À
medida que envelheço, penso cada vez mais que talvez o que consideramos
como o passar do tempo só acontece porque adquirimos o hábito,
terrivelmente arraigado, de contar as
coisas – os dedos de um recém-nascido, o nascer e o pôr do sol -, e por
isso pensamos com muita frequência no número de dias ou de estações que
devem transcorrer antes que o grão amadureça, ou nosso filho cresça no
ventre e seja dado à luz, ou que algum encontro muito desejado se
concretize.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015
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