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segunda-feira, 20 de abril de 2020

A onda da Joana.






A Joana é uma amiga artista e que artista amiga, que faz colagens em papel, colagens digitais, pintura, desenho, animação, uma animação. E fez um pastiche de A Grande Onda, de Hokusai, que aqui há atrasado foi muito ventilado neste blogue. Esta onda da Joana, como está bem de ver, tem crítica ao consumismo e ao desperdício, às grandes colossais ondas de lixo que devoram os mares das outras, que Hokusai pintou. Para conhecer o trabalho da Joana Dias é ver aqui, senhores.  










sábado, 21 de março de 2020

Um Longo Verão no Japão.

 
 
 
 
 
 
 
Um Longo Verão no Japão é um projecto encantador de amor pelo Japão, que partilho. No Verão estão a pensar ir ao Japão, programa acima. Veremos se irão ou ou não. Oxalá vão.




quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Diaries of - Japão.

 
 

 
 
O Jorge e a Anabela, como já disse, estiveram no Japão para mais uma jornada da Diaries of. Viajantes à séria, imersão total. E agora o vídeo de apresentação do último número da revista.
 
 
 

terça-feira, 2 de julho de 2019

De olhos em bico.




 
         Quando todos os dias se sucedem notícias sobre aquecimento global, extinção de espécies, perda de biodiversidade, o exemplo que uma nação «civilizada» como o Japão dá ao mundo é este, terrível. Após 30 anos, repetimos: 30 anos, três décadas, de proibição, o Japão decidiu o impensável e autorizou que fosse retomada a pesca comercial de baleias. Trinta anos não deram para que a frota pesqueira e os pescadores se adaptassem, que os hábitos alimentares se alterassem, largando de vez o apetite voraz por baleias? Ou será que, como avançam alguns, nestes trinta anos se manteve a pesca comercial de baleias, disfarçada de propósitos «científicos»? Seja como for, fica a questão: que se obtiver de lucro nesta matança compensa o dano causado na imagem do Japão no mundo?
 
 

sábado, 8 de junho de 2019

Oyako.

 
 












Um provérbio japonês diz que as crianças nipónicas conhecem as costas dos pais (ou os pais pelas costas), com isso querendo significar o pouco tempo que os progenitores masculinos passam com elas, sempre a caminho do trabalho. Não é o caso dos pais & filhos fotografados por Bruce Osborn, autor do livro Oyako, um acervo encantador de retratos luminosos e felizes, por vezes desarmantes. Conheci-o nas páginas do último número da revista Courier Internacional, inteiramente dedicado ao Japão, uma fantástica revista, que vale a pena comprar e guardar. Pelos retratos de Bruce Osborn, por vários textos belíssimos e pela espantosa fotorreportagem de Arlindo Camacho. Arigato!

 









terça-feira, 30 de abril de 2019

Na morte de Michael Wolf.














   
 
      Recém-chegado de Hong-Kong e das Filipinas, o Pedro Franco trouxe-me a triste notícia da morte súbita, aos 65 anos, do fotógrafo alemão Michael Wolf (aqui). Wolf ficou conhecido por fotografar a «arquitectura da densidade», hoje um cliché turístico para os milhares que visitam Hong Kong. E, a par de arranha-céus desumanos de tão sobrepovoados, Wolf ficou também célebre pelas suas fotografias de rostos no metro do Tóquio, as caras de homens e mulheres esmagados contra janelas perladas de condensação. O mundo é um lugar estranho.