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sexta-feira, setembro 11, 2015

Controle de tudo

Em uma visão de ficção científica distópica do futuro, os seres humanos são muitas vezes microchipados para serem controlados em tudo, desde trabalhos domésticos a cometer crimes. E hoje esta visão futurista tornou-se realidade durante um evento na IFA [Feira de Tecnologia de Consumo], em Berlim. Um voluntário participando da conferência da empresa de segurança Kaspersky tinha um chip implantado em sua mão que poderia desbloquear seu telefone. É o mais recente de um crescente movimento chamado Biohacking em que as pessoas implantam chips em seus corpos para executar tarefas simples para as quais normalmente usaria seu telefone para fazer.

Marcus Preuss, diretor da equipe de pesquisa global da Kaspersky na Europa, disse: "O próximo passo lógico é não parar em "usáveis" como relógios inteligentes, mas estar sob a pele para permitir mais funcionalidades". No evento, um funcionário da Kaspersky tinha um chip do tamanho de um grão de arroz revestido em vidro inserido em sua mão. Um furador profissional carregou-o em uma agulha e empurrou-o na pele entre o polegar e o indicador do homem, explicando que o chip se deslocaria na primeira semana deixando alguns hematomas...

Neste momento, o chip, que utiliza a tecnologia RFID, tem sido apresentado para ser utilizado para executar ações simples, tais como a abertura de uma porta ou desbloquear um telefone. "No momento, ele é bastante limitado", admitiu o sr. Preuss.

Mas, no futuro, os usuários poderão ser capazes de acenar sua mão em frente a um terminal de pagamento para comprar mercadorias em lojas, ou deslizá-la num leitor para pegar o trem, por exemplo. Além disso, pode tornar-se possível a utilização de um tal chip para destrancar a porta do motorista, ou ligar o carro...

Fonte: Daily Mail 

NOTA: A tecnologia é uma grande ferramenta a serviço do homem. O problema é que ela pode ser usada não só pelos mocinhos mas também pelos vilões. Embora esse chip não seja a marca da besta do apocalipse, pode muito bem servir de instrumento de controle econômico, por exemplo. Em um mundo sem dinheiro em espécie, quem não tiver esse chip implantado não poderia comprar nem vender (Ap 13:15-17).

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Pesquisador encontra evidências do Dilúvio

Robert Ballard é um dos exploradores subaquáticos mais famosos do mundo. Foi ele o arqueólogo que descobriu onde estavam os destroços do naufrágio do Titanic, em 1985. Também encontrou no fundo do mar o navio de guerra Bismarck, e uma frota dos EUA naufragada perto de Guadalcanal, no Pacífico.

Agora, ele está usando sua equipe e a mais avançada tecnologia robótica para provar a existência de uma das histórias mais conhecidas da Bíblia: o Dilúvio.

Em uma entrevista para a rede ABC ele apresentou os resultados de sua pesquisa na Turquia que mostraria evidências de uma civilização varrida da face da Terra por uma enchente monstruosa.

“Nós fomos lá para procurar o Dilúvio”, disse Ballard. “Não apenas um movimento lento, e gradativo de avanço do nível do mar, mas um dilúvio realmente grande… A terra que foi soterrada permaneceu embaixo do mar”.

Outros já afirmaram ter descoberto evidências do dilúvio bíblico. Na década de 1990, os geólogos William Ryan e Walter Pitman reuniram evidências científicas de que uma enorme inundaçãoocorreu na região do Oriente Médio, cerca de 7.500 anos atrás. A teoria, segundo os relatórios, é que uma elevação sem precedentes do que hoje é o mar Mediterrâneo, empurrou uma porção de terra através do Bósforo, submergindo a costa original do Mar Negro. Esse dilúvio antigo teria coberto uma área de mais 35.000 quilômetros quadrados.

Ballard afirma ter investigado esta teoria por mais de uma década. Segundo os relatórios da National Geographic, a primeira descoberta de evidências da costa submersa surgiu em 1999. Embora Ballard ainda não estivesse convencido de que se tratava do dilúvio bíblico, no ano passado mudou de opinião. Sua equipe encontrou no fundo do Mar Negro pilhas de cerâmica antiga, uma embarcação e um dos membros da tripulação. Também há vestígios do que ele acredita ser um antigo porto, mais de 150 metros abaixo da superfície.

“Isso é um naufrágio perfeitamente preservado. Dá pra ver toda a madeira antiga, parece um depósito de madeira”, disse ele. “Mas se você olhar de perto, poderá ver um fêmur e um molar.” E acrescenta: ”O mais antigo naufrágio descoberto até agora naquela área data de cerca de 500 a.C.”.

Agora, usando tecnologia avançada ele tenta descobrir o que ocorreu no planeta cerca de 12.000 anos atrás, uma época em que grande parte da Terra estava coberta de gelo. Quando esse gelo começou a derreter, grandes inundações poderiam ter atingido várias partes do globo, submergindo tudo que estivesse em seu caminho.

Usando o método de datação de carbono em objetos recolhidos na expedição, Ballard acredita que esse evento catastrófico aconteceu em torno do ano 5.000 aC. Alguns especialistas acreditam que foi aproximadamente nesse período que ocorreu o dilúvio de Noé.

O pesquisador disse estar ciente de que nem todos concordam com suas conclusões sobre o período e o tamanho do dilúvio, mas está confiante que em breve encontrará algo do período bíblico. “Começamos a encontrar estruturas que pareciam feitas pelo homem”, disse Ballard. “É nisso que estamos focando nossa atenção agora.”

Os restou do naufrágio estão bem preservados porque o Mar Negro quase não tem oxigênio, o que retarda o processo de decomposição. Para Ballard “o fundo do mar é o maior museu da Terra”.

Ele não tem expectativas de encontrar a Arca de Noé, mas acredita que pode encontrar evidências de um povo que vivia ali quando o mundo foi inundado, cerca de 7.000 anos atrás.

Com muita confiança de que poderá encontrar as provas que procura, Ballard planeja voltar para a Turquia no próximo ano. Suas descobertas serão apresentadas em um programa especial no ABC channel que vai ao ar nos dias 21 e 28 deste mês nos Estados Unidos.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, novembro 22, 2012

Pedra maia: biografia de um governante

A pedra esculpida pelos maias por volta do ano 670 de nossa era e que tem chamado a atenção por ser uma profecia sobre o "fim do mundo" em 21 de dezembro de 2012 seria, na verdade, a biografia sobre o reinado e as batalhas de um governante maia. Essa é a opinião do arqueólogo mexicano José Romero.

"Os maias tinham um conceito cíclico de tempo. Não faz sentido relacionar essa inscrição com o fim do mundo", diz Romero, ao comentar sobre a pedra. O texto da inscrição inspirou os livros "2012", de Roland Emmerich e "O Testamento Maia", de Steve Alten. Repartida em seis pedaços, a pedra é conhecida como o Monumento 6 do El Tortuguero.

Descoberta no sítio arqueológico de El Tortuguero, a pedra é objeto de estudo desde 1958. Os primeiros textos sobre a pedra datam de 1978 e segundo eles, a data de 23 de dezembro de 2012 seria a data de uma renovação no Universo. O personagem central da história seria Balam Ahau, um antigo governante de El Tortuguero.

Segundo o historiador mexicano Erick Velásquez, em 23 de dezembro de 2012, um ciclo de 13 baak t'uunes (medida de tempo maia) será completado. Isso é equivalente a 144 mil dias. Velásquez diz que essa é uma das 7 mil inscrições maias já estudadas. Para ele, essa visão catastrofista é uma herança judaico-cristã.

"Se há profecias, elas são apenas de curto prazo. Falam sobre chuvas, secas e assuntos como a pesca", afirma Velásquez. David Stuart, um dos primeiros arqueólogos a supor que o Monumento 6 podia ser algum tipo de profecia confessou a Velásquez "se sentir culpado por tanto alarmismo" sobre a inscrição encontrada no El Tortuguero".

Fonte: ABC

Tradução: Yahoo

NOTA: Quanto mais perto de 21 de dezembro chegamos, mais claro fica que a profecia do "fim do mundo" maia não passa de ficção literária alimentada pelas telas de Hollywood para favorecer os interesses da "super elite ocultista" a serviço do Vaticano. Quais os reais interesses?

* Desviar a atenção das pessoas das profecias bíblicas que, SIM, revelam que o "dia do Senhor" se aproxima, quando Jesus voltará para por fim a esse mundo mal e para buscar os fiéis - os que pela fé se reconciliaram com Deus e guardaram os Seus mandamentos. A diferença entre a profecia bíblica e a suposta "profecia maia" está no enfoque: a primeira não é catastrofista como a cultura popular faz parecer, mas sim é redentora, e por isso alimentada pela esperança e não pelo medo. Além disso, não possui data marcada para acontecer. E quando quer que aconteça, "virá numa hora em que não penseis" [para aqueles que fazem apenas deste mundo a sua esperança] Mt 24:44.

* Quem tem interesse em trazer o caos a esse mundo é a "super elite ocultista" de mãos dadas com o Vaticano ("Ordem a partir do caos"). O objetivo final é restaurar a supremacia mundial do Vaticano e universalizar a religião de mistérios da Babilônia através da santificação do domingo (adoração do Sol/Lúcifer). Se patrocinaram a "profecia maia" porque pensavam deflagrar em 2012 o caos total, esqueceram de consultar o verdadeiro e único Senhor da História, Aquele que "domina as nações" (Sl 22:28), que "remove reis e estabelece reis" (Dn 2:21). E neste caso, só lhes resta forjar outra teoria...

terça-feira, junho 12, 2012

Coreia do Sul se rende ao criacionismo

Mencione a teoria do criacionismo, e muitos cientistas logo pensarão nos Estados Unidos, onde crenças religiosas ganham fôlego contra Darwin e a evolução das espécias nas escolas públicas. Mas os sucessos da religião nos EUA são modestos comparados com a Coreia do Sul, onde o sentimento anti-evolução parece estar ganhando sua batalha com a ciência.

No mês passado, o Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia sul-coreano acatou uma petição que pedia a remoção de livros didáticos do ensino médio com exemplos da evolução de cavalos e de aves. O movimento tem alarmado os biólogos, que dizem que não foram consultados.

A campanha da petição foi liderada pela Society for Textbook Rever (STR), que, de acordo com o site da instituição, “visa eliminar o erro da evolução dos livros didáticos para ensinamentos corretos aos alunos sobre o mundo”. O site diz ainda que a sociedade tem entre seus membros professores de biologia e professores de ciências do ensino médio.

O STR também está fazendo uma campanha para remover o conteúdo sobre “a evolução dos seres humanos” e a “adaptação dos bicos dos tentilhões com base no habitat e modo de sustento”, uma referência a uma das observações mais famosas de Charles Darwin, em “A Origem das Espécies”. Como argumento, a STR destaca as recentes descobertas de que o Archaeopteryx é um dos muitos dinossauros com penas, e não necessariamente um ancestral de todas as aves. Segundo o psicólogo evolucionista da Universidade Kyung Hee, em Yongin, explorar esses debates sobre a linhagem da espécie é uma “estratégia típica de criacionistas para atacar a evolução em si”.

Anti-evolução

Em uma pesquisa realizada em 2009 para o documentário sul-coreano “A Era de Deus e Darwin”, quase um terço dos entrevistados disseram não acreditar na evolução. Destes, 41% disseram não haver provas cientificas para comprová-la, 39% afirmaram que a evolução contradiz suas crenças religiosas e 17% alegaram não entender a teoria. Os números são semelhantes aos dos Estados Unidos, onde uma pesquisa realizada pela empresa Gallup mostrou que 40% dos norte-americanos não acreditam que os seres humanos evoluíram de uma forma menos avançada de vida.

As raízes para a aversão da Coreia do Sul ao evolucionismo não são claras, embora especialistas sugiram que elas venham, em parte, do forte movimento do cristianismo no país. Cerca de metade da população da Coreia do Sul possui alguma religião, a maioria dividida entre o cristianismo e o budismo.

Até agora, a comunidade cientifica tem feito pouco para combater o sentimento anti-evolução no país: “O maior problema é que existem apenas 5-10 cientistas evolucionistas no país que ensinam a teoria nas escolas de graduação e pós-graduação”, diz Dark Jang, um cientistas evolucionista da Universidade Nacional de Seul. Jang está organizando um grupo de peritos, incluindo cientistas evolucionistas e teólogos que acreditam na evolução para contrariar a campanha da STR.

Fonte: Opinião e Notícia

domingo, junho 10, 2012

Lovelock: "Foi uma tolice de minha parte"

Decano do ativismo ambiental moderno, o ambientalista inglês James Lovelock, de 92 anos, converteu-se em um dos mais radicias arautos do fim do mundo ao anunciar, no livro A Vingança de Gaia, de 2006, a ocorrência iminente de catástrofes naturais resultantes do aquecimento global. Prestes a lançar um novo livro sobre mudanças climáticas, o último da trilogia que inclui A Vingança de Gaia e Gaia: o Alerta Final, Lovelock declarou ter exagerado em seus presságios.


VEJA: O Senhor previu que, no fim deste século, 80% da população mundial seria dizimada por furacões e inundações. O que o senhor pensa hoje?


Essa previsão sobre 2100 foi uma tolice de minha parte. Minha conclusão surgiu das primeiras estimativas do IPCC. O problema é que na ocasião, há duas décadas, nós cientistas, acreditávamos ter um conhecimento acurado do que estava acontecendo com o clima. Estávamos equivocados. Não apenas desconhecemos o que estava ocorrendo hoje em relação às mudanças climáticas, como também não temos ideia do que será do clima daqui a noventa anos. Nem sequer temos como prever de que forma os seres humanos vão reagir às possíveis consequências de um aumento das temperaturas. Se a maior parte da população mundial se mudar para as cidades, como parece estar acontecendo, então será muito fácil e menos custoso esfriar as cidades, e não o planeta.


VEJA: O senhor ainda acredita que o homem é o vilão do aquecimento global hoje?


Não há vilão algum no aquecimento global. Os humanos não são mais culpados por colocar CO2 no ar do que as árvores por produzir oxigênio.


VEJA: O aquecimento global está ocorrendo em velocidade aquém da esperada. Por que?


O aquecimento global é um assunto que precisa ser atualizado frequentemente e com exatidão. As projeções feitas no começo deste século tendem a ser superestimadas. Minha preocupação maior, no entanto, é a incerteza sobre o ritmo do aumento das temperaturas. É sensato presumir que serão mais altas, mas não quão mais altas serão. Os políticos estão assumindo que as projeções sobre o futuro do clima são tão precisas quanto o horário de chegada dos ônibus ingleses.


VEJA: Sua nova percepção do aquecimento global afeta de alguma forma sua Hipótese Gaia?


Ser menos alarmista em relação ao aquecimento global não muda em nada minha ideia central. Gaia é um sistema fisiológico dinâmico que mantém nosso planeta apto para a vida há 3 bilhões de anos. A minha teoria de Gaia está muito bem estabelecida, só ainda não houve tempo de incorporá-la nos grandes modelos climáticos.


Fonte: VEJA - 13 de junho de 2012


NOTA: E os milhares de leitores de A Vingança de Gaia, terão direito a reembolso por propaganda enganosa? Desde a divulgação do IPCC, o Minuto Profético tem afirmado que por trás da teoria do aquecimento global há interesses políticos, econômicos e, sobretudo, religiosos (leia-se preparar o mundo para a Lei Dominical). Quem viver verá...

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Bilionários investem em solução tecnológica para aquecimento global

Um pequeno grupo de climatologistas, com o apoio financeiro de bilionários como Bill Gates, está fazendo lobby para que governos e órgãos internacionais apoiem experimentos para manipular o clima da Terra.

Os pesquisadores defendem métodos de geoengenharia (literalmente, "engenharia da Terra"), como borrifar a atmosfera com milhões de toneladas de partículas de dióxido de enxofre, capazes de barrar parte da luz do Sol e resfriar o planeta.

O argumento deles é que, com os riscos do aquecimento global e a dificuldade de reduzir a queima de combustíveis fósseis que o causa, é preciso um plano B se o mundo quiser evitar a mudança climática catastrófica.

É uma abordagem controversa. Outros cientistas e ambientalistas temem que, em vez de resolver o problema, a técnica acabe alterando padrões de chuva e causando mudanças climáticas ainda mais desagradáveis.

"Há muita coisa em jogo, e os cientistas que defendem a geoengenharia não são as melhores pessoas para lidar com as questões sociais e éticas que ela pode trazer à baila", diz Doug Parr, cientista-chefe do Greenpeace.

Além de Bill Gates, outros milionários e bilionários, como o britânico Sir Richard Branson, da Virgin, e Niklas Zennström, cofundador do sistema de telefonia online Skype, ajudaram a financiar relatórios que avaliam o potencial de uso das tecnologias de geoengenharia.

David Keith, da Universidade Harvard, e Ken Caldeira, da Universidade Stanford, são os dois principais defensores do incremento das pesquisas sobre geoengenharia.

Por enquanto, receberam quase US$ 5 milhões de dólares de Gates para gerir o Ficer (sigla inglesa de Fundo para Pesquisa Inovadora em Clima e Energia).

Quase metade do dinheiro do Ficer, que vem dos fundos pessoais de Gates, foi usado para financiar as pesquisas de Keih e Caldeira. O resto está sendo distribuído para outros cientistas defensores de intervenções de larga escala no clima da Terra. Keith também é presidente de uma empresa de geoengenharia, a Carbon Engineering, que tem Bill Gates como um de seus principais acionistas.

A preocupação dos críticos do lobby é que os cientistas teriam uma tendência a superestimar a eficiência da geoengenharia, já que poderiam lucrar com as patentes da tecnologia caso ela fosse colocada em prática.

"Há conflitos de interesse claros entre muitas das pessoas envolvidas nesse debate", diz Diana Bronson, pesquisadora do grupo canadense ETC, crítico de tecnologias emergentes como nanotecnologia e geoengenharia.

"Todo cientista tem algum conflito de interesse, porque todos nós gostaríamos de ver mais recursos indo para o estudo de coisas que achamos interessantes", rebate o climatologista Ken Caldeira.

"Eu acho que tenho influência demais, e não de menos. Faz muitos anos que defendo que as emissões de dióxido de carbono [principais causadoras do aquecimento] deveriam ser ilegais, mas ninguém nunca me ouviu", completa Caldeira.

O cientista também diz que, caso suas patentes de geoengenharia sejam utilizadas, doará todos os lucros para ONGs e organizações de caridade. "Não tenho expectativa nenhuma e nenhum interesse de criar uma fonte pessoal de renda a partir do uso das minhas patentes de modificação climática", diz o climatologista.

Fonte: The Guardian

(Tradução: 

quinta-feira, janeiro 12, 2012

A escrita chinesa evidencia a criação do gênesis

No livro God's Promise to the Chinese, os autores analisam as formas mais antigas da escrita pictográfica da China e encontram as verdades fundamentais do cristianismo. Nestes ideogramas, que datam de antes do tempo de Moisés, encontramos a história completa da criação, a tentação e a queda do homem, e o remédio de Deus para o pecado através dos sacrifícios de animais, que apontavam ao Salvador vindouro, Jesus Cristo. Todos os elementos da narrativa do Gênesis se encontram registrados e ainda em uso nos caracteres da escrita chinesa.

A imagem a seguir [com explicações em espanhol] mostra algumas assombrosas realidades acerca da língua chinesa escrita, indicando que todos estamos relacionados - e não faz muito tempo. Todas as pessoas no mundo, não só os chineses, são descendentes dos habitantes de Babel, a primeira civilização depois do dilúvio. Deus deu pela primeira vez Sua promessa de um Salvador que viria, a "semente da mulher", em Gênesis (3:15). O sacrifício figurado do vindouro Cordeiro de Deus, Criador e Salvador, é tão antigo como a humanidade.




Fonte: Answers in Genesis


Dra. Ethel Nelson


(Veja também o livro lançado pela Sociedade Criacionista Brasileira)

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Laboratório holandês cria variante do H5N1 altamente contagiosa


Uma variante mortal da gripe aviária com potencial para infectar e matar milhões de pessoas foi criada em um laboratório por cientistas europeus - que agora querem publicar mais detalhes de como fizeram isso. A descoberta provocou medo dentro do governo dos EUA de que o conhecimento possa cair nas mãos de terroristas que querem usá-lo como uma arma biológica de destruição em massa.

Alguns cientistas estão questionando se a pesquisa deveria ter sido realizada em um laboratório da universidade, em vez de em uma instalação militar. O governo dos EUA está agora fazendo consultas sobre se a informação é demasiada perigosa para ser publicada.

"O temor é que se você criar algo mortal como isto e ele virar uma pandemia global, a mortalidade e o custo para o mundo poderiam ser enormes", disse um assessor científico do governo dos EUA ao The Independent, falando sob condição de anonimato.

"O pior cenário aqui é pior do que qualquer coisa que você pode imaginar."

Pela primeira vez, os pesquisadores foram capazes de criar uma mutação da gripe aviária H5N1 a ponto dela ser transmitida facilmente pelo ar em tosses e espirros. Até agora, pensava-se que a gripe aviária H5N1 só poderia ser transmitida entre humanos através do contato físico muito próximo.

Cientistas holandeses realizaram a polêmica investigação para descobrir quão fácil era mudar geneticamente o H5N1 criando uma variante altamente contagiosa "pelo ar" da gripe humana. Eles acreditam que o conhecimento adquirido será vital para o desenvolvimento de novas vacinas e medicamentos.

Mas os críticos dizem que os cientistas têm colocado o mundo em perigo, criando uma forma muito perigosa de gripe que poderia escapar do laboratório - bem como abrindo uma caixa de Pandora para terroristas fanáticos que desejam fazer uma arma biológica.

A gripe aviária H5N1 já matou centenas de milhões de aves desde que apareceu pela primeira vez em 1996, mas até agora infectou somente cerca de 600 pessoas que entraram em contato direto com aves infectadas.

O que torna tão perigoso o H5N1, porém, é que ele já matou cerca de 60 por cento das pessoas infectadas, tornando-se uma das formas mais letais conhecidas de gripe na história moderna - uma letalidade moderada apenas por sua incapacidade (até agora) de espalhar-se facilmente através de gotículas de água no ar.

Os cientistas têm um pouco de dúvida de que a recém-criada variante do H5N1 - resultante de apenas cinco mutações em dois genes-chave - tem o potencial de causar uma pandemia devastadora que poderia matar dezenas de milhões de pessoas. O estudo foi realizado em furões, que quando infectados com a gripe são os melhores animais "modelo" da doença humana.

Os detalhes do estudo são tão sensíveis que estão sendo analisados pelo Conselho Consultivo Nacional de Ciência para Biossegurança do próprio governo dos EUA, o qual, subentende-se, avisou as autoridades americanas que as peças-chave do trabalho científico devem ser redigidas para evitar que terroristas usem as informações para engenharia reversa a fim de criar sua própria variante letal do vírus da gripe.

Em um movimento sem precedentes, acredita-se que o Conselho de Biossegurança preveniu o governo dos EUA que há uma séria possibilidade de informações potencialmente perigosas serem mal utilizadas se a sequência genética completa do vírus H5N1 for publicada na literatura científica aberta.

Uma fonte veterana próxima do Conselho de Biossegurança, que quis manter o anonimato, disse ao The Independent que o Instituto Nacional de Saúde, que financiou a obra, está prestes a tomar uma decisão sobre quanto do trabalho científico sobre a variante do H5N1 deveria ser publicado, e quanto retido.

"Há áreas da ciência onde a informação precisa ser controlada", disse o cientista. "Os casos mais extremos são, por exemplo, como fazer uma arma nuclear ou de qualquer outra arma que vai ser usada principalmente para matar pessoas. Nas ciências da vida realmente não deparei-me com essa situação antes. É realmente uma nova era."

O estudo foi realizado por uma equipe holandesa de cientistas liderada por Ron Fouchier do Erasmus Medical Centre em Roterdam, onde a variante do vírus é armazenada em local fechado à chave, mas sem guardas armados, num prédio do porão.

O Dr. Fouchier, que não quis responder a perguntas até que uma decisão fosse tomada sobre a publicação, disse em um comunicado divulgado no site da universidade, que levou apenas um pequeno número de mutações para alterar o vírus da gripe aviária para uma forma que poderia se espalhar mais facilmente entre humanos .

"Nós descobrimos que isto é de fato possível, e mais facilmente do que se pensava anteriormente. No laboratório, foi possível mudar o H5N1 em um vírus transmissível pelo ar que pode rapidamente ser espalhado pelo ar", disse Dr Fouchier. "Esse processo também pode ocorrer em um ambiente natural".

"Nós sabemos para o que olhar na mutação no caso de um surto e então podemos parar o surto antes que seja tarde demais. Além disso, a descoberta vai ajudar no desenvolvimento na hora certa de vacinas e medicamentos."

[...]

Alguns cientistas questionam se a pesquisa privada deveria ter sido feito em um departamento universitário que não tem a segurança anti-terrorista sofisticada de uma instalação militar. Eles também apontam para os vírus experimentais mantidos em laboratórios aparentemente seguros que escaparam no passado causando epidemias humanas - tais como um surto da gripe de 1977.

"Há pessoas que dizem que o trabalho nunca deveria ter sido feito, ou se fosse feito isso deveria ter sido feito em um local onde a informação pudesse ser melhor controlada", disse a fonte próxima ao Conselho de Biossegurança.

"Com a gripe agora é possível fazer engenharia reversa do vírus. É uma tecnologia muito comum em diversas partes do mundo. Com a seqüência genômica, você pode reconstruí-lo. É aí que a informação é perigosa", disse ele.

"É assustador a partir de diferentes ângulos. Você quer ter as vacinas e os tratamentos implementados, e você precisa ter o máximo de informações possíveis sobre um determinado vírus, mas você também se preocupa com isso de uma perspectiva de biossegurança."

Fonte: The Independent

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Cientistas desvendam profecia maia do fim do mundo em 2012

Arqueólogos de diversos países se reuniram no Estado de Chiapas, uma área repleta de ruínas maias no sul do México, para discutir a teoria apocalíptica de que essa antiga civilização previra o fim do mundo em 2012.

A teoria, amplamente conhecida no país e contada aos visitantes tanto no México como na Guatemala, Belize e outras áreas onde os maias também se estabeleceram, teve sua origem no monumento nº 6 do sítio arqueológico de Tortuguero e em um ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos centros cerimoniais em Tabasco, no sudeste do país.

O
 primeiro faz alusão a um evento místico que ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012, durante o solstício do inverno, quando Bahlam Ajaw, um antigo governante do lugar, se encontra com Bolon Yokte, um dos deuses que, na mitologia maia, participaram do início da era atual.
Até então, as mensagens gravadas em "estelas" – monumentos líticos, feitos em um único bloco de pedra, contendo inscrições sobre a história e a mitologia maias – eram interpretadas como uma profecia maia sobre o fim do mundo.
Entretanto, segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah), uma revisão das estelas pré-hispânicas indica que, na verdade, nessa data de dezembro do ano que vem os maias esperavam simplesmente o regresso de Bolon Yokte.
"(Os maias) nunca disseram que haveria uma grande tragédia ou o fim do mundo em 2012", disse à BBC o pesquisador Rodrigo Liendo, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da Universidade Autônoma do México (Unam).
"Essa visão apocalíptica é algo que nos caracteriza, ocidentais. Não é uma filosofia dos maias."

Novas interpretações

Durante o encontro realizado em Palenque, que abriga uma das mais impressionantes ruínas maias de toda a região, o pesquisador Sven Gronemeyer, da Universidade australiana de Trobe, e sua colega Bárbara Macleod fizeram uma nova interpretação do 6º monumento de Tortuguero.
Para eles, os hieróglifos inscritos na estela se referem à culminação dos 13 baktunes, os ciclos com que os maias mediam o tempo. Cada um deles era composto por 400 anos.
"A medição do tempo dos maias era muito completa", explica Gronemeyer. "Eles faziam referência a eventos no futuro e no passado, e há datas que são projetadas para centenas, milhares de anos no futuro", afirma.
Para a jornalista Laura Castellanos, autora do livro 2012, Las Profecias del Fin del Mundo, o sucesso da teoria apocalíptica junto à cultura ocidental se deve a uma "onda milenarista" que, segundo ela, "antecipa catástrofes ou outros acontecimentos cada vez que se completam dez séculos".
Para Castellanos, esse tipo de efeméride é reforçada por uma "crise ideológica, religiosa e social".
Ela observa que as profecias sobre 2012 não têm somente uma "vertente catastrófica", mas também uma linha que "prognostica o despertar da consciência e o renascimento de uma nova humanidade, mais equitativa".

Crença no final

A asséptica explicação científica e histórica vai de encontro à crença popular no México, um país onde há quem procure adquirir os conhecimentos necessários para sobreviver com seu próprio cultivo de alimentos em caso de uma catástrofe mundial.
Muitos dos que vivem fora procuram regressar ao país porque sentem que precisam estar em casa em 2012, e há empresas que oferecem espaço em bunkeres subterrâneos, com todas as comodidades.
Afinal, o possível fim do mundo também é negócio. O próprio governo mexicano lançou uma campanha para promover o turismo no sudeste do país, onde estão localizados os sítios arqueológicos maias.
Muitos governos dos Estados onde existem ruínas da antiga civilização maia já estão registrando aumento na chegada de turistas. 

Fonte: BBC Brasil 

NOTA: Uma vez que o dia e a hora da Volta de Cristo ninguém sabe (Mt 24:36), essa teoria de 2012 que caiu no gosto popular muito contribuirá para a contrafação do Bem. Explico: se realmente tragédias "apocalípticas" acontecerem em 2012 (e a esta altura qualquer pessoa bem informada já pode prever algumas que já estão na fila por acontecer) as pessoas facilmente se lembrarão das "profecias maias" em vez das verdadeiras profecias bíblicas, dando mais crédito às teorias forjadas para desviar o pensamento de Deus do que às profecias que há milênios foram dadas pela inspiração do próprio Deus. Enquanto essa contrafação não se concretiza, as pessoas continuam sendo manipuladas para um ou para outro extremo em suas crenças (há "alguém" sempre interessado no extremismo): ou pelo misticismo de falsos profetas, ou pela incredulidade apresentada em uma embalagem científica. Uma vacina contra qualquer contrafação está no conhecimento das profecias bíblicas, especialmente dos livros de Daniel e Apocalipse. Disponível gratuitamente aqui.

domingo, outubro 09, 2011

A internet das coisas


E se aquele jeans que você acabou de comprar começar a twittar mostrando sua localização quando você atravessar a Ponte de Londres?

Parece exagero, mas é possível - se uma de suas roupas estiver equipada com um minúsculo dispositivo de identificação de rádio-frequência (RFID), sua localização poderia ser revelada sem o seu conhecimento.

RFIDs são chips que usam ondas de rádio para enviar dados para um leitor - que por sua vez pode ser conectado à web.

Esta tecnologia é apenas uma das formas atuais de permitir que objetos físicos estejam online - um conceito batizado de "Internet das coisas", que especialistas do setor têm reduzido a IoT [abreviação de Internet of Things].

Isto é, quando não só o seu tablet PC e smartphones podem se conectar à web, mas também o seu carro, sua casa, seu boné de beisebol e até mesmo as ovelhas e vacas em uma fazenda.

Edifícios inteligentes e veículos inteligentes com endereços IP atribuídos já estão tornando as cidades mais inteligentes - e logo, todo o planeta poderá acompanhá-las.

"Uma típica cidade do futuro em uma situação de IoT total poderia ser um lugar-matriz com câmeras inteligentes em toda parte, e onde em cada rua existisse detectores e neurosensores não evasivos scaneando o excesso de atividade de seu cérebro", diz Rob van Kranenburg, membro do grupo de especialistas da IoT da Comissão Européia.

Esta visão pode ainda estar anos de distância, mas uma a uma, cidades "mais inteligentes" estão começando a surgir ao nosso redor. Defensores da IoT afirmam que a interconectividade global nos permite localizar e monitorar tudo, em qualquer lugar e a qualquer momento.

"Isso poderia ajudar a salvar vidas em caso de emergência."

Mas como mais objetos se concentram no mundo digital, a linha tênue que

separa os benefícios da tecnologia cada vez mais inteligente e as preocupações com a possível privacidade torna-se realmente nublada.

"Nesse novo contexto, as preocupações éticas são múltiplas: em que medida pode a vigilância de pessoas ser aceita? Que princípios devem reger a implantação da IoT?"

Um número de lojas, entre elas a maior rede de varejo Walmart, começaram a usar etiquetas RFID para capacitar os agentes a verificar rapidamente o estoque, escaneando itens nas prateleiras, e rastrear produtos mais facilmente desde a fabricação até a entrega final.

Mas os defensores da privacidade temem que o leitor RFID também poderia mesmo ler os dados sobre, por exemplo, o passaporte de um consumidor ou a carteira de habilitação equipados com o mesmo tipo de chip - o que poderia levar ao roubo de identidade.

E, embora a etiqueta deva ser removida na saída, se um consumidor sai da loja com o chip ainda ligado, o item pode ser rastreado na rua.

Uma vez que a etiqueta é jogada fora, ela ainda pode ser digitalizada, permitindo a alguém ter uma idéia de seus hábitos de consumo.

Os hackers também sabem como decodificar as etiquetas RFID.

E como a informação é transmitida através de ondas de rádio, os dados podem simplesmente ser interceptados.

Isso é exatamente o que aconteceu quando os soviéticos ofereceram a um embaixador dos EUA durante a Guerra Fria, uma escultura de madeira do Grande Selo, grampeada com um predecessor do RFID - um dispositivo chamado A Coisa.

Os norte-americanos não conseguiram encontrá-lo - assim como as etiquetas RFID modernas, que só funcionam quando ativadas por uma onda de rádio - o que levou os soviéticos a espionar as conversas do escritório do embaixador americano, ao enviar sinais de rádio para ele.

[...]


É difícil prever o quão bem todas estas questões serão abordadas, uma vez que todo o planeta embarca na web.

Mas como Mischa Dohler da empresa espanhola Worldsensing coloca, em nossa sociedade já digital e de alta tecnologia, as questões de privacidade da IoT têm de ser tomadas com uma pitada de sal.

"É como com o celular e o cartão de crédito - a sua operadora de celular e seu banco sabem muito mais sobre sua vida do que sua esposa ou marido", diz ele.

"E esses dados são mais críticos do que o tipo de jeans que você veste ou por quanto tempo você está parado em algum lugar."

Fonte: BBC

NOTA: Em nome da segurança e da modernidade as liberdades civis estão sendo sacrificadas e a Nova Ordem Mundial está cada vez mais perto de surgir, onde quem não tiver a marca da besta (que não é um simples chip RFID) não poderá comprar nem vender...

terça-feira, agosto 02, 2011

Telescópio Herschel encontra moléculas de oxigênio no espaço

O Observatório Espacial Herschel, uma missão da Agência Espacial Europeia (ESA) e da agência espacial americana (Nasa), divulgou nesta segunda-feira (1º) a primeira descoberta de moléculas de oxigênio no espaço.


Segundo os pesquisadores, o telescópio encontrou as moléculas na nebulosa de Órion, presos em pequenas partículas de gelo ao redor de poeira espacial. As moléculas teriam sido formadas depois que as estrelas aqueceram o gelo, liberando água, convertida em oxigênio.

Embora átomos de oxigênio individuais sejam comuns, especialmente ao redor de estrelas, moléculas como as da Terra ainda não haviam sido descobertas, segundo a agência americana.

"O oxigênio foi descoberto nos anos 1770, mas levamos mais de 230 anos para finalmente poder dizer com certeza que essa simples molécula existe no espaço", afirmou Paul Goldsmith, cientista do projeto da Nasa no laboratório de Propulsão a Jato, em Pasadena, na Califórnia, que publicou os resultados da descoberta na revista especializada Astrophysical Journal.

Astrônomos procuraram por moléculas no espaço por décadas. O telescópio Odin encontrou a molécula em 2007, mas a descoberta não pôde ser confirmada.

"Isso explica onde parte do oxigênio estava escondido", diz Goldsmith. "Mas nós não encontramos grandes quantidades, e ainda não entendemos o que há de tão especial sobre os lugares onde o encontramos. O Universo ainda esconde muitos segredos".

O objetivo é continuar procurando por moléculas nas áreas de formações de estrelas.

"O oxigênio é o terceiro elemento mais comum no Universo e suas moléculas devem ser comuns no espaço", diz Bill Danchi, cientista da Nasa em Washington que trabalha no projeto. "O Herschel está fornecendo uma ferramenta poderosa para desvendar esse mistério". [grifos Minuto Profético]

Fonte: G1

NOTA: "Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A santa cidade descerá por aquele espaço aberto. Vi que as potestades da Terra estão sendo abaladas agora, e que os acontecimentos ocorrem em ordem. Guerras e rumores de guerra, espada, fome e pestilência devem primeiramente abalar as potestades da Terra, e então a voz de Deus abalará o Sol, a Lua e as estrelas, e também a Terra". EGW, Primeiros Escritos, p. 41.

sexta-feira, julho 29, 2011

Dados de satélite contradizem estudos sobre aquecimento global

Segundo um estudo publicado no jornal científico Remote Sensing, dados de satélites da NASA coletados entre 2000 e 2011 mostram que a atmosfera terrestre permite que muito mais calor seja liberado para o espaço do que os modelos de computador das Nações Unidas haviam previsto. O estudo indica que o aquecimento global será menor que o previsto pela ONU, e reafirma estudos anteriores que indicam aumentos de dióxido de carbono na atmosfera absorvem bem menos calor do que o anunciado.

"As observações do satélite sugerem que muito mais energia se perde no espaço durante e após as ondas de calor do que mostram os modelos climáticos", afirma o Dr. Roy Spencer, co-autor do estudo. "Há uma enorme discrepância entre os dados e as previsões que é particularmente grande sobre os oceanos". As novas descobertas são extremamente importantes e devem alterar dramaticamente o debate sobre o aquecimento global.

Cientistas em ambos os lados do debate concordam quanto à quantidade de calor diretamente concentrada por emissões de dióxido carbono (a resposta é "pouca"). No entanto, a questão mais importante no debate é se as emissões de dióxido de carbono irão indiretamente fazer com que a atmosfera retenha mais calor, criando grandes aumentos na umidade atmosférica e nuvens cirrus. Os modelos de computador acreditam que essa premissa é verdadeira, mas dados do satélite mostram que o dióxido de carbono não tem alterado o número de nuvens e os aumentos na umidade como os modelos previam.

Quando dados objetivos de um satélite da NASA, apresentados em um respeitado jornal científico, mostram "uma grande discrepância" entre os modelos computadorizados e fatos do mundo real, a mídia e nos governantes eleitos deveriam prestar atenção. Se prestarão ou não, ajudará a esclarecer o quão honestos são os alarmistas do aquecimento global.

Fonte: Forbes

Tradução: Opinião e Notícia

NOTA: Um pouco de honestidade intelectual pode fazer grande diferença na vida... Bem que a Palavra de Deus já disse: "O primeiro a apresentar a sua causa parece ter razão, até que outro venha à frente e o questione" (Pv 18:17 NVI). As evidências se multiplicam demonstrando que existem interesses camuflados na atual tese do aquecimento global. Só para citar alguns desses interesses:
Políticos: acabar com a soberania dos países e estabelecer um governo mundial único.
Econômicos: criar mais impostos ao taxar a emissão de CO2.
Religiosos: favorecer a implantação mundial da religião pagã da Babilônia com seu sinal característico do culto ao sol: a guarda do domingo.

terça-feira, julho 26, 2011

Laboratórios britânicos produzem embriões híbridos de humanos e animais

Cientistas criaram mais de 150 embriões híbridos de humanos e animais em laboratórios britânicos. Os híbridos foram produzidos secretamente nos últimos três anos por pesquisadores investigando possíveis curas para uma série de doenças.

A revelação vem apenas um dia depois de um comitê de cientistas alertar sobre um pesadelo como o roteiro de "Planeta dos Macacos" em que o trabalho com criações de humanos-animais vai longe demais. A noite passada, um militante contra os excessos da pesquisa médica disse que estava enojado que os cientistas estavam "interessando-se pelo grotesco".

Formas vistas pelo Daily Mail mostram que 155 embriões "misturados", contendo tanto material genético humano e animal, foram criados desde a introdução da Lei de Embriologia e Fertilização Humana em 2008, a qual legalizou a criação de uma variedade de híbridos, incluindo um óvulo animal fertilizado por um espermatozóide humano; "citoplasma híbrido", em que um núcleo humano é implantado em uma célula animal; e "quimeras", em que as células humanas são misturados com embriões de animais.

Fonte: Daily Mail

NOTA: "Mas se havia um pecado acima de qualquer outro o qual clamava pela destruição da raça pelo dilúvio, estava baseado no crime de amalgamação do homem e de animais o qual desfigurava a imagem de Deus, e causava confusão em todo lugar". EGW, The Spirit of Prophecy, v. 1, p. 69.
"Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem" (Mt 24:37).

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Pesquisa contraria a idéia de infidelidade natural

Uma nova pesquisa joga um balde de água fria em quem justifica a infidelidade como "natural". Segundo um experimento da Universidade da Flórida, a fidelidade também pode ser explicada pela biologia.

Os coordenadores do estudo, Saul Miller e Jon Maner, mostraram que sinais de que uma mulher está em período fértil, como mudança de cheiro, são percebidos pelo homem. Mas, se ele for comprometido, em vez de atração, ele tende a rejeitar os sinais em uma desconhecida.

Pesquisas anteriores já apontaram a relação entre pico fértil da mulher e resposta masculina. Um estudo feito em 2007 com dançarinas de striptease mostrou que as gorjetas aumentavam quando elas estavam ovulando.

"No pico de fertilidade, o aumento do estrogênio deixa a mulher mais lubrificada, com mais brilho na pele. O cheiro do corpo também muda de forma sutil, mas que é percebida pelo homem", diz a endocrinologista Vânia Assaly, membro da International Hormone Society.

A reação fisiológica do macho é responder com excitação sexual e partir para o bote. Mas, se isso significa pular a cerca, outras reações biológicas podem entrar em jogo, especulam pesquisadores.

No trabalho da Flórida, uma jovem frequentou o laboratório de psicologia social por vários meses. Os homens participantes classificaram o grau de atratividade da moça. A maioria dos desimpedidos a considerou mais atraente nos períodos férteis. Os que estavam em relacionamentos românticos a acharam menos atraente justamente nessas fases.

"Parece que os homens estavam de fato tentando afastar qualquer tentação que pudessem sentir diante da mulher que estava ovulando", disse o psicólogo Maner.

Para Assaly, isso mostra como condições sociais modulam a ação hormonal.

"A presença da mulher fértil aumenta a produção de hormônios sexuais no homem, como testosterona.

Mas a consciência e a memória desencadeiam a produção de outros hormônios, como ocitocina, que trabalham contra a ameaça ao vínculo amoroso."

Para o psiquiatra Luiz Cushnir, do grupo de estudos de gêneros do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o maior valor desse tipo de pesquisa é possibilitar reflexões.

"Relacionamentos são multifatoriais e o ser humano tem grande repertório emocional, ao contrário dos animais. Valores socioculturais influenciam a resposta sexual e podem ter repercussão bioquímica. Mas não dá para reduzir tudo à biologia."

Fonte: Folha São Paulo

NOTA: A turma de Darwin que me desculpe mas fico com o último depoimento: "Relacionamentos são multifatoriais... não dá para reduzir tudo à biologia."

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Einstein estava certo

A crise das abelhas tinha sido tratada como uma preocupação de nicho até agora, mas enquanto o índex da ONU de preço de alimentos atinge a maior alta de todos os tempos, está se tornando urgente saber se a situação das abelhas põe um risco mais exaustivo a nossa segurança alimentar.

Quase um terço da produção agrícola mundial depende da polinização animal, principalmente por abelhas. Esses alimentos proporcionam 35% de nossas calorias, a maior parte de nossos minerais, vitaminas, e antioxidantes, e as fundações da gastronomia. No entanto as abelhas estão morrendo, ou sendo mortas, a um ritmo impressionante.

A história da "desordem de colapso da colônia" ( CCD, em inglês) já é bem conhecida dos leitores do Daily Telegraph. Alguns mantêm colméias em casa e tem experimentado essa misteriosa praga, e sem dúvida tem opiniões fortes sobre se ela é causada por parasitas, ou um vírus ou o uso de pesticidas que causam estragos no sistema nervoso das abelhas jovens ou uma sinergia de forças destrutivas atuando juntas.

A crise das abelhas tem sido tratada como uma preocupação de nicho até agora, mas como o índex de preço de alimentos da ONU alcança o nível mais alto de todos os tempos em termos reais (não apenas nominal) e a escassez de grãos dispara revoluções no Oriente Médio, está se tornando urgente saber se a situação das abelhas arrisca esgotar a nossa margem já delicada de segurança alimentar global.

O financiador do agronegócio Rabobank disse que os números de colônias de abelhas nos Estados Unidos que fracassam em sobreviver a cada inverno cresceu de 30 para 35% de um modelo histórico de 10%. A taxa é de 20% ou mais em grande parte da Europa, e o mesmo padrão está emergindo na América Latina e na Ásia.

Albert Einstein, que gostava de fazer afirmações ousadas (frequentemente erradas), disse famosamente que "se a abelha desaparecesse da superfície do globo, o homem teria apenas quatro anos para viver".

Esses "cenários apocalípticos" já passaram, disse Rabobank. As espigas de milho, trigo e arroz são todas polinizadas pelo vento.

Contudo, a polinização animal é essencial para avelã, melões e grãos e desempenha vários papeis em frutas cítricas, maçãs, cebolas, brócolis, repolho, brotos, abobrinha, pimentas, berinjela, abacate, pepinos, cocos, tomates e favas, bem como café e cacau.

Esta é a parte da economia agrícola mais valiosa e de mais rápido crescimento. Entre 80 e 90% da polinização vem de abelhas domesticadas. Mariposas e borboletas não têm autonomia para penetrar grandes campos.

O reservatório de abelhas está diminuindo ao ponto onde as taxas estão perigosamente fora dos eixos, com os Estados Unidos alcançando o desequilíbrio "mais extremo". A produção de safras polinizadas quadruplicou desde 1961, porém, as colônias de abelhas diminuíram pela metade. A contagem de abelhas por hectare caiu quase 90%.

"Os agricultores têm conseguido produzir com colônias de abelhas relativamente menores até aqui, e não há evidência de rendimentos agrícolas sendo afetados. A questão é quanto tempo mais essa situação pode ser esticada", disse o relatório.

O Rabobank disse que as colônias de abelhas nos Estados Unidos estavam encolhendo mesmo antes do golpe de CCD (Desordem de Colapso da Colônia) porque as importações baratas de mel da Ásia minaram as colméias americanas. Note o paralelo entre o desaparecimento da indústria de metais de terra rara nos EUA, colocadas fora dos negócios quando a China inundou o mundo com materiais mais baratos nos anos 1990. Isso é o que acontece quando o livre comércio é administrado descuidadamente.

A China tem seus próprios problemas. Pesticidas usados em pomares de peras varreram as abelhas em partes de Sichuan nos anos 1980. As safras são agora polinizadas à mão, usando vassouras, um processo trabalhoso, visto que uma colônia de abelhas pode polinizar até 300 mil flores por dia.

Alemanha, França e Itália baniram alguns pesticidas, especialmente neonicotinóides (como no tabaco) que prejudicam a memória das abelhas.

A Associação de Apicultores Britânicos tem apelado por uma "revisão urgente" desses produtos químicos, temendo que possam perder todas as suas abelhas dentro de uma década se não tiverem cuidado. Os apicultores americanos têm feito declarações semelhantes. O Laboratório de Pesquisa de Abelhas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos encontrou evidência de que mesmo baixos níveis destes pesticidas reduzem a resistência das abelhas a fitopatógenos.

Documentos vazados da Agência de Proteção Ambiental confirmam que a clotianidina usada em sementes de milho é "altamente tóxica", pode representar um "risco de longo prazo" para as abelhas, e que os testes anteriores eram falhos.

Os críticos alegavam um encobrimento: O Rabobank disse que deveríamos ser cuidadosos para não difamar a agro-indústria. O mundo precisa de alimentos e fábricas de fertilizantes para continuar a descobrir meios de elevar a produtividade das culturas, se vamos alimentar mais de 70 milhões de bocas extras todo ano, e atender as demandas da revolução da dieta na Ásia, compensar a escassez de água na China e na Índia, e desviar colheitas de grãos de um grande pedaço dos Estados Unidos, da Argentina e da União Europeia para fazer biocombustíveis para carros.

Com as garras se fechando sobre a produção de alimentos do mundo de tantos lados, temos pouca margem para errar. Os cientistas estão chegando para o resgate. A pesquisa está no fungus Nosema e no ácaro Varroa, mas não rápido o suficiente.

O Rabobank pede uma mudança de direção na pesquisa global, e enquanto isso por regras mais duras, de forma que os apicultores não tenham que lutar sozinhos, começando com restrições ao uso de pesticidas durante as horas do dia quando as abelhas estão se abastecendo.

A atrofia das abelhas é uma ameaça mais imediata do que o aquecimento global e pode ser resolvida, ainda que evolua pouco na tela do radar da política. Isso é certamente um equívoco.

Einstein não estava sempre errado.

Fonte: The Telegraph

segunda-feira, maio 31, 2010

Disco voador e astrologia tem status de ciência na UnB

Na pequena sala do professor Álvaro Luiz Tronconi, no prédio principal da Universidade de Brasília, misturam-se livros-texto suas duas especialidades: física da matéria condensada e percepção extrassensorial.

Doutor em física pela Universidade de Oxford, Reino Unido, Tronconi coordena um grupo de uma dezena de docentes que se reúnem para estudar fenômenos que supostamente existem, mas que estão fora do alcance da ciência "tradicional".

Fundado em 1989, o Núcleo de Estudos de Fenômenos Paranormais da UnB promove pesquisas e cursos em quatro áreas: astrologia, ufologia, conscienciologia (relacionada aos potenciais do cérebro humano) e terapias integrativas (propondo novas abordagens na medicina).

Um curso de percepção extrassensorial, por exemplo, envolvia "acessar o mundo extrafísico". Um exercício ajudava a "ver assombração, acessar algo do passado, olhar algo do futuro".

Tronconi diz que o núcleo já passou por vacas magras e gordas, dependendo do reitor. "Na atual administração o pessoal é menos radical", alegra-se o pesquisador.

Ele reclama de preconceito contra a área. Com frequência os comitês da UnB negam dinheiro para seu grupo. "Mas eles negaram sem julgar o mérito. Sempre falaram que era bobagem, que a UnB não podia permitir aquilo porque ia colocar a universidade em descrédito."

Os órgãos de fomento federais também negam verba, fazendo com que o núcleo procure fundações estrangeiras interessadas na área.

Uma pena, diz. Esses conhecimentos poderiam ser úteis para a sociedade.

"Existe a astrologia médica, por exemplo. Aqui em Brasília você até encontra um ou outro médico que, quando você vai lá fazer o exame, ele pega seus dados e diz qual parte do seu corpo é mais vulnerável, o que pode ajudar no diagnóstico."

Ele diz que sensitivos poderiam também ajudar a polícia. Suas opiniões não deveriam servir como palavra em tribunais, diz, mas eles deveriam fazer parte das equipes de investigações.

"Algumas pessoas dizem que é charlatanismo, que é feitiçaria, que é coisa de quem tem distúrbio mental", diz. Mas, segundo ele, os alunos se interessam profundamente pelo assunto.

Entre as atividades de pesquisa recentes está a busca pela compreensão dos episódios de supostos aparecimentos de extraterrestres na Terra. Uma outra pesquisa tenta mostrar que sensitivos podem dar diagnósticos precisos da doença de alguém.

O último trabalho de Tronconi envolveu levar seis deles para o hospital da UnB para adivinhar o que os pacientes tinham. A conclusão foi que os sensitivos não conseguiam acertar mais do que um computador chutando doenças aleatórias.

Isso não é motivo para desistir das pesquisas, porém, diz Tronconi.

"Quando há um grande médium, um paranormal, a gente vê que ele é capaz de realizar certos fenômenos", diz. "Mas chega uma hora que ele está cansado ou estressado e vai fazer uma demonstração. Então percebe que não vai dar conta e arruma um jeito de fazer usando um truque. Isso pode acabar com toda a reputação dele."

Fonte: Folha Online

NOTA: A ciência nunca é neutra. Sempre vem acompanhada de pressupostos filosóficos que direcionam seus trabalhos. Sobre o caso exposto nesta matéria fica claro que levar alunos para "adivinhar" a doença de certos pacientes não tem nada de científico... além de se basear em pressupostos perigosos, do ponto de vista bíblico: "Que em teu meio não se encontre alguém que... faça presságio, oráculo, adivinhação ou magia, ou que pratique encantamentos, que interrogue espíritos ou adivinhos, ou ainda que invoque os mortos; pois quem pratica essas coisas é abominável ao Senhor" (Dt 18:10-12 Bíblia de Jerusalém).

quarta-feira, maio 12, 2010

Cientistas buscam explicação científica para a infidelidade

Pesquisadores têm buscado embasamento científico e justificativas para um fenômeno que talvez nunca seja fácil de explicar: a infidelidade. Estudos sugerem que variações genéticas estariam relacionadas à dificuldade de ser fiel. Por exemplo um trabalho feito com 552 pares de gêmeos e seus parceiros, que avaliou um gene presente na maioria dos mamíferos, relacionado à formação de vínculos. Os homens que carregavam variações desse gene eram menos propensos a se casar: os que se casaram tiveram mais crises conjugais, e suas mulheres eram mais infelizes, segundo o estudo, feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia.

Mas é claro que não é possível utilizar esse dado para prever o comportamento masculino em um relacionamento. "Você olha um "pegador" e identifica, por atitudes e pela forma de se relacionar, que ele tem maior tendência à traição. Mas ainda não dá para dizer que foi programado geneticamente para agir dessa forma", comenta a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de SP.

Outros estudos dizem que é possível treinar o cérebro para resistir a desejos "proibidos". [grifo acrescentado]

Um grupo da Universidade McGill, no Canadá, fez várias pesquisas para mostrar a reação de pessoas comprometidas diante das tentações. Concluíram, em um primeiro estágio, que, quanto mais comprometida é a pessoa, mais ela sente repulsa por alguém ou alguma situação que ameace seu relacionamento. Em um dos trabalhos, foi solicitado aos voluntários que dessem notas para fotos de pessoas do sexo oposto. As mais atraentes receberam notas mais altas. Depois, as mesmas fotos foram mostradas, seguidas da informação de que aquelas pessoas gostariam de encontrar os voluntários. Dessa vez, as avaliações foram piores.

Os canadenses ainda avaliaram como os sexos responderiam às ameaças de traição.
Em dois estudos, as mulheres se mostraram mais conscientes do risco de ferir a relação por causa de uma situação proibida, tornando-se mais compreensivas com os parceiros, por exemplo, ao discutir o relacionamento. Os homens não alteraram o comportamento após um flerte simulado.

Uma outra linha de pesquisa tenta provar o que parece óbvio: para Arthur Aron, pesquisador da Stony Brook University, nos EUA, não são os sentimentos de lealdade e de amor que mantêm os casais fiéis. Seus experimentos com atividades monótonas e instigantes mostram que o desafio constante eleva a satisfação dos parceiros com a relação.

"Partindo da hipótese de que não somos naturalmente monogâmicos, que é a mais aceita pelos estudiosos, podemos dizer que alguns se moldam mais e outros não conseguem. A fidelidade é um aprendizado e se sustenta pela necessidade de adequação social, econômica e afetiva", resume Abdo.

Fonte: Folha de São Paulo, 12 de maio de 2010.

NOTA: Partindo da premissa que Deus criou o ser humano para ser monogâmico e que a entrada do mal (pecado) alterou essa tendência, destaco uma das pesquisas citadas nesta matéria, segundo a qual "é possível treinar o cérebro para resistir a desejos proibidos". Isso fica mais agradável e espiritualmente correto de se fazer quando o indivíduo coopera com o agente divino: "Eu vos darei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis" (Ez 36:26, 27). Experimente você também...

terça-feira, março 30, 2010

Manipulação da atividade cerebral muda julgamento moral

O julgamento moral de uma pessoa pode ser alterado através da manipulação de uma região específica do seu cérebro com um campo magnético, segundo sugere um estudo realizado por cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

No estudo, os cientistas partiram do princípio de que quando julgamos se uma ação é moralmente certa ou errada, nós nos apoiamos na nossa capacidade de compreender o estado mental da pessoa que a praticou.

Assim, os especialistas procuraram enfraquecer a atividade das células de uma região do cérebro que busca entender o estado mental de outros.

A área escolhida - chamada junção têmporo-parietal - fica localizada na parte acima e atrás do ouvido direito.

Primeiro, os pesquisadores usaram um campo magnético aplicado no couro cabeludo que produzia uma corrente fraca que bloqueia temporariamente a ação normal das células dessa área do cérebro de alguns voluntários e depois apresentaram eles algumas situações.

Em uma das situações, por exemplo, os voluntários tinham que julgar se consideravam um ato permissível ou condenável uma mulher servir café com açúcar para uma amiga em que o pó branco adicionado à bebida que tinha um rótulo de "tóxico".

Na história, a substância era açúcar mesmo e a amiga não morreu mas, como deveriam julgar sabendo das intenções da mulher que leu o rótulo que indicava que o pó poderia ser prejudicial à saúde da amiga?

Os pesquisadores constataram que a habilidade dos voluntários de fazer um julgamento moral que exige a compreensão das intenções de outras pessoas - como nesta suposta tentativa de assassinato fracassada - ficou prejudicada.

Mesmo que a amiga não tenha morrido, a ação dela seria condenável ou não?

Outro cenário perguntava aos voluntários se era permissível que um homem deixasse a namorada atravessar uma ponte que ele sabia não ser segura, mesmo que ela tenha conseguido fazer a travessia sem sofrer um acidente.

Em ambos os casos, um julgamento baseado somente no resultado da ação consideraria a mulher que ofereceu o café e o homem que permitiu a travessia da namorada isentos de culpa, mesmo que o comportamento dos dois parecesse ter a intenção de prejudicar outras pessoas.

Nestes dois casos, os cientistas descobriram que quando a junção têmporo-parietal tem seu funcionamento afetado, as pessoas têm maior probabilidade de julgar tentativas fracassadas de prejudicar outra pessoa como atos moralmente permissíveis.

A habilidade de interpretar intenções foi prejudicada e os voluntários se viram forçados a se concentrar mais nas informações sobre o desfecho da história ao fazer um julgamento.

O trabalho científico foi publicado na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.

Fonte: BBC Brasil

NOTA: É inevitável e aterrorizante pensar em uma aplicação em larga escala desta descoberta o que resultaria na manipulação de massas, ao maior estilo Big Brother...

domingo, março 07, 2010

Folha entrevista blog criacionista

O adventista Michelson Borges se considera um moderado. Diz que ele e seus pares não negam totalmente a contribuição humana para o aquecimento global e condena as tendências "pagãs" do movimento ambientalista. Leia trechos da entrevista. (RJL)

FOLHA - Ser criacionista hoje equivale automaticamente a negar a mudança climática?
MICHELSON BORGES - É bom que fique claro que os criacionistas não negam a mudança climática e nem a parcela de contribuição humana nisso. Contudo, os que têm estudado o assunto perceberam que o aquecimento global não é totalmente provocado pelo ser humano. Trata-se de um fenômeno natural para o qual a ciência ainda não tem um modelo que possa ser corroborado pelas evidências.
FOLHA - Os meios evangélicos e adventistas brasileiros parecem seguir muito de perto as tendências que nascem nos EUA. Não é problemático aceitar um discurso que talvez tenha mais a ver com necessidades sociais e econômicas americanas?
BORGES - Os criacionistas do Brasil reconhecem que a controvérsia entre darwinistas e criacionistas nos Estados Unidos tem certo tom político, uma vez que muitos que defendem o criacionismo por lá fazem parte da chamada nova direita cristã, fortemente envolvida na vida política do país.
Mas não podemos inferir disso que todos os criacionistas estão preocupados em impor suas ideias por via política. Prova disso é a posição da Sociedade Criacionista Brasileira sobre o ensino do criacionismo nas escolas públicas: somos contra.

FOLHA - Qual o motivo teológico de ver o ambientalismo com reservas?
BORGES - Os cristãos entendem que foram incumbidos por Deus de administrar a criação, não por motivações políticas ou movidos por algum tipo de crença pagã de que a Terra seria uma divindade. Se, de fato, órgãos como o IPCC "maquiaram" informações, por que fizeram isso? O medo de que a Terra estaria com seus dias contados foi alimentado. Vimos um fenômeno: o ambientalismo se tornando uma religião urbana de alcance mundial. A pauta ambiental, ao que parece, deve gerar uma mobilização interdenominacional em torno do domingo como dia de observância religiosa e de "repouso da Terra", tendo em vista que esse dia é sagrado para a maioria dos cristãos [coisa inaceitável para os adventistas, para quem só o sábado é sagrado].

Fonte: Folha de São Paulo, 07 de março de 2010.

Leia a entrevista completa aqui.

NOTA: É a primeira vez que a chamada grande mídia menciona fora da seção de cartas a relação entre o aquecimento global e os interesses pagãos por trás desse movimento (incluindo aí a exaltação do descanso dominical). Anteriormente, só VEJA havia destacado o tema na seção de cartas... Vamos aguardar o desdobramento dessa entrevista...