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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Solidão. (Ciro Di Verbena)

Como posso falar de sentimento
Se no momento há um caos em minha mente
E tudo me confunde o pensamento
Se eu tento em vão falar inutilmente?

Como expressar o meu contentamento
Se o vento a sussurrar, sempre insistente,
Faz-me lembrar a dor, o meu tormento,
Num lento torturar inconseqüente?

Silencio nada mais... E por castigo
Trago comigo a falsa sensação
Que só o silencio é meu melhor amigo...

O vento a sussurrar é a confissão
Dos versos de paixão que não te digo
Pois tenho como abrigo a solidão!...

domingo, 14 de março de 2010

A essência da mulher (Ciro Di Verbena)

Toda mulher esconde dentro da alma,
Um lago azul, tranqüilo e transparente
E sob as águas de aparente calma
Guarda um vulcão de lava incandescente!...
Às vezes, uma luz se nos acalma
Nascendo-lhe do olhar, triste e carente,
E ao transformar-se em dor, nos causa trauma
Qual lava de um vulcão queimando a gente!
Toda mulher é a essência da beleza,
Tem a voracidade da tigresa
No fogo da paixão quando na cama!
É desse lago de águas cristalinas
Que a essência da mulher, luz que fascina,
Vem saciar a sede de quem ama!