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terça-feira, 5 de junho de 2012

TESTE: E você, é optimista?

Tenho duas tias, irmãs, criadas no mesmo ambiente. Uma é verdadeiramente optimista e a outra é muito negativa. A primeira, a tia N., de quem já vos falei, dá muito mais importância ao que lhe acontece de positivo e é muito concentrada no momento presente.  Costuma encontrar estratégias para não ficar a ruminar num assunto. Foca a sua atenção nos aspectos positivos do passado (e ela passou por momentos bem difíceis na sua vida) e encara o futuro com optimismo. Costumo dizer na brincadeira que "quando for grande, quero ser como ela".

E você, encara a vida com optimismo, ou tende a ver o lado negativo de tudo? Deixo-lhe aqui um teste que adaptei, inicialmente criado por Ed Diener e publicado no livro "Positivamente" de Catarina Rivero e Helena Marujo:

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Assinale as respostas que correspondem aos seus comportamentos habituais:

Características negativas:
Rapidamente me apercebo dos erros dos outros.
□ Frequentemente vejo as falhas nas outras pessoas.
□ Vejo a minha comunidade como um lugar cheio de problemas.
□ Quando olho para mim, vejo muitos defeitos.
□ Quando alguém faz qualquer coisa por mim, penso que terá segundas intenções.
□ Quando coisas boas acontecem, pergunto-me se não vão azedar em breve.
□ Quando coisas boas acontecem, pergunto-me se não poderiam ter corrido melhor.
□ Quando vejo outras pessoas a terem sucesso, sinto-me mal comigo ou até com inveja.
□ Frequentemente comparo-me com outras pessoas.
□ Penso com frequência nas oportunidades que perdi.
□ Arrependo-me de muitas coisas do meu passado.
□ Quando penso no passado, são as coisas más que sobressaem.
□ Quando coisas más acontecem, fico a ruminar nelas durante muito tempo.
□ A maioria das pessoas aproveita-se e leva vantagem de mim, se lhe der a mínima oportunidade.


Características positivas:
□ Eu vejo muito mais beleza à minha volta.
□ Vejo coisas boas na maioria das pessoas.
□ Acredito nas qualidades das outras pessoas.
□ Penso em mim como uma pessoa com muitas forças.
□ Quando alguma coisa de mal acontece, frequentemente vejo a luz ao fundo do túnel.
□ Por vezes penso quão afortunada tem sido a minha vida.
□ Quando penso no passado, são os momentos felizes que sobressaem.
□ Saboreio as memórias dos momentos felizes do passado.
□ Quando vejo os outros a ter sucesso, mesmo estranhos, fico feliz por eles.
□ Reparo nas pequenas coisas boas que os outros fazem.
□ Sei que o mundo tem problemas, mas parece-me um lugar maravilhoso, de qualquer forma.
□ Vejo muitas oportunidades no mundo.
□ Sou optimista relativamente ao meu futuro.
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Resultados:
a) No que respeita às «características negativas»:
Entre 1 a 4 respostas assinaladas -
 É uma pessoa muito pouco negativa;
Entre 5 a 9 respostas assinaladas - É uma pessoa medianamente negativa;
Entre 10 a 14 respostas assinaladas - É uma pessoa muito negativa.

Perante as suas respostas, aproveite para analisar em que situações é mais negativo, e comece a treinar atitudes mais optimistas desde já (aprofundarei este tema, com algumas dicas, num post futuro).

b) No que respeita às «características positivas»:
Entre 1 a 4 respostas assinaladas - É uma pessoa muito pouco optimista;
Entre 5 a 8 respostas assinaladas - É uma pessoa medianamente optimista;
Entre 9 a 13 respostas assinaladas - É uma pessoa muito optimista. Parabéns!

Perante estas respostas, aproveite para analisar as suas potencialidades, o que já tem de bom e procure melhorar ainda mais. E atenção que um optimista não é aquele que vê tudo cor-de-rosa (isso até poderia ser perigoso em algumas situações), mas sim quem tem capacidade para ver as coisas boas da vida, aprender com as más e agir para que tudo melhore.
Foto: Valerie

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

TESTE: Você é um comprador compulsivo?

Vários estudos indicam que somos mais felizes se gastarmos o nosso dinheiro (para além dos bens essenciais, claro) em experiências do que em objectos. Com os objectos normalmente sentimos uma sensação de prazer momentâneo que se esbate pouco depois. Para não falar de quando compramos por impulso e depois nos sentimos tão culpados, que caímos numa profunda tristeza.

Como refere Teresa Cotrim "(...) a sua saúde financeira depende (e muito) da sua capacidade de aprender a dizer não e a controlar os impulsos". Eu acrescentaria, que para ser feliz, é importante que seja você a controlar o seu dinheiro e não o contrário.

E você, consegue gerir bem o seu dinheiro ou é um comprador compulsivo? Descubra no teste que se segue.

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A) Quando sai para fazer compras regressa com presentes adicionais para outras pessoas, sem o ter planeado?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

B) Costuma fazer compras quando está deprimido, com raiva ou medo?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

C) Comprar está entre as suas diversões?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

D) Compra coisas que nunca usa?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

E) Pensa excessivamente em quanto gastou nas suas compras?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

F) Sente-se culpado após uma ida às compras?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

G) Ao sair para as compras, você faz e cumpre a lista do que vai comprar?
1 = Sempre
3 = Frequentemente
3 = Raramente
4 = Nunca

H) Ir ao centro comercial é uma alternativa de lazer para si?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

I) Esconde das outras pessoas o que compra e quanto custou?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

J) Procura desculpa para dar aos outros sobre as suas compras?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

K) Quando faz compras sente, ao mesmo tempo, euforia e ansiedade?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

L) As pessoas costumam chamar-lhe forreta?
1 = Sempre
3 = Frequentemente
3 = Raramente
4 = Nunca

M) Sente-se desconfortável quando a pessoa que anda às compras consigo gasta mais?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

N) Para si, fazer compras é, ao mesmo tempo, um acto proibido e desejado?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

O) Há compras que apenas faria com o cartão e nunca com dinheiro?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

P) Quando sai sem o cartão sente-se perdido?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

Q) Os seus hábitos de consumo têm-no deixado em apuros?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

R) Fazer compras é uma aventura?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

S) Costuma gastar muito tempo a fazer compras e a equilibrar os seus gastos?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

T) Quando tira férias, ou viaja, procura um lugar onde haja boas lojas para compras?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

U) Costuma atingir o limite do cartão de crédito?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

V) Recebe e-mails de diversos tipos de lojas, produtos, promoções?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

W) Os vendedores costumam tratá-lo pelo nome?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

X) É habitual esquecer-se que comprou um produto e vai comprá-lo novamente?
4 = Sempre
2 = Frequentemente
2 = Raramente
1 = Nunca

Y) Fica saturado quando vai às compras?
1 = Sempre
3 = Frequentemente
3 = Raramente
4 = Nunca

RESULTADOS:
De 25 a 35 pontos -
É muito controlado ou até mesmo avarento.
De 36 a 50 pontos - Mantém o consumo sob controlo.
De 51 a 61 pontos - Esteja atento: já demonstra sinais de consumismo.
De 62 a 73 pontos - É claramente um consumidor compulsivo.
De 74 a 84 pontos - O seu comportamento poderá representar uma ameaça para as suas finanças.
De 85 a 100 pontos - Procure um psicólogo para falar sobre o problema.

Foto: Corbis
Teste adaptado de: COTRIM, Teresa; Faça o Seu Dinheiro Crescer; Caderno, 1.ª Edição; Julho de 2009; citando a fonte: Revista Veja.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

TESTE: Quais as actividades que o poderão fazer feliz?

Como não somos todos iguais, nem todas as actividades contribuem da mesma forma, para a felicidade de todos nós. Com este teste poderá descobrir quais as que se adequam ao seu perfil, e que o poderão fazer mais feliz.

O presente teste é adaptado do apresentado por Sonja Lyubomirsky, no seu livro Como Ser Feliz, cuja leitura aconselho vivamente.

As regras:Analise todas actividades descritas abaixo e imagine como seria praticá-las constantemente, na sua vida quotidiana.

De seguida, pontue-as escrevendo o número adequado de 1 a 7, junto às palavras natural, desfruto, valorizo, culpado e obrigado.

A pontuação deverá significar o seguinte:
1 – Jamais;
2 – Muito pouco provável (raramente);
3 – Pouco provável;
4 – De vez em quando;
5 – Provável (algumas vezes);
6 – Muito provável (frequentemente);
7 – Sempre (que seja possível).

As palavras a serem pontuadas, referentes à actividade a avaliar, significam o seguinte:Natural – Continuarei a praticar esta actividade porque a sinto como «natural» e serei capaz de a manter;
Desfruto – Continuarei a praticar esta actividade porque me agradará fazê-lo - parece-me ser interessante e desafiadora;
Valorizo – Continuarei a praticar esta actividade porque a valorizo e identifico-me com ela - fá-la-ei livremente, mesmo quando não me seja agradável, porque a valorizo;
Culpado - Continuarei a praticar esta actividade porque me sentiria envergonhado, culpado ou preocupado se não o fizesse - esforçar-me-ei por fazê-la;
Obrigado – Continuarei a praticar esta actividade porque alguém quererá que o faça ou porque a minha situação me obrigará a fazê-lo.

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Passemos então ao teste:

Actividade 1 – Expressar gratidão: dando graças pelo que se tem (quer a alguém directamente, quer em privado, mediante a contemplação, oração ou mantendo um diário de gratidão) ou transmitindo a sua gratidão e reconhecimento a uma ou mais pessoas a quem nunca agradeceu como devia.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 2 – Cultivar o optimismo: mantendo um diário no qual se imagina e escreve o melhor futuro possível para si, praticando visualização, ou tentando ver sempre o lado positivo de todas as situações.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 3 – Evitar pensar demasiado e evitar a comparação social: utilizando estratégias (como a distracção) para reduzir a frequência com que pensa nos seus problemas e se compara com os outros.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 4 – Praticar a generosidade: praticando actos de solidariedade, fazendo coisas boas pelos outros, quer sejam amigos ou desconhecidos, quer seja directa ou de forma anónima, quer seja de maneira espontânea ou planeada.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 5 – Cuidar das relações: escolhendo uma relação que necessite de fortalecer e investindo tempo e energia no processo de a curar, cultivar, afirmar e desfrutar.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 6 – Desenvolver estratégias para lidar com as situações: praticando modos de suportar ou superar o stress, um problema ou um trauma recentes.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 7 – Aprender a perdoar: mantendo um diário ou escrevendo uma carta na qual procura libertar-se da ira e do ressentimento em relação a uma ou várias pessoas que o tenham prejudicado ou que tenham sido injustas consigo.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 8 – Praticar mais actividades que realmente o atraiam: aumentando a quantidade de experiências, em sua casa e no local de trabalho, nas quais «se solta», que sejam desafiadoras e absorventes, que sinta que estão relacionadas com o seu propósito de vida e/ou que o apaixonam.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 9 – Saborear as alegrias da vida: prestando muita atenção, deleitando-se e repetindo prazeres momentâneos da vida e as suas maravilhas.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 10 – Comprometer-se com os seus objectivos: escolhendo um, dois ou três objectivos importantes que tenham sentido para si e dedicando tempo e esforço a persegui-los.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 11 – Praticar a religião e a espiritualidade: envolvendo-se mais na sua igreja, templo ou mesquita, orando, lendo e reflectindo sobre livros de temática espiritual.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

Actividade 12 – Ocupar-se do seu corpo: empreendendo uma actividade física, cuidando da sua beleza e alimentação, meditando, sorrindo e rindo.
____ Natural ____ Desfruto ____ Valorizo ____ Culpado ____ Obrigado

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Resultados:Passo 1 – Para cada uma das 12 actividades, subtraia a média das pontuações de Culpado e Obrigado da média das pontuações Natural, Desfruto e Valorizo, ou seja, para cada uma das actividades faça o seguinte:

Pontuação da actividade = [(Natural + Desfruto + Valorizo):3] – [(Culpado +Obrigado):2]

Passo 2 – Anote as quatro actividades nas quais tenha obtido uma maior pontuação, essas são as actividades que o poderão fazer mais feliz:
1.ª ________________________
2.ª ________________________
3.ª ________________________
4.ª ________________________

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Conclusão:Deve começar a realizar estas actividades desde já, para ser mais feliz.

Pode iniciar apenas com uma, ou com várias, em simultâneo.

Com o tempo, poderá experimentar actividades em que tenha obtido uma pontuação mais baixa. Quem sabe não tem uma surpresa e estas o farão igualmente feliz?

Foto: Google images - Autor não identificado.
Teste adaptado de: LYUBOMIRSKY, Sonja; Como ser Feliz; Pergaminho, 1.ª Edição; Junho de 2011.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

TESTE: Está deprimido?

Algum tempo após a morte da minha mãe passei por uma depressão. E acreditem isto não é só estar ligeiramente infeliz, mas sentir que tudo à nossa volta não passa de escuridão. Deixamos de acreditar em nós mesmos, no mundo e perdemos o interesse pelo que quer que seja. A depressão é sem dúvida um grande impeditivo para a felicidade.

Se se estiver a sentir-se assim, e tiver consciência de que não é uma situação passageira, acredite que a ajuda médica é imprescindível. Não pode desistir de ter uma vida plena. E garanto-lhe, por experiência própria, que consegue... basta procurar ajuda.

Apesar dos testes para medir a depressão serem extremamente sensíveis aos nossos estados de espírito, pense em como se tem sentido nos últimos tempos e não só hoje. Se necessário, repita o teste uma semana depois.

Eis o teste de Aaron Beck, para saber se está deprimido:

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Para cada grupo de frases, escolha a que melhor descreve como se tem sentido nos últimos tempos.

(A)
0 = Não me sinto triste.
1 = Sinto-me triste.
2 = Ando sempre triste e não consigo evitá-lo.
3 = Ando tão triste ou infeliz que não consigo suportar mais isto.

(B)
0 = Não me sinto particularmente desencorajado em relação ao futuro.
1 = Sinto-me desencorajado em relação ao futuro.
2 = Sinto que não tenho nada a esperar do futuro.
3 = Não tenho qualquer esperança no futuro e sinto que a minha situação não pode melhorar.

(C)
0 = Não me sinto um falhado.
1 = Sinto que tive mais fracassos do que a maioria das pessoas.
2 = Quando olho para o meu passado, tudo o que vejo é uma quantidade de falhanços.
3 = Sinto que sou uma pessoa completamente falhada.

(D)
0 = Sinto-me tão satisfeito como antes.
1 = Não me sinto satisfeito com as coisas que anteriormente me satisfaziam.
2 = Não me consigo sentir realmente satisfeito com nada.
3 = Sinto-me descontente e aborrecido com tudo.

(E)
0 = Não me sinto culpado de nada em particular.
1 = Sinto-me culpado uma grande parte das vezes.
2 = Sinto-me bastante culpado a maior parte das vezes.
3 = Sinto-me sempre culpado.

(F)
0 = Não sinto que esteja a ser vítima de algum castigo.
1 = Sinto que posso vir a ser castigado.
2 = Espero vir a ser castigado.
3 = Sinto que estou a ser castigado.

(G)
0 = Não me sinto desiludido comigo.
1 = Estou desiludido comigo.
2 = Estou desgostoso comigo.
3 = Odeio-me.

(H)
0 = Não sinto que seja pior do que qualquer outra pessoa.
1 = Critico-me a mim próprio pelas minhas fraquezas ou erros.
2 = Estou constantemente a culpar-me pelas minhas faltas.
3 = Acuso-me de todo o mal que acontece.

(I)
0 = Não penso suicidar-me.
1 = Tenho ideias de pôr termo à vida, mas não consigo concretizá-las.
2 = Gostaria de pôr termo à vida.
3 = Gostaria de pôr termo à vida se tivesse oportunidade.

(J)
0 = Não choro mais do que é habitual.
1 = Choro mais agora do que era costume.
2 = Passo o tempo a chorar.
3 = Costumava ser capaz de chorar, mas agora não consigo, mesmo quando me apetece.

(K)
0 = Não ando mais irritado do que é costume.
1 = Fico aborrecido ou irritado mais facilmente do que era costume.
2 = Sinto-me constantemente irritado.
3 = Não fico irritado com o que anteriormente me irritava.

(L)
0 = Não perdi o interesse pelas pessoas.
1 = Interesso-me menos pelas pessoas do que era costume.
2 = Perdi quase todo o interesse pelas outras pessoas.
3 = Perdi todo o interesse pelas outras pessoas.

(M)
0 = Tomo decisões tão facilmente como antes.
1 = Evito tomar tantas decisões como anteriormente.
2 = Agora tenho muito mais dificuldade em tomar decisões.
3 = Sinto-me completamente incapaz de tomar qualquer decisão.

(N)
0 = Acho que o meu aspecto é o do costume.
1 = Preocupo-me por poder parecer velho ou pouco atraente.
2 = Sinto que há constantes mudanças no meu aspecto, que me tornam pouco atraente.
3 = Acho que tenho um aspecto horrível (desagradável).

(O)
0 = Sou capaz de trabalhar tão bem como era costume.
1 = Agora preciso de esforçar-me mais para começar a fazer qualquer coisa.
2 = Tenho de esforçar-me muito para fazer alguma coisa.
3 = Não consigo trabalhar.

(P)
0 = Durmo tão bem como antes.
1 = Não ando a dormir tão bem.
2 = Acordo 1 ou 2 horas mais cedo do que era costume e custa-me voltar a adormecer.
3 = Acordo muitas horas antes do que era costume e não consigo voltar a adormecer.

(Q)
0 = Não me sinto mais cansado do que habitualmente.
1 = Fico cansado com mais facilidade do que antes.
2 = Fico cansado quando faço seja o que for.
3 = Sinto-me demasiado cansado para fazer seja o que for.

(R)
0 = O meu apetite é o mesmo de sempre.
1 = O meu apetite não é tão bom como costumava ser.
2 = O meu apetite piorou muito ultimamente.
3 = Não tenho apetite absolutamente nenhum.

(S)
0 = Não tenho perdido peso ultimamente.
1 = Perdi mais de 2,5 Kg de peso.
2 = Perdi mais de 5 Kg de peso.
3 = Perdi mais de 7,5 Kg de peso.

(T)
0 = Não me tenho preocupado com a minha saúde mais do que o habitual.
1 = Estou preocupado com os meus problemas de saúde.
2 = Estou tão preocupado com os meus problemas de saúde que me é difícil pensar noutras coisas.
3 = Estou tão preocupado com os meus problemas de saúde que não consigo pensar em absolutamente mais nada.

(U)
0 = Não notei qualquer mudança no meu interesse pela vida sexual.
1 = Estou menos interessado pela vida sexual que anteriormente.
2 = Estou muito menos interessado pela vida sexual.
3 = Perdi completamente o interesse pela vida sexual.

RESULTADOS:
De 1 a 9 –
Não tem depressão.
De 10 a 15 - Tem uma depressão ligeira.
De 16 a 23 - Já tem uma depressão moderada.
Mais de 23 - Tem uma depressão severa.

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Consoante o seu resultado, não deixe de procurar ajuda! Pode fazer toda a diferença para a sua felicidade.

Foto: H. Koppdelaney
Teste adaptado de: Dormir melhor; Deco ProTeste, 1.ª Edição; Lisboa, Julho de 2007 (reimpressão de Fevereiro de 2011).

terça-feira, 31 de maio de 2011

TESTE do Dr. Phil: Como está a saúde da sua relação?

Quem tem problemas no casamento (felizmente não é o meu caso) sabe que este pode ser um grande factor de stress e de infelicidade na sua vida. Lembrei-me então de um velho livro do Dr. Phil McGraw, o “Relationship Rescue” que aborda este assunto e aponta uma série de soluções para que os relacionamentos resultem (mesmo os mais problemáticos).

Deixo-lhe aqui uma adaptação do teste do Dr. Phil para saber como está a saúde da sua relação. É um pouco extenso, mas não deixe de o fazer.

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Responda "Verdadeiro" ou "Falso" às seguintes questões:

1 – Estou satisfeito(a) com a minha vida sexual.
2 – O(a) meu(minha) parceiro(a) não me ouve verdadeiramente.
3 – Confio no(a) meu(minha) parceiro(a).
4 – Sinto-me chateado(a) e em baixo.
5 – Tenho esperança no nosso futuro.
6 – Não é fácil partilhar os meus sentimentos.
7 – O(a) meu(minha) parceiro(a)diz-me frequentemente “eu amo-te”.
8 – Por vezes sinto raiva.
9 – Sinto-me apreciado(a).
10 – Ando descontrolado(a).
11 – O(a) meu(minha) parceiro(a)está lá para mim, nos momentos difíceis.
12 – O(a) meu(minha) parceiro(a)é áspero(a) nas críticas que faz.
13 – O(a) meu(minha) parceiro(a) compreende-me.
14 – Receio que o(a) meu(minha) parceiro(a) esteja entediado(a) com a nossa relação.
15 – O(a) meu(minha) parceiro(a) não gosta de partilhar o que lhe vai na alma.
16 – Imagino-me divorciado(a).
17 – A minha relação é aquilo com que sempre sonhei.
18 – Eu sei que estou certo(a).
19 – O(a) meu(minha) parceiro(a) trata-me com dignidade e respeito.
20 – O(a) meu(minha) parceiro(a) é alguém que só pensa em receber.
21 – Fazemos, frequentemente, coisas divertidas juntos.
22 – Por vezes só me apetece magoar o(a) meu(minha) parceiro(a).
23 – Sinto-me amado(a).
24 – Prefiro mentir do que ter de lidar com um problema.
25 – Ainda mantemos a paixão acesa na nossa relação.
26 – Estou preso(a), sem escapatória.
27 – O meu parceiro(a) pensa que eu sou divertido(a).
28 – O nosso relacionamento começou a ficar entediante.
29 – Nós gostamos de fazer saídas sozinhos.
30 – O(a) meu(minha) parceiro(a)sente vergonha de mim.
31 – Confiamos um no outro para grandes negócios.
32 – Não somos mais nada do que colegas de quarto.
33 – Eu sei que o(a) meu(minha) parceiro(a) jamais me deixaria.
34 – Já não tenho orgulho do meu corpo.
35 – O(a) meu(minha) parceiro(a) respeita-me.
36 – O(a) meu(minha) parceiro(a) está a comparar-me constantemente com os(as) outros(as).
37 – O(a) meu(minha) parceiro(a) ainda sente desejo por mim.
38 – Nós apenas parecemos querer coisas diferentes.
39 – Eu tenho permissão para pensar por mim mesmo(a).
40 – Sinto-me sobrecarregado(a) pelo(a) meu(minha) parceiro(a).
41 – Sou honesto(a) com o(a) meu(minha) parceiro(a).
42 – As pessoas não fazem ideia de como a nossa relação é realmente.
43 – O(a) meu(minha) parceiro(a) está aberto a sugestões.
44 – O(a) meu(minha) parceiro(a) não deixa que eu me exprima.
45 – O(a) meu(minha) parceiro(a) é o meu principal suporte emocional.
46 – Sinto-me julgado(a) e rejeitado(a) pelo(a) meu(minha) parceiro(a).
47 – O(a) meu(minha) parceiro(a) preocupa-se se me vê chateado(a) ou triste.
48 – O(a) meu(minha) parceiro(a) trata-me como se eu fosse uma criança.
49 – O(a) meu(minha) parceiro(a) coloca a nossa relação acima de qualquer outra.
50 – Eu nunca estou satisfeito(a) com o(a) meu(minha) parceiro(a).
51 – O(a) meu(minha) parceiro(a) quer ouvir realmente aquilo que digo.
52 – Escolhi o(a) meu(minha) parceiro(a) pelas razões erradas.
53 – Eu olho em frente, para o tempo que vamos passar juntos.
54 – O(a) meu(minha) parceiro(a) acha que eu sou aborrecido(a) na cama.
55 – O(a) meu(minha) parceiro(a) tem sorte por me ter.
56 – O(a) meu(minha) parceiro(a) trata-me como um(a) empregado(a).
57 – Eu ganho uma boa parte das discussões.
58 – Eu invejo os relacionamentos dos meus amigos.
59 – O(a) meu(minha) parceiro(a) proteger-me-ia, caso fosse necessário.
60 – Desconfio do(a) meu(minha) parceiro(a).
61 – Sinto que o(a) meu(minha) parceiro(a) precisa de mim.
62 – O(a) meu(minha) parceiro(a) tem ciúmes de mim.

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Ao contrário do que poderia pensar, nem todas as questões são contabilizadas, assim regresse ao teste e contabilize a pontuação do seguinte modo:

Número total de “Verdadeiros” nas questões com números pares - ___________
Número total de “Falsos” nas questões com números ímpares - _______________

RESULTADOS:
Igual ou superior a 33 pontos –
O seu relacionamento está em risco extremo de falhar. Certamente necessitam de apoio externo (fazer aconselhamento matrimonial, por exemplo), para salvarem a relação.

Entre 20 e 32 pontos – A sua relação tem problemas sérios e, provavelmente, poderá estar a viver um “divórcio emocional”. Neste caso, poderão igualmente necessitar de ajuda, para que a situação não se agrave.

Entre 12 e 19 pontos – A sua relação está na média (o que não é um resultado magnífico) e certamente necessita de algum trabalho para melhorá-la. Que tal dedicar um pouco do seu tempo a cuidar da sua relação? Pequenos gestos no dia-a-dia, podem fazer toda a diferença.

Igual ou inferior a 11 pontos – A sua relação está bem melhor do que a média das relações. De qualquer modo, há sempre aspectos em que pode melhorar. Não se esqueça de manter acesa a chama do vosso amor, com pequenos gestos no dia-a-dia.

Foto: Google images - Autor não identificado

terça-feira, 12 de abril de 2011

TESTE: Coloca sempre os outros em primeiro lugar?

Desde pequenos que nos são incutidas ideias como as de que «temos que realizar primeiramente o desejo dos outros antes dos nossos», ou então de que «é egoísmo pensar em nós mesmos em primeiro lugar». Ouvem-se igualmente mil e uma opiniões sobre a forma como devemos viver, pelo que muitas pessoas acabam por fazer as escolhas dos outros e não as que desejavam lá no íntimo. Mas será que isso os irá fazer felizes? Será, que por oposição, deveremos unicamente pensar nas nossas necessidades, mesmo que isso implique passar por cima dos outros?

O segredo está no equilíbrio e, sim, para sermos felizes é importante que procuremos realizar o nosso propósito de vida e tentemos concretizar os nossos sonhos. Pessoalmente, acredito que todos nascemos com uma missão e a sua realização tornará este um mundo melhor.

Efectivamente, diversos estudos comprovam que as pessoas felizes e que vivem o seu propósito têm mais tendência para ajudar os que o rodeiam e a fazê-lo com verdadeiro prazer. No reverso da medalha, ignorar a sua própria felicidade origina muitas vezes sentimentos de ressentimento, falta de confiança na capacidade dos outros para fazerem as coisas sem a nossa ajuda, culpabilização e amargura.

Nunca desista de ser feliz se quer ver os que o rodeiam também felizes. Mas por agora deixo-lhe um teste que adaptado do livro “Gente Tóxica” do Teólogo e Psicólogo Bernardo Stamateas. Descubra se coloca sempre os outros em primeiro lugar:

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Para cada questão, responda Verdadeiro ou Falso.

1 –
Se os seus amigos tivessem de o descrever, preferia que dissessem que é uma pessoa atenta aos outros, do que uma pessoa feliz?

2 –
Sente-se melhor a cuidar dos outros do que a permitir que os outros tratem de si?

3 –
Surpreende-se com o facto de perceber que as pessoas que o circundam são incompetentes (tem de ser você a fazer tudo)?

4 –
Considera que os outros não dão importância à maioria dos seus conselhos?

5 –
Sente que, por vezes, tem de morder a língua na presença dos seus filhos, cônjuges ou outros familiares?

6 –
Em termos genéricos, considera mais fácil fazer as coisas por si?

7 –
Se alguém o trata mal, continua habitualmente tratando essa pessoa como sempre o fez?

8 –
Por vezes os seus familiares ou amigos tomam por certo que podem contar consigo?

9 –
Por vezes aceita atitudes de familiares e de amigos que nunca aceitaria de um desconhecido?

10 –
Sente mais alegria de coisas boas quando há um ser que lhe é querido com quem as pode partilhar?

11 –
Por vezes desejaria largar tudo, descansar um pouco e não ter que se preocupar com os outros?

12 –
Em certas ocasiões respondeu a coisas que foram afirmadas na televisão, com comentários sarcásticos de correcção ao vocabulário ou à gramática?

13 –
Cumpre as promessas que faz, mesmo que isso signifique sacrificar as suas próprias necessidades?

14 –
Detestaria ser recordado como uma pessoa egoísta?

RESULTADOS:
Entre 1 a 2 “Verdadeiros” – A palavra “culpa” não entra no seu vocabulário. Na realidade, por norma coloca-se a si próprio em primeiro lugar. No seu caso, deverá analisar de não está a colocar as suas necessidades sempre acima das dos outros.

Entre 3 a 4 “Verdadeiros” –
É uma pessoa equilibrada e responsável, sabe satisfazer as suas necessidades mais profundas sem ser um escravo dos seus caprichos. Possui capacidade para encontrar prazer em muitas coisas.

Entre 5 a 7 “Verdadeiros” –
É uma pessoa abnegada de nível 1, um ser que adia as suas necessidades um pouco mais adiante, para quando for chegado o melhor momento para agir. O seu lema é “agora não posso, mas poderei mais para a frente”.

Entre 8 a 13 “Verdadeiros” –
A sua abnegação chega ao nível 2, uma pessoa que ignora as suas próprias necessidades, até as mais básicas como comer, dormir, receber afecto, estudos, etc. Obtém maior gratificação por cuidar dos outros do que de si próprio, maior tendência para fazer os outros felizes do que lutar pela própria felicidade. As pessoas descrevem-no como uma «boa pessoa»; servir constitui o auge da sua vida. Se lhe acontecem coisas maravilhosas, tende a partilhá-las com os outros, ama-os a todos, cuida deles e investe em todos eles. No entanto esquece-se de investir em si próprio.

Igual ou mais de 14 “Verdadeiros” –
Não reconhece as suas próprias capacidades; por esta altura já se converteu numa máquina de trabalhar, deixando de sentir, de pensar e de decidir o que é melhor para si. Neste ponto da sua vida, esta já não faz sentido, tem falta de sonhos e de expectativas; no seu íntimo apenas lhe resta espaço para a raiva e para frustrações extremas.

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Por último, subscrevo a ideia de Bernardo Stamateas Só a si compete fazer a diferença. Haverá um determinado momento na sua vida em que terá necessidade de se dar conta do facto de que, se não satisfizer as suas necessidades, ninguém o fará por si. O que quer que seja que deseja que lhe aconteça, apague-o da sua mente e comece a desenhá-lo, a pormenorizar as metas a atingir e os passos a seguir, e avance de imediato até ao fim.

Foto: spicecomments.com

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

TESTE: Qual o nível de stress na sua vida?

As coisas cá por casa já estão mais calminhas (ufa!). A minha pequenina já recuperou bastante, e já tem o sorrisinho lindo de sempre.

Voltei às minhas investigações e desta vez quero falar de um problema que, para ser honesta, me afecta bastante: stress.

Apesar de nem todo o stress ser necessariamente mau (aquele que nos motiva a agir, melhora a nossa concentração e nos dá a sensação de controle da situação), em dadas situações este pode ser um verdadeiro impedimento à nossa felicidade (quando nos sentimos dominados pelas dificuldades, esgotados e sem motivação para agir).

Deixo-lhe aqui um teste para descobrir qual o nível de stress na sua vida.

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Classifique cada uma destas afirmações numa escala de 1 a 3:
1 = raramente ocorre;
2 = ocorre algumas vezes;
3 = ocorre regularmente.

1 – Fico acordado à noite, preocupado com o trabalho ou com outros assuntos que me afligem ou acordo com sonhos perturbadores.

2 – Reajo a pequenos problemas com raiva, ansiedade, sentimentos de mágoa e/ou ataques frequentes de choro.

3 – Como desenfreadamente ou perco totalmente o apetite.

4 – Aumentei o uso de álcool e/ou de tabaco.

5 – Passo por grandes períodos de tédio.

6 – Sinto-me incapaz de me libertar facilmente da tensão, ficando a remoer no mesmo assunto; tenho dificuldade em relaxar mesmo em momentos calmos ou nem sequer tenho tempo para relaxar.

7 – Perco o apetite sexual ou sinto algumas dificuldades a este nível.

8 – Manifesto uma quebra no desempenho no trabalho.

9 – Tenho dificuldade em determinar prioridades ou em tomar decisões.

10 – Aumentaram ocorrências como: dores de cabeça, problemas digestivos, dores de pescoço ou costas, problemas respiratórios, palpitações cardíacas, irritabilidade, fadiga excessiva, tonturas, dificuldades de raciocínio, ranger de dentes, espasmos musculares ou agravamento de problemas cutâneos (acne, eczemas, psoríase, etc.).

11 – Tenho uma maior susceptibilidade a apanhar gripes ou constipações.

12 – Tenho um desejo exagerado de aumentar o desempenho no trabalho ou preocupo-me demasiado em ser aumentado ou promovido.

13 – Tenho um desejo frequente de consultar ajuda profissional, seja um médico, um padre, um psicólogo ou um grupo de aconselhamento.

14 – Necessito de muito apoio pessoal de amigos e família, frequentemente mais do que eles estão dispostos ou são capazes de dar.

15 – Estou constantemente apressado ou com a sensação de que não tenho tempo suficiente para fazer tudo o que pretendo.

Pontuação:
15 a 25 pontos (sem stress) –
Não há muito stress na sua vida ou, o que é mais provável, é que lida de uma forma muito eficiente com ele, quando ocorre. Deve continuar a fazer o que fez até aqui, dado que isso resulta consigo.

26 a 35 pontos (stress ligeiro) – Por vezes experimenta níveis elevados de stress, mas este desaparece ao fim de pouco tempo. Se tiver um total de 30 pontos ou mais, talvez devesse iniciar um programa de alívio de stress e de relaxamento (falarei disto em futuros posts).

36 ou mais pontos (stress elevado) – A sua vida tem mais stress do que aquele que pode comportar e não está a lidar muito bem com ele. Deve reflectir imediatamente sobre o seu modo de vida e tomar medidas para o controlar, pois o excesso de stress é um problema sério que poderá minar a sua saúde, relações, desempenho profissional, etc. Não deixe de agir! (Também falarei sobre formas de controlar o stress em posts futuros).

Foto: Google images – Autor não identificado
Teste adaptado de: Combater o Stress; Selecções do Reader´s Digest, 1.ª Edição; Lisboa, Março de 1998.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

TESTE: A sua atitude interior conduz à felicidade?


Já vos tinha falado que 40% da nossa felicidade depende da nossa atitude interior (dos nossos pensamentos, sentimentos, palavras, acções...). O melhor de tudo, é que este é um factor que podemos alterar (quanto à herança genética nada feito) – podemos aprender a mudar para uma atitude que nos faça feliz.

Deixo-vos aqui um teste concebido e desenvolvido pelo Dr. Auke Tellegen (professor de psicologia da Universidade do Minnesota), para saberem até que ponto têm uma atitude interior que conduz à felicidade:

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Classifique cada uma destas declarações numa escala de 1 a 5:
1 = nada verdadeira;
2 = muito pouco verdadeira;
3 = moderadamente verdadeira;
4 = verdadeira;
5 = absolutamente verdadeira.

1 – Sinto-me frequentemente feliz e satisfeito por nenhuma razão em particular.

2 – Vivo o presente (não estou constantemente a pensar no passado ou a imaginar que a felicidade se encontra somente no futuro).

3 – Sinto-me vivo, enérgico e animado.

4 – Vivo numa experiência de bem-estar e paz interior.

5 – Para mim, a vida é uma fantástica aventura.

6 – Não me deixo abater pelas contrariedades.

7 – Entusiasmo-mo com as coisas que faço no dia-a-dia.

8 – Na maior parte dos dias sinto-me alegre e rio muito.

9 – Considero o mundo em que vivo acolhedor e amigável.

10 – Procuro uma lição e a razão de ser de tudo o que acontece.

11 – Consigo esquecer e perdoar.

12 – Sinto amor por mim mesmo.

13 – Procuro ver a parte boa de cada indivíduo, não pressupondo à partida, que o outro tem más intenções.

14 – Ajo para alterar o que posso e aceito o que não posso mudar.

15 – Rodeio-me de pessoas que me apoiam.

16 – Não me queixo nem culpo os outros.

17 – Não deixo que os meus pensamentos negativos me ensombrem.

18 – Experiencio uma sensação geral de gratidão.

19 – Sinto-me espiritualmente ligado a algo maior que eu próprio (creio, por exemplo,
em Deus).

20 – Sinto-me inspirado pelo sentido de propósito da minha vida.

Pontuação:
80 a 100 pontos –
você tem uma atitude interior, que em todos os níveis, o conduz à felicidade;

60 a 79 pontos – até certo ponto tem uma atitude interior que conduz à felicidade, mas ainda há aspectos em si que tem de melhorar – verifique na lista de qualidades das pessoas que possuem uma atitude interior que conduz à felicidade, onde poderá melhorar;

40 a 59 pontos – tem uma atitude que pouco conduz à felicidade, necessita de aprender bastante e mudar a sua forma de estar na vida – inspire-se na lista de qualidades das pessoas que possuem uma atitude interior que conduz à felicidade.

Menos de 40 pontos – a sua atitude interior está a conduzi-lo para a infelicidade, pelo que deverá fazer uma mudança radical na sua forma de estar na vida para conseguir ser feliz - inspire-se na lista de qualidades das pessoas que possuem uma atitude interior que conduz à felicidade.

Foto: Google images – Autor não identificado
Teste adaptado de: SHIMOFF, Marci; Ser Feliz Porque Sim; Albatroz, 2.ª Edição; Porto, Maio de 2009.
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