Mostrando postagens com marcador Lya Luft. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lya Luft. Mostrar todas as postagens
domingo, 28 de agosto de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Lya Luft
A vida é uma casa que construímos com as próprias mãos, criando calos, esfolando joelhos, respirando poeira.
Levantamos alicerces, paredes, aberturas e telhado.
Podem ser janelas amplas para enxergar o mundo,
ou estreitas para nos isolarmos dele.
Pode haver jardins, pátio, por pequenos que sejam,
com flores, com balanços, para a alegria; ou só com lajes frias, para melancolia.
Vendavais e terremotos abalam qualquer estrutura,
mas ainda estaremos nela, e ainda poderemos
consertar o que se desarrumou.
Levantamos alicerces, paredes, aberturas e telhado.
Podem ser janelas amplas para enxergar o mundo,
ou estreitas para nos isolarmos dele.
Pode haver jardins, pátio, por pequenos que sejam,
com flores, com balanços, para a alegria; ou só com lajes frias, para melancolia.
Vendavais e terremotos abalam qualquer estrutura,
mas ainda estaremos nela, e ainda poderemos
consertar o que se desarrumou.
domingo, 4 de janeiro de 2015
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
domingo, 7 de agosto de 2011
Canção na Janela (Lya Luft)
Há pouco emergi
da mornidão do sono.
Pensei flutuar:
onde termina minha vida
e começa o mar?
Tudo ao meu redor são dois
cristais reverberando.
Meu destino me contempla
indagador:
nesta imensidão
sou um capim perfumado
que balança, a um tempo
susto e chamamento
-pronta para me desfazer
em outra alma.
da mornidão do sono.
Pensei flutuar:
onde termina minha vida
e começa o mar?
Tudo ao meu redor são dois
cristais reverberando.
Meu destino me contempla
indagador:
nesta imensidão
sou um capim perfumado
que balança, a um tempo
susto e chamamento
-pronta para me desfazer
em outra alma.
domingo, 20 de março de 2011
Assinar:
Postagens
(
Atom
)