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14.7.25

LP - Jornal de Música - nº 36


 

Director: João Fraga

Chefe de Redacção: Rafael Gouveia

Ano I

Nº 36

75$00

Semanário: 6 de Junho de 1989


coisas + importantes (e desenvolvidas)

na capa:

1. IK Mux - Públicas Confissões - artigo e fotos - 2 páginas, com texto por Monteiro Fernandes e Fotos por Diogo Félix

+

- Love And Rockets - Para quando nos sentimos enganados... - Jorge Pereira - artigo 1 página

- The Cure - When You Wish Upon A Star - artigo de 2 páginas, por Pedro Moura

- Doutores E Engenheiros - Igual ao litro - artigo de 1 página, por João Pedro Costa

- Braga: Finalmente Domingo, artigo de uma página a propósito do lançamento da compilação "Braga - À Sombra de Deus", por... anónimo ...

- Humphrey Bogart - artigo de 2 páginas por Maria João Gouveia























18.8.16

Recordações (6)


Braço armado para a vestimenta (t-shirts) da editora Dansa Do Som, parte da "holding" com origem no Rock Rendez-Vous.
Acho que cheguei a comprar a T-Shirt dos The Cure.
Lembro-me ainda de lhes comprar uma dos Gene Loves Jezebel.
Quanto à dos New Order... se calhar nunca mais tiveram em stock... ou faltou a cheta :-)












30.12.15

Memorabilia: Revistas / Magazines / Fanzines (138) - Música & Som #97


Música & Som
Nº 97

Novembro de 1984
Publicação Mensal
Esc. 150$00




Director: A. Duarte Ramos
Chefe de Redacção: Jaime Fernandes
Propriedade de: Diagrama - Centro de Estatística e Análise de Mercado, Lda.
Colaboradores:
Amílcar Fidélis, Ana Rocha, Carlos Marinho Falcão, Célia Pedroso, Fernando Matos, Fernando Peres Rodrigues, Hermínio Duarte-Ramos, João Gobern, José Guerreiro, José Tavares, Manuel José Portela, Manuela Paraíso, Nuno Infante do Carmo, Pedro Ferreira, Rui Monteiro,Trindade Santos.
Correspondentes:
França: José Oliveira
Inglaterra: Ray Bonici

Tiragem 16 000 exemplares
Porte Pago
56 páginas A4
capa de papel brilhante grosso a cores
interior com algumas páginas a cores e outras a p/b mas sempre com papel não brilhante de peso médio.


Os Cure E O Universo Emocional
por Luís Maio

Trata-se aqui de levar a efeito uma abordagem da produção musical dos Cure a partir da consideração retrospectiva dos seis trabalhos de longa duração até agora editados pelo agrupamento. A tematização desses trabalhos incidirá principalmente sobre um tópico que procuraremos salientar como uma das suas linhas de força. A saber, a emoção tomada como objecto essencial de expressão na música dos Cure. Haverá que começar por esclarecer a significação desta ideia de base.



De um modo geral, uma análise discográfica entra em linha de conta com o alcance emotivo da obra analisada. Mas quando este aspecto é tomado em atenção, tende-se a pensá-lo como acessório sugestivo da expressão musical propriamente dita, acentuando-se a diversidade do expresso e do sugerido. Mais concretamente, considera-se que aquilo que se sugere, a emoção, é uma espécie de recurso persuasivo daquilo que se expressa, um meio de sedução visando a aceitação de conteúdos de teor sócio-político ou outros. Como é óbvio, isto implica ver na emoção algo que a música provoca como efeito, logo, que está para lá dela, no plano das consequências impressivas que é capaz de provocar no auditor.
A adopção desta perspectiva implica a subestimação de um vasto grupo de obras musicais centradas na expressão ou exposição do universo emocional. Com efeito, há toda uma série de criações em que a emoção não é pretexto, mas a própria essência do texto musical - uma emoção, a tristeza, por exemplo, não é então um atributo da experiência auditiva do receptor, mas um predicado da própria música. É no conjunto das produções musicais detentoras desta qualidade que consideramos integrados os Cure.

I. «Three Imaginary Boys [UK] / Boys Don't Cry [US] (1979)
É um dado adquirido para a psicologia do comportamento e para a filosofia do espírito, que a emoção é uma representação interior ou subjectiva, com uma contrapartida emocional ou objectiva. Deste ponto de vista, a expressão da emoção através da obra, nomeadamente de ordem musical, consiste na «encenação» da sua contrapartida exterior. Naturalmente, o valor de uma tal criação depende da maior ou menor capacidade de induzir o receptor a reconhecer o estado de espírito que intenta representar. Partindo destas premissas, consideremos o LP de estreia dos Cure. Saído num momento em que o movimento punk é ainda predominante, o disco traz a marca nítida dessa fonte de inspiração. Ora, ao nível das emoções, o punk tece-se no enredo dialéctico de duas famílias de sentimentos, nem sempre dissociáveis: uma mais passiva (frustração / angústia / desespero); outra mais activa (fúria / ódio / revolta). Precisamente, são essas áreas emotivas que nos reaparecem sabiamente articuladas no primeiro álbum do agrupamento liderado por Robert Smith.
Ele não copia, o turbilhão sonoro do punk, analisa-o e decompõe-no nos seus elementos basilares, cofere-lhes uma tonalidade mais sóbria e agreste; é o caso, por exemplo, de «Accuracy» e «Glinding Halt». Ele não repete o fraseado grosseiro dos punks, antes recupera poeticamente o seu núcleo ideológico; aqui, há que referir títulos como «Boys Don't Cry» e «Subway Station». Desta forma, o primeiro Cure produz-se na fecunda recuperação da carga emotiva inerente ao punk, possuindo uma autenticidade e imediatez que o grupo raramente voltaria a igualar.

II. «Seventeen Seconds» (1980)
«Seventeen Seconds» não é o disco que mais se esperaria depois de «Three Imaginary Boys», pouco ou nada explorando as criativas pistas musicais por ele lançadas. Todavia, também se pode dizer que aquele é uma consequência previsível deste, ainda que menos directa; assim, se o primeiro Lp dos Cure se produzia como reacção emotiva ao mundo exterior, o segundo surge como reacção a essa reacção. Procuremos explicar-nos: «Three Imaginary Boys» desembocava na revolta contra o outro do sujeito que é o mundo exterior; a revolta, regra geral, é um caminho que não conduz onde se quer chegar, neste caso à reconciliação positiva do eu com o outro; assim, o eu chega à aniquilação do não-eu, ao desencantamento e à solidão - é esse mesmo o estado emotivo que se faz sentir em «Seventeen Seconds». Na verdade, este disco representa uma aposta de Smith na distância. Virando costas ao domínio da acção e da realidade concreta, refugia-se numa interioridade lúdica mas apática, quase destituída de vida, como em «In Your House» e «At Night»; dela só desperta por instantes breves, caso de «Play For Today», a excepção que confirma a regra.
O problema deste «Seventeen Seconds» consiste em o novo teatro de emoções apresentado pela companhia Cure ser, por assim dizer, mal montado, havendo um enorme desfasamento entre aquilo que representa e aquilo que se propõe representar. Smith deseja mostrar distanciamento face ao outro na pessoa do estado actual das coisas - mas, o seu intento sai fracassado, a música que quer exprimir distância, destituída de capacidade para o fazer, acaba por se tornar ela mesmo distante e desinteressante. As letras triviais, os ritmos arrastados, as melodias ociosas de «Seventeen Seconds» fazem fazem do disco qualquer coisa que se ouve, mas que não se escuta verdadeiramente.

III. «Faith» (1981)
Tal como o seu predecessor, o terceiro Lp dos Cure representa um forte investimento na interioridade, revertendo num hermetismo individualista oposto à relação com o outro que é o mundo, instância perversora da integridade pessoal. Mas, apesar da similitude, «Faith» inscreve-se num nível de interioridade bastante diverso. Como dissemos, «Seventeen Seconds» era um testemunho de desilusão e renúncia perante a impossibilidade de transformar a realidade. Era, portanto, uma obra em que a relação ao outro era ainda tomada por referência, em que a expressão emocional emergia como forma reactiva à realidade. Agora, «Faith» é já o mergulho integral no oceano da interioridade emocional, o disco em que o domínio das emoções é retratado despido de qualquer carga reactiva. Abstraídas do contacto com o plano do concreto, as emoções surgem como instâncias espirituais autónomas, que fluem pela vontade exclusiva de quem as desencadeia. E o que se entrevê na música de Robert Smith é uma franca atracção para a dor, para o culto da autopunição tida por espécie de via ascética e emotiva para a fé (a fé salvífica como sentimento isolado de um objecto exterior e concreto).
A impressão musical deste modo de estar é superiormente concretizada em «Faith». Desde o início de cada composição, o baixo e a bateria são cadenciados, de uma regularidade quase maquinal; sob este fundo rítmico, as teclas entram em cena no desenvolvimento de harmonias suaves envolventes. Assim se criam atmosferas musicais que convidam à intimidade, finalmente introduzida pela voz ou pela guitarra que nelas deambulam, como as emoções no interior do nosso espírito. Os casos mais brilhantes desta combinação de elementos musicais são «Funeral Party» e «Faith».



IV. «Pornography» (1982)
Se a emotividade está presente em todos os discos dos Cure, em «Pornography» está-o de modo mais extremado. Neste quarto trabalho do agrupamento, todo o recurso ao plano da objectividade é banido - do real, como do pensamento, só fica o espectro sombrio ao nível emocional. Mesmo no plano das emoções, nada se pode discernir de nítido ou de definido, mas encontra-se no seu lugar uma turbamulta de sensações que nos instalam no mais completo vazio. «Pornography» é, acima de tudo, um disco niilista, em que Robert Smith se empenha em levar até às últimas consequências a sua experiência de autodestruição emocional.
Mais uma vez, a representação musical dessa experiência de ser é perfeita. As letras são sequências de frases confusas, sem sentido, vomitadas por uma voz visceral, impregnada de pérfido tormento; por sua vez, o som instrumental é o rigoroso complemento desses elementos: não há ritmos, não há trechos melódicos distintos e autonomamente prosseguidos, mas uma contínua avalanche de sons caóticos. A consequência desta estratégia compositiva adequada ao objecto representado é, todavia, desastrosa para o auditor: «Pornography» é um disco cansativo e ensurdecedor que, excluindo uma ou outra faixa, como «The Hanging Garden», é praticamente inaudível.

V. «Japanese Whispers» (1983)
Depois da tournée de «Pornography», em virtude do estado de tensão e violência que a música dos Cure exercia sobre os seus próprios criadores, o grupo desmembra-se e cada qual segue o seu próprio caminho. Pelo seu lado, Robert Smith intensifica o trabalho de guitarrista dos Siouxsie, o qual vinha a desenvolver desde 79 e, com o baixista desse agrupamento, Severin, inicia uma experiência sonora com o título de The Glove. Estas actividades parecem ter insuflado uma nova vida ao moribundo arquitecto de «Pornography» e, quando volta a gravar com Lol Torhurst sob o nome de The Cure, é já com outro espírito, menos tenebroso e vazio.
Em 83, sai «Japanese Whispers», uma colectânea dos singles lançados nesse e no ano precedente. Embora sem a homogeneidade emocional dos álbuns precedentes, este é ainda um disco em que é possível notar uma certa continuidade de sentimentos. Smith mudou: perdeu um pouco da sua obsessão interiorista que o conduzira ao mais negativo vazio, voltou-se para o mundo exterior que, se não pode louvar, tem de tolerar como um mal menor. Assim, assume perante o outro uma atitude de indulgência mesclada de cinismo.
Isso está bem patente nas letras de «Japanese Whispers», mais superficiais e menos personalizadas, tomando a forma de registos da vida vulgar apresentados no espírito de esplendor e miséria que só a negligência sabe tecer: os exemplos mais flagrantes são «The Love Cats» e «Let's Go To Bed». A voz que canta essas palavras, a música que a acompanha, não são menos significativas, fazendo apelo a géneros musicais do passado, tal como o swing, recuperando um tom de falseto que provoca o riso e convida à dança; a este respeito além das faixas já mencionadas, é também de referir «The Walk». Em suma, em «Japanese Whispers» sopram os ventos da mudança e da invenção que reanima a alma Cure.

VI. «The Top» (1984)
«The Top» é, de alguma forma, uma solução de compromisso entre a interioridade assumida no passado e a alternativa de reabertura ao outro presente em «Japanese Whispers». Com efeito, por um lado, nota-se a recuperação do desejo de se sentir a si, como se mais nada houvera no mundo, desejo de isolamento e dor; por exemplo, em «The Empty World» e «The Top». Por outro lado, assinala-se o regresso à atitude de negligência irónica que aceita, escarnando, a realidade tal como ela aparece; ilustram esta vertente de «The Top» títulos como «Birdman Girl» e «Caterpillar».
O jogo entre as duas coordenadas do trabalho dos Cure é, todavia, pouco feliz. e isto porque, em primeiro lugar, as palavras cantadas em «The Top», além de nada trazerem de novo, denotam uma dificuldade de expressão que nos leva a supor a exaustão das faculdades criativas de Smith - para o constatar, oiça-se, principalmente, «Dressing Up» e «Piggy In The Mirror». Depois, em segundo lugar, a necessidade de inovação inerente à música pop leva Smith a recorrer desastrosamente a géneros musicais completamente estranhos à «personalidade» Cure, como o hard-rock - ouça-se (mas pouco) essa aberração intitulada «Shake Dog Shake».
Vivendo de interdições, num espaço emocional que vai da negação do outro à recusa de si, a música dos Cure encontra-se num impasse. Que se decida, ou por si, ou pelo outro.



Alguns artigos interessantes, para futura transcrição:
. Siouxsie And The Banshees - State Of Shock, por Célia Pedroso




30.1.15

Memorabilia: Revistas / Magazines / Fanzines (21) - Ritual - Nº 11 - Maio/Junho de 1990


Ritual
Nº 11
Maio / Junho de 1990
Revista Bimestral - Liége - Bélgica (em Francês)

Ver enquadramento deste post, aqui.



Em primeiro lugar, queremos agradecer-vos pelas vossas respostas. Elas chegaram em número suficiente para nos permitir elaborar as listas abaixo, listas que podemos imaginar serem representativas dos gostos do conjunto de todos os nossos leitores.
O prometido é devido e uma trintena de ente vós (sorteados) receberão, daqui a alguns dias, um álbum, para vos recompensar pelo vosso esforço, se é que o houve.

Os Melhores Momentos Musicais de 1989

Grupos ou Artistas do Ano
1. Pixies
2. Cure
3. And Also The Trees
4. Swans
5. Stone Roses
6. Jesus & Mary Chain
7. Einstürzende Neubauten
8. Happy Mondays
    Xymox
10. Wedding Present
11. House of Love
     Ian Mc Culloch
     Nitzer Ebb
14. Dominic Sonic
15. Lenny Kravitz
     New Model Army
     Siglo XX
Sem surpresas notáveis, à excepção do quarto lugar dos Swans e da ausência dos Young Gods, New Order, My Bloody Valentine. À excepção de Sonic, os franceses fazem parte de uma categoria/lisa à parte desta. Com efeito, passámos Trisomie, la Mano, Noir Désir... ? Bom lugar de House of Love que se coloca em décimo primeiro lugar sem ter qualquer trabalho saído em 1989.

Álbuns do Ano
1. Doolittle - Pixies
2. Disintegration - The Cure
3. Farewell To The Shades - And Also The Trees
4. Automatic - Jesus & Mary Chain
5. The Stone Roses - The Stone Roses
6. The Burning World - Swans
7. Bizarro - Wedding Present
    Haus Der Luege - Einstürzende Neubauten
9. Showtime - Nitzer Ebb
10. Candleland - Ian Mc Culloch
11. Blow - Red Lorry Yellow Lorry
12. Borderline - Asylum Party
     Blood And Thunder - Neon Judgment
     Here Today, Tomorrow Next Week - Sugarcubes
15. L'Herbe Rouge - Young Gods

Singles / Maxis Do Ano
1. Can't Be Sure - Sundays
2. Lovesong - The Cure
3. Works - Trisomie 21
4. Just Like Heaven - Dinosaur JR
    Sowing The Seeds Of Love - Tears For Fears
6. Revolution - Spacemen 3
    My Lady D'Arbanville - And Also The Trees
    I Wanna Be Adored - Stone Roses
9. Pure - The Lightning Seeds
10. Barging Into The Presence Of God - Pale Saints
      Aux Sombres Héros De L'Amer - Noir Désir

Os esquecidos: Mc Culloch, New Order, Front 242, Pixies... Lugar aos Novos: Sundays, Dinosaur JR, Stone Roses, Lightning Seeds, Pale Saints. Só os Cure e And Also The Trees salvam a honra do convento.

Melhores Grupos em Palco
1. The Cure
2. Xymox
3. Litfiba
    Front 242
5. The Nits
6. Young Gods
    Wedding Present
    Noir Désir
9. My Bloody Valentine
10. Jesus & Mary Chain
11. Nick Cave
     Mano Negra
13. The Cult
     Dead Can Dance
15. Wim Mertens

Xymox?... Ah, bom. Tirar o chapéu a Litfiba, um inacreditável terceiro lugar. Décima terceira posição para os DCD.

Descobertas Do Ano
1. Collection d'Arnell-Andréa
2. The Stone Roses
3. Lenny Kravitz
4. The Sundays
5. Pixies
    Dominic Sonic
7. Young Gods
8. The Field Mice
9. Pale Saints
10. Mary Goes Round
     Lush

Collection DAA faz jus à artilharia grossa da bretanha. Os Pixies e os Young Gods são ainda esperanças? Nono lugar para os Field Mice sob a base de 2 singles, obrigado Inrock.

Grupos Belgas do Ano
1. Front 242
2. Poésie Noire
3 Arno
   Siglo XX
5. Neon Judgement
6. Casual Sanity
7. Billy & The Ep's
8. Wim Mertens
    The Paranoiacs
10. La Muerte
     Sttellla
     A Split Second
13. Minimal Compact
     Noise Gate
15. The Arch
     Parade Ground

Arno e Parade Ground mantêm-se sem ter nada editado em 1989. Lugar póstumo para os Minimal Compact. A Body está sempre lá. Parcela rock com os Paranoiacs e La Muerte. Bom lugar para Billy & The EP's

Grupos Franceses do Ano
1. Trisomie 21
2. Little Nemo
    Noir Désir
4. Asylum Party
5. Bérurier Noir
6. Les Thugs
    Mano Negra
8. Les Négresses Vertes
9. The Grief
10. Collection d'Arnell-Andréa
     Dominic Sonic
     Etienne Daho
13. Parkinson Square
     Neva
15. Les Innocents
     Jean-Louis Murat

Encontramos um pouco de tudo, desde artistas acessíveis (Négresses Vertes, Daho, Murat) que se misturam com grupos menos abordáveis (Neva, The Grief). A Touching Pop está muito ausente. Onde está Daniel Darc?

Os Melhores Momentos Musicais Da Década

Grupos ou Artistas dos Anos Oitenta
1. The Cure
2. Joy Division
3. Jesus & Mary Chain
4. The Smiths
5. Echo & The Bunnymen
6. Dead Can Dance
7. Bauhaus
8. Cocteau Twins
9. And Also The Trees
   U2
11. Sisters of Mercy
12. Sonic Youth
13. Xymox
14. Pixies
15. New Order
16. Nick Cave
     Front 242
18. Siouxsie & The Banshees
19. Einstürzende Neubauten
     Trisomie 21
21. The Mission
22. Wedding Present
      REM
24. Elvis Costello
25. Minimal Compact

Os Cure são, sem dúvida, o melhor grupo da década. Os New Order não são unânimes, ao contrário dos Joy Division que em dois anos e três álbuns se colocaram na segunda posição, culto, disseram culto? Os "Góticos" são definitivamente esquecidos (Sisters em décimo primeiro, Mission na posição 21) A parte Front, a EBM e a electrónica não são mais a receita.

Álbuns dos Anos Oitenta
1. Closer - Joy Division
2. Psychocandy - Jesus & Mary Chain
3. Faith - The Cure
4. Pornography - The Cure
5. The Queen Is Dead - The Smiths
    Medusa - Xymox
7. Heaven Up Here - Echo & The Bunnymen
8. 17 Seconds - The Cure
    Garlands - Cocteau Twins
10. First, Last And Always - Sisters of Mercy
11. Treasure - Cocteau Twins
     Doolittle - Pixies
13. 1979-1983 - Bauhaus
14. Floodland - Sisters of Mercy
15. The Smiths - The Smiths
     Ocean Rain - Echo & The Bunnymen
     Within The Realm Of A Dying Sun - Dead Can Dance
18. Hatful of Hollow - The Smiths
19. War - U2
20. The Joshua Tree - U2
     Hyena - Siouxsie & The Banshees
     Official Version - Front 242
23. London Calling - The Clash
     Tocsin - X-Mal Deutschland
25. EVD - Sonic Youth
     Fireside Favourite - Fad Gadget
     From The Lion's Mouth - The Sound

Seria impossível traçar um panorama mais completo da década. A salientar, ainda assim, as várias entradas dos Cure (ainda eles) e dos Smiths, e o excelente segundo lugar de Psychocandy.

Singles / Maxis dos Anos Oitenta
1. Love Wil Tear Us Apart - Joy Division
2. Temple of Love - Sisters of Mercy
3. Blue Monday - New Order
4. Hand In Glove - Smiths
5. Charlotte Sometimes - The Cure
6. She's In Parties - Bauhaus
    Killing Moon - Echo & The Bunnymen
    Lullabies - Cocteau Twins
9. Collapsing New People - Fad Gadget
10. Flower - Sonic Youth
     Yu Gung - Einstürzende Neubauten
12. Heaven - Psychedelic Furs
13. Incubus Sucubus II - X-Mal Deutschland

Nenhum single recente conseguiu entrar nesta categoria, já se esqueceram de Christine, Monkey's Gone To Heaven, Birthday, Mercy Seat... Ausência incompreensível de This Charming Man, dos The Smiths.

Melhores Grupos Ao Vivo
1. The Cure
2. Dead Can Dance
3. U2
4. Front 242
5. And Also The Trees
6. Xymox
7. Simple Minds
8. Siouxsie & The Banshees
9. The Cramps
    Happy Mondays
11. The Mission
      Jesus & The Mary Chain
13. Joy Division
      UT
15. Echo & The Bunnymen
     In The Nursery

E ainda e mais uma vez os The Cure que reinam verdadeiramente em toda a década. Por que não os New Order, Sugarcubes, Nick Cave... Ah sim, uma questão, quem viu os Joy Division em concerto?







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