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22 December 2024
21 July 2023
03 November 2022
Uma óptima oportunidade para recordar que uma livraria que é uma livraria já é uma coisa bem rara (V), acrescentando outra à lista
Livraria Fonte de Letras, Évora
02 September 2022
28 April 2021
25 January 2021
05 April 2020
26 March 2020
06 February 2020
21 December 2019
Uma óptima oportunidade para recordar que uma livraria que é uma livraria já é uma coisa bem rara (IV), acrescentando outra à lista
22 August 2019
17 August 2019
13 August 2019
05 March 2019
01 March 2019
Ou, como diz um amigo meu, entrar numa livraria é o mesmo que passear pelas vitrinas do Red Light District (sem ofensa para as meninas de Amsterdão)
"Há dias, entrei numa livraria para comprar um romance que tenho muita vontade de ler (...). Recuei quando vi a capa do livro, achei que não iria conviver facilmente com ela, durante o tempo de leitura, e muito menos guardaria um livro que assim se apresenta. (...) O editor português aplicou a este livro, e a quase todos os que saem das suas oficinas, a bitola gráfica e propagandística que julga adequada a leitores incautos e com pouca autonomia, que é preciso atrair com imagens, cores, sinais e frases de alto ruído, grande visibilidade e fraca elaboração. (...) É um pesadelo entrar hoje nas livrarias portuguesas, sobretudo nas que pertencem às grandes cadeias: é um mundo saturado de cores e volumes de grande porte, prontos para uma guerra comercial completamente insensata (...), com uma paginação e uma mancha que em tempos só eram usadas em livros infantis. Instaurou-se a infantilização dos leitores, a ideia de que quem entra numa livraria precisa, logo à entrada, de tutela e só quando chega às secções do fundo é que começa a ter direito à ousadia de pensar e ganhar autonomia" (AG)
03 June 2018
09 March 2018
"(...) Os principais inimigos dos livros que precisam de ser defendidos são precisamente os livros que não precisam que se faça nada em favor deles. (...) Não é o livro que está em perigo (esse, é produzido em abundância); o que está em perigo (e não faltam nos últimos anos os gritos de alarme, um pouco por todo o lado) é precisamente o sector da literatura, do ensaísmo, da ciência e das humanidades, que foi, até ao momento em que a edição seguiu o modelo do consumo e da produção industrial, o tronco da actividade editorial. Tanto livro, tanto livro, mas a maior parte do património literário está completamente ausente da edição e, ainda mais, das livrarias. Podemos dizer que os livros gozam hoje de um prestígio que, na generalidade, já não merecem; e que não há maior injustiça do que o triunfo deste canibalismo do lixo editorial que, ainda por cima, se alimenta do capital simbólico daqueles que ele devora. (...) Aguardamos com impaciência e pouca esperança um assalto total perpetrado por grandes destruidores" (AG, sequência daqui)
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