a oeste nada de novo
Parece que a nossa imperatriz, Liebling Merkel, vai ganhar de novo as eleições. Coelho continua primeiro-ministro apesar dos assaltos, apesar das petas, apesar das lérias, da incompetência, da nauseabunda governação em nome e só em nome de quem tem dinheiro e poder. Cavaco é ainda presidente, apesar das vacilações, das negações, das hesitações, das contradições, dos baldões. Portas foi promovido e pavoneia-se agora pelo Paço Forrobodó, entre danças e contradanças, valsas e minuetes, conspiratas e mentirolas. Os deputados estão lá todos, de rabo tremido nos assentos parlamentares, à espera de poder, como os cães de loiça que dantes se exibiam nas traseiras dos automóveis, continuar a abanar as cabecinhas a qualquer lei, qualquer trafulhice que prejudique quem menos tem e menos pode. António José Seguro ainda é líder dos socialistas, e lidera, Jesus, como lidera, aos murmúrios, aos cochichos, aos soluços, aos bocejos, aos bochechos, desiludindo o Bochechas e enganando os papalvos. A ...