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domingo, 14 de dezembro de 2014
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Caio Fernando Abreu
Quis tanto dar, tanto receber.
Quis precisar, sem exigências.
E sem solicitações, aceitar o que me era dado.
Sem ir além, compreende?
Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana.
Mas o que tinha, era seu.
sábado, 19 de abril de 2014
Feliz Páscoa !
Caio Fernando Abreu
Eu preciso muito deixar acontecer o momento da renovação, trocar de pele, mudar de cor. Tenho sentido necessidades do novo, não importa o quê, mais que seja novo, nem que sejam os problemas. Preciso deixar a casa vazia para receber a nova mobília. Fazer a faxina da mente, da alma, do corpo e do coração. Demolir as ruínas e construir qualquer coisa nova, quem sabe um castelo.
Eu preciso muito deixar acontecer o momento da renovação, trocar de pele, mudar de cor. Tenho sentido necessidades do novo, não importa o quê, mais que seja novo, nem que sejam os problemas. Preciso deixar a casa vazia para receber a nova mobília. Fazer a faxina da mente, da alma, do corpo e do coração. Demolir as ruínas e construir qualquer coisa nova, quem sabe um castelo.
sábado, 28 de setembro de 2013
Caio Fernando Abreu
"Na fé, eu sou capaz de me dizer, com amorosa humildade, que grande parte das vezes eu não sei o que é melhor pra mim.
Eu não sei, mas Deus sabe. Eu não sei, mas minha alma sabe. Então, faço o que me cabe e entrego, mesmo quando, por força do hábito, eu ainda dê uma piscadinha pra Deus e lhe diga:
Tomara que as nossas vontades coincidam."
segunda-feira, 15 de julho de 2013
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Caio Fernando Abreu
"a luta pela sobrevivência’, ‘o peso do cotidiano’,
‘a carga das responsabilidades’. Mas não me satisfazem.
Nenhuma luta haverá jamais de me embrutecer,
nenhum cotidiano será tão pesado a ponto de me esmagar,
nenhuma carga me fará baixar a cabeça.
Quero ser diferente. Eu sou. E se não for, me farei."
‘a carga das responsabilidades’. Mas não me satisfazem.
Nenhuma luta haverá jamais de me embrutecer,
nenhum cotidiano será tão pesado a ponto de me esmagar,
nenhuma carga me fará baixar a cabeça.
Quero ser diferente. Eu sou. E se não for, me farei."
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Caio Fernando Abreu
"Porque você não pode voltar atrás no que vê.
Você pode se recusar a ver, o tempo que quiser:
até o fim da sua maldita vida, você pode recusar, sem necessidade de rever seus mitos ou movimentar-se de seu lugarzinho confortável.
Mas a partir do momento em que você vê, mesmo involuntariamente, você está perdido:
As coisas não voltarão a ser mais as mesmas e você próprio não será o mesmo."
Você pode se recusar a ver, o tempo que quiser:
até o fim da sua maldita vida, você pode recusar, sem necessidade de rever seus mitos ou movimentar-se de seu lugarzinho confortável.
Mas a partir do momento em que você vê, mesmo involuntariamente, você está perdido:
As coisas não voltarão a ser mais as mesmas e você próprio não será o mesmo."
domingo, 17 de abril de 2011
Não sou pra todos. (Caio Fernando Abreu)
Não sou pra todos.
Gosto muito do meu mundinho.
Ele é cheio de surpresas,
palavras soltas e cores misturadas.
Às vezes tem um céu azul, outras tempestade.
Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.
Mas não cabe muita gente.
Todas as pessoas que estão dentro
dele não estão por acaso.
São necessárias.
Gosto muito do meu mundinho.
Ele é cheio de surpresas,
palavras soltas e cores misturadas.
Às vezes tem um céu azul, outras tempestade.
Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos.
Mas não cabe muita gente.
Todas as pessoas que estão dentro
dele não estão por acaso.
São necessárias.
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