Also released in 1985, the WM-101 used a slim rechargeable “gum stick” cell while retaining AA
support. Weighing under 200 grams, it favored portability. It shipped in black, red, light blue, and
gray.
Also released in 1985, the WM-101 used a slim rechargeable “gum stick” cell while retaining AA
support. Weighing under 200 grams, it favored portability. It shipped in black, red, light blue, and
gray.
Unveiled in 1985, the WM-50 moved away from sharp-edged housings in favor of softer
contours. The change improved handling and comfort, signaling a turn toward ergonomics over
rigid form.
Launched in 1984, the WM-F5 became the first Sports Walkman. Its yellow, impact-resistant
shell used splash-proof sealing and rubberized controls, allowing brief immersion. It paired that
rugged build with the Disc Drive mechanism and added an FM radio for outdoor use.
Also released that year, the WM-DC2 added both Dolby B and Dolby C. Custom ICs
supported the system, while a laser amorphous head improved durability and playback
accuracy. A dedicated line-out signaled its professional intent.
Released in 1984, the WM-DD2 added Dolby B using miniature ICs powered directly by its 3-volt
supply. Doing so required a full internal redesign. Later DD models refined the sound further, but
the DD2 marked the first jump in fidelity for the Disc Drive line.
Introduced in 1983, the WM-10 shrank the Walkman to cassette-case size. That scale came
from aggressive miniaturization, including a flat disc motor and a bearing integrated into the
supply spool. Despite its size, it offered Dolby B, supported normal, chrome, and metal tapes,
and included auto-stop. The tradeoff was durability, an issue Sony later addressed in follow-up
designs.
Closing 1982, Sony released the WM-D6 as part of its Professional line. It earned a reputation
as the era’s peak Walkman, nicknamed the “Daddy” by enthusiasts. A quartz-controlled motor
delivered exact tape speed, a requirement for reliable recording work.
Introduced later in 1982, the WM-7 replaced mechanical controls with electronic logic keys and
added remote operation. It brought auto-reverse and Dolby B, while a polished metal
mechanism with magnetic take-up clutches improved stability. An efficient DC-DC converter
allowed long playback from two AA batteries.
«A Canção da Família surgia agora atrás de Kino. E o ritmo da canção da família era a pedra de moer onde Juana trabalhava o milho para os blocos matinais (…) Juana cantou suavemente uma canção antiga que só tinha três notas e no entanto infindável variedade de intervalos. E isto também era parte da canção da família. Tudo era parte. Por vezes ascendia a um acorde doloroso que apanhava a garganta, dizendo isto é segurança, isto é calor, isto é o Todo.»
John Steinbeck, The Pearl, 1947
Todas as imagens digitalizadas para escala de cinza a partir de objectos de arquivo pessoal.
José António Moura: textos (excepto onde creditado ou óbvio), recolha e manipulação de imagens, composição gráfica, paginação, tradução, revisão (assistida por Pedro Santos).
Na face: Aspecto da capa do LP Schafttjdsamba (De Fabriek, 1982).
Página 2: Reprodução da grelha na capa do LP Gold Is The Metal (Coil, 1987).
Página 99: Repetição do nome do projecto do LP Escorts And Models (Borghesia, 1989).
Impresso em risografia no estúdio DESISTO. Primeira tiragem de 50 exemplares.
Marte Instantânea, 2025.
Páginas de texto e imagens que assinalam muitos anos de divulgação de música. Demonstra-se como, a partir da perspectiva de fã, se circula para outros papéis mais activos. Nada se inventa, propriamente, mas tudo se ergue do nada. Como em outros percursos, são as ligações que se fazem que identificam a personalidade, são as escolhas de umas coisas em detrimento de outras, incontáveis vezes, que distinguem o nosso percurso de outros. Curiosidade, anotações, cópia, iniciativa e aprendizagem com quem já fazia o mesmo. Benefício da generosidade de pessoas que abriram portas, facilitaram contactos, gravaram e emprestaram música, deram oportunidades. Sem elas, tudo seria mais difícil e menos interessante.
O arquivo espelha o percurso e as sensações com bastante evidência e, por isso, o texto está a o seu serviço, não funciona em autonomia nem se reclama biográfico. Por isso, também, encontra-se fragmentado de acordo com a sequência cronológica / temática das imagens, frequentemente como legenda. Ainda assim, espera-se fluído e suficientemente elucidativo.
Segunda temporada do programa de rádio Refúgio. 19 emissões, respectivas playlists mensais e folhas de trabalho ilustradas com património real: arte, cartas e infos relacionadas com a música transmitida. Tempo ainda de colagens e letras decalcadas para formar as composições gráficas. A passagem de Almada para Lisboa sugeriu necessidade de conceptualização mais apurada e um certo peso de responsabilidade. Avançar no terreno e ter de lidar com maior fluxo de solicitações.
PARTE 5
Refúgio
na Rádio Univeridade Tejo, Front de L’Est, Front Line Assembly, Johnson
Engineering Co., 400 Blows, Sprung Aus Den Wolken, etc.
Em Julho de 1988 começava a segunda temporada do programa de rádio Refúgio, agora acolhido na Rádio Universidade Tejo, com estúdio no Instituto Superior Técnico, Lisboa.
Objectivo concretizado, fazer parte da grelha de uma rádio que emitia programas que respeitava. Explicado o Refúgio ao coordenador Rui Brazuna, não parece ter existido resistência de maior. Algum excesso de zelo na apresentação, procurar fundamentos teóricos sobre o tipo de música a divulgar, algo que parecesse sério e empenhado. Foi entregue um pequeno dossier dedicado à Máquina, deixando claro que se trataria sobretudo de música electrónica. Trabalho caseiro de corte e colagem, na apresentação visual , e confiança de que a proposta era original, apesar de pontuais semelhanças com um dos pilares da RUT, o Crepúsculo dos Deuses.
Investimento e dedicação durante os seis meses de vida do Refúgio (Julho a Dezembro), em entrevistas exclusivas, emissões especiais, passatempos com ofertas, experimentação formal na organização das emissões, elaboração de playlists e uma assinatura gráfica que começou com um carimbo desenhado por António Carvalho, progressivamente co-autor e co-apresentador do programa. O carimbo destinava-se, em primeira instância, a marcar as cartas que seguiam para artistas e editoras; as playlists mensais, com grafismo “a rigor”, seguiam também nas cartas como prova de que a música desses artistas e editoras estava efectivamente a ser divulgada. Um dos pontos fulcrais na apresentação do projecto à RUT foi, aliás, a correspondência já mantida no estrangeiro como base e fonte para emissões distintas, com música e informações exclusivas.
(p.6 a p.11) Amostras de envelopes recebidos durante cerca de 7 anos de correspondência regular.
Also released in 1982, the WM-DD merged the WM-2’s compact size with the WM-5’s metal body and added capstan servo control from the TC-D5. Its new Disc Drive mechanism cut wow and flutter, improving playback stability. Dolby was absent, but tape control was markedly tighter.
Later that year, Sony released the WM-F2, extending the WM-2 with added functions. It combined a stereo cassette player, FM radio, and recording. A built-in erase magnet handled recording and disengaged automatically during playback.
Diretor: Manuel Paraíso
ANO I
Nº 0
75$00
Semanário
12 de Outubro de 1988
Capa: Iggy Pop
+
Greater Than One: Os Mecanismos da Comunicação - artigo de 2 páginas, por Manuela Paraíso, página 16 e 17
João Peste - rubrica Confesso - Esta semana João Peste conta tudo, na página 6
Negativland - rubrica Legião Estrangeira, na página 6
In Tape - rubrica Fora da Corrente, por Fernando Luís, na página 15
Carlos Farinha / Ocaso Épico / Farinha Master - Detesto a Provocação Gratuita, Entrevista de Pedro Luso, na página 22
Introduced in 1982, the WM-5 followed the WM-2 with nearly identical mechanics. Its pressed metal casing replaced plastic, making it smaller and more durable. The metal shell forced the volume control inside, with a small window added to show the setting.
Released in 1981, the WM-2, or Walkman II, was the smallest stereo cassette player of its time. Its size came from concrete changes: the tape head moved into the lid and a new cassette insertion system replaced the earlier layout.
The cassette window flipped, placing the mechanism on the front and establishing the template for later Walkmans. It supported metal tapes but lacked Dolby B. Power came from AA or D cells, delivering up to 70 hours with the external case, and included dual headphone jacks and a tone switch.
Introduced in 1979, the Sony Walkman reshaped how people listened to music by making it personal, portable, and private.
This visual guide documents the complete evolution of Sony’s cassette Walkman models from 1979 to 2004, tracing their design shifts, technological changes, and cultural impact across twenty-five years of portable audio.
The Sony Walkman TPS-L2, released on July 1, 1979, changed how people listened to music on the go. It started with Sony’s co-founder Masaru Ibuka, who wanted a convenient way to enjoy opera during long flights. Sony engineers quickly responded by modifying the existing Pressman cassette recorder, building a working stereo prototype in just three days. They used the chassis of the TCM-600 cassette recorder, a model Sony had introduced the year before, in 1978.
Sony’s president was impressed enough by the prototype to predict sales of 2.5 million units, far beyond typical cassette recorders. To meet that goal, the chairman cut development from a year to four months and personally set key specifications.
Despite internal doubts, the first 3,000 units sold out immediately. A second run of 2,200 followed and vanished just as fast.
Diretor: Manuel Paraíso
ANO I
Nº 14
75$00
Semanário
2 de Fevereiro de 1989
Capa: Banda Do Casaco
+
Carlos Manso: rubrica Confesso... - página 9
Paulo Eno - artigo sobre Coimbra "Movida" na página 14
Banda do Casaco - Entrevistas a António Pinho e Nuno Rodrigues por Fernando Luís e Sérgio Noronha - 3 páginas, da 16 à 18
Laurent Pernice - A Metáfora dos Sentidos - artigo de Eugénio Teófilo, página 28
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem
Agora em Portugal - BUBOK - clique na imagem