14 December 2024
11 December 2024
FAÇO PORQUE QUERO
07 March 2024
05 March 2024
02 March 2024
(sequência daqui) Isto passava-se há 12 anos, quando Chapter 1, o seu álbum de estreia acabava de ser publicado. Seguir-se-ia Cocoon (2017) e, nessa altura, já a sua música, por ângulos vários, havia sido associada às de Björk, Joni Mitchell, Sufjan Stevens, Julia Holter e My Brightest Diamond. Agora, com Come Swim, não esquecendo essa genealogia estética, deveria acrescentar-se Virginia Astley à linhagem, bem como Kate Stables (This Is The Kit) e Rozi Plain, ambas participantes deste álbum, espécie de cinemática aguarela subaquática, feita de violinos, clarinetes, flautas, harpas, sintetizadores e "drum loops", crescendos e transparências.
24 February 2021
02 February 2021
01 February 2021
27 January 2021
23 January 2021
19 January 2021
Estávamos a meio de Novembro e havia uma entrevista marcada com Kate Stables a propósito da publicação do novo Off Off On, da sua banda This Is the Kit. Mesmo em cima do dia combinado, tudo fica anulado: Kate encontrava-se doente e em isolamento, vítima do fantasma covid. Seria necessário um pouco mais de duas semanas até que a recuperação acontecesse. “A really bad flu”, foi a descrição que ela, já restabelecida, pôde, finalmente, fazer. Curiosamente, antes de tudo isto acontecer, havia contado que, apesar de todas as canções terem sido escritas antes da pandemia, depois de ela ocorrer, quando estava a trabalhar nas misturas do álbum e as voltou a escutar, elas tinham adquirido todo um outro sentido. Será que, depois de ter estado doente, adquiriram ainda um outro sentido?
22 December 2020
“Will Oldham (Bonnie ‘Prince’ Billy), é o fantasma, a escuridão, a morte, a perda, as memórias. Kate Stables (This Is The Kit) é a luz, a benignidade, o calor. A soma dos dois é Cabane”, sintetiza o belga Thomas Jean Henri, quando fala acerca do seu álbum Grande Est La Maison. Mas, nesse esforço de síntese, deixa de fora vários outros elementos essenciais dessa “experiência colectiva de geometria variável” tão simples de imaginar que custa a acreditar nunca ninguém ter pensado nela antes: os arranjos de Sean O’Hagan (o futurista de antiquário que já distribuiu cores pelas paletas dos Microdisney, Stereolab e High Llamas) para quarteto de cordas, vibrafone, piano eléctrico Wurlitzer, a episódica "drum machine" de Andy Ramsay (Stereolab), as cinco vozes das Bostgehio e a colaboração nos textos de Caroline Gabard e Sam Genders. (...). (daqui; segue para aqui)