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10 March 2013
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16 January 2008
DEPARTAMENTO "PEQUENOS ÓDIOS DE ESTIMAÇÃO" (XIII)
MAU, MAU, MAU, MUITO MAU

Scissor Sisters - Scissor Sisters

Bobby Conn & The Glass Gypsies - The Homeland
É mau. É muito mau. É demasiado mau. É mesmo francamente péssimo. E absolutamente idiota. E não tem a mínima piada. O que até pode ser uma outra forma de dizer que a famigerada ironia-auto-referencial-pós-moderna atingiu aqui definitivamente o fundo da sarjeta. E que é de todo inexplicável a rendição crítica (e a sobre-exposição mediática num descarado e galopante processo de literal controlo industrial em que a mesma banda faz em simultâneo todas as capas de jornais e suplementos na mesma semana) perante duas camarilhas de aventesmas ultra-medíocres, copistas da mais medonha herança dos anos 70 e 80. Com pretensa "agenda política" ou sem ela, emanação musical da maçonaria gay norte-americana ou não, uma pavorosa mistela de Bee Gees, electro-pop, disco-pimba, Elton John, platform-glam e T. Rex-Bowie-Roxy-FGTH-Prince-de-loja-dos-trezentos, é o género de anedota foleira que só pode titilar o sentido de humor de candidatos a "drag queen" com alma de sopeirinha "trendy". Nem sequer elegível na categoria "so bad it's good". Porque é simplesmente vil demais para que lhe seja permitido ocupar mais espaço. (2004)
MAU, MAU, MAU, MUITO MAU
Scissor Sisters - Scissor Sisters
Bobby Conn & The Glass Gypsies - The Homeland
É mau. É muito mau. É demasiado mau. É mesmo francamente péssimo. E absolutamente idiota. E não tem a mínima piada. O que até pode ser uma outra forma de dizer que a famigerada ironia-auto-referencial-pós-moderna atingiu aqui definitivamente o fundo da sarjeta. E que é de todo inexplicável a rendição crítica (e a sobre-exposição mediática num descarado e galopante processo de literal controlo industrial em que a mesma banda faz em simultâneo todas as capas de jornais e suplementos na mesma semana) perante duas camarilhas de aventesmas ultra-medíocres, copistas da mais medonha herança dos anos 70 e 80. Com pretensa "agenda política" ou sem ela, emanação musical da maçonaria gay norte-americana ou não, uma pavorosa mistela de Bee Gees, electro-pop, disco-pimba, Elton John, platform-glam e T. Rex-Bowie-Roxy-FGTH-Prince-de-loja-dos-trezentos, é o género de anedota foleira que só pode titilar o sentido de humor de candidatos a "drag queen" com alma de sopeirinha "trendy". Nem sequer elegível na categoria "so bad it's good". Porque é simplesmente vil demais para que lhe seja permitido ocupar mais espaço. (2004)
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