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5.3.21

Cartão da Symbiose dem acumulação de pontos - memorabilia


 Ao fim de 13 compras tinhas direito a um disco de borla (havia valores limite).

Aqui, neste caso, parece que fiquei a arder pois só faltava 2 para ter um de borla.

Já não me lembro o que se passou...










21.6.18

Lojas Já Desaparecidas... Ou Não... (e Estações de Rádio, Editoras, ...) (3)








MB21












13.3.18

Lojas Já Desaparecidas... Ou Não... (e Estações de Rádio, Editoras, ...) (1)


































23.2.18

Memorabilia - Revistas - Mondo Bizarre - Nº 26 - Junho de 2006


Mondo Bizarre
Revista / Magazine
A4 - papel de jornal - a corres capa e contracapa
56 páginas
Publicação Trimestral
Distribuição Gratuita
Ano VII
Nº 26
Junho de 2006


Current 93
Opereta Apocalíptica



David Tibet levou quatro anaos a preparar “Black Dogs Ate The Sky”. Reuniu uma imensa panóplia de músicos para contar o seu sonho da chegada do dia do juízo final. Após alguns álbuns descarnados, muitas complicações e discos ao vivo, “Black Dogs Ate The Sky” reconduz o nome Current 93 aos trabalhos de grande envergadura tão bem conseguidos noutros tempos.

Diz David Tibet que este álbum começou a ser pensado depois de um sonho onde vislumbrou barcos negros devorando o céu enquanto preparavam a vinda do último César (o anticristo), assim antecipando, como está escrito, a segunda vinda de Cristo.
Curiosamente, a imaginação (sublimada pelos ácidos) já lhe tinha sugerido, em 88, um Noddy a ser crucificado no céu, o que o levou a explorar a ideia do miúdo do guizo enquanto ícone gnóstico em “Swastikas For Noddy”. “Black Ships Ate The Sky” não partilhará da mesma carga de humor sinistro e macabro, se assim lhe quisermos chamar, mas ao fim de mais de vinte anos de vida do projecto, continuam os artifícios sinistros e crípticos que Tibet regularmente utiliza para contar as suas histórias. Lautréamont (e os “Cantos de Maldoror”) ou o ocultismo de Aleister Crowley já não moram aqui (embora ainda façam algumas visitas, suspeita-se). É a Bíblia, e mais ainda os evangelhos  gnósticos, na versão cóptica, que orientam hoje a poesia declamada pelo novo cristão Tibet. Este lado esotérico e obscuro da escrita de Tibet, e de todo o tipo de ambientes que rodeia a apresentação dos trabalhos dos Current 93, nunca acolheu simpatia de forma fácil fora dos círculos fechados do rock gótico, mas a música propriamente dita acabou por vir desempenhar o caminho inverso, contribuindo muitas das vezes para o desmascarar de um preconceito óbvio. A influência da folk britânica, versão The Incredible String Band, Donovan ou Shirley Collins (já agora, ela participa neste disco), temm ajudado a produzir momentos de excelência no percurso do projecto de Tibet. E este, ao contrário do que os últimos álbuns e a compensação através das reedições e compilações vinham sugerindo, é mais um desses momentos altos. Musicalmente, a alma de “Black Ships Ate The Sky” deve muito às guitarras de Michael Cashmore e de Bem Chasny (o poço de talento também conhecido por Six Organs Of Admittance), ao violoncelo de John Contreras e ao toque habitual de Steven Stapleton, dos Nurse With Wound. Acaba por ser na interpretação repetida, ao longo do disco, de “Idumea”, um obscuro hino da autoria do metodista Charles Wesley (séc. XVIII), que é mais bem conseguida a ligação ao sonho alucinado de Tibet. À vez, entrega-se a essa tarefa gente tão diferente (e tão boa) como Marc Almond, Will Oldham (que também toca banjo no tema), Baby Dee, Clodagh Simonds (voz dos Mellow Candle, um projecto de folk psicadélica dos anos 70), Pantaleimon, a eternamente venerada Shirley Collins e o próprio Tibet. “Black Ships Ate The Sky” é a obra maior dos últimos tempos dos Current 93).
VJ
Vítor Junqueira.















1.11.16

Recordações (30) - Lojas de Discos - Planeta Rock, Lda.


Planeta Rock, Lda.

Lojas de Discos

Comprei lá muitos discos e cheguei a fazer parte do CD CLUB (ver imagem abaixo) desta loja, situada na
Av. da Liberdade, 38-A Centro Comercial Libersil, Loja 18 1250 Lisboa
Quem se lembra?

Era uma loja especializada em Rock Progressivo e Krautrock, embora tivesse também outras músicas, nomeadamente brasileira...








21.8.16

Recordações (8)


A Contraverso foi, certamente, a primeira discoteca em que verdadeiramente comecei a comprar discos. Situada no Bairro Alto foi a primeira, ou pelo menos a primeira a obter sucesso comedido na comunidade alternativa portuguesa/lisboeta.
Fui lá várias vezes comprar discos directamente, mas o grosso das aquisições foi efectuado via postal, um processo mais complicado que os cliques actuais para efectuar todo o processo; mas mesmo assim preferível, para mim, devido aos custos acrescidos dos transportes de quem não estudava já nem trabalhava em Lisboa.
Ficam aqui alguns, das várias dezenas, dos scannings de troca de correspondência, impressos, catálogos, etc. com a referida loja de discos.















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