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o governo usa a polícia para instigar a violência?

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Por Daniel Oliveira http://arrastao.org Quando, no dia da Greve Geral, sindicatos e manifestantes dispersos informaram da presença de agentes infiltrados na concentração em frente à Assembleia da República, a PSP e o ministro da Administração Interna desmentiram. Perante as imagens captadas por anónimos e jornalistas de um polícia à paisana a espancar um cidadão, a polícia informou que se tratava de um cidadão alemão procurado pela INTERPOL. Revelou-se uma imaginativa falsidade. Se fosse verdade seria muito grave, já que a pessoa em causa saiu em liberdade, por ordem do tribunal, no dia seguinte.

afinal, não era procurado pela interpol

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O alemão espancado durante a manifestação de 24 de Novembro não é, segundo o Ministério Público, procurado pela Interpol, desmentido categoricamente a polícia e ridicularizando intervenções como esta:

actos indignos de uma polícia em democracia

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Muito se tem falado dos agentes infiltrados na manifestação de 24 de Novembro com o objectivo de provocar desacatos, dar azo à polícia de choque para intervir e, claro, fazer passar para o grande público a mensagem de que os manifestantes mais não são de que gente violenta que não merece crédito. Os vídeos que têm vindo a lume têm provado, sem margem para dúvidas, que houve de facto trabalho sujo por parte de agentes provocadores e que Miguel Macedo, assim fosse outro o país em que vivemos, já há muito estaria no olho da rua por indecente e má figura. Entretanto, começam a surgir provas da acção de agentes infiltrados igualmente na manifestação de 15 de Outubro:

estou a ver as coisas muito negras

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A censura voltou. Como podem ver lá mais para baixo, neste blogue, o vídeo que mostrava o polícia à paisana a cascar num manifestante foi apagado do Vimeo. O mesmo, ao que me informam, aconteceu no You Tube. Mas, claro, o vídeo existe e continuará a ser difundido, seja por que meio for. Leia mais no blogue 5 dias: Podem apagar o vídeo, proteger o trambolho e salvaguardar o extremista Miguel Macedo. Podem dizer que o alemão é anarquista, que a manifestação foi violenta ou que estava em causa a segurança nacional face a um homem que não ofereceu resistência. A memória não se apaga tão facilmente e a sede de justiça não se mata sem justiça.

afinal a actuação da polícia sempre foi meritória, como diz macedo?

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Hoje, muita gente, incluindo eu, enviou para as redacções dos jornais e telejornais o vídeo da agressão ontem a um manifestante nas cercanias da Assembleia da República. Que saiba, mas posso estar a ser injusto, só a TVI pegou na história e a investigou. Seja como for, fica provado que a polícia foi, ela própria, responsável pelo menos por uma parte dos conflitos. E da suspeita de que o terão sido na totalidade já não se livram. Com algum justificado exagero, quem não quer ser lobo não lhe veste a pele, Hitler utilizou os mesmos métodos. Estamos nas mãos de neofascistas. Venha agora a Noite de Cristal. A notícia da TVI: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/psp-agressao-manifestantes-paisana-greve-geral-tvi24/1302664-4071.html

provocadores ou polícias?

A imagem corre a net e passou-se ontem junto à Assembleia. Civis munidos de cassetetes malham a bom malhar num manifestante. Provocadores ou polícia infiltrada? Era bom que se apurasse a verdade.

brandos costumes

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Cairo, Atenas, Roma? Qual quê! Violência é em Lisboa!

façamos greve à imprensa

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Intoxicam. Manipulam. Enganam. Assim anda a comunicação social deste país onde, dizem, vigora uma espécie de democracia. Em sucessivos telejornais, só são entrevistados uns quantos que estão contra a greve. Publicitam, um dia antes da greve, que quem a fizer perderá o salário de um dia de trabalho. Esfalfam-se a mostrar a arruaça em frente do Parlamento, arruaça essa que, já o dizem e já o mostram aqui pela blogosfera, foi provocada por agentes da polícia disfarçados de manifestantes. E os jornais, hoje, ao que dão destaque é aos distúrbios.  Mensagem número 1: essa gente que faz greve é violenta. Mensagem número 2: não se metam em manifestações, podem levar porrada também. Salazar adoptou os mesmos métodos durante quatro décadas. Esperemos que Passos Coelho não dure nem quatro anos. Para bem de todos nós.

nem para mentir este governo tem competência

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Por Daniel Oliveira http://arrastao.org/ O governo avançou, ondem ao fim da manhã, com números de adesão à greve geral - que qualquer pessoa com olhos na cara percebeu que foi superior há de há um ano - na administração pública: 3,6%. O relatório dos números era hilariante, com sectores inteiros de milhares de trabalhadores e fortes níveis de sindicalização com zero grevistas (é que nem os delegados sindicais fizeram greve, meus senhores). A preocupação deste governo com a sua própria imagem é tão baixa que nem se preocupa que a sua palavra possa ser facilmente posta em causa por aqueles que, nem tendo feito greve, sabem que colegas seus a fizeram. O rating da credibilidade deste governo está como o da nossa dívida pública: no lixo. Mas quem tem, no dia da greve geral, como seu principal porta-voz, uma figura como Miguel Relvas não precisa de se esforçar para se ridicularizar.

o que faz falta é agitar a malta

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a greve geral e o que não passa na TV

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http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=2147369

o dia das mentiras mudou para 24 de novembro

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O governo afirma que a adesão à greve por parte do sector público se quedou pelos 13%. Afirma sem medo de cair no ridículo. 

é amanhã! está quase!

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mais do que um direito, esta greve é um dever

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manifesto dos cientistas sociais a favor da greve geral

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Já por aqui tenho dito que as vozes dos pintores, cantores, músicos, actores, escritores e demais intelectuais deste país podem ouvir-se mais alto e mais longe do que vozes anónimas como a minha. E, excluindo alguns nomes isolados, como Boaventura de Sousa Santos ou António Lobo Antunes ou José Saramago, que até por isso nos deixou saudades, poucas são as figuras públicas que vêm a terreiro falar da terrível situação que vivemos, única na nossa História recente. Apraz-me por isso registar aqui o manifesto de centena e meia de cientistas sociais que assinaram um manifesto de apoio à greve geral. Leia-se com olhos de ler:

vamos para a greve, quer o governo queira ou não queira

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Fonte:  http://oblogouavida.blogspot.com

se a raiva cresce, cresçam as gentes nas ruas

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O calendário das concentrações e manifestações no dia da Greve Geral:

todos juntos somos fortes!

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Por Renato Teixeira http://5dias.net Um ano de lutas, da Greve Geral à Greve Geral, do 12 de Março ao 15 de Outubro, passando por Tahrir, pela Puerta del Sol, por Wall Street e pelo Rossio. Dia 24 vamos parar o país. De todas as maneiras. Com todos os feitios. A cantar e no piquete ou a dançar nas açoteias. Na manifestação e na Assembleia Popular. Durante o dia fora e pela noite dentro.

a 24 de novembro, façamos greve às compras também!

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Em Espanha, o dia 25 de Novembro é dia de greve às compras. Em Portugal, devíamos fazer o mesmo, coincidindo com a greve geral de 24 de Novembro.  DÍA SIN COMPRAS Indignados con el modelo de consumo. Por eso el 25 de noviembre es un día de huelga... de consumo. Y muchas alternativas. Para difundir este día sin consumo y concienciar sobre la necesidad de un consumo responsable los 364 días restantes, se celebran en todo el Estado multitud de actividades que se alargarán hasta diciembre:  Ecologistas en Acción Catalunya Fonte: http://www.diagonalperiodico.net

com greve e com luta, derrubaremos ... vocês sabem quem!