
Quatermass: Quatermass (1970)
Quiet Sun: Mainstream (1975)*
Quintessence: Quintessence (1970)
Ramases: Space Hymns (1971)
Rare Bird: As your Mind Flies by (1970) *
Refugee: Refugee (1974)
Rock Workshop: Rock Workshop (1970) *
Room: Pre-Flight (1970) *
Sallyangie: Children of the Sun (1968)
Savoy Brown: Raw Sienna (1970) *
Skin Alley: Skin Alley (1969)
Spontaneous Combustion: Spontaneous Combustion (1972)
Spring: Spring (1971)
Steve Howe: Beginnings (1975)
String Driven Thing: The Machine that Cried (1973)
Supertramp: Indelibly Stamped (1971)
Tempest: Tempest (1973)
Uriah Heep: Salisbury (1971)
Warm Dust: Peace for our Time (1971) *
Wild Turkey: Battle Hymn (1971)
Wishbone Ash: Pilgrimage (1971)
Wishbone Ash: Argus (1972)

+

sob investigação e c/boas referências

Aardavark, A-Austr, Accolade, Andromeda, Andwella’s Dream, Andy Roberts, Arcadium, Asgard, Back Door, Blossom Toes, Bramstoker, Bread, Love & Dreams, Byzantium, Jimmy Campbell, Capability Brown, City Waites,
C.O.B., Cosmic Eye, Daylight, J. S. D. Band, Design, Esperanto, Gile’s Farnabys Dream Band, Gary Farr, Fields
Frogmorton, Galliard, Gothic Horizon, Hedgehog Pie, Home, Julian’s Treatment, Madrigal, Marsupilami, Tony McPhee, Morgan, Motherlight, Natural Acoustic Band, Northwind, Oak, Oberon, Principal Edwards Magic Theatre
Renia, Andy Roberts, Samurai, Seventh Wave, Siren, Still Life, Solid Gold Cadillac, Roger Ruskin Spear, Sun Also Rises, Swan Arcade, Synthanesia, Tear Gas, Toe-Fat, Tractor, Unicorn, Vulcan’s Hammer, Way We Live (The), Web (The), Wooden O, Zygoat

Nota: nesta última relação constam, paradoxalmente, bandas folk que eu próprio adoraria conhecer (Bread, Love & dreams, C.O.B., Natural Acoustic Band, The City waites, JSD Band, Swan Arcade...) dentro do espírito do Progressivo.

saudações

FM




11.2.12

NWW List: Cromo #38 - Cro Magnon - "Orgasm"


Álbum que podemos enquadrar no movimento do rock progressivo que por terras de sua majestade despontou nos finais dos anos 60 e inícios dos 70s. Mas este é um progressivo muito especial, mais ainda se tivermos em atenção a data da sua feitura, 1968. Muita da música incorpora ainda alguns dos tiques que haveriam de fazer furor apenas alguns anos mais tarde, tais como a inclusão maciça de electrónica, a utilização do "noise" industrial antes de se começar sequer a pensar nisso, além de tópicos rigorosamente heavy/black metal, também ainda em gestação.
Um álbum inovador de pioneiros da música do século 20. A ouvir sem qualquer tipo de hesitação.



LINK




11.1.12

NWW List: Cromo #33 - Chillum - "Chillum"


Banda de rock progressivo inglesa herdeira dos conhecidos Second Hand, que chegaram a ter o seu momento de glória na cena progressiva britânica, este álbum é por alguns considerado como se fosse o terceiro daquela banda. As partes, substanciais, de órgão são muito similares e sendo os músicos de muito boa cepa, este é um caso em que a totalidade não é melhor do que a soma das partes pois existe alguma falta de coesão. Existe um solo de bateria memorável de Kieran O'Connor e a capa é sui generis.



LINK




Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...