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25 November 2014
02 July 2012
27 May 2012
05 November 2010
ISTO É PARA SER COPIADO, IMPRESSO, DISTRIBUÍDO NAS ESTAÇÕES DE METRO, RUAS, À PORTA DOS CAFÉS, ENVIADO POR E-MAIL, CARTA, FAX OU POMBO-CORREIO
"Uma vez, fui a um debate em Peniche, conhecia o Sócrates de vista. Isto antes do Governo Guterres. Não sabia muito de ambiente, mas tinha lido umas coisas, tinha formado a minha opinião. O Sócrates começou a falar e pensei: 'Este gajo não percebe nada disto'. Mas ele falava com aquela propriedade com que ainda hoje fala, sobre aquilo de que não sabe. Eu, que nunca tinha ouvido o homem falar, pensei: 'Este gajo é um aldrabão, é um vendedor de automóveis'. Ainda hoje lhe chamo vendedor de automóveis".
"Quando se pôs a hipótese de ele vir a ser secretário-geral do PS, achei uma coisa indescritível. Era a selecção pela falta de qualidade. O PS tem muita gente de qualidade. Sempre achei que o PS entregue a um tipo como o Sócrates só podia dar asneira".
"Gosto muito de Portugal – se tiver uma paixão é Portugal – e não gosto de ninguém que dê cabo dele. O Sócrates está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto. Entre o mal que faz e o bem que faz, com o Sócrates, a relação é desastrada".
"Há caras de que gostamos mais e outras menos, mas não me pesa assim tanto. Além do facto de que estou convencido de que ele não é sério, também noutros campos. Conheci a vida privada do Sócrates, ele casou com uma moça de Leiria, de quem conheço a família. Sou amigo do pai dela, que foi o meu arquitecto para a casa de São Pedro de Moel. Esta pequena decoração que vê aqui [em casa] foi feita pela cunhada do Sócrates. Às vezes compro umas pinturas que a mãe delas faz. Nunca fui próximo da família, mas tenho boas relações. Não mereciam o Sócrates. Portanto, sei quem é o Sócrates num ambiente familiar. Sei que é um indivíduo que teve uma infância complicada, que é inseguro por força disso, que cobre a sua insegurança com a arrogância e com aquelas crispações. Mas um País não pode sofrer de coisas dessas".
"Escrevi uma carta ao Guterres, que foi publicada, em que lhe disse coisas que digo do Sócrates. Era deputado quando escrevi a carta, era da comissão política do Partido Socialista. Foi na fase de Pina Moura e daqueles descalabros todos. Na comissão política, estão publicadas algumas dessas coisas, [sobre] os negócios do Jorge Coelho e do Pina Moura. Depois de ter falado disso tudo em duas ou três reuniões e não ter acontecido nada, escrevi uma carta e mandei ao Guterres. Ele distribuiu a carta. No outro dia veio nos jornais. Era uma carta duríssima. Os problemas eram os mesmos, estávamos a caminhar mal, estávamos a enganar os portugueses, a dizer que a economia estava na maior, quando não era verdade. Na altura já falava com o Medina Carreira e ele já falava comigo".
"Quando o Pina Moura foi ministro das Finanças, uma senhora das Finanças instalou-se lá na empresa. Nunca contei isto. Encontrava-a no elevador, nunca falei com ela, 'bom dia sra. Dra'. Mas os meus homens contavam-me. Andou à procura, à procura, à procura como uma doida. Esteve lá alguns dois anos. As coisas não são impunes, a gente paga-as neste mundo. Disse o que quis do Pina Moura, da maioria desses gajos; era natural que se defendessem. Os seus colegas jornalistas muitas vezes foram ao Pina Moura com o que eu disse; e ele: 'Não comento'. O Guterres também não comentava, e o Sócrates também não comenta. Aliás, quando faço uma intervenção ao pé dele fica histérico, não me pergunte porquê".
"Estudei um pouco da história portuguesa, nomeadamente dos Descobrimentos; fizemos erros absurdos. Um dos erros é deixarmo-nos enganar, ou pelos interesses, ou pela burrice. O poder, os interesses e a burrice é explosivo. Descambámos no Sócrates, que tem exactamente estas três qualidades, ou defeitos: autoridade, poder, ignorância. E fala mentira. Somos um País que devia usar a inteligência e o debate para resolver os problemas, e temos dirigentes que utilizam a mentira e evitam o debate".
"A última comissão política do PS foi feita no dia em que o Sócrates anunciou estas medidas todas. Convocou a comissão política depois de sair da conferência de imprensa, para o mesmo dia, à última da hora, para ninguém ir preparado – primeira questão. Segunda questão, organizou o grupo dos seus fiéis para fazer intervenções umas a seguir às outras, a apoiar, para que não houvesse vozes discordantes. A ideia dele era que o Partido Socialista apoiasse as medidas. Fez medidas tramadas, toda a gente sabe. O mínimo era que o partido as apoiasse. Mas não falou antes. Depois o Almeida Santos fez aquilo que faz sempre: uma pessoa pode inscrever-se primeiro, mas o Almeida Santos só dá a palavra a quem acha. Os que acha que vão dizer o que não quer que digam, só vêm no fim. E no fim: 'Isto está tarde, está na hora de jantar'. Isto é uma máfia que ganhou experiência na maçonaria. O Arq. Fava é maçónico, o Sócrates entrou por essa via, e os outros todos. Até o Procurador-Geral da República. Utiliza-se depois as técnicas da maçonaria – não é a maçonaria – para controlar a sua verdade. Os sucessivos governos, este em particular, pintam uma imagem cor-de-rosa da economia portuguesa. Isto é enganar as pessoas sistematicamente.
Depois aparecem críticos como o Medina Carreira ou eu a chamar a atenção para a realidade do País – chamam-nos miserabilistas! E quando podem exercem pressão nos lugares onde estão esses críticos e se puderem impedir a sua promoção ou acesso aos meios de informação, não hesitam. Isto era o que se passava antes do 25 de Abril, agora passa-se em liberdade, condicionando as pessoas, e usando o medo que têm de perder o emprego. José Sócrates, na última Comissão Política do PS, defendeu a necessidade das severas medidas assumidas pelo Governo, mas também disse que era muito difícil cortar na despesa do Estado porque a base de apoio do PS está na Administração Pública. Disse-o lá, e pediu para isso a compreensão dos presentes. Não tenho nada contra José Sócrates. Se ele se limitasse a ser um vendedor de automóveis, ser-me ia indiferente. Mas ele é o primeiro-ministro e está a dar cabo do meu País. Não é o único, mas é o mais importante de todos". (entrevista de Henrique Neto a Anabela Mota Ribeiro no "Jornal Económico")
22 April 2010
16 October 2009
A ULTRA, HIPER, MEGA-COMPLEXA COISA POLÍTICA LUSA,
TÃO, TÃO, TÃO, QUE SÓ MALTA COM PÓS-DOUTORAMENTOS
EM "CIÊNCIA" POLÍTICA PODERÁ SER CAPAZ DE PERSCRUTAR

HIPÓTESE A - Sócrates/PS/Governo e/ou a "oposição" entram a "partir tudo": casamentos gay vs. avaliação de professores; TGV/aeroporto vs. PMEs e "apoio social", etc...;
Objectivos: demissão do governo/dissolução do parlamento, "por não haver condições de governabilidade" (parece que, agora, se diz "governança", embora isso seja mais urbano/municipal, ainda que identicamente parolo);
Condicionantes: Sócrates/PS/Governo supõem que, assim, podem voltar ao paraíso (maioria absoluta); PSD renasceu das calcinadas cinzas e supõe que, assim, pode voltar ao paraíso (maioria absoluta); BE/PP/PCP hesitam na dimensão das migalhas que lhes caberão do banquete mas acabam (todos ou só os suficientes) por alinhar;
Imponderáveis: Aníbal, o norte-africano, voltou a tomar as gotas, não larga a caixa de emails e decide que se está nas tintas para não ser reeleito (ou, "com enorme sentido de Estado", exclui a hipótese de reeleição se tudo correr muito mal); Aníbal, o norte-africano, voltou a tomar as gotas, não larga a caixa de emails e quer ser reeleito porque, supostamente, o PSD renasceu das calcinadas cinzas; Aníbal, o norte-africano, esqueceu-se da gaveta onde guardou o frasco das gotas, pergunta "o que são emails?" e nomeia um Governo de Unidade Nacional até 25 de Abril de 2074; Medina Carreira é avisado do risco sério de ser morto, a tiro, no Terreiro do Paço, restaurando-se a monarquia;
Momento possível: aquela (tantos anos até, finalmente, conseguir escrever isto!...) "janela de oportunidade" - quando o Aníbal, o norte-africano, ainda manda -, algures entre Março/Abril e Setembro de 2010, Odisseia nos Paços;
Consequências: Sócrates ganha eleições com maioria absoluta (ou relativa: volta tudo à casa de partida e Zeus nos valha); PSD ganha eleições com maioria absoluta (ou relativa: volta tudo à casa de partida e Zeus nos valha); Zeus nos valha em 25 de Abril de 2074; simplificando, e, em geral, Zeus nos valha.

HIPÓTESE B - ceninha perversamente light: todos vigiam todos, eu voto isto (e denuncio-te porque não votaste) e tu votas aquilo (e denuncias-me porque não votei); fazemos todos xixi nos cantinhos da casa para dizer "aqui mando eu" - dava jeito que a casa tivesse (mas, desgraçadamente, não tem) mais do que quatro cantinhos; o PS fica com os Armani coçados mas respira o suficiente para garantir a vidinha a mais umas dúzias de láparos; a "janela de oportunidade" (duas seguidas!... nem acredito) passa de fininho e o próximo PR (seja quem for) que se amanhe;
Objectivos: (assobiando para o ar, "quem, eu?"); Aníbal, o norte-africano, se os químicos do frasco apontarem para aí, reeleito e a reforçar a medicação (se não apontarem, será o que Zeus quiser); "business as usual"; muitos novos dias de imensos loureiros;
Condicionantes: as dúzias suficientes de láparos com a vidinha garantida; as gotas; a caixa de emails; as migalhas convenientes para "as margens do sistema";
Imponderáveis: as gotas; a caixa de emails; "a crise"; Obama assassinado por braço armado radical do KKK que o Partido Republicano, imediatamente, repudia; Portugal falha o play-off para o Mundial da África do Sul; Osama Bin Laden ressuscita ao 3º dia;
Momento possível: from here to eternity;
Consequências: simplificando, e, em geral, Zeus nos valha (o Medina, antes de ser baleado no Terreiro do Paço, diz que é entre 2015 e 2020 que a coisa dá o berro).
(nada disto, realmente, importa muito: é só um esboço de manifesto para exigir a justíssima equiparação de habilitações do Professor Karamba às dos "politólogos" da excelsa academia)
(2009)
TÃO, TÃO, TÃO, QUE SÓ MALTA COM PÓS-DOUTORAMENTOS
EM "CIÊNCIA" POLÍTICA PODERÁ SER CAPAZ DE PERSCRUTAR
HIPÓTESE A - Sócrates/PS/Governo e/ou a "oposição" entram a "partir tudo": casamentos gay vs. avaliação de professores; TGV/aeroporto vs. PMEs e "apoio social", etc...;
Objectivos: demissão do governo/dissolução do parlamento, "por não haver condições de governabilidade" (parece que, agora, se diz "governança", embora isso seja mais urbano/municipal, ainda que identicamente parolo);
Condicionantes: Sócrates/PS/Governo supõem que, assim, podem voltar ao paraíso (maioria absoluta); PSD renasceu das calcinadas cinzas e supõe que, assim, pode voltar ao paraíso (maioria absoluta); BE/PP/PCP hesitam na dimensão das migalhas que lhes caberão do banquete mas acabam (todos ou só os suficientes) por alinhar;
Imponderáveis: Aníbal, o norte-africano, voltou a tomar as gotas, não larga a caixa de emails e decide que se está nas tintas para não ser reeleito (ou, "com enorme sentido de Estado", exclui a hipótese de reeleição se tudo correr muito mal); Aníbal, o norte-africano, voltou a tomar as gotas, não larga a caixa de emails e quer ser reeleito porque, supostamente, o PSD renasceu das calcinadas cinzas; Aníbal, o norte-africano, esqueceu-se da gaveta onde guardou o frasco das gotas, pergunta "o que são emails?" e nomeia um Governo de Unidade Nacional até 25 de Abril de 2074; Medina Carreira é avisado do risco sério de ser morto, a tiro, no Terreiro do Paço, restaurando-se a monarquia;
Momento possível: aquela (tantos anos até, finalmente, conseguir escrever isto!...) "janela de oportunidade" - quando o Aníbal, o norte-africano, ainda manda -, algures entre Março/Abril e Setembro de 2010, Odisseia nos Paços;
Consequências: Sócrates ganha eleições com maioria absoluta (ou relativa: volta tudo à casa de partida e Zeus nos valha); PSD ganha eleições com maioria absoluta (ou relativa: volta tudo à casa de partida e Zeus nos valha); Zeus nos valha em 25 de Abril de 2074; simplificando, e, em geral, Zeus nos valha.
HIPÓTESE B - ceninha perversamente light: todos vigiam todos, eu voto isto (e denuncio-te porque não votaste) e tu votas aquilo (e denuncias-me porque não votei); fazemos todos xixi nos cantinhos da casa para dizer "aqui mando eu" - dava jeito que a casa tivesse (mas, desgraçadamente, não tem) mais do que quatro cantinhos; o PS fica com os Armani coçados mas respira o suficiente para garantir a vidinha a mais umas dúzias de láparos; a "janela de oportunidade" (duas seguidas!... nem acredito) passa de fininho e o próximo PR (seja quem for) que se amanhe;
Objectivos: (assobiando para o ar, "quem, eu?"); Aníbal, o norte-africano, se os químicos do frasco apontarem para aí, reeleito e a reforçar a medicação (se não apontarem, será o que Zeus quiser); "business as usual"; muitos novos dias de imensos loureiros;
Condicionantes: as dúzias suficientes de láparos com a vidinha garantida; as gotas; a caixa de emails; as migalhas convenientes para "as margens do sistema";
Imponderáveis: as gotas; a caixa de emails; "a crise"; Obama assassinado por braço armado radical do KKK que o Partido Republicano, imediatamente, repudia; Portugal falha o play-off para o Mundial da África do Sul; Osama Bin Laden ressuscita ao 3º dia;
Momento possível: from here to eternity;
Consequências: simplificando, e, em geral, Zeus nos valha (o Medina, antes de ser baleado no Terreiro do Paço, diz que é entre 2015 e 2020 que a coisa dá o berro).
(nada disto, realmente, importa muito: é só um esboço de manifesto para exigir a justíssima equiparação de habilitações do Professor Karamba às dos "politólogos" da excelsa academia)
(2009)
30 September 2009
(Medina Carreira)
Roman de Fauvel - "Mundus A Mundicia"
Mundus a mundicia
Dictus per contraria
sordet inmundicia
criminum,
crescit in malicia,
culpa nescit terminum,
Nam seductrix hominum
Favelli nequicia,
non habet hic dominum.
(em tradução muito, muito livre, "esta gente é um nojo")
(2009)
14 September 2009
DECLARAÇÃO DE VOTO: LEGISLATIVAS 2009

Orientação política publicamente expressa: como diria George Orwell, "common decency". É verdade que não é muito mas, nos tempos que correm, é o melhor que se arranja.
Voto na urna: nulø, com a frase "ESTA GENTE É UM NOJO".
(2009)
Orientação política publicamente expressa: como diria George Orwell, "common decency". É verdade que não é muito mas, nos tempos que correm, é o melhor que se arranja.
Voto na urna: nulø, com a frase "ESTA GENTE É UM NOJO".
(2009)
01 September 2009
IT'S THE FINAL COUNTDOWN

"O Estado Novo naufragou por falta de solução para as guerras coloniais; sem resposta eficaz para o presente afundamento económico, a actual democracia mergulhará o nosso País numa confusão financeira e social, de efeitos dificilmente previsíveis, e acabará por ser substituída. Provavelmente, entre 2015 e 2020". (Medina Carreira aqui)
(2009)
"O Estado Novo naufragou por falta de solução para as guerras coloniais; sem resposta eficaz para o presente afundamento económico, a actual democracia mergulhará o nosso País numa confusão financeira e social, de efeitos dificilmente previsíveis, e acabará por ser substituída. Provavelmente, entre 2015 e 2020". (Medina Carreira aqui)
(2009)
15 August 2009
O PENSAMENTO FILOSÓFICO PORTUGUÊS (XXIV)
Carolina Patrocínio
Carolina Patrocínio
Mandatária nacional do PS para a juventude nas próximas legislativas, Carolina Patrocínio é um dos mais promissores valores do pensamento filosófico português. São de realçar o seu interesse por horóscopos, a grande fé no anjinho da guarda com quem todos os dias fala e que a ajuda nas ocasiões em que está mais triste, e o ódio ao caroço dos frutos - "só como cerejas quando a minha empregada tira os caroços por mim". Chama-se, porém, a atenção da Comissão Nacional de Eleições para uma sua afirmação: "Prefiro fazer batota a perder". Mas, claro que - ela é uma fofinha!... - estava a brincar.
(valor revelado aqui, na caixa de comentários, mas merecendo muito maior destaque; subtítulo do post: "Afinal, o Medina Carreira é um optimista")
(2009)
13 August 2009
"VAMOS TER DIAS COMPLETAMENTE DESASTROSOS"
(Medina Carreira)
edit: ... e os famosos 0,3% de hoje...
(2009)
(Medina Carreira)
edit: ... e os famosos 0,3% de hoje...
(2009)
11 July 2009
COMO DIZ O OUTRO, "ESTA GENTE É UM NOJO!"

Brevemente também no ensino superior


Brevemente também no ensino superior
"Os trabalhadores que frequentam o programa Novas Oportunidades não estão a conseguir os seus objectivos em termos profissionais, revela um estudo da Universidade Católica. Este estudo apurou que não estão a existir benefícios imediatos na carreira profissional para os que estão integrados neste programa, que também não está a apresentar vantagens na melhoria do local de trabalho. Os investigadores entendem mesmo que se está a verificar um alheamento por parte das pequenas e médias empresas, uma disfunção que, na opinião do coordenador deste estudo, tem de ser corrigida. Roberto Carneiro sublinhou mesmo que existe o 'grande desafio de qualificar os empresários e gestores das pequenas e médias empresas' e que 'talvez seja necessário novas oportunidades para esse escalão de pessoas'. (daqui)
Isto convém sempre ser traduzido porque nem todos dominam o idioma:
1) Através da farsa das "Novas Oportunidades", ludibria-se umas centenas de milhares de desprovidos de habilitações mínimas, com o isco de que, em semanas/meses, facilmente se adquire aquilo que, habitualmente, demora seis, nove ou doze anos a conseguir (e, mesmo assim, com o resultado das "qualificações" miseráveis que se conhece): "é na 'escola da vida' que se aprende o que, realmente, interessa e quem diz o contrário só pode ser 'elitista' ou 'preconceituoso'" - e há que acelerar o processo porque a estatística não espera;
2) Quando o recém-"graduado", orgulhosíssimo com o seu "diploma" de papelão, se apresenta à porta do putativo futuro empregador e, perplexo, vê que este se lhe ri na cara, isso acontece por que motivo? Porque "existe uma disfunção que tem de ser corrigida"!... Isto é, o empregador ignora tudo sobre as miraculosas virtudes regeneradoras das "Novas Oportunidades" e é ele que precisa de ser "reeducado".
3) Qual, então, a sábia solução que o ilustre apoiante da candidata Laurinda propõe? "Novas Oportunidades"-para-gestores que os convençam, de uma vez por todas, a ver a Luz e a oferecer emprego aos "diplomados-instantâneos". É no que dá a política frequentadora assídua do bordel das "ciências" da Educação.
(2009)
27 June 2009
MEDINA CARREIRA: "ESTA GENTE É UM NOJO!"
... entretanto (segundo o "Expresso" de hoje), to add insult to injury e para "cumprir a meta" de um milhão de certificações de aviário das "Novas Oportunidades" até 2010, a Agência Nacional para a "Qualificação" carrega no acelerador e propõe-se "diplomar" 1200 pessoas por dia!...
(2009)
... entretanto (segundo o "Expresso" de hoje), to add insult to injury e para "cumprir a meta" de um milhão de certificações de aviário das "Novas Oportunidades" até 2010, a Agência Nacional para a "Qualificação" carrega no acelerador e propõe-se "diplomar" 1200 pessoas por dia!...
(2009)
03 May 2009
"O GOVERNO É ESTA FAMÍLIA DE CANCUN"

"Este dinheiro, pouco e incerto, tem de ser gasto no essencial. E vamos discutir o que é essencial. É como uma família pobre que discute se vai poupar, gastar na alimentação ou ir para Cancun para a praia. O Governo está exactamente como esta família que escolhe ir para Cancun. É claro que deve ser bom ir para Cancun, não sei bem o que é. Mas deve ser bom. Mas esta gente não faria melhor ir para a Costa da Caparica ou para a Ericeira estimular a economia portuguesa? O Governo é esta família de Cancun"
"Eu se estivesse num Governo que tivesse medo de tratar o enriquecimento ilícito eu não fazia parte desse Governo. Eu acho uma vergonha um Governo ter medo de criar o crime de enriquecimento ilícito. Tinha vergonha de vir à rua"
"Este que está lá agora, o José Sócrates, é um homem de espectáculo, é um homem de circo. Desde a primeira hora. É gente de circo. Eles prezam o espectáculo. Porque eles não percebem que os problemas não se resolvem com espectáculo. E prezam o espectáculo porque querem enganar a sociedade, para sobreviver. E sobreviver para continuar a tomar conta do dinheiro do Estado, para pôr os amigos e negociar com os amigos"

"Nós para termos uma mão-de-obra que ganhe bem temos de ter outra escola. Nós não podemos andar a formar analfabetos e depois dizermos para arranjarem empregos bons a esta gente. A gente tem de ir à escola"
"O ensino em Portugal é uma intrujice. Uma intrujice cara. E depois inverte-se isto. Vamos avaliar os professores, nem sei quais são os critérios. No estado em que aquilo está parece-me uma tontice, mas não se avaliam os alunos. Isto tem pés e cabeça? Isto é de uma sociedade de gente com juízo?"
"É uma escolinha. Não é uma escola, é uma escolinha. É um grupo de gente que está a praticar um crime gravíssimo que vai liquidar uma geração. Se não mais. Mas a próxima geração maioritariamente está liquidada. As pessoas não aprendem a língua. Nós pensamos em português. Se a gente não sabe bem português não pensa bem. Nós não sabemos fazer contas, nós não sabemos geografia. Se perguntarem a um rapazito qualquer onde é que é Washington não faz ideia nenhuma, é capaz de dizer que é na Ásia"
"O Ministério da Educação, como os outros Ministérios neste nosso regime, está ali para parecer, para apresentar uma estatísticas lá forjadas não sei como. Para vocês nas sondagens descobrirem que este Governo é um Governo muito próspero" (toda a entrevista de Medina Carreira aqui)
(2009)
"Este dinheiro, pouco e incerto, tem de ser gasto no essencial. E vamos discutir o que é essencial. É como uma família pobre que discute se vai poupar, gastar na alimentação ou ir para Cancun para a praia. O Governo está exactamente como esta família que escolhe ir para Cancun. É claro que deve ser bom ir para Cancun, não sei bem o que é. Mas deve ser bom. Mas esta gente não faria melhor ir para a Costa da Caparica ou para a Ericeira estimular a economia portuguesa? O Governo é esta família de Cancun"
"Eu se estivesse num Governo que tivesse medo de tratar o enriquecimento ilícito eu não fazia parte desse Governo. Eu acho uma vergonha um Governo ter medo de criar o crime de enriquecimento ilícito. Tinha vergonha de vir à rua"
"Este que está lá agora, o José Sócrates, é um homem de espectáculo, é um homem de circo. Desde a primeira hora. É gente de circo. Eles prezam o espectáculo. Porque eles não percebem que os problemas não se resolvem com espectáculo. E prezam o espectáculo porque querem enganar a sociedade, para sobreviver. E sobreviver para continuar a tomar conta do dinheiro do Estado, para pôr os amigos e negociar com os amigos"
"Nós para termos uma mão-de-obra que ganhe bem temos de ter outra escola. Nós não podemos andar a formar analfabetos e depois dizermos para arranjarem empregos bons a esta gente. A gente tem de ir à escola"
"O ensino em Portugal é uma intrujice. Uma intrujice cara. E depois inverte-se isto. Vamos avaliar os professores, nem sei quais são os critérios. No estado em que aquilo está parece-me uma tontice, mas não se avaliam os alunos. Isto tem pés e cabeça? Isto é de uma sociedade de gente com juízo?"
"É uma escolinha. Não é uma escola, é uma escolinha. É um grupo de gente que está a praticar um crime gravíssimo que vai liquidar uma geração. Se não mais. Mas a próxima geração maioritariamente está liquidada. As pessoas não aprendem a língua. Nós pensamos em português. Se a gente não sabe bem português não pensa bem. Nós não sabemos fazer contas, nós não sabemos geografia. Se perguntarem a um rapazito qualquer onde é que é Washington não faz ideia nenhuma, é capaz de dizer que é na Ásia"
"O Ministério da Educação, como os outros Ministérios neste nosso regime, está ali para parecer, para apresentar uma estatísticas lá forjadas não sei como. Para vocês nas sondagens descobrirem que este Governo é um Governo muito próspero" (toda a entrevista de Medina Carreira aqui)
(2009)
10 March 2009
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