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A mostrar mensagens com a etiqueta 27 de novembro

da violência e outros humores

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Foram 20. Apenas 20 mas que valeram por uma multidão. Vestidos de palhaços, protestaram em frente da Assembleia (depois dos manifestantes da CGTP terem, em grande parte, abandonado o local). Acusaram os políticos, com as suas palhaçadas orçamentais, de lhes estar a roubar protagonismo. E, depois de uma batalha de almofadas mais certeiras do que pedras, entraram numa dependência do Millenium. Foram corridos pela polícia mas a mensagem ficou: a banca está a safar-se, com lucros acrescidos, da hecatombe que ela própria criou.  Como se vê, com humor, sem violência, é possível ser-se eficaz. Minutos antes, Arménio Carlos tinha-se manifestado contra a "violência gratuita" que só beneficia o governo. Nisso estou de acordo. Se tiver que haver violência, que seja tudo menos gratuita: o governo tem que pagar pelo que anda a fazer as portugueses. E tem que pagar com juros, se possível tão agiotas como os da troika. Porque, como se sabe, quem com ferros mata, com ferros deve mor...

e virão outros mil para que não acabe abril

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Lá dentro, no luxo de um palácio que pagamos, ergueu-se gente (se aquilo é gente) para condenar os portugueses ao empobrecimento. Cá fora, foram muitos mil a defender Abril. Muitos mil mais se juntarão. Quando a fome apertar. Se a cabeça não pensa e o coração não sente, que seja o estômago a dar sinal de revolta. Todas as fotografias recolhidas em: https://www.facebook.com/pages/CGTP/275330872914

lá estarei!

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dia 27 voltaremos à rua: as nossas pedras serão a nossa voz

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