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20 June 2017

Ó desgraça!... Ó miséria!... Ó inclemência!... Querem dar-nos cabo dos heróis da pátria (fitinhas & all) que tanto custaram a erguer, peça por peça?!!!...

03 December 2016

Epá, não se faz isto aos homens, caraças!... São heróis da pátria... já não há respeito por ninguém... e tu ficas-te, Marcelo?

... e até a Konami envolvem nisto...

07 November 2016

O anjo a perder penas é um grande momento de cinema... mas estou em pulgas para ver o "cameo" do Obiang!

"Don't fear, I am the angel of piss!"
 
... embora se lamente a substituição do Santo Chiquinho da Vaticano S.A. pelo Mourinho do ludopédio, teremos sempre a imensa riqueza do génio da "film music"

18 August 2016

É reconfortante ouvir um secretário de estado, da ilustre cepa ludopédica dos Mourinhos, dissertar na RTP3 sobre "a demorosidade" do processo de nomeação dos administradores da CGD - realmente, quem sai aos seus não é de Genebra

05 September 2012


Valores nacionais e cultura de cidadania 

"No desenvolvimento dos princípios do Estado de direito democrático, dos valores nacionais e de uma cultura de cidadania capaz de fomentar os valores da dignidade da pessoa humana, da democracia, do exercício responsável, da liberdade individual e da identidade nacional, o aluno tem o direito e o dever de conhecer e respeitar activamente os valores e os princípios fundamentais inscritos na Constituição da República Portuguesa, a Bandeira e o Hino, enquanto símbolos nacionais, a Declaração Universal dos Direitos do Homem, a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, a Convenção sobre os Direitos da Criança e a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, enquanto matrizes de valores e princípios de afirmação da humanidade".

Pedidos de esclarecimento:  

1 - O que são os "valores nacionais"? São só a bandeirinha e o hino? E se, por exemplo, se disser que o hino - como todos os hinos - é um bocadinho parvo e xenófobo, é desrespeito? Ou o Cristiano Ronaldo, a "nossa selecção", a Joana Vasconcelos, o pastel de nata, a Marisa, a olaria das Caldas, o Mourinho e o cozido à portuguesa também estão incluídos?

2 - O que é o "exercício responsável"? É fazer ginástica com moderação ou aquela vírgula, entre "responsável" e "da liberdade" é que está lá de contrabando?

3 - O que é a "afirmação da humanidade"? A sério, em português, quer dizer o quê?

27 April 2012

IMPORTAVA-SE DE EXPLICAR?














1 - Quem são "os portugueses"?
2 - Porque haveria eu de sentir o meu "amor próprio" insuflado por aquilo que dois gebos da bola "portugueses", alegadamente, algures, terão realizado?
3 - Não partilhando dessa inefável sensação, poderei ainda continuar a dizer-me "português"?
4 - Se isso me excluir da tribo dos "portugueses", devo considerar que "tribo" é uma das piores invenções do sapiens ou que eu é que sofro de uma deficiência grave?
5 - Dizer-me "português" é melhor do que dizer-me "neozelandês" ou "uruguaio"?  

Nota 1: apesar da gritante ausência de algumas indispensáveis vírgulas, a utilização de "amor próprio" em vez da pedestre e intolerável "autoestima" e o título da coluna - "Ludopédio" - deverão ser considerados como atenuantes.
Nota 2 (para esclarecimento de eventuais dúvidas): porque haveria eu de sentir o meu "amor próprio" insuflado por aquilo que dois músicos, cientistas, acrobatas, economistas, escritores, cineastas "portugueses", alegadamente, algures, terão realizado? (ou será que é isto?...)

13 December 2011

2011 - PRÉMIO "SIM, SOU BIMBO, MISERÁVEL
E IGNORANTE E TENHO MUITO ORGULHO NISSO"


A fitinha do orgulho de ser português



(daqui)

(2011)

20 October 2011

AGORA SEM FITINHAS MAS, ESSENCIALMENTE, O MESMO



O Orgulho de Ser Português

"Aquelas qualidades que se revelaram e fixaram e fazem de nós o que somos e não outros; aquela doçura de sentimentos, aquela modéstia, aquele espírito de humanidade, tão raro hoje no mundo; aquela parte de espiritualidade que, mau grado tudo que a combate inspira ainda a vida portuguesa; o ânimo sofredor; a valentia sem alardes; a facilidade de adaptação e ao mesmo tempo a capacidade de imprimir no meio exterior os traços do modo de ser próprio; o apreço dos valores morais; a fé no direito, na justiça, na igualdade dos homens e dos povos; tudo isso, que não é material nem lucrativo, constitui traços do carácter nacional. Se por outro lado contemplamos a História maravilhosa deste pequeno povo, quase tão pobre hoje como antes de descobrir o mundo; as pegadas que deixou pela terra de novo conquistada ou descoberta; a beleza dos monumentos que ergueu; a língua e literatura que criou; a vastidão dos domínios onde continua, com exemplar fidelidade à sua História e carácter, alta missão civilizadora - concluiremos que Portugal vale bem o orgulho de se ser português". (António de Oliveira Salazar, Discursos)

(2011)

29 September 2011

24 September 2011

CLAIM YOUR FITINHA, SI US PLAU!



Abre-se a "Única", do "Expresso", e, colada a uma página de publicidade do Millennium BCP, está uma fitinha ridícula acerca da qual um gebo da bola qualquer nos intima a "ir já" a "uma das 900 sucursais" do banco pedir "as restantes" e nos informa que são "as fitas do orgulho português". Empolgado, explica ainda que "este é o momento de mostrar o orgulho que temos em Portugal. De expressar a nossa identidade e sentimento de nação (...) o orgulho que temos no nosso País, na nossa história e na nossa Portugalidade".

É capaz de não ser fácil, num sábado de manhã, "ir já" a alguma sucursal do Millennium... Por outro lado, não tendo, por natureza, nenhum especial "orgulho em ser português" (nem italiano, nem egípcio, nem uruguaio - "vim ao mundo, por acaso, em Portugal, não tenho pátria, sou sozinho e sou da cama dos meus pais"), não me parece que, em particular, neste momento, abundem razões para esse tipo de manifestações tribais. Até porque aquele "expressar" não ajuda muito... Mas o orgulho que, supostamente, deveríamos ter "no nosso País, na nossa história e na nossa Portugalidade" fica definitivamente de rastos quando a Meios & Publicidade nos informa que isto é apenas "o claim da nova campanha de publicidade do Millennium BCP" - viva Portugal! viva a Portugalidade! viva o claim! -, "com criatividade assinada pela Bassat Ogilvy Barcelona" - viva Portugal! viva a Portugalidade! viva a... err... União Ibérica?! (ok, aqui até gostei) - que não deve ter trabalhado de borla por amor à Portugalidade, para a alegadamente à rasca banca portuguesa.

Confirma-se: é muito triste ser parolo.
(já os gatos - admiráveis criaturas sem pátria - adoraram a fitinha)
(2011)

17 September 2010

UM BELO (E RARO) NACO DE JORNALISMO



Entre os 10'20" e os 13'35", o síndroma-de-Pinóquio do Chefe Máximo, em todo o seu esplendor. Numa elegantíssima sequência informativa em que é antecedido pelas buscas no porto de Lisboa e na Liscont/Mota Engil (onde, nas horas vagas da crítica musical, trabalha aquele senhor Coelho que já foi ministro) e, a seguir, José Gomes Ferreira se interroga se o adiamento do troço do TGV não se deverá ao facto de o concurso para a adjudicação das obras ter corrido mal à empresa onde aquele senhor Coelho que já foi ministro trabalha, nas horas vagas da crítica musical. Depois, há mais uns instantâneos sobre a latrina-versão CML, política de preços dos medicamentos e a não aprovação do Parlamento a uma moção de repúdio da política xenófoba do anão-Sarkozy. O resto é ludopédio, Mourinho e tal. É sempre um prazer observar a pátria à lupa.

(os breves momentos de festa popular nas ruas de Londres durante as manifestações "Pope Nope" - amanhã, haverá mais e melhor - também são muito revigorantes)

(2010)

23 September 2009

SEJAM LÁ "OS JOVENS" O QUE FOREM,
PARA PM, PARECE QUE PREFERIAM ESTE ZÉ...




... mas bom, bom mesmo (queiram confirmar), era outro Zé:



Pelo caminho que as coisas levam, não é, de todo impossível que os vossos sonhos se tornem, um dia, realidade. Até porque ninguém tem a menor dúvida de que "devemos libertar a pátria de um determinismo mecanicista, de um construtivismo cartesiano, de uma fascinação positivista e de um fisiologismo energicista mutilantes".

(2009)


Voto na urna: nulø, com a frase "ESTA GENTE É UM NOJO"

12 June 2009

O AMOR DA JULIETA


Charles Ogier de Batz de Castelmore, Comte d'Artagnan
(estátua de Gustave Doré)

Esta deve ser daquelas que, em modo-resposta-falhada-de-concurso-de-TV, se costuma justificar com o magnífico "Ah e tal... nessa altura, eu ainda não tinha nascido". Seja a pergunta "em que ano foi a Revolução Francesa?", "quem escreveu A Filosofia na Alcova?" ou "a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado de hipotenusa é o enunciado do Teorema de: a) José Sócrates?; b) Pitágoras?; c) José Mourinho?". Mas foi, até agora (ontem), um dos grandes momentos de cinema de 2009: na sequência inicial de O Almoço de 15 de Agosto, de Gianni Di Gregorio, um já não-jovem filho lê à praticamente mumificada mãe uma passagem de Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas. Primeiro, franze-se o sobrolho. Depois, sai um "OMG!...". A seguir (acontece, pelo menos, três vezes), são puríssimas epifania, poesia e amor: o bom do "D'Artagnan" aparece sempre, sempre, sempre traduzido nas legendas como... "Dartacão"!. O qual, sendo "o amor da Julieta", só pode ser, naturalmente, uma personagem de Shakespeare. William Shakespeare, aquele actor do filme do Baz Luhrmann.



(2009)

28 March 2009

VIDA E PENSAMENTO DOS
GRANDES VULTOS NACIONAIS
(OU A CULTURA DA BOLA) (V):
JOSÉ MOURINHO




"Devemos libertar o jogo e o treino de um determinismo mecanicista, de um construtivismo cartesiano, de uma fascinação positivista e de um fisiologismo energicista mutilantes".(aqui)

(2009)