“Compreender as
pessoas não tem
nada que ver com
a vida. O não as
compreender é
que é a vida”,
escreve Nathan
Zuckerman, alter
ego de Philip Roth
Jornal Público de ontem
Gosto de estar no meu Mar à Vista mas via pc....
É deste porto de abrigo que visito outros "cais" de onde tenho andado arredada.
Depois de muitas" tropelias ", despesas e simpatia do meu técnico, volto ao Windows 7, depois do abominável 10 me ter deixado um pouco a paciência em água....
E agora vou dormir , mas sem antes continuar a ler o apaixonante livro de P. Roth, A MANCHA HUMANA.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2016
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
leituras estivais que não são breves...
Pensou os mesmos pensamentos inúteis - inúteis para um homem como ele, sem nenhum grande talento a não ser para Sófocles: como pode um destino ser acidental... ou como tudo pode parecer que é acidental quando é inescapável.
A Mancha Humana, Philip Roth (excerto)
A Mancha Humana, Philip Roth (excerto)
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