Primeira Fotografia de Robert Wallace, Segunda Fotografia de Felipe Gabaldón
Porque este mundo que nos acolhe é pleno de lugares incrivelmente belos, moldados por uma natureza que sendo umas vezes mãe, outras madrasta, segue sempre um equilíbrio muito próprio e apresenta-nos como resultado um panorama verdadeiramente espectacular... 
Este espaço pretende testemunhar a real beleza deste planeta, assim como ser mais um incentivo para a preservação das espécies que o habitam. Pretende ainda ser um registo das diferentes culturas e tradições da humanidade e do legado que os nossos antepassados nos deixaram...
Como um local de partilha de experiências que este blogue pretende ser, deixo ainda um convite a todos os que já
visitaram algum dos locais que vão sendo postados, apartilharem connosco um pouco da sua experiência, sob a forma de comentário no post respectivo... ficaremos certamente todos gratos...
Este espaço pretende testemunhar a real beleza deste planeta, assim como ser mais um incentivo para a preservação das espécies que o habitam. Pretende ainda ser um registo das diferentes culturas e tradições da humanidade e do legado que os nossos antepassados nos deixaram...
Como um local de partilha de experiências que este blogue pretende ser, deixo ainda um convite a todos os que já
Alho
Primeira Fotografia de Robert Wallace, Segunda Fotografia de Felipe Gabaldón
Burj Khalifa
O edifício faz parte de uma área de 2 km² em desenvolvimento, chamada "Downtown Burj Dubai", localizado no "First Interchange", ao lado das duas principais avenidas da cidade, a Sheikh Zayed Road e a Financial Centre Road (anteriormente conhecida como Doha Street). O arquiteto do edifício é Adrian Smith, que trabalhou com a Skidmore, Owings and Merrill (SOM) até 2006.
O orçamento total do projecto do Burj Khalifa girou em torno de 4,1 biliões de dólares e para toda a nova "Downtown Dubai", 20 000 milhões de dólares. Mohamed Ali Alabbar, o presidente da Emaar Propertiers falou no 8º Congresso Mundial do Council on Tall Buildings and Urban Habitat, que o preço do metro quadrado de sala de escritório é de 43 000 dólares, e a Armani Residences, imobiliária encarregada das vendas dos apartamentos, comercializava o metro quadrado das salas por 37 500 dólares.
O Burj Khalifa possui um posto de observação a 442 metros de altura. A quantidade de janelas de vidro colocadas no gigantesto edifício daria para fechar vinte estádios de futebol e trinta de futebol americano.
A quantidade de energia eléctrica usada no Burj Khalifa é equivalente ao gasto de 500 000 lâmpadas de 100 watts ao mesmo tempo. Este gigante possui o peso equivalente de 100 000 elefantes e necessita de 1 milhão de litros de água por dia. A sua antena pode ser vista a cerca de 100 km de distância e possui um dos dois hotéis de sete estrelas do Mundo (o outro é o Burj Al Arab, também no Dubai), o Accor Ar'Kalifa nos andares 75 a 88. Visto de cima, o Burj Khalifa forma uma flor-de-lótus, sagrada no Oriente. Com o aço que foi preciso para construir este edifício, daria para construir uma estrada percorrendo 1/4 da superfície terrestre (dos Estados Unidos ao Médio Oriente).
Fotografia de Damian Dominguez
Torre do Diabo
Esta montanha eleva-se drasticamente 386 metros acima do terreno circundante e 1558 metros acima do nível do mar e estima-se que tenha aproximadamente 60 milhões de anos. Esta foi a primeira a ser declarada como Monumento Natural Nacional nos Estados Unidos, a 24 de Setembro de 1906, pelo presidente Theodore Roosevelt. A Torre do Diabo ficou imortalizada no cinema através do filme "Encontros Imediatos de Terceiro Grau", de Steven Spielberg.
Fotografia de Bob Z
Dia Mundial da Árvore
África do Sul: 1 a 7 de Setembro (Semana Nacional da Árvore), Alemanha: 25 de Abril, Argélia: 27 de Outubro, Austrália: 28 de Julho (estudantes) e 30 de Julho (população em geral), Bélgica: 21 de Março, Brasil: 21 de Setembro, Camboja: 1 de Junho, Coreia do Sul: 5 de Abril, República Centro Africana: 22 de Julho, República Popular da China: 12 de Março, Costa Rica: 15 de Junho, Egipto: 15 de Janeiro, Estados Unidos: última sexta-feira de Abril, Filipinas: 25 de Junho, Irão: 15 de Março, Israel: 15ºdia do Shvat (entre Janeiro e Fevereiro), Japão: 29 de Abril (aniversário do imperador Hirohito), Quénia: 21 de Abril, Lesoto: 21 de Março, República da Macedónia: 12 de Março, Malawi: 2ª segunda-feira de Dezembro, México: 2a quinta-feira de Julho, Namíbia: 8 de Outubro (desde 2004), Países Baixos: 21 de Março (início da Primavera) e 21 de Setembro (início do Outono), Nova Zelândia: 5 de Junho, Niger: 3 de Agosto (independência do país), Polónia: 10 de Outubro, Portugal: 21 de Março, Sri Lanka: 15 de Outubro, Tanzânia: 1 de Janeiro, Uganda: 24 de Março, Venezuela: último domingo de Maio
Fotografia de Joisey Showa
Abelhas
As abelhas adultas alimentam-se geralmente de néctar e são os mais importantes agentes de polinização. Uma abelha visita dez flores por minuto em busca de pólen e do néctar. Ela faz, em média, quarenta vôos diários, tocando em 40 mil flores. Com a língua, as abelhas recolhem o néctar do fundo de cada flor e guardam-no numa bolsa localizada na garganta. Depois voltam à colmeia e o néctar vai passando de abelha em abelha. Desse modo a água que ele contém evapora-se, engrossa e transforma-se em mel.
A abelha têm cinco olhos. São três pequenos no topo da cabeça e dois olhos compostos, maiores, na frente. Uma abelha produz cinco gramas de mel por ano; para produzir um quilo de mel, as abelhas precisam visitar 5 milhões de flores e consomem cerca de 6 a 7 gramas de mel para produzirem 1 grama de cera. Uma colmeia abriga até 80 mil abelhas. Tem uma rainha, cerca de 400 zangões e milhares de operárias. Se nascem duas rainhas ao mesmo tempo, elas lutam até que uma morra. A abelha-rainha vive até 25 anos, enquanto as operárias não duram mais de um mês e meio.
Primeira fotografia de Jack Wolf, Segunda fotografia de Jon Sullivan
8 de Março - Dia Internacional da Mulher
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de Março de 1917, a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro.
Fotografia inicial de Nathalie Laure
Maoris
Actualmente, os mais de setecentos mil maoris que vivem na Nova Zelândia e nos países vizinhos têm ocupações semelhantes às dos seus compatriotas europeus (aos quais chamam de pakehas): são rendeiros, operários, comerciantes, deputados, etc. Vivem em boa harmonia com os seus vizinhos mas esforçam-se para preservar e reencontrar algumas das suas tradições ancestrais. Para acolherem os seus amigos, lançam um alegre Hongi, antes de esfregarem o nariz no dos seus hóspedes.
Os Maoris dançam o Haka, um ritual típico onde os homens se colocam à frente das mulheres. Estas fazem o apoio das vozes nas costas dos homens. É uma dança que demonstra a paixão, o vigor masculino e a identificação com a raça. É usada tanto para dar boas vindas a visitantes quanto para intimidação de tribos inimigas.
Segundo o povo Maori, Tama-nui-to-ra, o deus do sol, tinha duas mulheres, sendo uma delas Hine-raumati, a virgem do verão, da qual nasceu Tane-rore, creditado pela origem da dança. Tane-rore representa o vento nos dias quentes de verão, na dança coreografado com o tremor de mãos.
O Haka é conhecido mundialmente pela performance de intimidação no início dos jogos de Rugby da selecção da Nova Zelândia (All Blacks), que costuma antes dos seus jogos executar uma haka específica chamada Ka Mate. Antés da dança, o chefe que conduz a dança grita aos companheiros um refrão de incitamento, coisa que no caso dos All Blacks é feita pelo jogador de sangue maori mais velho, não sendo este necessariamente capitão da equipa. As palavras são utilizadas não só para incitar quem está a realizar a dança, mas também para recordar-se o comportamento correcto durante a mesma. Muitas vezes o tom utilizado para gritar o refrão é o mesmo utilizado no curso de toda a exibiçāo, ou seja, quanto mais agressivo, feroz e brutal, mais vai incentivar o grupo - e intimidar o adversário.
Fotografia de Richard Sihamau
Templo do Céu
Trata-se de uma construção circular, com 30 metros de diâmetro e 38 metros e altura. Construído sobre três terraços circulares de mármore branco, o edifício ergue-se sobre 28 pilares de madeira e muros de ladrilho. Não tem nenhuma viga. A sala tem um triplo telhado construído com telhas de cor azul e está rematado por uma bola dourada na sua cúpula. Este edifício foi destruído por um incêndio em 1899 e reconstruído no ano seguinte.
Este monumento trata-se principalmente de um altar em degraus, ao ar livre, onde todos os anos, no solstício de Inverno, os imperadores iam celebrar os sacrifícios a Chang-Ti, deus do Céu, a fim de obterem dele a autoridade necessária para o seu governo (ou mandato celeste) e de merecerem o título de "filhos do céu".
Fotografias 1 e 2 de Ivan Walsh
Árvore da Borracha
Fotografia de Tony Rodd
Os Pólderes Holandeses
Fotografia de Daniel Kinpara
Cratera de Barringer
Fotografia de Yann Arthus Bertrand
Esturjão
Fotografia de Richard Bartz
Ainus
Fotografia de Okinawa Soba
Estátua da Liberdade
Este monumento funcionou como farol de 1886 a 1902, sendo o primeiro farol a ter utilizado energia eléctrica. O acto de sabotagem dos alemães na Primeira Guerra Mundial, conhecido como a Explosão Black Tom, causou um prejuízo de 100.000 dólares, danificando a saia e a tocha, tendo sido cancelada a visita dos turistas à tocha. A estátua sofreu uma grande reforma na comemoração do seu centenário e foi reinaugurada em 3 de Julho de 1986. Foi feita uma limpeza geral na estátua e a sua coroa, corroída pelo tempo, foi substituida. Depois do atentado terrorista ao World Trade Center, em 11 de Setembro de 2001, as visitas à coroa da Estátua da Liberdade foram proibidas, por motivos de segurança mas esta parte do monumento foi reaberta ao público oito anos mais tarde, a 4 de Julho de 2009.
A estátua mede 46,5 metros (93 metros, se contarmos com o pedestal). Só o seu nariz mede 137 centímetros. O conjunto pesa um total de 24.635 toneladas, das quais 28 são de cobre, 113 são aço, e 24.493 de betão no pedestal. Com as suas 24.635 t, é actualmente a estátua mais pesada do mundo. A coloração verde-azulada é causada por reacções químicas, o que produziu sais de cobre e criou a actual tonalidade. São 167 degraus de entrada até ao topo do pedestal. Depois são mais 168 degraus até à cabeça. Por fim, outros 54 degraus levam os turistas até à tocha, de onde podem desfrutar de um belo panorama do porto de Nova York. A galeria que cerca a chama do archote tem capacidade para acolher quinze pessoas, enquanto outros cinquenta visitantes podem aguardar a sua vez no interior da cabeça da estátua. Em 1889, os americanos ofereceram à França, em sinal de retribuição, uma reprodução desta estátua em tamanho reduzido, que foi colocada sobre a ponte de Grenelle, em Paris.
Fotografia de Eugene Wei
Victória Régia
Fotografia de Vicki Ashton
Ponte da Baía de Hangzhou
Fotografia de "hto2008"
Everest
Esta elevação atrai montanhistas de todos os níveis, desde os mais experientes aos mais novatos, dispostos a pagar somas consideráveis para guias de montanha, para completar uma escalada de sucesso. A montanha, embora não apresente uma escalada de grande dificuldade técnica, quando comparada com outras montanhas (como o K2 ou o Nanga Parbat), ainda tem muitos perigos inerentes, tais como a doença da altitude, o tempo e o vento. Até o final da temporada de 2008, houve 4102 ascensões ao cume por cerca de 2700 indivíduos. Os montanhistas são uma importante fonte de receitas turísticas para o Nepal, cujo governo também exige que todos os escaladores obtenham uma autorização especial para a escalada, podendo esta custar somas consideráveis. A subida ao Everest já custou a vida a mais de duzentas pessoas, desde que George Mallory e Andrew Irvine partiram rumo ao pico, a 8 de Junho de 1924, e desaparecem na neblina, ficando sempre a incerteza da sua chegada ao topo. Finalmente, na manhã de 29 de Maio de 1953, Edmund Hillary e o seu guia sherpa Tenzing Norgay chegaram ao cume, efectuando assim a primeira expedição bem sucedida ao "tecto do mundo".
Fotografia de Cristian DeFrancia
Flamingo
Sugestão de leitura adicional: Flamingos em Portugal.
Fotografia de Fahrradfritze
Hazaras
Fotografia de Nasim Fekrat
Ruínas de Petra
Fotografia de Aaron Brown
Jasmim
Fotografia de Dinesh Valke
Brasília
Fotografia de Xavier Donat
Fiorde de Sogn
Fotografia de Andries
Chita
Fotografia de Jonathan Talbot
Portas de Brandeburgo
Construídas no estilo neoclássico no projecto de Carl Gotthard Langhans, possui doze colunas dóricas de estilo grego. Sendo seis de cada lado. Há cinco vãos centrais por onde passam cinco estradas. Sobre o arco está a Quadriga. Originalmente a quadriga estava com a sua frente voltada para a parte oeste da cidade, de costas para a Pariser Platz, mas os soviéticos fizeram a inversão, ficando a sua face voltada para leste (que era a parte oriental de Berlim). As portas ficaram completamente interrompidas para o tráfego de pedestres e automóveis por quase trinta anos. Somente com a queda do muro de Berlim, na noite de 9 para 10 de Novembro de 1989, a sua reabertura foi repensada. Em 22 de Dezembro as portas foram reutilizadas como divisão de fronteira, e em poucos meses o muro desapareceu por completo.
Hoje, tanto a área quanto as portas estão reestruturados, e as portas unem o centro histórico da cidade ao Tiergarten, a sede do parlamento e a nova praça “Potsdamer Platz”. Os automóveis podem atravessar as portas desde 7 de Março de 1998 no sentido de leste para oeste (Na direcção contrária é preciso contorna-las). A cruz de ferro e a águia prussiana foram reincorporadas à quadriga em 1991, mas os cavalos ainda galopam em direcção a "Pariser Platz". Hoje as portas que um dia separam Berlim e que foram atravessadas em desfile por tropas napoleónicas, revolucionárias e nazis, são o símbolo da prosperidade e unificação alemã.
Fotografia de Kai
Aloe Vera
Fotografia de Linnie
Ponte Vecchio
Fotografia de Valeriano Della Longa
Grand Canyon
Fotografia de Christopher Chan
Ornitorrinco
Fotografia de Sam Wise
Cajuns
Fotografia de Hurricane Hubert
Sagrada Família
O projecto foi iniciado em 1882, assumido por Gaudí quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida. Gaudí faleceu em 1926, quando somente se construíra uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que ficou muito danificado durante a Guerra Civil espanhola. Desde então prosseguiram as obras: actualmente estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, foi iniciado o da Glória, e estão em execução as abóbadas interiores.
Quando estiver terminado, por volta do ano 2025, o templo disporá de dezoito torres: quatro em cada uma das três entradas-portais e, a jeito de cúpulas; dispor-se-á um sistema de seis torres, com a torre zimbório central, dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem Maria. O interior estará formado por inovadoras colunas arvorecentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperbolóides e parabolóides buscando a forma da catenária.
A obra realizada por Gaudí, ou seja, a fachada da Natividade e a cripta, foi incluída pela Unesco em 2005 no Sítio do Património mundial «Obras de Antoni Gaudí».
Fotografia de J. Salmoral
Subscrever:
Mensagens (Atom)