Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

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terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Em banho. . . Maria👌

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Resgatar o Esquecimento. . .👉Pelo meu olhar 👀


“(Des)Construção da Memória”, de Ung Vai Meng e Chan Hin Io (agora agrupados no colectivo YiiMa), não regista a memória de um tempo linear e cronológico. Não é, tão-pouco, o desfilar de uma memória construída a partir de factos sistematizados, que permita revisitar a história de modo estruturado ou científico. É, antes, uma forma de os artistas olharem livremente o passado, confortavelmente instalados no presente.
À imagem de Goofus, de Jorge Luis Borges, esse fantástico “pássaro que constrói o ninho ao contrário e voa para trás, porque não lhe importa aonde vai, mas sim onde esteve”, ou de onde vem, esta exposição é uma descoberta de sinais que foram sendo deixados, algumas vezes esquecidos, e que só uma viagem retrospectiva permite que sejam lembrados e reinterpretados.
Ung Vai Meng e Chan Hin Io são dois artistas que, através do colectivo YiiMa, assumiram a missão de resgatar o esquecimento, afastando a poeira que o tempo inexoravelmente vai depositando nos marcos do passado. Fazem-no através da acção artística e beneficiando de um vasto conhecimento da história e da cultura oriental e ocidental. É por isso, e para que não se perca a riqueza do passado recente, ou até do mais distante, que o seu trabalho é importante e merece reconhecimento.
Estes dois artistas têm vindo a contribuir para mostrar a identidade de Macau a partir da (Des)Construção da Memória, aceitando que a multiculturalidade é uma riqueza e não uma entropia. E, desse modo, estão a contribuir para vencer o esquecimento e a libertar o pássaro Goofus do seu destino trágico, permitindo-lhe voar “para a frente”, de modo a que possa chegar a um lugar que, de outro modo, nunca poderia aspirar a conhecer…
João Miguel Barros, curador da exposição
(Excerto do texto curatorial publicado no catálogo da exposição) in pt.museuberardo.pt

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Jardins do Palácio Fronteira em Lisboa - Parte I - Aquela que aparentemente é bela.


O Jardim Formal, limitado a Poente, Norte e Nascente, por 3 muretes com azulejos e, a Sul, pelo conjunto formado pelo Tanque dos Cavaleiros e Galeria dos Reis...




Tinha alguma curiosidade em visitar este local, pelo que aquando da minha recente estadia na região de Lisboa, fui!
Não entrei no Palácio, acho os preços elevados para uma família portuguesa, sem preços familiares.
Apenas entrei nos jardins e devo dizer que à primeira vista é muito bonito, mas, acabei desiludido com a falta de informação e cuidado de detalhes neste jardim.
Existe mais, mas fica para uma nova publicação, com sentido crítico!
Até lá, vejam estas fotos com pormenores sem dúvida interessantes.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

🔭 Olhos postos em Lisboa via Miradouro Panorâmico de Monsanto 🔭

Este local foi reaberto como miradouro panorâmico no dia 2 de setembro de 2017, após 16 anos votado ao abandono. O edifício de sete mil metros quadrados foi inaugurado em 1968.
Ao longo dos anos, o espaço foi usado para vários fins como discoteca, restaurante, mais tarde tornou-se um espaço para bingo, depois foi lugar para escritórios e, por fim, funcionou como armazém de materiais de construção, até que em 2001 o espaço fechou e permaneceu abandonado e vandalizado.


Agora a função é diferente: quem lá for vai poder apreciar a vista sobre a cidade e o Parque Florestal de Monsanto e aproveitar para tirar umas interessantes fotografias, embora as paredes aparentem ação vândala.


O topo é o lugar de melhores vistas, existem no local 2 painéis de azulejos da década de 60 de autoria de Manuela Ribeiro Soares. Um, mostra a cidade antes do terramoto, o outro está ao longo do todo o miradouro com imagens pintadas à época, direcionadas para cada local de Lisboa que olhamos, sendo esse o mesmo motivo da cidade.


Ao longo do tempo em que esteve votado ao abandono, sempre foi (clandestinamente) muito procurado pelas vistas que alcança sobre Lisboa, motivo pelo qual, a autarquia de Lisboeta mandou remover entulho e foram vedadas algumas zonas, colocando gradeamentos.


Por agora, valeu a pena ser reaberto. As paredes estão pintadas de grafitis e existe pelo menos um segurança presente no local. Aguarda-se por um novo destino a decidir pelo município. Até lá, pode ser visitado de segunda a domingo das 9h às 19h.


segunda-feira, 16 de julho de 2018

E a França foi mesmo campeã do mundo do Rússia 2018...️

 🇫🇷Foi no Terreiro do Paço em Lisboa que presenciei a final do mundial de futebol 2018 na Rússia. Um ambiente incrível que mais parecia não se estar em Portugal, por uma qualquer rua da capital portuguesa, com um "mar" de estrangeiros, mas muito mais na "Arena Portugal", onde milhares assistiram em delírio à final que a França venceu frente à Croácia 🇫🇷4 🇭🇷️2
As imagens valem mais que mil palavras... Parabéns à França, "les bleus"!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Na contagem dos segundos, os primeiros de 2016 foram assim, com este olhar...














Porque cada miradouro na capital portuguesa, é um bálsamo para a alma... Este, já "velho" conhecido, lá bem no alto do castelo de S. Jorge, mostra a deslumbrante e apaixonante Lisboa na entrada de 2016, com um "mar" de milhares de pessoas na Praça do Comércio.