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11 November 2017

A lusa glória da Web Summit 
faz recordar outra


"(...) em Aachen, na Alemanha, a UEFA atribuia a Portugal a responsabilidade pela organização do 12º campeonato Europeu de Futebol. Na comitiva oficial lusitana, que saudou entusiasticamente este triunfo (...), destacavam-se dois nomes: o presidente da comissão executiva da candidatura portuguesa, Carlos Cruz, e o ministro da tutela, José Sócrates". (António Araújo - Da Direita à Esquerda)

16 August 2012

HONRA E GLÓRIA ETERNAS AOS 


"O Euro 2004 e parte da sua herança material, fardos atrofiantes para algumas autarquias, é visto como caso exemplar de desperdício de fundos. O estudo estima que a organização nacional da prova da UEFA tenha implicado um investimento público na ordem dos mil milhões de euros, entre os valores assumidos por autarquias e Governo. O dobro da verba despendida, em conjunto, pela Áustria e Suíça, no Euro 2008. 'Vários dos estádios construídos ou renovados constituíram uma herança problemática', refere o documento, apontando os casos dos estádios de Aveiro, Leiria (Dr. Magalhães Pessoa) e Faro-Loulé (Algarve), que registam baixos índices de ocupação anual.  

Um cenário desolador, mas perfeitamente previsível". (aqui)

+ estádios I; estádios II; e, por falar nisto, ninguém se descose?

05 June 2011

CASO NÃO SE TENHAM APERCEBIDO, ISTO É MIL VEZESMAIS IMPORTANTE DO QUE O PAPELINHO QUE, HOJE,IREMOS, NADA ENTUSIASMADAMENTE, CONFIAR À URNA (e, raramente, "urna" terá sido palavra mais certa)


Aachen/Aix-la-Chapelle

Com generosas citações de Isaac Newton e Jean Monnet, agrafados a Erasmo, William Penn, Kant, Victor Hugo e Robert Schuman - numa elegantíssima escadinha do sec. XVI ao sec. XX, para conferir "perspectiva histórica" e legitimidade cultural e filosófica europeia -, mais tempero de Max Weber e Paul Valéry, o que Jean Trichet (presidente do Banco Central Europeu), sob o belíssimo cenário de Aachen - aliás, Aix-la-Chapelle, onde foram lançadas as primeiras pedras das actuais ruínas dos magníficos estádios lusos do Euro 2004 - , nos diz...

"It is of paramount importance that adjustment occurs; that countries – governments and opposition – unite behind the effort; and that contributing countries survey with great care the implementation of the programme. But if a country is still not delivering, I think all would agree that the second stage has to be different.
Would it go too far if we envisaged, at this second stage, giving euro area authorities a much deeper and authoritative say in the formation of the country’s economic policies if these go harmfully astray? A direct influence, well over and above the reinforced surveillance that is presently envisaged?
The rationale for this approach would be to find a balance between the independence of countries and the interdependence of their actions, especially in exceptional circumstances.
We can see before our eyes that membership of the EU, and even more so of EMU, introduces a new understanding in the way sovereignty is exerted. Interdependence means that countries de facto do not have complete internal authority. They can experience crises caused entirely by the unsound economic policies of others.
With a new concept of a second stage, we would change drastically the present governance based upon the dialectics of surveillance, recommendations and sanctions.
In the present concept, all the decisions remain in the hands of the country concerned, even if the recommendations are not applied, and even if this attitude triggers major difficulties for other member countries.
In the new concept, it would be not only possible, but in some cases compulsory, in a second stage for the European authorities – namely the Council on the basis of a proposal by the Commission, in liaison with the ECB – to take themselves decisions applicable in the economy concerned.
One way this could be imagined is for European authorities to have the right to veto some national economic policy decisions. The remit could include in particular major fiscal spending items and elements essential for the country’s competitiveness"

... é muito simples (mesmo que não sendo senão o monólogo publicamente visível de uma encenação cujos bastidores nunca enxergaremos por completo):

- PIIGS (& futuros associados sem acrónimo ainda estabelecido), bem arrumados no interior da Federação Europeia, estareis vós dispostos a ter juizinho e contentar-vos com a "soberania" da bandeirinha e do hino para exibir no Festival da Eurovisão e nos arraiais da bola?

ou

- preferis "orgulho nacional", fomeca e decadência para vos reavivar a memória de misérias não tão longínquas como isso?

Hoje, nas mesas de voto, nada disto irá ser decidido.

(2011)

03 October 2010

RECORDAR É VIVER (VII)

Os heróis de Aachen



12 de Outubro de 1999, Aachen, Alemanha: Portugal ganha a organização do Euro 2004. Com Gilberto Madaíl, Carlos Cruz e Miranda Calha, José Sócrates, ministro adjunto do primeiro-ministro, António Guterres (e futuro ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território no segundo governo-Guterres) *, é um dos "heróis de Aachen".

Na remodelação ou construção dos 10 estádios do Euro foram gastos 1,1 mil milhões de euros. Actualmente, sangram, por ano, ao orçamento das câmaras 20 milhões de euros. Há quem pense que a melhor solução será demolir alguns.

* pelos governos do oh quão saudoso Guterres passaram ainda outros heróis da pátria como Armando Vara, Jorge Coelho, Pina Moura, Fernando Gomes ou José Lello.

(2010)

24 November 2007

STREET ART, GRAFFITI & ETC (I)
(muito provavelmente, poucos ou nenhuns terão sobrevivido)


Hamburgo, Alemanha, 1990



Aachen, Alemanha, 1990



Berlim, Alemanha, 1990



Berlim, Alemanha, 1990



Colónia, Alemanha, 1990

(2007)