Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

SOMOS VISTOS E PROCURADOS NO MUNDO INTEIRO - ESTES OS PAÍSES QUE VISITAM O BLOG!

Flag Counter
Mostrar mensagens com a etiqueta Aldeia da Pena. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aldeia da Pena. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Aldeia da Pena, os encantos (ainda) pouco conhecidos do interior profundo português...

Vale sempre a pena, visitar a Pena. É uma das aldeias de encanto desta região. Encanta pelas suas casas de Xisto com telhados de lousa, mas não só.
No dia em que lá estive, a população residente aumentou, de 11 para 13 habitantes!

Fica situada num profundo vale da serra de São Macário, concelho de São Pedro do Sul, distrito de Viseu.
O acesso pode ser feito por estrada mas a mesma tem uma inclinação muito íngreme e é estreita.

Na aldeia existe artesanato com uma exposição na lojinha da Augusta onde se encontra também à venda mel produzido pelas abelhas em colmeias por lá existentes.

Existe ainda um restaurante, Adega Típica da Pena. Fazem pratos por encomenda, por exemplo arroz de cabidela, o galo pica-no-chão, criados pelos proprietários. Também fazem outros pratos, nomeadamente os grelhados. Convém fazer reserva 926549388.


Fica prometida uma caminhada até à aldeia vizinha de Covas do Rio pelo caminho que tem história. 
Antigamente, os habitantes da Aldeia da Pena iam a enterrar em Covas do Rio, um trajecto que era feito a pé e que demorava cerca de hora e meia a percorrer. Os habitantes da aldeia da Pena levavam o caixão aos ombros por aqueles trilhos estreitos e íngremes. Como o caminho era muito estreito, o caixão era levado apenas por dois homens, um à frente e outro atrás.
O percurso entre a aldeia da Pena e Covas do Rio tinha vales muito profundos, com moinhos e cursos de água. Em muitas zonas, o sol mal chegava e as pedras estavam sempre húmidas e escorregadias.
Ao descer uma das encostas, a pessoa que ia à frente com o caixão escorregou, perdeu o equilíbrio e o caixão caiu em cima dele, matando-o, daí dizer-se que o morto matou o vivo.