O príncipe do Havai é bom mas o russo apátrida Boris I de Andorra e Mano-Rei de Olhão, agente dos ingleses e oficial da Wehrmacht, preso e condenado aos Gulags da Sibéria é muito melhor
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28 May 2025
10 September 2018
Raul "Tamanqueiro", personagem secundária, porém, necessária, na história do russo apátrida Boris I de Andorra e Mano-Rei de Olhão, agente dos ingleses e oficial da Wehrmacht, preso e condenado aos Gulags da Sibéria
30 August 2018
A aranha que teceu a teia à volta do russo apátrida Boris I de Andorra e Mano-Rei de Olhão, agente dos ingleses e oficial da Wehrmacht, preso e condenado aos Gulags da Sibéria, a dizer coisas, outra vez:
(daqui)
17 July 2018
Francisco Fernandes Lopes, excêntrico, desafectado e genial olhanense, renascentista desgarrado do século XX, esse médico de quem se diz que “sabia de tudo até de medicina”, personagem da história do russo apátrida Boris I de Andorra e Mano-Rei de Olhão, agente dos ingleses e oficial da Wehrmacht, preso e condenado aos Gulags da Sibéria
... e, talvez, pioneiro da ideia "Why Med Schools Are Requiring Students to Take Art Classes, and How It Makes Med Students Better Doctors"
12 July 2018
Captain Zorra, personagem secundária mas nada menor na história do russo apátrida Boris I de Andorra e Mano-Rei de Olhão, agente dos ingleses e oficial da Wehrmacht, preso e condenado aos Gulags da Sibéria
04 July 2018
25 June 2018
"Boris Skossyreff e outras 'figuras fora do baralho' em Olhão" (entrevista com Ana Cristina Leonardo sobre O Centro do Mundo)
O russo apátrida Boris I de Andorra e Mano-Rei de Olhão, agente dos ingleses e oficial da Wehrmacht, preso e condenado aos gulags da Sibéria (a propósito, recordar Sofka Dolgorouky)
23 June 2018
É tão, tão, tão bom...
"Apesar da ‘nobre indiferença muçulmana pelo autoclismo, o esgoto, a árvore frondosa e a ânsia de ar das ruas novas’ de que falava Aquilino dando razão a Boris, e da falta de pergaminhos que já em 1758 era notada pelo prior Sebastião de Sousa, Olhão mantém um lastro de glória. Industriais, pescadores e vates contrabandistas continuam a partilhar o desrespeito pela lei e o culto do Senhor dos Aflitos, numa vila pródiga em dândis e espanholas, estrangeiros e aventureiros, sardinhas e anarquistas, operários e fedor. Tresanda, resume Raul Brandão. Não exagera o simbolista. Ao peixe que apodrece sob o calor africano junta-se a matéria fecal que escorre a céu aberto, húmus pestilento que Captain Zorra nunca conseguiu olvidar, memória primeva que nos conduz, um pouco abruptamente, é certo, a Marilyn Monroe, actriz que nunca veio a Olhão" (Ana Cristina Leonardo - O Centro do Mundo: Retrato Imaginário do Russo Apátrida Boris I de Andorra e Mano-Rei de Olhão, Agente dos Ingleses e Oficial da Wehrmacht, Preso e Condenado aos Gulags da Sibéria)
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