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A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

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The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

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sábado, 27 de outubro de 2018

🕍 Mosteiro de Tibães, uma maravilhosa surpresa às portas de Braga que se aconselha! 🕍

O Mosteiro de Tibães é um dos edifícios mais antigos da cidade de Braga. A sua origem remonta ao final do longínquo séc. X e início do séc. XI. Ao longo do tempo, o mosteiro foi-se transformando e alcançou enorme notoriedade e poder quando, em 1110, recebeu a Carta de Couto – carta de doação da terra à Igreja – de D. Henrique e D.ª Teresa, pais do primeiro Rei de Portugal e sepultados na Sé de Braga.


Durante o século XVI tornou-se na “Casa Mãe” da congregação de São Bento em Portugal e no Brasil, sublinhando a importância do mosteiro a nível nacional.
No séc. XVII, o velho mosteiro românico dá lugar à construção de grande parte do complexo que hoje existe – igreja, portaria, recibo, dormitório, hospedaria, livraria, sala do capítulo e claustro do cemitério.

Mas a singularidade deste local enquanto peça fulcral para a cultura de Braga não se limita ao seu património edificado e história. O Mosteiro de Tibães funcionou como centro de formação de arquitetos, entalhadores, douradores, imaginários e escultores, muitos deles intervenientes ativos na construção dos edifícios erguidos no séc. XVII, homens respeitados pelo seu contributo extraordinário à Arte portuguesa.


Depois da extinção das ordens religiosas em 1834, o mosteiro fecha e o seu recheio e edifícios são vendidos em hasta pública. E este processo de degradação e ruína dura décadas.
Porém, o infortúnio a que foi sujeito termina em 1986, quando o Mosteiro de Tibães é adquirido pelo Estado Português, que rapidamente dá início ao projeto de restauração. Estes acontecimentos fazem do Mosteiro de Tibães uma obra genuína, marcada pelo tempo, e simultaneamente um símbolo de esperança, em virtude da recuperação que em tempos parecia perdida.
Local de entrada para obtenção do bilhete de entrada, informações e loja.
Galeria dos Abades Gerais
Hospedaria Monástica
Sala do Capítulo, um dos locais mais imponentes.

A realidade é que nos dias de hoje, visitar este Mosteiro, é fazer uma verdadeira viagem no tempo.
Os jardins envolventes, permitem que nos percamos ao encontro da história.



Informações úteis: MOSTEIRO DE TIBÃES, Rua do Mosteiro - 4700-565 Mire de Tibães, Braga +351 253 622 670 | +351 253 623 950 msmtibaes@culturanorte.pt | sec.msmt@culturanorte.pt Ver website oficial do Mosteiro de Tibães


Horário: Terça a domingo - Abril a Outubro: 10H00-19H00 - Novembro a Março: 10H00-18H00 (*) exceto: 1 de Janeiro, Dia de Páscoa, 1 de Maio, 24 de Junho e 25 de Dezembro

Bilhete normal: 4 € Estudantes/Cartão Jovem/A partir dos 65 anos: 2 € Gratuito no primeiro Domingo de cada mês 

Cerca Conventual: 1,50 € Gratuito no primeiro Domingo de cada mês para visitas individuais ou grupos até 12 pessoas, inclusive.

Fonte de alguma informação: webraga.pt
Termino esta publicação com uma verdadeira relíquia deste Mosteiro de Tibães, a majestosa Sacristia. Algumas imagens não estão no seu esplendor de qualidade devido a em alguns locais, sobretudo no exterior, haver à hora, uma condição de luminosidade desfavorável. Mas espero que tenham gostado, tanto quanto eu gostei ao visitar. Muitas outras fotos ficam por publicar, pois o lugar convida à fotografia.
E já sabem, ir, é o melhor remédio!






quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Monte de Santa Trega ou Tecla | Galiza | Espanha

O Castro de Santa Trega (ou Tecla em Castelhano) é um local arqueológico que se encontra a 341 metros de altitude no monte com o mesmo nome, no concelho de "La Guarda" província de Pontevedra. Pertencente à cultura castreja é o mais emblemático e visitado dos castros galegos. Aqui viveram entre 3 a 5 mil pessoas. Foi declarado Monumento Histórico Artístico Nacional em 1931 e também tem a consideração de Bem de Interesse Cultural.
O castro, segundo a tese mantida por de la Peña Santos, diretor das últimas campanhas de escavações arqueológicas na década de 1980, teve uma ocupação continuada entre o século I a.C., ao pouco de começar o processo de romanização da Galiza, e o século I d.C., e que a partir desse momento começou um lento processo de abandono, que bem pôde ter sido interrompido por reocupações esporádicas temporárias em época tardo-romana. Foram encontrados também petróglifos, em várias das pedras do monte, elaborados por volta de 2000 anos antes da ocupação do castro.



Para aceder a este lugar, a meio da subida existe uma paragem onde é cobrado 1€ por pessoa e que permite no topo visitar o Museu Arqueológico de Santa Trega (MASAT), um lugar desenhado como restaurante em 1931 e que começou a funcionar em 1934, dando lugar ao museu em 1953.

Existe também a Ermida dedicada a Santa Trega tendo em sua volta algumas construções em pedra assim como o Cruzeiro de São Francisco do séc. XVI
 Este lugar é um miradouro de uma beleza natural maravilhosa. Em frente, a sul, temos Portugal, ali mesmo onde desagua o rio Minho, podendo contemplar a sua maravilhosa foz e um oceano Atlântico a perder de vista. Vemos também Caminha e outras localidades ao longo do curso do rio, quase até Vila Nova de Cerveira. Mesmo “aos pés” deste monte, situa-se “La Guarda”, município espanhol, onde dizem, se come bom marisco, ou não fosse este um lugar pertença a esta maravilhosa região galega, terra rica neste “fruto do mar” tão apreciado. 
Esta é uma vista do referido monte, já do lado de Portugal, junto à foz do rio Minho.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Castelo de Numão

A primeira referência a este castelo data de 960. Com ampla dominante visual, possui um vasto perímetro muralhado, construído provavelmente na Baixa Idade Média. 



A muralha possuía quatro portas e quinze torres, de que restam seis. No interior da cerca vêm-se restos de construções, a igreja românica de Stª. Maria e uma cisterna. 




No exterior encontra-se a capela pré-românica de S. Pedro e uma necrópole com 10 sepulturas antropomórficas. 



Mais informação aqui
Castelo e aldeia de Numão