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domingo, 5 de junho de 2011

Uma reflexão em "dia de reflexão" ...

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Em dia de reflexão eleitoral deixo-vos aqui alternativas às perguntas que talvez muitos estejam a fazer hoje para decidir o que fazer amanhã em frente a um papel e a uma caixa metálica...

Talvez essas perguntas de hoje envolvam partidos políticos ou mesmo os líderes desses mesmos partidos, como se eles fossem os responsáveis pelos nossos estados de espírito, como se eles fossem o motor que alimenta os nossos comportamentos, como se deles dependessem os nossos resultados, aquilo que obtemos da vida.

Proponho que façamos as seguintes perguntas:

O que é que realmente eu quero para o meu futuro, o que faz sentido para eu viver mais alinhado comigo mesmo?

Que intenções e que objectivos estou disposto a assumir comigo e a partilhar com os outros?

Em que é que me vou focar? No que depende de mim ou no que depende dos outros? Na queixa ou na forma como posso influenciar o que e quem me rodeia, facilitando o que realmente impulsiona os meus objectivos e consequentemente os meus resultados?

O que estou disposto a fazer para traçar o meu caminho? Que preço estou, a cada momento, disposto a pagar? Qual a minha disponibilidade para assumir escolhas e ser totalmente responsável pelas suas consequências?

Talvez o dia de amanhã seja apenas o dia em que podemos escolher quem acreditamos que possam ser as melhores pessoas para nos ajudarem a fazer o Portugal que estamos, cada um de nós, a construir e não as pessoas que vão construir o Portugal para nós.

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quinta-feira, 10 de março de 2011

FAZENDO ESTRADA . . .

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Dei por mim a pensar na geração dos 40/50 anos, desempregados, com empregos precários, com filhos e responsabilidades bancárias.
Dei por mim a pensar nos mais velhos, os que têm os filhos em dificuldade e vivem das pensões muito baixas do estado.
Dei por mim a pensar nos filhos adolescentes, cujos pais estão sem trabalho ou com ordenados inseguros e inconstantes.
Dei por mim a pensar na geração dos 20/30 anos, pós formados, licenciados ou não, que não vêem oportunidades de emprego ou de arrancar para uma vida “normal”.
Dei por mim a pensar no que aconteceria se todas estas gerações se considerassem gerações “ à rasca ”.
Dei por mim a pensar que todas estas gerações poderiam fazer uma manifestação, contra não sei bem o quê, e contra não sei bem quem, pois até os políticos se considerariam “à rasca” porque não fazem ideia como tirar as gerações “à rasca” da enrascada.
Dei por mim a pensar se, nessa manifestação, onde o importante é dizer mal de alguma coisa, eu, que também estou “à rasca”, ficaria a chorar ou a vender lenços … ou ainda, se não seria um excelente momento para procurar melhorar o meu presente, o meu futuro e aproveitar o facto de todos os outros, “à rasca”, estarem naquele momento ocupados com coisas muito importantes …

quinta-feira, 6 de maio de 2010

PRÉ - OCUPAÇÃO !?!?

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PENSA LÁ ONDE ESTÁS . . .

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

A DECISÃO

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Uma senhora de 92 anos, delicada, bem vestida, com o cabelo bem penteado e um semblante calmo, mudou-se para uma casa de repouso.
O seu marido havia falecido recentemente e a mudança era necessária, pois ela era deficiente visual e não havia quem pudesse ampará-la em casa.
Uma neta dedicada acompanhou-a ao novo lar.
Após algum tempo aguardando pacientemente na sala de espera, a enfermeira veio avisá-las que o quarto estava pronto.
Enquanto caminhavam, lentamente, até o elevador, a neta, que já tinha visitado os aposentos, fez-lhe uma descrição visual de seu pequeno quarto, incluindo as flores na cortina da janela.
A senhora sorriu docemente e disse com entusiasmo: Eu adorei!
Mas a avó nem esteve ainda no quarto... Observou a neta.
Ela não a deixou continuar e acrescentou:
A felicidade é algo que podes decidir antes da hora. Se eu vou gostar do meu quarto ou não, não depende de como os móveis estão arranjados, e sim de como eu os arranjo na minha mente.
E eu já me decidi gostar dele...
E continuou: é uma decisão que tomo a cada manhã quando acordo. Eu tenho uma escolha, posso passar o dia na cama remoendo as dificuldades que tenho com as partes de meu corpo que não funcionam há muito tempo, ou posso sair da cama e ser grata por mais esse dia.
Cada dia é um presente, e os meus olhos abrem-se para o novo dia com as memórias felizes que armazenei...
A velhice é como uma conta no banco, minha filha... De onde só retiras o que foi colocado antes.
Começa, sem demora, a depositar felicidade na conta do banco das tuas lembranças, para poderem ser resgatadas sempre que quiseres.

quinta-feira, 25 de março de 2010

UM POST SEM CERTEZAS . . . ! (re-edit)

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Dr. Mário Cordeiro, pediatra, disse que muitas birras e até problemas mais graves poderiam ser evitados se os pais conseguissem largar tudo quando chegam a casa para se dedicarem inteiramente aos seus filhos durante dez minutos.

Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em relação ao momento do encontro em casa que, se o pai ou/e a mãe tivessem consciência disto bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeiras. Estes dez minutos de atenção exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida. Claro que os dez minutos podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstâncias do momento ou de cada dia. A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e dedicar-lhes toda a atenção.

Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress acumulados e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dão origem a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras, a criança apenas tenta chamar a atenção da pior forma, mas é a forma que sabe. Para além de tudo isto, e que é o mais importante, é bom não perder de vista os timings e perceber que está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.

Sou pai há apenas 6 anos e ainda me confronto (se é que algum dia vou deixar de me confrontar…) com as dúvidas diárias sobre o que fará a diferença para que o meu Lontrinho, hoje criança, se torne um Bom adolescente e depois um Bom adulto.

O que deveria fazer com ele, o que lhe deveria ensinar para que se torne equilibrado e feliz?
Quais os valores e os exemplos de vida a dar-lhe de forma a utilizar bem o tempo que tenho com ele?

Posso e utilizo muito do que recebi dos meus pais, mas o mundo está diferente, evoluiu, para melhor e para pior, logo, também os temas e os métodos terão que ser diferentes.

Já falei por aqui que alguém disse, “o pior que se pode fazer a uma criança é não lhe dar amor, a segunda coisa pior é não lhe dar disciplina”.
Sendo assim, e porque, obviamente lhe dou muito amor, preocupe-me em saber utilizar bem a palavra NÃO, e que ele a entenda.

Também me preocupo em ensinar-lhe as regras, regras que delimitam o seu espaço, “moldura” do quadro, campo de liberdade dentro do qual ele pode ser um filho livre, criativo e até mágico, onde deve ser elogiado e incentivado nos seus pontos fortes mais do que criticado, ganhando a carapaça de auto-confiança e auto-estima.
Dentro desse espaço, quero que ele acredite que vai atingir o que quer, brevemente definirá Objectivos para a vida e aprenderá a criar as estratégias para lá chegar.
Saberá que os seus Objectivos dependem dos seus Valores e do seu Propósito de vida, será ele a defini-los.

Tento desde já desafia-lo, dar-lhe a iniciativa, fazê-lo tomar decisões, mesmo quando sei que o caminho escolhido não o leva à saída do labirinto, mas pode sempre voltar atrás e escolher um caminho novo.
Ensiná-lo que a responsabilidade das escolhas desses caminhos e das suas consequências será sempre dele.

Agora, com 6 anos, outras aventuras estão a aparecer e outros desafios tenho à minha frente.

Penso muito como o devo ensinar a pensar.
Já aqui escrevi que quando ele me faz as famosas perguntas dos miúdos da idade dele, afectos, sexo, dinheiro…, sempre lhe devolvo a pergunta, “o que achas, qual é a tua opinião?”, sim, é mais cómodo para mim, mas também me dá, tal GPS, o “seu ponto de conhecimento”, tantas vezes a resposta dele à sua pergunta está próxima da resposta que eu lhe daria, aí, dou-lhe um pouco mais de conhecimento, fica a saber um pouco mais, por outro lado, se a resposta dele ainda está no campo “das cegonhas de Paris” ou de outras fantasias, alimento a fantasia, sem tanta imaginação como a dele confesso, mas um dia, a resposta “séria” será dada, por mim ou por ele mesmo.

Devo ensinar-lhe,
O que é o dinheiro?
Para que serve?
Como aparece?
E, especialmente, fazê-lo sentir que é um bem LIMITADO, muito limitado.
Dar-lhe trabalho e recompensa-lo.

Agora, começa a surpreender-me com o que conhece do mundo, do meio social e físico onde vive, começa a ganhar a noção de respeito pelo meio e pelos outros.
O que é que ele pode fazer no campo da dádiva, da contribuição social ? Aqui, confesso que está à minha frente em alguns temas, a reciclagem do lixo é uma delas.

E porque mente limpa só em corpo limpo, ensiná-lo a conservar e formar um corpo com qualidade, a alimentação, a actividade física, a mente sã.
Ensino-o a jogar COM alguém e esforçar-se e dar tudo para derrotar esse alguém no jogo, mas também lhe explico que deve evitar jogar CONTRA alguém.

E porque acredito que deixar aos filhos dinheiro ou valores imobiliários NÃO é uma grande ajuda para FORMAR uma pessoa Boa, parece que não tenho tempo a perder e tenho mesmo que pensar nestes assuntos, de uma forma responsável, mas também com muita alegria, felicidade e agradecimento pelo facto de ter o filho que tenho.

E porque me apeteceu escrever o que escrevi, aqui está o post de hoje.

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quinta-feira, 18 de março de 2010

IMPOSSIVEL...? ... LOL...LOL... ( 3 )

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Depois de ter lançado momentos inspiradores Aqui e Aqui, hoje dou-vos imagens bem inspiradoras dos Jogos Paralimpicos de Inverno.
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Ain't got no home, ain't got no shoes
Ain't got no money, ain't got no class
Ain't got no skirts, ain't got no sweater
Ain't got no perfume, ain't got no beer
Ain't got no man

Ain't got no mother, ain't got no culture
Ain't got no friends, ain't got no schooling
Ain't got no love, ain't got no name
Ain't got no ticket, ain't got no token
Ain't got no God

What about God?
Why am I alive anyway?
Yeah, what about God?
Nobody can take away

I got my hair, I got my head
I got my brains, I got my ears
I got my eyes, I got my nose
I got my mouth, I got my smile
I got my tongue, I got my chin
I got my neck, I got my boobs

I got my heart, I got my soul
I got my back, I got my sex
I got my arms, I got my hands
I got my fingers, Got my legs
I got my feet, I got my toes
I got my liver, Got my blood

I've got life , I've got my freedom
I've got the life

And I'm gonna keep it
I've got the life
And nobody's gonna take it away
I've got the life

A canção está mesmo aí ao lado, a tocar . . .

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

ROTINAS





segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

CONTINUO A PENSAR ALTO . . .

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(Depois de pensar alto, AQUI. )
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Era uma vez um pescador que levou peixe fresco a um restaurante de praia onde estava um europeu.
O europeu perguntou-lhe se ele voltava para o mar a pescar mais. Respondeu que não. Como ainda era cedo, o europeu tentou explicar-lhe a lógica de mais peixe pescado, mais poderia vender, mais poderia investir, e poderia comprar um barco maior, poderia dar trabalho a mais pescadores, poderia abastecer o país todo, etc, etc, etc.
O pescador perguntou, mas porque razão havia ele de se estafar a pescar?
O outro respondeu-lhe que assim poderia mais tarde ter uma bela vida, bom dinheiro e poderia ir para um paraíso tropical e dormir umas sestas na rede na sombra da bananeira.
A resposta do pescador foi: mas é exactamente isso que eu vou fazer AGORA, não mais tarde quando for velho.

Para algumas pessoas, acontece serem felizes quando atingem os seus objectivos, quando têm o que querem.
Serei feliz quando tiver dinheiro ou quando tiver um companheiro ou quando a minha mãe parar de me chatear….
E o que acontece entretanto, fica-se infeliz?
E enquanto não obtemos sucesso o que somos, fracassados?

Consideremos ainda que é um mito aceitar como certo que vamos ser felizes depois de obtermos o que desejamos. Será que quem quer ser rico fica feliz só porque atingiu o “ser rico”, será que quem se apaixona e finalmente tem um companheiro/a ficará feliz para todo o sempre?
Pois não, a prática diz-nos que obter o que desejamos não é um bilhete para a felicidade. A questão é, o que nos faz escolher estarmos felizes?
Aqui vai uma dica, “Seja o que for que consigamos fazer com a infelicidade, conseguiremos fazer melhor enquanto estivermos felizes”, certo?

Está aqui em causa a velha discussão de só se ser feliz quando se tem o que se quer ou ser-se feliz por se estar a fazer o que é necessário para se ter o que se quer.
Parece confuso?

Vejamos, quando estamos infelizes queremos estar felizes, quando estamos felizes podemos querer o que nos apetecer.

Apollinaire disse: “De vez em quando, é bom fazer uma pausa na nossa busca da felicidade e simplesmente sermos felizes”.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A PENSAR ALTO . . .

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Estava eu a pensar que, por esta altura, uma parte muito grande das pessoas que delinearam objectivos para este ano já desistiu deles ou de uma boa parte deles.

Mas porque será assim?
Não sei!

Sei que quando desistia dos meus objectivos, duas razões estavam no Top, ou ficava frustrado porque a inacção me fazia desfocar desses mesmos objectivos perdendo-lhes o rasto ou não queria continuar a pagar o preço (alto) que tinha de pagar para os atingir.

Curioso o facto de os principais motivos dos abandonos estarem, teoricamente, nos pólos opostos do sucesso. Pelo contrário, os objectivos que se mantinham eram os objectivos pelos quais a acção dispendida era moderada e o preço pago era justo.
Olhando ainda mais atrás, lembro alguns objectivos que pareciam inatingíveis sob um grande esforço e motivação e, depois de parcialmente abandonados, aparentemente davam um salto em frente.

Em tempos li a metáfora da Borboleta...
Imaginem que querem apanhar uma borboleta muito bonita com as vossas próprias mãos. Se, ao agarrarem a borboleta, fizerem muita força, esta morrerá esmagada nas mãos, se a agarrarem com as mãos muito frouxas, esta fugirá das mesmas mãos e voará mesmo à vossa frente. O segredo é chegar a um equilíbrio de força que permita agarrar a borboleta de forma a esta não fugir nem ser esmagada. Devemos encontrar o “Ponto de Borboleta”.

M. Neill diz, “Na vida devemos encontrar o nosso Ponto de Borboleta”. Apresenta ainda uma curiosa teoria do Sucesso.

Stress + Acção Contínua = Êxito a curto prazo.

Eficaz a curto prazo mas será destrutivo a médio prazo. Traz êxito aparente ou exterior à custa do êxito interior. Quando agimos sob pressão e muito focados nos resultados fazemos terra queimada. Isto é válido seja qual for o objectivo e é especialmente destrutivo por exemplo nas relações humanas. Quando agarramos em demasia o nosso companheiro ou companheira, estamos a sufoca-los, estamos a queimar a alegria de viver, a queimar a relação. Se queremos segurança devemos oferecer liberdade e se queremos liberdade temos de oferecer segurança (atenção ciumentos!).

Stress + Inacção Contínua = Fracasso

Quando nada fazemos para atingir os objectivos, nada acontece, ficamos frustrados, desesperados e desistimos. Como nada acontece ficamos com crenças limitadoras pois acreditamos que não somos capazes ou seja, inicia-se o ciclo vicioso do insucesso. Fazendo o que sempre fizemos, acontece o que sempre aconteceu, daí o ciclo.

Poderemos encontrar um caminho "fácil" para atingirmos os nossos objectivos?
Talvez sim !

Um caminho "fácil" não é desprovido de obstáculos mas está livre do stress e tensão, também não quer dizer que não dê trabalho mas o trabalho é acompanhado de “à vontade” e alegria nesse mesmo trabalho. Pode nem ser livre de dor mas é, voluntariamente, desprovido de sofrimento, que é a incapacidade de “arrumar” a dor.
Temos assim uma nova “fórmula”.

À vontade + foco + acção + inacção = Sucesso (atingir os objectivos)

Descontraído, tiro prazer do processo. Estou focado porque é bom, gosto do que faço. Actuo porque as acções são “intrinsecamente satisfatórias”, têm valor para mim quer funcionem quer não. Tenho inacção q.b., porque ela dá-me tempo, dá-me espaço e qualidade de vida. No desporto ou na natureza o descanso, ausência de esforço, ou pousio, são necessários e indispensáveis, porque não também na nossa vida, na luta pelos objectivos?
O mesmo M. Neill diz que “Quem forçar, forçar, forçar, as suas metas, está a pisar as sementes todas antes de terem florescido”.


Procurem o vosso Ponto de Borboleta e tudo será mais fácil.
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IIIIIIISSO MMEEESSSSMO .........

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Para pessoas muito especiais, que sabem ouvir o Anjinho e o Diabinho sem dar mais importância a um do que ao outro.
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

NADA MAIS SEI . . .

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"Há muito tempo atrás numa aldeia distante, um camponês tinha um cavalo muito raro e bonito. O cavalo era cobiçado por toda gente e até imperadores lhe ofereciam pequenas fortunas para ficar com ele. O homem recusava sempre pois era muito apegado ao cavalo.
Ora, um dia, quando o camponês acordou e foi ao estábulo, viu que o cavalo não estava lá, tinha sido roubado.
Desde logo as pessoas da aldeia lhe disseram, "Vês, não quiseste vendê-lo e agora ficaste sem ele... podias estar rico", e o homem sempre respondia "Para já o que sei é que não tenho o cavalo, o resto não sei... não sei se é bom ou mau não o ter".
Quinze dias mais tarde, o cavalo voltou ao estábulo e a segui-lo estavam 10 cavalos selvagens de raça pura e valor inestimável. Logo se juntou a aldeia a dizer "Afinal tinhas razão, o cavalo voltou com mais 10!! Vais com certeza ficar rico! Que sorte!" e o homem sempre respondeu "Sei apenas que o cavalo voltou com outros, não sei se é bom ou mau!".
Quinze dias mais tarde, o filho do camponês, enquanto domava um dos cavalos, deu uma queda grave e fracturou a perna. Na altura os cuidados médicos eram reduzidos e era certo que o rapaz iria ficar com aquela lesão para a vida. De novo a aldeia disse "Foi uma maldição aqueles 10 cavalos! Agora o teu filho vai ficar marcado para a vida! Que azar que tiveste..." e o homem respondeu "Apenas sei que o meu filho está com a perna partida, neste momento não sei mais nada..."
Quinze dias depois, homens do rei vieram levar todos os jovens da aldeia para combater na guerra e a aldeia ficou sem os seus bravos, com excepção do filho do camponês que não podia servir. A aldeia chorava dizendo "Os nossos filhos foram levados! E vão com certeza morrer pois o inimigo é muito mais forte! Ao menos tu camponês tens sorte pois o teu filho ficou e poderá cuidar de ti na tua velhice... o que vai ser de nós?" de novo respondeu o homem "Apenas sei que o meu filho está comigo e que os vossos foram... neste momento nada mais sei..."
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OSHO
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

QUESTÃO DE QUALIDADE . . .

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A QUALIDADE DA NOSSA VIDA É PROPORCIONAL
À QUALIDADE DOS NOSSOS PENSAMENTOS E DAS NOSSAS EMOÇÕES !
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JÁ VOS DISSE QUE VAMOS TER UMA FANTÁSTICA SEMANA ?
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

APRENDE-SE EM CASA !

Tantas vezes se ouve que já não se aprende nada na escola, e em casa, aprende-se?

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

HÁ, À SEGUNDA-FEIRA . . .

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Mais uma Segunda-Feira, vamos fazer
mais uma espectacular semana!

" Acreditar de nada serve se te esqueceres daquilo em que queres acreditar ! "

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

YOU'RE BETTER THAN THAT . . .

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Rocky Balboa, Kinetic Typography

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domingo, 3 de janeiro de 2010

WE CAN BE HEROES, JUST SMILE FOR ONE DAY . . .

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

EU VOU, E TU .?

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Nestes últimos dias em quase todos os blogues que sigo, aparecem os tradicionais desejos para o novo ano.
Lêem-se os, “desejo isto…”, “espero aquilo”, “vou tentar”, e alguns mais.

Pois eu também vos desejo tudo o que desejarem atingir.

Há no entanto blogues que, depois de lidos, nos dão um impulso inspirador e fazem-nos ver outros lados possíveis das mesmas realidades.

vejamos:

Muitas vezes ouvem-se pessoas a definir objectivos usando palavras que implicam pouco compromisso:

"eu gostava..."
"eu quero..."
"eu vou tentar..."

Ora a questão que ponho é, como é que eu falho um objectivo definido desta forma?

Se eu digo que "gostava ou gosto", não posso falhar... , mesmo que não consiga fazer o que me propus fazer, eu só tinha dito que gostava... e agora até posso gostar ainda mais!

O mesmo acontece com o "queria ou quero"... mesmo que não tenha sucesso, no fundo posso ainda continuar a querer.

E com o famoso "vou tentar" ?
Há quem diga que tentar é falhar com honra!

Façam a seguinte experiência:
Peguem numa caneta e coloquem-na à vossa frente.
Agora, atentem às instruções, tentem pegar na caneta... Tentem... Não peguem nela... Tentem...
Engraçado, não é?

O verdadeiro compromisso é dizer " Vou ! ".

Só quando dizemos "vou" é que nos estamos a expor ao falhanço (como é óbvio, dizer "vou" não implica que, magicamente, tudo se vai concretizar) e por isso só nessa situação é que pomos todos os nossos recursos ao serviço da concretização dos nossos objectivos!

Se ainda há dúvidas pensem no seguinte:

Numa relação romântica imaginem que o vosso parceiro/a diz:


"Querida, eu gostava era de ser fiel!",
ou mesmo "Eu quero ser fiel..."
ou ainda uma melhor "Vou mesmo tentar ser fiel!"

Quem estaria disposto a admitir esse grau de compromisso?


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Pois esta semana este foi o texto que mais gostei, foi o Ricardo Peixe que o escreveu.
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ADENDA AO POST (depois de comentários)


Henry Ford disse.

QUER ACREDITES QUER NÃO, TALVEZ TENHAS RAZÃO!


O que quer dizer esta frase ?

Se acreditas mesmo em algo, em algum objectivo definido, há mais hipóteses de chegares onde queres, pois vais empenhar-te muito, acreditas que vais conseguir.

Se não acreditares em algo, provavelmente não te vais empenhar porque, desde do início, não acreditas, logo, descem as hipóteses de chegares onde queres, de atingires o Objectivo.

Em qualquer dos casos, o resultado tende a ser concordante com a crença que tinhas no início.

Onde te empenharás mais, no EU VOU, ou no, EU VOU TENTAR ????

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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A ESCOLHA DOS "LOBOS" . . .

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Quase a entrar num novo ano, estamos, uns mais, outros menos, a pensar;
como poderá ser o próximo ano,
como gostariam que fosse o próximo ano,
como vão tentar que seja o próximo ano,

outros ainda estão a pensar,
como VAI ser o próximo ano e o que vão fazer que assim seja.

Hoje, num blog muito inspirador, "Gestão e Desenvolvimento Pessoal", do Ricardo Rebelo, estava esta mensagem:


Um Grande Chefe Índio Cherokee sentou-se uma noite, com os seus netos, à volta de uma grande fogueira, para lhes falar sobre a vida.

Ele disse-lhes:

- Meus netos, dentro de mim está ser travada uma feroz batalha entre dois lobos. Um deles representa a inveja, o ódio, a mágoa, o ressentimento, a dor e o sofrimento, a vingança, a infelicidade e a solidão. O outro lobo bate-se pelo amor, pela amizade, pelo reconhecimento, pela gratidão, pela felicidade, pela paz de espírito e pela compreensão.

Ao ver que os seus netos o acompanhavam com atenção, ele continuou:

- Esta batalha acontece todos os dias e não só dentro de mim, mas dentro de todas as pessoas no mundo!

Um dos seus netos perguntou-lhe:

- Avô, e qual dos lobos vai ganhar?

O velho índio sorriu e respondeu:

- Vai ganhar o lobo que tu escolheres alimentar...


Espero que tenham inspiração, engenho e arte para saberem qual o Lobo que querem alimentar.
Está nas nossas mãos fazer um 2010 fantástico!
O meu, vai ser o melhor ano da minha vida.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

APENAS, UM EXTRA . . .

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Temos duas escolhas para a vida (há mais possibilidades, mas escolhas, considero só estas duas) ter uma vida Ordinária (normal) ou uma vida Extraordinária.

A única diferença é “apenas” o EXTRA, mas é este extra que faz toda a diferença.

Quem fizer o esforço de o conquistar, terá sucesso, quem não o quer, e tem esse direito, é porque se contenta com uma vida ordinária, normal, mas depois não se queixem que a vida não tem piada…


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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

AS COSTAS LARGAS . . .

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Crise económica com as costas largas…

O que nós vivemos é uma crise de Valores !

Se considerarmos o triangulo, “EU”, “OUTROS” (relações) e no último vértice “OBJECTIVOS”, temos, nada mais nada menos, que a moldura dentro da qual se vive a "CAUSA".

Aquilo que verifico é que, muitas pessoas no vértice do EU, têm o EGO.
No vértice dos OUTROS, têm relações com pessoas em Estados Limitativos, onde o pessimismo impera, onde a palavra "impossível" é a mais utilizada.
E no vértice dos OBJECTIVOS, há… Vazio…

Nestas condições há a necessidade de sair deste triangulo e entrar no domínio de "os culpados são…” e das “justificações".
É a vida no "EFEITO", no que não depende de nós, no que "não é culpa minha!" .

É a crise que vivemos, mas essa crise não é económica, é uma profunda crise de VALORES, é a falta de MOTIVO, de PROPÓSITO DE VIDA, é o viver no ESTADO da derrota e da desistência.

Tenho a certeza que Portugal não é isto, não será isso, temos acordar, temos que ouvir os “Sinos a Rebate” !


"É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar.
É melhor tentar, ainda que em vão, que sentar-se, nada fazendo até ao final.
Eu prefiro caminhar na chuva, que em dias tristes esconder-me em casa.
Prefiro ser feliz, embora louco, que viver conformado."

Martin Luther King



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