Há 1 semana
domingo, 31 de janeiro de 2010
NU, DOMINGO . . .
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Paulo Lontro
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31.1.10
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DOMINGO
sábado, 30 de janeiro de 2010
QUEM PEDE DESCULPA AO MUNDO.?
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CLIQUEM PARA AUMENTAR AS FOTOS


CLIQUEM PARA AUMENTAR AS FOTOS
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Meninos da guerra
Quem vos foi acordar?
Não foi a mãe terra
Nem por certo o mar!
Meninos da guerra
Tão velhos que já o são
Quem vos deu armas
Que levais na mão?
Meninos da guerra
Que jazem no chão
Quem vos roubou a vida
Não foi a terra! Não!
Pois a mãe terra
Vos prometeu pão…
Rogério Martins Simões
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30.1.10
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
TRABALHO EM IMAGENS
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29.1.10
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FOTOS .
WHAT HAVE YOU DONE TODAY TO MAKE YOU FEEL PROUD ?
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Isabel Dias, dedico-te este post.
Estendo a dedicatória a mais 28 pessoas especiais.
Obrigado.
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Isabel Dias, dedico-te este post.
Estendo a dedicatória a mais 28 pessoas especiais.
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29.1.10
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SONS
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
DESPONTAVA PARA O MUNDO . . .
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A menina abriu os olhos de repente, quase num susto.
Ficou ainda um tempo sem se mover, imaginando o que fizera até ali... as amizades e brincadeiras, o quanto sorriu, o quanto chorou... um risinho escapou-lhe memorizando bons momentos, de banho de mangueira, de brincar com bonecas, das tranças caindo-lhe sobre os ombros, andar descalço pelas ruas do descompromisso...
Sentou-se lentamente, enquanto lágrimas brotavam dos seus olhos... pensamentos sobre as perdas que teve, os erros que cometeu e pelos quais foi castigada.
Os dias chuvosos que a obrigaram a ficar trancada... os dias cinzentos que lhe pareceram feios quadros dependurados na parede de suas memórias... os dias de frio em que se sentia obrigada à reclusão.
A tristeza tomou seu coração e ela ficou a pensar se valia mesmo a pena levantar-se naquele dia.
As lágrimas corriam livremente pelo seu rosto, assim como outrora ela mesma correra pelos campos da sua inocência.
Porquê, às vezes, o mundo parecia tão ruim?
Porquê as pessoas pareciam tão confusas e malucas indo e vindo como num ballet alucinado?
Sentia medo, medo muito medo... o que será que aquele dia lhe reservaria?
Mas, de repente percebeu, o que a mantivera acomodada na sua confortável cama foram as delícias memoráveis que vivera e que, naquele momento, a lembrança amarga dos espinhos que perfuraram seus delicados pés, faziam-na temer o porvir...
Mais um risinho, este de convicção.
A menina levantou-se de um salto e corajosamente abriu a portada da janela.
Como um presente escondido, encontrara um dia ensolarado, com pássaros e borboletas, havia perfume de flores e tantas cores... nem mesmo o cinzento frio dos arranha-céus destoavam da paisagem, o burburinho de gente falando, carros passando, música ao longe.
Cheia da alegria e confiança que só tem quem se conhece, ela saiu rapidamente e abriu as portas que a levariam ao mundo.
Na janela não estava já uma menina.
Naquela manhã, uma mulher despontava para o mundo...
texto: Adriana Dias
A menina abriu os olhos de repente, quase num susto.
Ficou ainda um tempo sem se mover, imaginando o que fizera até ali... as amizades e brincadeiras, o quanto sorriu, o quanto chorou... um risinho escapou-lhe memorizando bons momentos, de banho de mangueira, de brincar com bonecas, das tranças caindo-lhe sobre os ombros, andar descalço pelas ruas do descompromisso...
Sentou-se lentamente, enquanto lágrimas brotavam dos seus olhos... pensamentos sobre as perdas que teve, os erros que cometeu e pelos quais foi castigada.
Os dias chuvosos que a obrigaram a ficar trancada... os dias cinzentos que lhe pareceram feios quadros dependurados na parede de suas memórias... os dias de frio em que se sentia obrigada à reclusão.
A tristeza tomou seu coração e ela ficou a pensar se valia mesmo a pena levantar-se naquele dia.
As lágrimas corriam livremente pelo seu rosto, assim como outrora ela mesma correra pelos campos da sua inocência.
Porquê, às vezes, o mundo parecia tão ruim?
Porquê as pessoas pareciam tão confusas e malucas indo e vindo como num ballet alucinado?
Sentia medo, medo muito medo... o que será que aquele dia lhe reservaria?
Mas, de repente percebeu, o que a mantivera acomodada na sua confortável cama foram as delícias memoráveis que vivera e que, naquele momento, a lembrança amarga dos espinhos que perfuraram seus delicados pés, faziam-na temer o porvir...
Mais um risinho, este de convicção.
A menina levantou-se de um salto e corajosamente abriu a portada da janela.
Como um presente escondido, encontrara um dia ensolarado, com pássaros e borboletas, havia perfume de flores e tantas cores... nem mesmo o cinzento frio dos arranha-céus destoavam da paisagem, o burburinho de gente falando, carros passando, música ao longe.
Cheia da alegria e confiança que só tem quem se conhece, ela saiu rapidamente e abriu as portas que a levariam ao mundo.
Na janela não estava já uma menina.
Naquela manhã, uma mulher despontava para o mundo...
texto: Adriana Dias
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28.1.10
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
AMAR É . . .
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Essa é uma das minhas dúvidas: um homem e uma mulher não podem viver na dialéctica e muito menos nesta pedagogia doméstica de se ensinarem como é que um quer o outro.
O futuro não vai conhecer a dialéctica e o amor entre duas pessoas tem que ser o nosso ensaio de futuro, pelo menos aquele que nos é mais acessível.
Amar é uma atitude de compreender e aceitar, é reconhecer os outros e respeitar a sua liberdade.
...
" Ela sorriu-se, a fazer-se de irónica:
- Até parece que não são as pessoas que fazem as guerras...
- Pois são, e com isso é que eu não me conformo. Se eu não consigo evitar as minhas guerras, com que autoridade é que fico para condenar as outras? Uma negra da Baía disse-me uma vez: «quando há mais de dez pessoas, gente vira natureza». Mas duas pessoas são ainda uma medida humana, ainda estão num espaço em que são responsáveis por aquilo que fazem e por aquilo que querem. É absurdo que não sejam capazes de construir à sua volta um pequeno espaço pacífico e harmonioso.
- Mas então, porque é que tu não me aceitas?
- Nisso tens razão. Eu acho que só aceito quem esteja já no meu projecto. É uma coisa em que gastei a minha vida toda e não estou disposto a voltar atrás."
António Alçada Baptista
In: O Riso de Deus
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Essa é uma das minhas dúvidas: um homem e uma mulher não podem viver na dialéctica e muito menos nesta pedagogia doméstica de se ensinarem como é que um quer o outro.
O futuro não vai conhecer a dialéctica e o amor entre duas pessoas tem que ser o nosso ensaio de futuro, pelo menos aquele que nos é mais acessível.
Amar é uma atitude de compreender e aceitar, é reconhecer os outros e respeitar a sua liberdade.
...
" Ela sorriu-se, a fazer-se de irónica:
- Até parece que não são as pessoas que fazem as guerras...
- Pois são, e com isso é que eu não me conformo. Se eu não consigo evitar as minhas guerras, com que autoridade é que fico para condenar as outras? Uma negra da Baía disse-me uma vez: «quando há mais de dez pessoas, gente vira natureza». Mas duas pessoas são ainda uma medida humana, ainda estão num espaço em que são responsáveis por aquilo que fazem e por aquilo que querem. É absurdo que não sejam capazes de construir à sua volta um pequeno espaço pacífico e harmonioso.
- Mas então, porque é que tu não me aceitas?
- Nisso tens razão. Eu acho que só aceito quem esteja já no meu projecto. É uma coisa em que gastei a minha vida toda e não estou disposto a voltar atrás."
António Alçada Baptista
In: O Riso de Deus
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26.1.10
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
ANTES DO DESPERTAR . . .
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Uma breve aragem atravessa o espaço.
Tem o sabor morno de mãos que se sentem de olhos fechados
a meros instantes de rasar a pele.
Levemente e sem ruído, uma das abas do cortinado enche-se de ar
desdobrando-se depois num drapejo
onde todo o seu interior se espalha
sobre o sono
em lances de água à beira-mar.
Roda um pouco sobre si mesma,
a pele suada de repente tornada fria
no contacto com as línguas,
subitamente mares, que de dentro de si a envolvem.
Sente o vermelho doce que nasce nos olhos
antes do despertar e diz:
Não!...
Não desperta!
e afunda-se numa sinfonia de mãos
onde as suas são gaivotas
num céu acabado explodir
em sóis e estrelas de silêncio e gritos.
E o ar passa...
Traz o escuro morno
através do sono do corpo
em remanso
da espuma
em descanso ...
texto: charlie
via
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Uma breve aragem atravessa o espaço.
Tem o sabor morno de mãos que se sentem de olhos fechados
a meros instantes de rasar a pele.
Levemente e sem ruído, uma das abas do cortinado enche-se de ar
desdobrando-se depois num drapejo
onde todo o seu interior se espalha
sobre o sono
em lances de água à beira-mar.
Roda um pouco sobre si mesma,
a pele suada de repente tornada fria
no contacto com as línguas,
subitamente mares, que de dentro de si a envolvem.
Sente o vermelho doce que nasce nos olhos
antes do despertar e diz:
Não!...
Não desperta!
e afunda-se numa sinfonia de mãos
onde as suas são gaivotas
num céu acabado explodir
em sóis e estrelas de silêncio e gritos.
E o ar passa...
Traz o escuro morno
através do sono do corpo
em remanso
da espuma
em descanso ...
texto: charlie
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25.1.10
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A VIDA É UM CIRCO... diz o macaco . (re-edit)
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Hoje fui com o meu lontro ao cinema.
Fomos ver o filme em desenhos animados, "Macacos no Espaço".
A meio do filme um personagem macaco diz:
A VIDA É UM CIRCO MAS COM A TENDA MAIOR.
Naquele momento a criançada ria a bandeiras soltas com um dos macacos a cair da nave...
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Já vos disse que vamos ter uma semana fantástica ?
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LONTRICES
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