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oh ângelo, o que tu queres sei eu!...

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À sorrelfa, mordendo pela calada, como quem não quer a coisa, o pai espiritual e material de Passos Coelho, Ângelo de nome mas que de angélico nada tem, afirma ao "i" que o parlamento deveria decretar o estado de emergência nacional. Já agora, decretar a extinção do Tribunal Constitucional, esse colossal incómodo, a liberdade de expressão, reunião e manifestação, o estado de sítio, a ditadura. Quanto mais não seja até ao fim da legislatura. Quando Portugal for outro, depauperado, depenado e destruído. Porque não? Pode-se fazer um golpe de Estado sem armas nem sangue. Basta-lhes a complacência de uns, a cobardia de outros, a indiferença de tantos.

os mais necessitados

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Registem nos vossos canhenhos e ponham de parte uns cêntimos para os que, de entre todos estes, se provar serem entes necessitados: Manuel Dias Loureiro, António Vitorino, Armando Vara, Rui Gomes da Silva, Ângelo Correia, Duarte Lima, Joaquim Ferreira do Amaral, Zita Seabra, Carlos Melancia. Todos estes indigentes que a Nação pariu recebem subvenções vitalícias, entre os 2.000 e os 9.000 euros mensais. E o governo, sempre tão lesto a ajudar os mais carenciados, vem dizer que vai manter a subvenção para os que dela precisam. Vai-se a ver, quando chegarem ao fim das indagações, e de examinarem minuciosamente os atestados de pobreza de cada um deles, vão chegar à conclusão de que, afinal de contas, todos têm precisão da dita subvenção. Uns porque estão engavetados, outros porque já o deviam ter sido há muito, outros, finalmente, porque têm empregos muito mal remunerados à frente de editoras, de aquários de tubarões, vulgo escritórios de advogados, ou da paupérrima Lusoponte. Expon...

asco, desprezo e ódio

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Fonte da imagem:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/ Subvenções vitalícias para Carlos Melancia - 9150 euros, Jorge Coelho - 2400, Zita Seabra - 3000, Ferreira do Amaral - 3000, Armando Vara - 2000, Duarte Lima - 2200, Ângelo Correia - 2200, Dias Loureiro – 1700 euros, a lista é interminável e escandalosa. E alguma dessa gente tornou-se milionária de um dia para o outro, por obra e graça de algum espírito santo amigo do alheio e pouco católico. E toda essa gente tem os seus empregos, a maior parte deles principescamente pagos. Mesmo que não tivessem, nem a idade na maior parte dos casos, nem os anos de serviço público quase sempre, justificam estes subsídios numa altura de cortes tão drásticos, para além dos humanamente razoáveis, aos parcos rendimentos da maior parte dos reformados. Porque não são só os congelamentos das pensões, os cortes para quem recebe mais de 1000 euros (uma fartura!) ou os agravamentos fiscais. São os aumentos de transportes, é o aumento da electr...

a sublevação do ridículo

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Quando foram dizer ao Ministério que à porta fora encontrado um pionés o bom ministro disse com ar sério lá temos sublevação outra vez. Isto era cantado há muitos anos no teatro de revista para parodiar Ângelo Correia, na altura o alarmadíssimo Ministro da Administração Interna ante a "iminência" de uma revolta popular. Lembrei-me da cantiga a propósito do seu pupilo dilecto, Passos Coelho, e do Macedo das Polícias. E do dinheiro também. Se não sabe fica agora a saber que Macedo dirige o único Ministério que não vai ter cortes no orçamento, antes pelo contrário. Tá-se mesmo a ver p'ra quê, não tá-se? E, agora, voz ao We Have Kaos in the Garden , de quem são o texto e a imagem que se seguem: