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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

“Autobiografia”, de John Stuart Mill: as memórias de um pensador incontornável


A Edições 70 acaba de publicar “Autobiografia”, de John Stuart Mill, um dos pensadores liberais mais influentes do século XIX. Neste livro de memórias escrito num tom ensaístico Mill reflete muito em particular sobre o legado educacional deixado pelo pai e sobre o modo como a sua vida e as suas relações pessoais influenciaram diretamente os temas transversais ao seu trabalho: filosofia, ética, educação e política.

A “Autobiografia” de John Stuart Mill acaba de ser publicada pela Edições 70, uma chancela do Grupo Almedina. O autor descreve neste livro a pressão que o pai colocou sobre ele na infância, a depressão que sofreu quando jovem, a sua luta para entender um mundo de sentimentos e emoções muito distantes do rigoroso ensino do pai, a relação amorosa com a sua mulher, cuja incontornável influência intelectual Mill admite francamente, e o desenvolvimento posterior das suas próprias convicções. Relato tocante de uma vida extraordinária, esta autobiografia revela um homem de profunda integridade, constantemente em busca da verdade

“Autobiografia”, de John Stuart Mill, está já disponível nas livrarias portuguesas pelo PVP de 16,90€.





Sobre o autor:



John Stuart Mill nasceu em Londres, em 1806, e morreu em Avinhão em 1873. Filósofo e economista inglês, foi um dos pensadores liberais mais influentes do século XIX. Foi defensor do utilitarismo, a teoria ética proposta inicialmente pelo seu padrinho Jeremy Bentham e segundo a qual as ações são boas quando promovem o maior bem para o maior número de pessoas.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Obra de Peter Singer nomeada para prémio literário da Pen American Center

“Ética no mundo real” é o nome da obra de Peter Singer que foi agora nomeada para o Prémio da Arte do Ensaio de 2017 do PEN/ Diamonstein-Spielvogel, da Pen American Center. Neste livro, lançado recentemente em Portugal pela Edições 70, o autor faz uma reflexão sobre questões relacionadas com problemas adjacentes a domínios tão díspares como a bioética, a homossexualidade, a política, o desporto, o trabalho, os direitos dos animais, o aborto ou a eutanásia.

O livro “Ética no mundo real – 82 breves ensaios sobre coisas realmente importantes”, de Peter Singer, é um dos nomeados para o Prémio da Arte do Ensaio de 2017 do PEN/ Diamonstein-Spielvogel, da Pen American Center.

Esta obra foi lançada em Portugal em abril deste ano, pela Edições 70, uma chancela do Grupo Almedina. Nela, e à semelhança do que acontece nos seus livros anteriores, Peter Singer tenta, em grande medida, responder a questões importantes da atualidade, fazendo com que a discussão saia dos departamentos de filosofia e chegue a todos.

Peter Singer – nome sonante da Filosofia Contemporânea – defende que o que não puder ser dito claramente, também não pode ser pensado com clareza. Assim, e de acordo com esta linha de pensamento, “Ética no mundo real” reúne vários textos publicados em jornais e revistas, num estilo que, com a pressão de não exceder as mil palavras, deveria privilegiar tanto a clareza como a concisão.

De forma a cativar o leitor para a reflexão filosófica livre, sem o peso dos formalismos académicos, e sem perder com isso o próprio rigor da filosofia, “Ética no mundo Real” é, assim, uma compilação de 82 ensaios, traduzidos por Desidério Murcho, que pretende levar os leitores a refletir sobre questões relacionadas com problemas que nos acompanham em domínios tão diferentes como a bioética, a homossexualidade, a política, o desporto, o trabalho, os direitos dos animais, o aborto ou a eutanásia.

Esta obra, disponível em Portugal, está à venda por 16,90 €.

Sobre o autor:
Peter Singer nasceu em Melbourne, na Austrália, em 1946. Estudou na Universidade de Oxford e é professor de Bioética na Universidade de Princeton (University Center for Human Values) e na Universidade de Melbourne (Centre for Applied Philosophy and Public Ethics). Dirige o Centre for Human Bioethics e o Centre for Applied Philosophy and Public Ethics. Autor de uma vasta bibliografia sobre Ética Prática, na qual trata os problemas filosóficos a partir de uma perspetiva utilitarista, tornou-se particularmente conhecido com o livro "Libertação Animal", publicado em meados da década de 70 e considerado a bíblia do movimento com o mesmo nome. Da sua vasta bibliografia destacam-se também "Ética prática", "A vida que podemos salvar" e "Como havemos de viver?". Dele a Edições 70 publicou "O maior bem que podemos fazer - Como o altruísmo eficaz está a mudar as ideias sobre viver eticamente".


domingo, 30 de abril de 2017

Obra de Maria Cândida Cadavez analisa as rotinas turísticas no Regime de Salazar

Acaba de chegar às livrarias portuguesas a obra “A Bem da Nação. As Representações Turísticas no Estado Novo entre 1933 e 1940”, de Maria Cândida Pacheco Cadavez. A obra, que revela a importância da propaganda ideológica no regime de Salazar, aborda uma época social e histórica que a sociedade portuguesa está agora a desconstruir e a integrar no seu imaginário coletivo.

“A Bem da Nação. As Representações Turísticas no Estado Novo entre 1933 e 1940”, é uma reflexão sobre as rotinas turísticas praticadas em Portugal, nos primeiros anos do regime de António de Oliveira Salazar. Da autora Maria Cândida Pacheco Cadavez, esta obra tem por objetivo demonstrar que o turismo era entendido nesta altura como mais um veículo de divulgação e de validação da nova ideologia. Por essa razão, esta investigação atribui um enfoque especial ao papel desempenhado por António Ferro, responsável pela imagem da Nação entre 1933 e 1949, e às iniciativas que este apadrinhou nesse âmbito. Demonstra ainda o modo como o escritor, jornalista e político português conseguiu projetar o regime e a forma como o turismo se revelou um excelente meio de projeção política.

Dedicado sobretudo a todos aqueles que se interessam pela história contemporânea, política e sociedade, assim como investigadores e académicos na área da cultura e da história contemporânea, este livro de Maria Cândida Cadavez, demonstra que nos primeiros anos do Estado Novo, o regime nacionalizante de Salazar, usou o turismo para divulgar as suas lições ideológicas a nacionais e a estrangeiros.

Escrito de uma forma simples e eficaz, o livro revela-nos a importância da propaganda ideológica no regime de Salazar. Por outro lado, aborda uma época social e histórica que a sociedade portuguesa está agora a desconstruir e a integrar no seu imaginário.

De realçar que esta obra, que acaba de chegar às livrarias portuguesas pela Edições 70, do Grupo Almedina, está à venda por 17,90 €.

Sobre o autor:
Maria Cândida Cadavez é doutorada em Estudos de Literatura e de Cultura, especialidade de Ciências da Cultura pela Universidade de Lisboa; pós-graduanda em Direito do Património Cultural na Faculdade de Direito de Lisboa.

Investigadora Integrada no Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Socias e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Grupo de Investigação: Economia, Sociedade, Património e Inovação.

Investigadora Colaboradora no Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Linha de Investigação: Arte, Cultura e Cidadania.

Áreas de investigação: Estudos de Turismo, história do turismo, representações e ideologia(s), inovação e criatividade turísticas vs. Globalização.


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