Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

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domingo, 24 de junho de 2018

Portal do Inferno, onde a condução se alia à adrenalina e a paisagem nos faz suster a respiração...

O Portal do Inferno é um local de passagem estreita no planalto da Arada que se ergue entre dois vales escarpados no xisto e que drenam em sentidos opostos.
Desde sempre, local de passagem íngreme que amedrontou, durante muito tempo, todos os que por ali passaram. Trata-se de um local com elevado interesse panorâmico.
Virados para noroeste, o vale de Covas do Monte fica à direita e o vale de Drave à esquerda, oferecendo vistas vertiginosas de incomparável beleza que alcançam desníveis superiores a 400 metros.
Este é um geossítio do Arouca Geopark que nos permite descobrir os relevos abruptos causados pela geodinâmica extrema em substrato xistento. A garra resultou deste fenómeno, e corresponde à erosão de linhas de água a rasgar a escarpa da montanha.
Não longe daqui podemos ainda observar uma imensa dobra, resultante das forças tectónicas que elevaram esta montanha. Fica localizado em plena serra da Arada, a cerca de 1.000 metros de altitude, no limite entre os municípios de Arouca e S. Pedro do Sul, local onde a "linha" limítrofe dos distritos de Viseu e Aveiro, se tocam.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Frecha da Mizarela um pedaço de paraíso para se sentir com olhos de ver...

Tem cerca de 70 metros esta queda de água do rio Caima, em plena serra da Freita, no Geoparque de Arouca. Pode ser admirada de vários locais, até de Castanheira, local das "Pedras Parideiras", ou de um miradouro de onde foi tirada esta primeira foto.
É a cascata mais alta de Portugal Continental. A minha primeira vista foi no dia 25 de abril e o verde da paisagem ainda estava envergonhado, não deixando de ser uma luxuriante visita à mãe natureza!
Quem se atreve na descida, tem a possibilidade de uns metros mais abaixo, à esquerda, arriscar ainda mais, por um caminho muito íngreme, que aparenta ser um riacho seco e que de pedra em pedra, permite chegar a umas piscinas naturais, local de onde se contempla cá de baixo, olhando para cima, a mejestosidade da queda de água!
Vale bem a pena...
Este é mais um local onde se deixa um "volto já", para melhor explorar um espetáculo digno de ser contemplado. Fica ainda a dica de existir também uma praia fluvial na aldeia de Albergaria da Serra, que fica na parte de cima da frecha.

sábado, 16 de junho de 2018

Pedras Parideiras, o fenómeno das "rochas mãe" que reproduzem pedras.

Segundo informação prestada no Centro de Interpretação das Pedras Parideiras, existente em Castanheira, freguesia de Albergaria da Serra, concelho de  Arouca – Portugal, este é um fenómeno único no mundo. Pode ser visitado livremente.

Esta imagem acima, é no referido Centro de Interpretação criado num antigo palheiro. Possui esta cobertura apoiada nas próprias pedras (o que não acho muito correto( existe um auditório explicativo, a pagar (2€), existe também a possibilidade de efetuar uma visita guiada, a pagar (4€) e, existe ainda uma loja de recordações.
Do ponto de vista geológico, esta rocha designa-se «granito nodular da Castanheira» e estende-se por uma área de cerca de 1 quilómetro quadrado. Por ação da erosão, os nódulos libertam-se da “pedra mãe” e acumulam-se no solo, deixando no granito uma cavidade. É por isso que os habitantes da aldeia da Castanheira chamaram a esta rocha «Pedra Parideira», por ser «a pedra que pare pedra».
Estes nódulos apresentam dimensões que variam entre 1 e 12 centímetros de diâmetro e, embora sejam constituídos, exteriormente, apenas por biotite, o núcleo é constituído por minerais de quartzo e feldspato.