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A mostrar mensagens com a etiqueta 19 de outubro

de uma costela de salazar

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Tenho pena que a CGTP tenha desistido da manifestação pedestre. Mas compreendo, a contragosto, a decisão. Bastava um incidente, uma provocação vinda sabe-se de quem, para que as acusações chovessem ou uma desgraça maior acontecesse. Do sinistro ministro, estamos conversados. Macedo revelou medo. Mas Macedo, o calmíssimo Macedo, mostrou também a sua verdadeira face. A de um pequeno tiranete, de olhar malévolo e falinhas mansas. Um tiranossauro como há muito não se via em Portugal, descoberto numas escavações lá para as bandas de Santa Comba. Nascido de uma costela de Salazar. Imagem:  http://samuel-cantigueiro.blogspot.pt

a ponte caiu

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O reichsführer Macedo levou a melhor. Já não há manif na ponte. Vai-se quedar por Alcântara. Arménio rendeu-se. E este vai ficar, para a história da curta e trôpega democracia portuguesa, como um dos seus episódios mais aviltantes. Ao ponto a que as coisas chegaram, já só falta proibir ajuntamentos de mais de duas pessoas. Ou fechar a internet, para que alarvidades como as que aqui escrevo não andem por aí à solta. Impor o recolher obrigatório? O estado de sítio? O exame-prévio? A polícia internacional de defesa do Estado? A ditadura talvez. A ditadura claro, como é que não se lembrou disso há mais tempo? Já Salazar dizia que os portugueses não sabem viver em democracia, precisam de um homem providencial, abençoada a pátria que tal filho tem, salvador, benfeitor, um amor. Nós, do que precisamos é de ser corrigidos como crianças rebeldes, um safanão a tempo nunca fez mal a ninguém, a frigideira e a estátua ainda menos. Precisamos, enfim, que nos guiem as leituras, nos orientem a vi...

aguenta-te à bronca, ó macedo!

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Para informações sobre os autocarros (telefones para marcação de lugar e percursos): http://www.cgtp.pt/comunicacao/comunicacao-sindical/6752-inscricoes-para-participar-na-marcha http://www.cgtp.pt/images/images/2013/10/transportes20131019uslx.pdf

isto só a ponta-a-pé!

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Vieram os paus-mandados do Macedo das polícias anunciar aos quatro ventos: uma marcha de protesto na ponte? Que horror! Que perigo! Que falta de segurança! Desde há anos que se fazem maratonas sobre a ponte 25 de Abril. Mas as maratonas fazem-se a correr, é gente leve, são atletas. Numa marcha, pelo contrário, vão os alimentados a pão-de-ló pelo Mota da sopa aos pobres, é um peso que não se pode, a ponte pode cair, a ponte pode voar e, o que é pior, com tantos comunas e afins em cima dela, nunca mais pode voltar a chamar-se Salazar. Claro que o que eles querem, os paus-mandados e o Macedo, é meter medo. Eu, por mim, já quase tinha decidido não ir, por razões que não vêm ao caso. Agora vou. Sou do contra, é o que é. Contra Passos e Macedos, marchar, marchar.