Por acaso, vale bem a pena recordar
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27 May 2022
14 June 2019
22 October 2018
... portanto, não existindo em Portugal extrema-esquerda nem direita (muito menos, extrema-direita), está encontrada a fórmula para promover a pátria internacionalmente: o Império do Extremo-Centro!
08 January 2017
"Marcelo não é um produto político, é um produto da RTP e da TVI, mas não percebeu ainda uma das regras básicas da sua verdadeira profissão ou confundiu o papel de Presidente da República com o seu antigo papel de entertainer. As pessoas gostavam das conversas com Judite de Sousa porque queriam passar um bom bocado a ouvir dizer mal dos senhores que nos pastoreiam e que todos nós detestamos do fundo do coração. O dispensador de 'afecto' (seja lá o que isso for), com os seus beijinhos, as suas selfies, os seus beberetes, a sua falsa naturalidade e o seu falso sorriso, também diverte e também não explica. E pior do que isso faz com que Marcelo entre dia a dia pela nossa casa adentro, sempre com a mesma fita e futilidade. Esta over-exposure, que o mais mesquinho cómico tenta evitar para não perder a graça, não incomoda Marcelo. Para ele, quanto mais melhor" (VPV)
08 April 2016
... pois, era exactamente isso
Edit: e, perante o "pedido de desculpa" - "A minha intenção não foi ofender" -, deverá recordar-se a Seabra e Pulido Valente que não terão o mínimo problema se o mandarem "para o caralho!"
07 April 2016
No fundo, apenas mais um caso *, entre vários, de fedelhos mal educadinhos que nunca chegaram a sair do pátio do recreio
* mas, na verdade, assusta... assusta muito que tal criatura possa ser ministro... da cultura! (ou, então, é o supremo elogio à democracia: qualquer um pode ser, realmente, ministro da cultura)
Para machão trauliteiro, a criatura (cujo brilhante CV e magnífica obra literária não devem, realmente, ser postos em causa), está um pouquinho adiposa de mais...
14 February 2016
04 October 2015
"O predomínio do 'arco' CDS, PS, PSD transformou os políticos numa melancólica raça de lacaios, como os lacaios dados à intriga e à venalidade. Basta abrir a televisão para constatar que ninguém acredita neles. Pior, que a generalidade do público tem nojo deles" (VPV)
06 September 2015
Portugal numa casca de noz (XXXV)
"(...) Ou, mais simplesmente, a veneração por quem conseguia escrever o nome sem erros de ortografia, típica de um país de iletrados, nunca lhe saíra do corpo e ele tremia de vergonha e de insegurança a cada vez que via (principalmente no Conselho de Ministros) um 'dr.' autêntico com o seu cesto de canudos? (...)" (VPV)
22 May 2015
Farinha do mesmo saco
"Os treinadores de futebol (especialmente o do FC Porto e o do Benfica) devem ser com certeza as duas personagens mais longa e assiduamente ouvidas da vida pública portuguesa. Como o dr. Cavaco Silva, repetem sem excepção trivialidades do mais sólido optimismo e prometem, sem prometer, o mais glorioso futuro para amanhã" (VPV)
12 April 2015
04 April 2015
Joana, o mais recente elo numa longa e ilustre cadeia de filhos do p.o.v.o. em luta contra a exploração e tal
03 December 2014
28 November 2014
"O dr. António Costa quer hoje separar os sarilhos de um alegado caso criminal do seu antigo mentor da política do Partido Socialista e do seu plano para salvar a Pátria. O que seria razoável, se José Sócrates não encarnasse em toda a sua pessoa o pior do PS: o ressentimento social, o narcisismo, a mediocridade, o prazer de mandar. Claro que, como qualquer arrivista, Sócrates se enganou sempre. Começou pelos brilhantíssimos fatos que ostentava em público, sem jamais lhe ocorrer se as pessoas que se vestiam 'bem' se vestiam assim. Veio a seguir a 'licenciatura' da Universidade Independente, como se aquele papel valesse alguma coisa para alguém" (VPV)
23 November 2014
"Entretanto, chegavam as cinco horas e no nosso lugar já se tinham acumulado alguns papéis sem justificação do seu fim ou indicação da sua origem. Um funcionário do partido vinha dizer aos representantes do povo como deviam votar ou não votar. A páginas tantas, veio mesmo um com um novo processo. Trazia uns papelinhos de cor que agrafava aos documentos que deviam fazer a felicidade da Pátria: encarnado significava não, verde sim e amarelo esperar. Assim se poupavam explicações ao rebanho" (VPV)
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