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quinta-feira, 18 de julho de 2013
Optimus Alive, dia 1, apontamento 5: Jessie Ware
A cantora inglesa Jessie Ware aterrou em Portugal com três canções brilhantes ("110%", "Running", "Wildest Moments") e um álbum assim a modos que menos agigantado do que estas canções brilhantes. Com o seu típico registo de nota 9 numa escala de 0 a Sade, não era de esperar que Ware dominasse o palco num acto contínuo de sedução sem parecer forçado. Foi um excelente concerto, fácil, uma boa voz controlada naquelas que sabe serem as suas capacidades e capaz de entrar e ganhar qualquer jogo de sensualidade sem deixar descair a alça ou ensaiar poses estudadas para aumentar o efeito de estufa.
O feito é esse: canções excelentes, sobriedade a toda a linha e uma presença magnética em palco sem ter de acabar a função lavada em suor. Um banho de classe, isso sim. A disputar com os senhores que se seguem a vitória na categoria de Concerto do Dia.
GF
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Optimus Alive, dia 1, apontamento 4: Green Day
Certeza: os Green Day, apesar de tudo aquilo que se lhes associou originalmente, terão do punk - californiano que seja - não mais do que um par de discos nas prateleiras lá de casa. Circular perto do palco do Optimus Alive enquanto Billie Joe e amigos tomavam conta do palco era coisa para esfregar os olhos e desentupir os ouvidos perante aquilo que verdadeiramente soava a um concerto dos Queen ou até dos Status Quo. Será possível pensar em punk de estádio? Fará sentido imaginar que os Green Day são os Bon Jovi que aconteceram às canções cruas de meia bola e força que, nesta vida de estádio, são coisa não para dois/três minutos mas para seis/sete para acolherem todo o tipo de clichés da participação popular?
Dookie já vai longe. Mesmo com "Basket Case" ou "When I Come Around" no alinhamento, aquilo que são hoje os Green Day parece um equívoco. Ou, por outra, parece, na verdade, uma banda que casou e se desleixou, ganhou barriga, ficou preguiçosa.
GF
sábado, 13 de julho de 2013
Optimus Alive, dia 1, apontamento 3: Dead Combo
(foto: Rita Carmo)
Não se sabe se a cartola de Tó Trips perdida em Paris e cuja recuperação foi encarecidamente pedida por internet, não se sabe deste lado, escrevia, se a cartola terá mesmo aparecido neste espaço de dias. E, portanto, das duas uma: ou a música dos Dead Combo não depende verdadeiramente dos seus símbolos visuais; ou, em alternativa, o reverso do kryptonite, o poder supremo de convocar Morricone, Paredes, John Barry e Marc Ribot continua a gozar do seu talismã da sorte.
Sorte o caraças! Concertos como aquele que os Dead Combo deram no Alive não têm um pingo de sangue, salsaparrilha ou aguardente de cana de sorte. Tornou-se um cliché dizer que esta gente está cada vez melhor e é incapaz de montar um concerto que fique um centímetro abaixo do soberbo. No Alive, foi outra vez assim, com fado sujo, blues mestiços, cachupas, ensopados de borrego e outros pratos leves a alimentar o bucho musical deste duo - inchado para trio com a bateria-maravilha de Alexandre Frazão. Só o concerto no FMM, de Sines, há um ano, partilhado com Marc Ribot poderá ter sido um niquinho superior.
De resto, foi a habitual selvajaria das vielas, cada vez mais deliciosa e completa. Um dos melhores desta edição, pode já dizer-se. Os ingleses que tenham tomado notas.
GF
Optimus Alive, Dia 1, Apontamento 2: AlunaGeorge
Aluna Francis bem pode queixar-se que a castigam com este insulto gratuito: "soa ao Pato Donald". Tudo porque os seus altos são mais altos do que é normal na pop, a sua voz é mais aguda e menininha do que é habitual no r&b sem com isso querer entrar em terrenos de perversão e sugestão sexual enviesada. Ao vivo, Aluna soa no ponto, não precisa de gritar para se fazer ouvir na música electrónica bem constituída - nem entroncada nem esquelética - desenhada por George Reid.
Em vésperas de lançarem o álbum de estreia, os AlunaGeorge mostraram no Alive aquilo que já lhes conhecíamos: singles certeiros como "Your Drums, Your Love", "Just a Touch" ou "You Know You Like It", algumas das melhores canções que se ouviram no último ano. O espaço não criava o calor com as canções como o Musicbox, por onde passaram em finais de 2012, mas estava tudo lá, impecavelmente entregue neste registo de sedução limpinha, de canções que são grandes sem precisarem de se equilibrarem em saltos altos. A ver vamos se o álbum cumpre ou se, afinal, estamos perante um duo que deve permanecer single.
GF
Optimus Alive, dia 1, apontamento 1: Deap Vally
A primeira coisa que se pensa do duo californiano formado por Lindsey Troy e Julie Edwards é que Meg White devia pelar-se por tocar nesta banda. E isto porque há um nome que nunca se desprende das canções das Deap Vally, por mais que as suas cabeleiras se possam alvoroçar freneticamente: White Stripes. Porque são voz e guitarra, mais bateria; porque as cordas de Troy escorrem um fuzz pantanoso; e porque a electrificação dos blues são o pão-nosso-de-cada-dia destas duas moçoilas. Mas atrás dos White Stripes escondem-se ainda Joan Jett e Jimi Hendrix. No arranque o Optimus Alive 2013, este foi o concerto que prometendo qualquer coisinha apanhou com um estrondo razoável.
E quem pensar agora que as Deap Vally não são mais do que os White Stripes em trajes femininos interiores, faça por engolir tal ideia. Há uma verdade de intenções e uma forma de despejar distorção e gritar como Rob Halford que pouco têm de cópia. Vally a pena segui-las.
G.F.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Apontamentos Alive - 4.2 Jane's Addiction
De regresso marcado parecem estar os Jane's Addiction. Pelo menos, foi isso que Perry Farrell deu a entender em entrevista televisiva. Espermos bem que sim, porque a actuação dos Jane's Addiction foi mais uma daquelas que, embora pecando por tardia, não deixou a sensação de ter vindo tão tarde que a música nos apareceu já artrítica, pouco elásticas, desbotada. Nada disso. Estranhamente, foi como se Ritual de lo Habitual tivesse sido lançado há um par de anos. E foi quase só por aí e por Nothing's Shocking que o concerto - de pouco mais de uma hora - passou. 'Just Because' foi a única de Strays, 'End to the Lies" a única do novo que ainda há-de vir.
E tornou-se claro que os Jane's Addiction não só são uma belíssima banda de concerto como igualmente que Farrell e Stephen Perkins são os motores de uma originalidade que entregue a Dave Navarro redundaria simplesmente noutro combo hard rock igual a todos os outros. O tom psicadélico que invade alarvemente as criações dos Jane's Addiction parte necessariamente de Farrell, ou não fosse ele o promotor mor da alucinação em palco. De sorriso constante, num qualquer plano espiritual que nos ultrapassa, o homem foi debitando os clássicos todos, de "Been Caught Stealing" e "Three Days" a "Jane Says" ou "Stop!".
Maravilha de concerto para encerrar o festival. Depois ainda houve Duck Sauce e outras coisas, mas o maravilhamento rock terminara aqui, numa sequência iluminada: Iggy, Grinderman, TV on the Radio, Anna Calvi, Jane's Addiction. Para o ano há mais.
GF
Apontamentos Alive - 4.1 TV on the Radio
Da malta nova, este foi o grande concerto do festival. Com um alinhamento sabiamente preparado, a união de facto entre rock e soul foi subindo de tom, terminando numa sequência perfeitamente irresistível. Não houve corpo que se opusesse à flautada para erguer serpentes que esta malta de Brooklyn assinou no seu concerto do Alive.
As anteriores passagens do grupo por Portugal tinham sido sempre brindadas com um som na ordem do miserável, mas, desta vez, com o problema resolvido, finalmente percebemos o porquê de os TV on the Radio serem uma das melhores bandas do planeta ao vivo. Canções enormes atrás de canções gigantes, um desfile sem mácula e tremendo em intensidade da discografia do grupo, fazendo crescer água na boca - esta gente havia de voltar e fazer da Aula Magna um caldeirão borbulhante de soul.
GF
Apontamentos Alive - 3.2 Grinderman
Se Cormac McCarthy escreveu Este País Não É Para Velhos e as investidas ficcionais de Nick Cave andam por esses lados, é justo dizer que este foi um festival especialmente indicada para velhos - em cima do palco. Depois de Iggy Pop, foi reconfortante ver Cave, o temível Warren Ellis e companhia surgirem com os seus Grinderman como se de os Birthday Party se tratasse. Um dos seus sentido de 'grind' é triturar, e foi mais ou menos a isso que assistimos - uma máquina trituradora de rock'n'roll'n'punk, com as vísceras a pender de cada acorde saturado de distorção e cada nota de um teclado que ainda devia estar cheio de limo depois de roubado aos pântanos.
Foi não menos do que demolidor. Percebe-se por que Cave quis os Grinderman e não os Bad Seeds. Esta música não pode ser alternada com baladas preocupadas com as voltas da fé. Aqui é só heresia da boa.
GF
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Apontamentos Alive - 3.1 Fleet Foxes
Um concerto de gente barbuda, camisa de cortar lenha e canções magnificamente soalheiras com vontade de pedir asilo artístico nos campos ingleses poderia não soar à melhor aposta para um palco por onde, logo em seguida, iria passar Nick Cave e outro barbudo (embora razoavelmente mais lunático). E, ainda assim, os Fleet Foxes conseguiram fazer com que as suas canções inchassem perante a exposição solar, convocassem tanto Crosby, Stills & Nash mas igualmente Richard Thompson ou Martin Carthy. A vantagem é que os Fleet Foxes pegam nesse material, agitam, juntam-lhe umas psicadelices e aquilo que sai, oh meu Deus, é música tendencialmente divina. E maravilhosamente barbuda, claro.
GF
domingo, 10 de julho de 2011
Apontamentos Alive - 2.3 Iggy & the Stooges
Não há coisa mais elucidativa. Iggy e os Stooges entram em palco e nem esperam que o som de entretém que ocupa o PA se cale. Iggy grita "Raw Power" e a desentraitada locomotiva rock sujo em estado puro arranca. Quem quiser que vá atrás. Quem quiser que desligue o som de fundo. É um concerto próximo da incredulidade: não há um segundo de descanso, de pé em ligeira retirada do acelerador, de pausa para recuperar o fôlego.
Iggy tem 64 anos mas passeia-se pelo palco como um miúdo de 20. A música é a que sempre lhe conhecemos. Rock primário, visceral, rente ao osso, sem espaço para gorduras - quer nas músicas, quer no corpo de Iggy. Foi simplesmente isto, sempre em regime proto-punk. E foi um concerto soberbo.
Tal como no início, Iggy pouco se importou com o fim do concerto. A banda recolheu, começou a contagem decrescente para os Foo Fighters, mas o homem continuou em palco, a fazer poses e a acenar à malta. Se pudesse, tinha ficado mais umas horas em palco. Nós também tínhamos ficado a vê-lo.
GF
Apontamentos Alive - 2.2 Primal Scream
Teoricamente, a ideia parecia não menos do que péssima. Por muito que os Primal Scream sejam em tsunami em concerto, ir buscar um clássico que está tão bem na prateleira dos clássicos e tocá-lo de uma ponta à outra, 20 anos depois, arrisca-se a desaparafusar os apoios da dita prateleira e o disco ficar estatelado no chão. Mas não podia ter corrido melhor. O início de Screamadelica ao vivo no Alive foi morno (mesmo depois de um fantástico "Movin' on Up" logo a abrir), temia-se aquela sensação de 'opá, pior do que o desastre seria isto ser mais ou menos', mas rapidamente os carburadores aqueceram e olá se tivemos concerto absolutamente fenomenal.
As gentes estavam em delírio, mas as drogas dos Primal Scream já não são as mesmas. E, no entanto, Screamadelica soou não a um clássico mas a um espantoso disco a sair por estes dias, com uma pertinência à prova de bala. Bobby Gillespie não parou um segundo, as guitarras enroladas sobre elas próprias (e fumando-se em seguida) a mesma coisa, e os Rolling Stones para os anos 90 e para a cultura rock'n'rave mostraram que nem por um momento a sua proposta musical ficou datada.
Uma maravilha sobre a qual apetece babar. A vida é bela dentro de "Higher than the Sun", "Come Together" ou "Loaded".
GF
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Apontamentos Alive - 2.1 Bombay Bicycle Club
Putos ingleses com caras sem um único pêlo, certamente sem idade para beber outra coisa que não salsaparrilha e ar de quem deve estar excitado com a estreia cinematográfica do último episódio da saga Harry Potter. E, no entanto, a música que lhes sai das mãos parece vinda de mãos calejadas. E faz pensar numa coisa apenas: as bandas inglesas do universo pop/rock são devidamente escolarizadas. Assim que chega a idade de sair de casa, vêm já artilhadas com uma destreza enciclopédica de como soar a uma eficaz máquina de pop empinada em guitarras.
Felizmente para nós - e ainda que os Bombay Bicycle Club estejam ainda em processo de maturação -, o que se viu em palco foi pouco consentâneo com a natureza mais acústica de Flaws, perspectivando um regresso à electricidade táctica para A Different Kind of Fix.
Já tinha ouvido falar de vocês. Prazer em conhecer-vos.
GF
Apontamentos Alive - 1.5 These New Puritans
Estão 80 pessoas (número rigoroso, claro está) a assistir ao concerto dos These New Puritans. Mais 40 na tenda da Amor Fúria. É oficial: os Coldplay falharam estrondosamente o objectivo de ter 52 mil almas pela frente. Conseguiram o patético número de 51.880. Uma percentagem de 99,77%. Não sei se Chris Martin terá chorado com os números que o INE lhe terá apresentado no final, mas acredito que Jack Barnett, vocalista dos ingleses These New Puritans, tenha encharcado umas quantas toalhas com o desespero de apresentar o óptimo rock-o-qué-isto do grupo para um público que faria até má figura no Musicbox. Venderam-lhes a ideia de que tocar em festivais é tocar para uma multidão de desconhecidos. E, afinal, éramos todos desconhecidos, mas cabíamos bem apertadinhos num T1 em Alfama.
Ainda assim, soube bem ver como esta gente desafia classificações, levanta do chão bizarros edifícios sonoros, num ziguezaguear entre o rock, a electrónica rebelde e o hip-hop cerebral. Coisa boa. Dá vontade de dizer voltem sempre, mas cá para este Dupond esta gente não vai querer voltar a ouvir falar de Portugal nos próximos tempos. Ou dos Coldplay.
GF
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Apontamentos Alive - 1.4 Anna Calvi
Quando Anna Calvi crava os olhos fulos e a chispar chibatadas no baterista, dói de ver. O homem falhou uma entrada em "Blackout" e quase caía do banco só de cruzar-se com o esgar discreto mas em jeito de "ou atinas ou levas no focinho" da senhora, tentando ao máxima manter a sua pose de senhora saída de vídeo de Robert Palmer com absoluto decoro e total elegância.
Dói de ver porque Calvi não tem telhados de vidro. Facilmente se percebe que tudo o que lhe sai da boca e das mãos chega num estado de depuração raro. Ela é perfeccionista, deve ser obsessiva até mais não, mas depois toca e canta e a gente arrepia-se para todo o sempre. Foi um concerto curto, como se impunha, teve direito a versão de Elvis Presley e nada foi deixado ao acaso.
Tudo nesta mulher lembra Jeff Buckley. As canções, virtuosas e com um tom de erudição em matriz pop, uma voz de qualidade líricas que rasga com quaisquer clichés possíveis, um amor fácil por Presley, Piaf, Callas, Cohen ou David Lynch, e um disco de estreia tão estupidamente bom que dá medo do que vem a seguir. A seguir, espera-se, não há-de vir destino semelhante ao de Buckley. Mas um perfeccionismo destes dá medo, ai isso dá.
Concerto, claro está, perfeito. Melhor do dia.
GF
Apontamentos Alive - 1.3 Blondie
Uma fotógrafa amiga diz que, apesar da plástica, Debbie Harry aguenta bem os disparos das máquinas. E que a voz, ali bem de perto, continua com uma projecção espantosa. Um concerto dos Blondie em 2011 é isto. Mais nada.
GF
Apontamentos Alive - 1.2 Grouplove
Grouplove em palco. Olha-se e, eliminando o som, parece que temos os Blind Melon a tocar com os Redd Kross - coisa entre o hippie fora de prazo e o hippie tão desleixado e salteado que, a bem dizer, nunca chegou a ter prazo. Desliga-se o mute, vem uma massa de som e, como dizê-lo, parece que estamos na mesma perante os Redd Kross, mas krossados com guitarras e melodias vocais das Breeders, e depois guitarras e melodias vocais dos Letters to Cleo. Nos Grouplove tudo é anos 80 e 90, resquícios de Cheap Trick, college rock com pedaços de popinha alternativa, tudo a soar razoavelmente fresco e moderadamente velho. Tiveram piada, registo certo de felicidade pré-licenciatura, mas a noite de ontem pode muito bem ter sido o momento alto da carreira desta gente.
GF
Apontamentos Alive - 1.1 Twilight Singers
É uma mole de chapéus de palha do patrocinador do festival. Gente compacta, olhos no palco, cabeça nos Coldplay. Mas são seis e picos da tarde e quem se encontra em funções é Greg Dulli e os seus Twilight Singers. A malta faz o favor de aturar o homem enquanto guarda estrategicamente o lugar para conseguir ver a cor dos olhos de Chris Martin muitas horas mais tarde. É praticamente indiferente quem está pela frente, é verdadeiramente ingrato um homem deste calibre ter como público quem o quer ver simplesmente pelas costas. E, no entanto, o concerto é tão delicioso quanto pode ser nestas circunstâncias.
Os temas são sobretudo de "Dynamite Steps" - o que nem é mal escolhido, uma vez que não há êxitos para explorar (mesmo assim, o mais aparentado disso, "Teenage Wristband", canção absolutamente maravilhosa, viajou até Oeiras). Mas Dulli assim o quis. Quando o revisor adormeceu e toda a gente saltou a bordo do comboio grunge e lucrou com o facto, Dulli e os seus Afghan Whigs torceram o nariz, não facilitaram nem um pouco, e continuaram tão à margem desse mainstream que lhes era próximo quanto de todos os outros antes e depois dele. Sorte a nossa. Dulli continua aí. E não se mexeu nem um milímetro.
GF
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