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A mostrar mensagens com a etiqueta solidariedade

o luxo de poder viver

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o meu dicionário vai pró lixo

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Tal como Portas há uns dias atrás, também Albuquerque encheu hoje a boca com palavrotas boas de dizer, como equidade e justiça social. Chegou ao ponto de afirmar que não reduz os salários dos funcionários públicos, os que ganham menos de 600 euros, por uma questão de justiça social. Pressupõe-se portanto que é de total justiça cortar o salário de quem ganhe 600, 700 ou mesmo 1.000 euros. Fortunas de nababos já se vê, uma pessoa nem sabe o que há-de fazer com tanto milharame. Começa agora a comunicação social a divulgar a proposta de orçamento e já se está a ver em que consiste tamanha, tão bem intencionada, tão humanista preocupação. Num ano, 30.000 pessoas perderam o direito ao RSI; 1.500 crianças e jovens perderam o direito ao abono de família só entre Julho e Agosto deste ano; mais de 6.000 idosos perderam o direito ao complemento solidário em relação ao mesmo período do ano passado. Anuncia-se agora no orçamento que todas estas prestações sociais serão ainda mais red...

http://freerice.com/

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Guarde este URL: http://freerice.com/ Foi eleito o site da semana pela revista Visão: São dois os objetivos do FreeRice.com: Permitir o acesso gratuito à educação e ajudar a acabar com a fome no mundo, doando arroz a quem dele precisa. Para isso, convida todos a responder a perguntas (umas simples outras nem por isso) de várias áreas - a cada resposta certa equivalem 10 grãos de arroz. Parece pouco? Desde o arranque do projeto, em outubro de 2007, já foram doados mais de 91 biliões de grãos de arroz. Clique já: http://freerice.com/

parem, aqui vive gente!

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não os podemos chumbar?

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Num tempo em que Sócrates faz de Robin dos Bosques mas ao contrário, roubando aos pobres para dar aos ricos, num tempo em que os portugueses, que não aprendem por mais que lhes assaltem a carteira e lhes atinjam o estômago em  rounds sucessivos, se preparam para votar ainda pior e eleger o Xerife de Nottingham, estão outros a substituir-se aos governos deste triste país: membros anónimos da igreja, restaurantes, organizações humanitárias, o cidadão comum. Até quando? Até quando vamos precisar de caridade? Até quando vamos ter governos cujo aproveitamento oscila entre o mau e o péssimo? Será que não os podemos chumbar de vez, expulsá-los por mau comportamento, impedi-los de continuar a singrar na vida? Os senhores governantes, que a estavas horas de Domingo se devem estar a pavonear com a família pelos Gambrinus, Portos de Santa Maria, Tavares Ricos, deviam ler esta notícia e, no mínimo, ter dores de barriga toda a santa tarde.  Por mim, chumbava-os. Ou corria-os a tir...