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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Quem Sou ? (Dolandmay)

Se quiseres saber quem sou
Siga as batidas de seu coração
aspire em sua volta o ar
e solte-o devagar
Sinta a leveza do teu ser

Se quiseres saber quem sou
Não me procure na noite,
mas sim na luz do sol
Sinta na tua pele a energia aquecer

Se quiseres saber quem sou
Procura-me no balanço do mar
na beleza das flores
no cantar dos pássaros
Sinta seu espírito flutuar

Se quiseres saber quem sou
Procura-me na felicidade, nos sonhos
no conhecimento e na sabedoria
Sinta a sua alma sem dor
sem abundância de vexame

Se quiseres saber quem sou
Siga a trilha da bondade
Ame! de toda a verdade
e saberás,... Eu sou o Amor!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Oração Bendito (Dolandmay)

Tenho em mim um coração
Que a vida devora
Oras um ser nostálgico, outras amor
Que vive alegria, que vive dor
Nas entranhas da vida
Nas rosas, nos cantos, vãos!

Tenho a canção, rara vida...
Aos céus a erguer saudosas mãos.
Vai, vida, espero-te aqui a rogar
Sozinho, nas sombras do sol...
A mim queima, as noites todas
Em mim só existe, por te amar!

Canto, revivo, serenata chora...
Minha voz, estranha em ti,
Porta da alma num além, outrora
Passagem às trevas também —
Elemento que vive e canta
Melhores dias do corpo, e vive!

Estranho ser de ilusão, bendito
Ramados traços de afeto aflito
Tu és de mim o amor que tive!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

No além de mim. (Dolandmay)

Dou-te a concessão
A entrar nos meus sentidos,
A vincular o destino
Que te prendes à minha razão.

Deixo-te entrar nos meus dias
E nas minhas noites de solidão,
A tentar descobrir
As fúnebres e tensas cobiças
Que me altera o existir.

Libero-te a revelar a idolatria
Que me abrasa a alma,
Que se estende no louco sentir
Do meu imenso coração.

E quando estiveres no alívio
Da minha voz embriagada,
Cubra-me com o manto branco
Do querer que te dominas,
Que ambiciona e te envolves
Sob a minha louca paixão!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Soneto Vago (Dolandmay)



Porque à noite me abre triste 
Num frio intenso sem amor, 
E nessa ardência nada existe 
E me falta à pele o seu calor...
 Porque a lua é sem fulgor 
E sem você nada consiste, 
Porque em mim tudo persiste 
Na luz branca do esplendor... 
 Porque morrem meus encantos
 E intensos são meus prantos 
Na noite imensa sem luar... 
 Porque eu perduro a solidão,
 E na dor intensa ao coração 
Eu vagueio sem te encontrar...