Mostrar mensagens com a etiqueta Ensino. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ensino. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Israel: abertura do ano escolar

Hoje em Israel foi o primeiro dia do novo ano letivo. Aproximadamente 2 106 000 alunos voltam hoje às aulas nas escolas e creches de todo o país. Este ano entram  150 mil novos alunos no sistema e 113 000 começarão o 12.º ano - o último do sistema de ensino público. 
O ministro da Educação, Shai Piron, dedicou especial atenção às escolas das localidades do sul de Israel que foram particularnete afectadas pela guerra com o Hamas. Piron não se livrou no entanto dos protestos dos pais contra os grandes cortes sofridos no orçamento do ministério da Educação, mas insistiu  que os referidos cortes não iriam prejudicar o currículo, nem os salários dos professores. Piron disse à Rádio Voz de Israel que os cortes do Ministério da Educação não eram mais acentuados do que os de outros ministérios.
O Presidente Reuven Rivlin, enviou uma carta aos professores, elogiando-os por sua força e paciência para educar a juventude um tanto rebelde de Israel e combater a violência esporádica e o incitamento: "Vocês, os professores ocasionalmente sentem-se em guerra, sozinhos na frente. Cada um de vocês é um comandante de quarenta crianças opinativas e animadas - devem manter-se firmes e motivados em face da escalada da indisciplina ".
Como é da tradição o Presidente, o Primeiro-Ministro, vários membros do Governo e o Líder da Oposição assinalaram a abertura do novo ano escolar com visitas a escolas e as jardins infantis.
O Presidente Reuven Rivlin visitou a Escola Básica Agricola Yitzhak Sade em Dimona
O ministro da Educação, Shai Piron, e o primeiro-ministro, Benjamin Netanyhau, com alunos do sul de Israel.
O ministro da Economia, Naftali Bennett, falou aos estudantes da Yeshiva Or Haim em Gush Etzion.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Você sabe a que horas serão as Provas Finais?

Calendário da Escola do Viso
Calendário da Escola de Viana do Alentejo
(Clique nas imagens para ampliar)
O calendário das provas finais dos 1.º e 2º ciclos do Ensino Básico publicado pelo Ministério da Educação há quase um ano, tem dado azo a todo o tipo de interpretações. Há escolas que consideram que na 2ª fase as Provas Finais de 6º ano de Português e Matemática se irão realizar às 9:30 da manhã (ou às 8:30 se for nos Açores) enquanto que outras escolas consideram que serão às 14:00 horas. Como as provas têm de decorrer no país inteiro à mesma hora, vai ser bonito de ver quais foram as escolas que interpretaram corretamente o obtuso calendário de provas do MEC.

Foi bonita a festa pá!

O ministério da Educação não conhecia a legislação que produzia, mas todos os dias despejava dezenas de despachos, decretos e regulamentos em cima das escolas. De 2008 para cá pouco ou nada mudou, comexcepção da figura do totular da pasta. 
Claro que esta notícia é para português ver. Lurdes Rodrigues nunca irá dentro, afinal de contas a sua gestão foi uma festa e os festeiros não se prendem.
PS - Este blogue jamais utilizará uma etiqueta com o nome dessa senhora da notícia.

quarta-feira, 26 de março de 2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O quotidiano

Eu não fiz nada. Não fui eu. O stor só repara em mim. Os outros também fizeram e não levaram falta. Não fui eu. Sou sempre eu. Meteram o meu filho de ponta. Eu não fiz nada. Não fui só eu. O stor mentiu. É mentira eu não fiz nada. Implicou com o meu filho. O meu filho não mente. Eu não fiz nada. É sempre para mim. Não atirei papeis. Não fiz nada. Está sempre a refilar comigo. O stores estão sempre a mandar vir. Eu não fui. O stor estava lá para ver? Eu não estava a falar. Eu fiz o trabalho. Eu estava com atenção. Eu não fiz nada. Não fui eu. O stor só repara em mim. Os outros também fizeram e não levaram falta. Não fui eu. Sou sempre eu. Meteram o meu filho de ponta. Eu não fiz nada. Não fui só eu. O stor mentiu. É mentira eu não fiz nada. Implicou com o meu filho. O meu filho não mente. Eu não fiz nada. É sempre para mim. Não atirei papeis. Não fiz nada. Está sempre a refilar comigo. O stores estão sempre a mandar vir. Eu não fui. O stor estava lá para ver? Eu não estava a falar. Eu fiz o trabalho. Eu estava com atenção. Eu não fiz nada. Não fui eu. O stor só repara em mim. Os outros também fizeram e não levaram falta. Não fui eu. Sou sempre eu. Meteram o meu filho de ponta. Eu não fiz nada. Não fui só eu. O stor mentiu. É mentira eu não fiz nada. Implicou com o meu filho. O meu filho não mente. Eu não fiz nada. É sempre para mim. Não atirei papeis. Não fiz nada. Está sempre a refilar comigo. O stores estão sempre a mandar vir. Eu não fui. O stor estava lá para ver? Eu não estava a falar. Eu fiz o trabalho. Eu estava com atenção. Eu não fiz nada. Não fui eu. O stor só repara em mim. Os outros também fizeram e não levaram falta. Não fui eu. Sou sempre eu. Meteram o meu filho de ponta. Eu não fiz nada. Não fui só eu. O stor mentiu. É mentira eu não fiz nada. Implicou com o meu filho. O meu filho não mente. Eu não fiz nada. É sempre para mim. Não atirei papeis. Não fiz nada. Está sempre a refilar comigo. O stores estão sempre a mandar vir. Eu não fui. O stor estava lá para ver? Eu não estava a falar. Eu fiz o trabalho. Eu estava com atenção.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Não havia necessidade

Não há ninguém que explique a determinados professores que nas lutas laborais há que ter em conta o que passa nas televisões? Como é que ao fim de vários anos de contestação ainda não perceberam que não é conveninete levar a cabo ações que ponham a opinião pública contra eles? As cenas de ontem só serviram para atiçar a claque anti-professores e para dar a Nuno Crato o argumento que faltava para instutuir de vez a prova.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Sobre os professores todos opinam

A facilidade com que qualquer pessoa fala de avaliação de professores é impressionante. As televisões estão enxameadas de peritos no assunto - resquicios do tempo da ministra Lurdes Rodrigues. Muitos ainda nem perceberam que a prova de avaliação dos professores apenas foi aplicada a uma minoria de docentes e que não se trata de uma avaliação de todos os professores. O Bagão Felix parece ser um deles: prontíssimo a dar a sua opinião sobre a prova dos professores, mas incapaz de ler o número 2,5 mil milhões sems e enganar dez vezes.

Hiperburocracia

O estado de hiperburocracia impediu a postagem durante estes dias.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Recuo

A prova do Crato teve o mesmo destino que a avaliação da Lurdes Rodrigues e que as aulas de substituição. É o destino de todas as coisas feitas com os pés. Espera-se que ao menos devolva o dinheiro da inscrição aos professores. E um pedido de desculpa também não caía mal.

domingo, 24 de novembro de 2013

Professores israelitas desistem rapidamemte da profissão

Um estudo levado a cabo em Israel revela dados alarmantes sobre a situação socio-profissional dos professores. Apesar das elevadas somas gastas na Educação nos úlrimos anos, 40% dos professores israelitas abandonam a profissão antes dos 8 anos de serviço. Entre os principais motivos apontados estão os salários - que na área da Educação são os mais baixos em Israel - as más experiências nas escolas, a forma como o sistema os trata e a burocracia.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Começa bem a luta

Perante as reações acaloradas de alguns professores contratados contra a realização da  prova de avaliação de capacidades e conhecimentos poder-se-ia julgar que a ideia era boicotar todo o processo de implementação da dita cuja. A começar pela inscrição. Mas pelos vistos não: a associação dos professores contratados diz que os docentes devem inscrever-se para fazer a prova. Se a luta vai ser assim os professores contratados ainda vão assistir à sua associação a pedir ou a esperar que sejam os colegas do quadro a inviabilizar a prova com uma greve às vigilâncias. Nessa altura será tarde de mais.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A faísca

A Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades [dos professores] pode vir a ser o cemitério político de Nuno Crato, tal como a avaliação dos professores foi o de Lurdes Rodrigues. A ideia peregrina de colocar professores a vigiar as provas de outros professores tem todas as condições para ser a faísca que provocará a implosão do ministro da Educação. Já para não falar da Prova em si e de aspectos absolutamente vergonhosos da sua implementação, como a divulgação das classificações num site público - daí até à menorização de uma classe inteira será um passo. Por este andar Crato não dura até ao Verão.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O descompensado

Aluno suspeito de ter esfaqueado colegas e funcionária de escola de Massamá. Diz a PSP que o menino descompensou e começou a esfaquear pessoas. Ainda vai ter direito a umas terapias ou coisa do género e não tarda nada está na escola outra vez. Os esfaqueados que se amanhem com as facadas, que para eles não haverá terapias nem descompensações.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Nada que não se soubesse já

Um estudo pioneiro levado a cabo em 21 países acerca do estatuto social dos professores revelou que Portugal é um dos países onde esta classe tem menos prestigio. Nada que não se soubesse já: basta ir a qualquer escola e observar a forma como muitos encarregados de educação se dirigem aos professores. 
As razões são variadas: a ação dos sucessivos governos (nomeadamente o da dupla Sócrates/Lurdes Rodrigues que humilhou os professores em público), o facto de a sociedade portuguesa largos ter largos sectores da população que têm horror ao conhecimento e à disciplina, e as características da própria classe docente, que se proletarizou e em muitos casos perdeu qualidade.
Um dado curioso deste estudo é a situação de Israel, que aparece no fundo da lista. Por lá a profissão docente é das menos prestigiadas e mais mal paga.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Antes de o ser já o era

A prova de avaliação para professores é o típico não assunto criado apenas para distrair o professorado: afinal já não é o que era para ser e com toda a probabilidade daqui a uns meses já não será o que é agora. Ao longo do tempo irá sofrer constantes alterações, excepções e normas transitórias. No fim terá o mesmo resultado que as outras reformas do ensino: nenhum, porque será residual o número de professores que fará a prova. Mas serão bastantes os que debaterão este não assunto até à exaustão. 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Crato era um bom ministro de bancada

Nuno Crato fez um excelente papel como ministro de bancada. Dizia coisas muito acertadas e fazia criticas muito pertinentes à coveira dos professores, Lurdes Rodrigues. Uma vez promovido a ministro principal, Crato têm-se revelado um autêntico flop: não só não fez nada daquilo a que se propôs fazer - as escolas estão piores do que quando ele entrou e o ministério continua um monstro sem controlo - como já tem todos os tiques que criticou nas antecessoras. O maior deles é dizer o contrário do que se passa na realidade, vulgo não dizer a verdade. Declarar que o ano letivo está a abrir sem problemas e que não há atrasos na colocação de professores é no mínimo inacreditável.
Felizmente que Crato está em Portugal, onde grande parte das pessoas é como ele: ótimo a criticar, mas péssimo a fazer.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O concurso monstruoso e o ministério mastodôntico

Ministério fala em atraso 'habitual' na colocação de professores. Poder-se-á pensar que é consequência natural de um concurso monstruoso feito por um ministério mastodôntico. Não só. A verdade é que há 10/15 anos todo o concurso de docentes era feito em papel e grande parte dos professores estava colocada a 31 de Agosto. Agora tudo é realizado via net e o 'habitual' são os atrasos. De nada valeu a informatização do monstro porque a incompetência cresceu sem parar.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Israel: abertura do ano escolar

Hoje em Israel é o primeiro dia do novo ano letivo. Aproximadamente 2 130 000 alunos voltam hoje às aulas nas escolas e creches de todo o país. Este ano entram  150 mil novos alunos no sistema, que no total terá 429 mil crianças na educação pré-escolar, 927 mil no ensino básico e 773 mil no ensino secundário. 15200 jardins de infância vão reabrir, incluindo quase 1000 novos, assim como 4555 escolas, sendo 164 em novas instalações, num total de 64 mil salas de aulas. Além dos alunos regressam também ao trabalho os 148 mil trabalhadores do sector da educação, entre os quais 3800 novos professores e 350 novos diretores. 
O ministro da Educação, Shai Piron, disse ontem à noite estar muito animado com a abertura do ano letivo e desejou um ano letivo de sucesso a alunos e professores.
Como é da tradição o Presidente, o Primeiro-Ministro, vários membros do Governo e a Líder da Oposição assinalaram a abertura do novo ano escolar com visitas a escolas e as jardins infantis.
O Presidente Shimon Peres e o presidente da câmara de Jerusalém, Nir Barkat, visitaram a Escola Básica da Paz em Jerusalém.
O primeiro-ministro Netanyahu visitou o jardim infantil Gan Avivit e a Escola Básica Yoni Netanyahu, em Netanya. Em ambas esteve acompanhado pelo ministro da Educação e pela Presidente da Câmara de Netanya, Miriam Feierberg. Na Escola Básica Yoni Netanyahu, o primeiro-ministro recordou o irmão, referindo o orgulho que teria em ver os alunos a aprender acerca de Israel e do Sionismo.
O Presidente da Knesset, Yuli Edelstein, visitou a Escola Secundária Abu Gosh em Jerusalém e deu uma lição de civismo aos alunos, referindo-se contra os grafitis que são uma praga em algumas zonas de Jerusalém.
A líder da Oposição, Shelly Yacimovich, visitou a Escola Juvenil Jabotinsky em Be'er Ya'akov, onde não teve pudor nenhum em dizer aos alunos que foi expulsa da escola Secundária de Ra'anana por mau comportamento e que os seus pais a enviaram para uma Escola Juvenil para terminar os estudos.

sábado, 20 de julho de 2013

O concurso soviético de colocação de professores

Como já vem sendo costume o coiso está atrasado: a primeira parte que colocará umas centenas de professores ainda não terminou; e  a segunda que colocará milhares ainda não começou. 
As férias estão à porta e todos se queixam da demora e da incompetência do Ministério da Educação. Com razão é certo, mas a verdade é que grande parte dos problemas que surgem ano após ano com o concurso dos professores se deve ao facto de ser ele ser hiper-centralizado e unificado - é o mesmo para todos, desde a educadora de infância até ao professor do secundário. Estas características torna-no automaticamente num monstro com dezenas de milhares de candidatos, dezenas de listas, milhares de reclamações e centenas de regras. Apesar disso e das constantes queixas, grande parte dos professores adora este tipo de concurso e não aceita abdicar dele por nada. No país das cunhas todo o cuidado é pouco.