Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta 26 de outubro

público impúdico

Imagem
Há muito que deixei de ler o pasquim dos neoliberais. Tinha razão. Em cima o jornal com uma fotografia escolhida a dedo (a manifestação decorria na faixa ao lado) e um título tão reles quanto mentiroso. Em baixo, a realidade dos factos. Paulo Spranger/Global Imagens/ http://www.jn.pt

portugal não é a grécia e eu estou desempregado

Imagem
Lusa/ http://www.tvi24.iol.pt Portugal não é a Grécia e eu estou desempregado, um actor desempregado. Em Novembro volto à labuta. À bilheteira e sem direitos, que é para não pensar que desaperto o cinto das calças. Os humanos não passam sem pão e água e os países não existem sem Cultura. O Coelho gosta da Nini e do Lá Féria, o Costa dá praças ao Tony. Na Ajuda o cacilheiro está sempre primeiro. Portugal embarcado e emigrado. Portugal afundado e eu continuo desempregado. De Bragança até Faro: corta na saúde, corta na educação, corta na cultura, corta na dança, corta no cinema, corta no teatro. E depois? Depois privatiza, privatiza filho. O Teatro S.Carlos Santander Totta apresenta! O Teatro Sonae S.João vai estrear! O D.Maria II BPN orgulha-se de apresentar: Duarte e Loureiro a caminho da Carregueira!…há coisas que só mesmo no teatro… “Artigo 78.º, Fruição e criação cultural, ponto 1: Todos têm direito à fruição e criação cultural, bem como o dever de preservar, defen...

há machados que cortam, raivas que não se apagam

Imagem
Por maiores que sejam as manifestações, e a de Sábado foi uma grande manifestação, elas são sempre pequenas. Para mim, que queria ver lá muito mais gente. Para os governantes e apaniguados, a quem convém que os protestos se resumam a acções de rua levadas a cabo por meia-dúzia de chanfrados, esquerdalha agarrada à Constituição e a uma Revolução que nunca existiu. O 25 de Abril foi apenas uma pausa, pequena de meses, nos seus objectivos e ambições. Eles voltaram pouco depois, reconquistaram terreno ao longo dos anos e cumprem, finalmente, o seu sonho. Portugal voltou a ser deles. Nós não contamos. Podemos fazer as manifestações que quisermos que eles venceram. Pelo menos é isso que pensam. Mas há machados que cortam.  E raivas que não se apagam.

quem faltou vai comer, dia sim, dia sim, coelho à caçadora

Imagem
Publicação de canal #moritz @Ptnet .

nós, os extintores do inferno

Imagem
http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/ Amanhã há manifestação. Organizada pelo mesmo movimento que, há pouco mais de um ano, fez cair a TSU. Terá sido por isso que não foi ontem anunciada a tão propalada reforma do Estado, para não deitar mais achas para a fogueira, para que a manifestação não tenha o mesmo impacto da que, a 15 de Setembro do ano passado, fez tremer os demónios da troika? Porque a reforma do Estado não vai ser mais do que o costume: mais roubos, mais cortes, mais mortes lentas de Portugal e dos portugueses, é tudo do que esta gente é capaz, é esta a noção que têm de governação. Vai uma aposta?  O governo corta pensões de sobrevivência, salários dos funcionários públicos acima dos 600 euros, as sacanices não têm fim e são ignóbeis. Ao mesmo tempo, reduz os impostos às empresas, a todas, às pequenas e às grandes. Se isto não basta para o indignar, se isto não é suficiente para o levar a sair amanhã, então deixe-se ficar sentado em casa, com uma mantinha p...

antes que o mandem pró galheiro, não barafuste pró boneco!

Imagem
Amanhã. É amanhã. Sim, amanhã. Não foi isso que eu disse? Amanhã. Pois. Amanhã. Por todo o País. Em Lisboa, passa por mim no Rossio. No Porto, é na batalha que se ganha o combate. Amanhã. Sem falta. Não se zangue no café. Não barafuste no emprego. Não exploda em casa. Não fale para o boneco. Na rua todos vão ouvi-lo. Na rua é que é. Amanhã. Ilustração de Gui Castro Felga https://www.facebook.com/gui.castrofelga

por todo o país, para cortar o mal pela raiz

Imagem
E AINDA ...

não há becos sem saída nem portas irrevogáveis

Imagem

nem que chovam picaretas, eu vou!

Imagem

afinal não é pelo combro

Imagem
A manifestação de Sábado não segue pelo Combro, como tem sido tradição. Desta feita, desce pela Rua do Ouro ao Terreiro do Paço, segue pela Rua do Arsenal em remodelação, Cais do Sodré, Avenida 24 de Julho e, finalmente, Avenida D. Carlos I. Que esteja muita gente, toda a que não aguenta, aguenta. Ulrich não vai estar lá. Nem Coelho. Nem Cavaco. Nem Albuquerque ou Portas ou a Assunção do poleirinho parlamentar. Mas nós estaremos. A pé. Nunca de joelhos. Há soluções. Há alternativas. Todos os becos têm uma saída.

toca a ir também!

Imagem

não há becos sem saída

Imagem
Por Nuno Ramos de Almeida http://www.ionline.pt Àqueles que dizem que este inferno é inevitável respondemos que não nos resignamos. Este país é nosso. Não seremos expulsos pela troika. Impensável é viver assim No dia 22 de Setembro mais de 150 activistas de vários movimentos sociais reuniram-se em Lisboa para iniciarem o processo conjunto de uma manifestação em "construção". As pessoas presentes são diversas e com opiniões plurais, mas concordam que toda a gente tem o direito de decidir o seu futuro. Para elas a democracia é uma prática permanente de dar poder aos cidadãos. Como disse alguém na sala da reunião: "Queremos recuperar o direito a pensar no futuro." Como se verificou ao longo da história são os povos e as sua manifestações que traçam o destino; aos tiranos de turno costuma estar reservado, nessas páginas, o pequeno lugar no armário em que costuma aterrar gente da estirpe de Miguel de Vasconcelos. Cada um tem as suas razões para...