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A mostrar mensagens com a etiqueta segurança social

bravo!, eles são capazes de tudo

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«Jorge Bravo é economista. Na sua carteira de clientes, destacam-se os fundos de pensões e dos seguros, que há vários anos vêm defendendo um reforço dos descontos para os sistemas privados e que são parte interessada nas políticas públicas para a Segurança Social. [...] Mas como a vida custa a (quase) todos, o Governo pagou a Jorge Bravo para que ele defenda que a Segurança Social é insustentável. Desta vez, saíram dos cofres do Estado 75 mil euros. Mas, já em 2013, Jorge Bravo, quando a direita procurava justificar os cortes nas pensões da Caixa Geral de Aposentações (e que foram chumbados pelo Tribunal Constitucional), recebeu do Governo 40 mil euros para fabricar um papel a atestar a insustentabilidade da Segurança Social.» « Tratado sobre a promiscuidade » Texto e foto; http://derterrorist.blogs.sapo.pt/http://corporacoes.blogspot.pt/

também tu? também tu bagão?

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Na Visão desta semana, Bagão Félix vem dar razão a Raquel Varela que, na noite em que Moura Guedes se ridicularizou a si própria abandonando a meio A Barca do Inferno, defendeu que a Segurança Social não está comprometida pelo envelhecimento populacional mas sim pelo desemprego. Aliás, Raquel vai mais longe do que Bagão: outra razão é a má aplicação que tem sido feita das nossas contribuições para a SS, poupanças para o futuro que deveriam ser acauteladas e bem geridas pelos nossos governantes. Mas não, sempre que lhes falta pilim nos cofres, lá vão eles partir o porquinho-mealheiro e esmifrar-nos o futuro. Os porquinhos são de porcelana. Os porcos, infelizmente, são de carne e osso. 

paga e não bufes!

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Há uns tempos, aspirava por um governo que, com firmeza, pusesse todos os portugueses a pagar impostos. Entretanto, veio Passos e pôs de facto mais portugueses a pagar impostos. Mas não todos. As grandes empresas continuam com sede na Holanda ou no Luxemburgo, onde a carga fiscal é mais branda. Muitos ricos continuam a fugir aos seus encargos, ou porque não declaram todos os rendimentos ou porque escapam com as suas fortunas para paraísos fiscais. Aos clubes de futebol, que pagam principescamente aos seus astros, são-lhes perdoados calotes. A Fundações oferecem-se benefícios fiscais, assim como a Fundos Imobiliários ou à Igreja, só para citar alguns casos mais conhecidos. Passos, o Grande Disciplinador, fez com que a cabeleireira, o biscateiro, o mecânico, o dono da tasca da esquina entreguem ao Estado uma boa parte dos seus proventos. Mas fez mais, Passos. Fez com que os "devedores", não os mais ricos repete-se, sejam perseguidos como bandidos altamente perigosos para...

ando a ver tudo negro, menos as moscas na merda fresca

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Ah, senhores! Consta para aí que existe uma lista VIP que protege esses mesmos, os VIP da Nação, de coimas, chatices e ameaças provindas do Fisco, a catedral do confisco. Acho bem. Os poderosos, mesmo que de pés de barro e mais efémeros que moscas em merda fresca, protegem-se uns aos outros, é deles essa primazia, esse direito que o Direito não lhes deu mas a que a Direita obriga, como a noblesse . O que me chateia é que os restantes, os que não estão na lista VIP, estão todos, de A a Z, na lista negra. Não escapa nem um. Porque se ainda não deves podes vir a dever, se não deves tu deve o teu pai, tenhamos por princípio que são todos malfeitores, devedores, incumpridores, e não nos vamos dar mal com isso. E é vê-los, senhores, aos da lista negra, a serem mortificados com notificações de calotes vários, umas atrás das outras, com ultimatos, com penhoras, com processos em cima porque, nestes casos, a Justiça funciona, olá se funciona, bem oleada, afinada, atinada e direita, porque é à...

que ferro, rodrigues!

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As oposições são meigas com Passos Coelho, Catarina Martins é talvez a única excepção: com veemência, e a estridência que a faz perder alguns pontos, invectiva o primeiro com garra e razão. Então Ferro, o líder da bancada socialista, pareceu ontem estar em amena cavaqueira com Coelho, tive quase a ilusão de vê-los, caturras e compinchas, de uísque velho na mão, a lareira acesa, os sorrisos abertos, o calor humano a pairar no salão dos nobres, a charla a correr ligeira sobre o estado da Nação cada qual brandindo, com brandura, as suas crenças, teimosias, paixões, convicções. É por estas e por outras que cada vez menos acredito que o PS seja a solução, mas antes o prolongar da agonia em que, soterrados, sufocamos. Mas adiante. Passos ganhou, acaba sempre por ganhar, deve ter nascido com o rabo virado para o satélite dos românticos, porventura para soltar um flato com o estrépito dos bem aventurados de intestinos pois não me consta, nem a mim nem a ninguém, que a criatura seja dada...

tem 7 mil euros que possa dar a um necessitado?

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Coelho é um homem à rasca. Falta-lhe o carcanhol para acudir às necessidades mais básicas da família, quanto mais para sustentar, com o seu magro salário, as pensões de cada um. No entanto, a Segurança Social não perdoa. Se o homem não pagar a sua dívida, penhoram-lhe a casa, o carro, o caniche de estimação e - ó maldição, maldição! - a manteigueira da mais fina porcelana alemã que lhe foi ofertada, num arroubo de ternura, pela sua Angelita.  Coelho é um homem à rasca mas não custa nada ampará-lo: vá lá, não seja vingativo nem ressabiado, esses são atributos que só lhe ficam bem a ele, e apreste-se a acorrer em seu auxílio. Esta fotocópia de uma notificação da SS que circula na net, a ser verdadeira, contém os dados para pagamento da dívida de Coelho. Corra já ao Multibanco mais perto e liquide não o Coelho, cruz credo!, mas o calote.  O que a gente não faz por amor ao próximo!

o faltoso, a estátua e o paraíso com inferno dentro

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Sabia que José António Cerejo, o mesmo que agora veio trazer a público, no jornal com este mesmo nome, a displicência de Pedro Passos Coelho em relação aos seus deveres contributivos é o mesmo jornalista que, há uns largos anos, também investigou a falta de pagamento de SISA por parte de António Vitorino? Isto para que não digam que Cerejo está ao serviço dos malvados oposicionistas. E também para que não repitam que os políticos são todos iguais. É que Vitorino, e olhem que nem sequer vou lá muito à bola com a criatura de notável pequenez política, demitiu-se de imediato do governo de Guterres. Passos Coelho, antes pelo contrário, enfrenta os críticos atacando-os. E não se demite. Nem quando Portas foi irrevogável, quanto mais agora que ainda há tanto servicinho por fazer, tanto escravo por criar, tanto pobre por produzir, tanta empresa por privatizar, tanto empregado público por despedir, tantos impostos por aumentar, tanho dinheiro a dar a ganhar aos grandes deste mundo. ...

o bacanal das ratazanas

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Hoje houve reunião magna lá para as bandas do PSD. PPC discursou. Para dizer que lhe podem esmiuçar à vontade as contas, dívidas, declarações, cartas registadas, o que aprouver aos senhores jornalistas ao serviço do contra. Até podem encontrar mais qualquer coisita que ele é humano como outro qualquer (embora não pareça) mas, olhai senhores, terá sido por lapso, se calhar por esquecimento, quiçá um erro na interpretação da lei, a culpa é do contabilista, dos repórteres metediços, dos inimigos, amigos da chicana política, da intriga palaciana, das escutas em Belém, das contas na Suíça, do ténement à Paris , da loiça das Caldas, do Licor de Merda, dos caralhetes algarvios, dos tomates do padre Inácio, pode não ter havido infante mas que ali houve moinante e marosca já não há dúvida, tantos portugueses o crêem, os mesmos que acreditam no Pai Natal, nos contos da Carochinha que é formosa e bonitinha, nas promessas eleitorais em que se jura "dar" para depois "rouba...

o carácter de um homem

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Então, em que ficamos? As dívidas à Segurança Social prescrevem ou não prescrevem? E quanto é que Coelho deve, 2 mil e tal, 5 mil e tantos ou os largos milhões com  que o Correio da Manhã faz hoje parangona? E se realmente estava em dívida, como ele próprio admite, por que raio é que Mota Soares veio dizer, pelos vistos mentirosa e levianamente, que tudo não tinha passado de um erro de secretaria? E o homem, é apenas distraído ou um rematado trapaceiro? Pode alegar desconhecimento da lei, ele que foi deputado e é primeiro ministro para mal dos nossos pecados e carteiras? Desconhecer a lei iliba-o de responsabilidades sabendo que qualquer cidadão, por mais bronco que seja, não se pode desculpar com tal ignorância para justificar o incumprimento das suas obrigações? Parecem coisas de somenos. Mas não são. Por estes actos, palavras, contradições, sinais de desprezo pela cidadania e os seus deveres, se vê o carácter de um homem. E um homem como este nunca poderia ter sido figur...

assalto malogrado

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Mota Soares veio em socorro do seu capo de coligação: Passos Coelho não devia nada à Segurança Social, foi "um erro de secretaria", enganaram-se no alvo, imperdoável, crime de lesa-pátria, urge que rolem cabeças, no mínimo o despedimento, a prisão! Pergunto-lhe, Dr. Mota Soares: quantos mais erros de secretaria têm sido perpetrados nos últimos tempos lá pela sua Segurança Social? Quantas mais pessoas, essas sim injustamente, são incomodadas e atormentadas e literalmente assaltadas com pagamentos "em falta", coimas, penhoras, ameaças de processos nos tribunais e o diabo a quatro, a oito, a dez? Diga lá, Dr. Mota Soares: são enganos, são acções propositadas para sacar mais dinheiro ao papalvo ou serão razoáveis e bem intencionadas as investidas da SS? Faça isto, Dr. Mota Soares: além da SS, crie uma Gestapo. Os portugueses andam a pedi-las. Matreiros, caloteiros, calaceiros, chicos-espertos, autênticos gregos paralíticos, diria de nós também o Dan Brown ...

os portugueses, esses grandes caloteiros!

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Estou farto. Farto de um Estado que trata os seus cidadãos como párias, chulos, canalhas da pior espécie. Farto de avisos de pagamento, últimas notificações, penhoras, ameaças, coimas, juros de mora e o raio que os parta. Farto de um país onde os muito ricos roubam sem que nada lhes aconteça e os pouco ou nada abonados são assaltados por organismos, instituições, empresas de serviço público que nos apresentam dívidas sabe-se lá se contraídas, sabe-se lá se já não pagas, nem sempre as provas são fáceis de encontrar e assim vão entrando mais alguns milhões nos depauperados cofres da Nação. Enquanto isso, veio a lume que Passos Coelho teve até agora uma dívida à Segurança Social. Nunca foi notificado. Nunca foi incomodado. A dívida terá prescrito mas como o Público anda a investigar o caso decidiu, generosamente, pagá-la para calar as más línguas. Acho que fez mal. Devia ter jurado a pés juntos que nunca tinha trabalhado na vida. Caso raro e nunca visto, não estaria a faltar ...

crimes de Estado

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Alguém está a agir contra a Segurança Social e o assalto que estão a fazer a muitos utentes com exigências indevidas de pagamentos "em atraso" e penhoras abusivas sem sequer dar cavaco ao lesado? Quem põe cobro a isto? Quem os julga? Quem os incrimina?

reformados ou desempregados, gente que não trabalha não merece viver

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O Dr. Gaspar esteve hoje no parlamento. Na sua voz pausada - de poderoso narcótico que urge retirar com urgência do mercado devido aos seus efeitos nefastos sobre os portugueses - lá veio balbuciar umas tantas loas à sua própria obra, Portugal nunca esteve tão bem, tudo corre sobre rodas, tudo desliza suavemente para o abismo onde, depois de um "colossal" mergulho, nos afogaremos no mar da prosperidade.  Os quadros abaixo dão-nos um exemplo de como tudo, mas mesmo tudo, está bem encaminhado: a Segurança Social levou um rombo de mais de 1.000 milhões de euros no último ano. Mais desempregados são menos pessoas a contribuir para a Segurança Social mas, pelo contrário, a beneficiar de prestações sociais para poderem sobreviver. Prestações que o Dr. Gaspar, coadjuvado pelos seus fantoches amestrados, se encarregará, um dia destes, de suspender. É esse o plano: destruir o Estado Social e desviar o dinheiro assim roubado para os grandes grupos económicos e, porque quem parte...

quanto é que recebem de pensão políticos e ex-políticos?

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Num tempo de múltiplos horrores, em que antevemos o nosso futuro cada vez mais negro, em que as pensões de reforma ou são uma miragem ou serão uma esmola depois de as termos pago durante anos e anos, era bom fazer-se um levantamento rigoroso de quantas pensões são pagas - imoralmente - a políticos e ex-políticos em Portugal e qual o seu montante. E calcular quanto é que dariam para tratar os outros portugueses, milhões, com dignidade, respeito e dentro dos mais elementares princípios do cumprimento das leis e dos contratos celebrados com esse mesmo povo ao longo dos anos. Conviria divulgar esses números. E seria premente que o povo, em uníssono, exigisse o fim desta trágicomédia em que nos querem a fazer o papel de bobos, de palhaços ou de bois de carga e canga. Touros de morte de uma tourada onde o sangue já escorre, a dor já magoa e mata. É que sangue com sangue se paga. É isso que nos ensina a História.

os judas

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Em nome do partido dos desvalidos, dos pagadores de impostos, dos agricultores, dos reformados, Paulo Portas esteve amuado durante uns dias. Pura hipocrisia, já se sabia e aqui temos nova prova: o ministro Mota Soares, dirigente do CDS, veio hoje propor cortes em várias prestações sociais que, a serem aprovadas, atingirão, é claro, os mais desvalidos, os tais que diz defender e pelos quais Paulo sofreu calado tantos dias e noites até à rendição final, sem glória nem vergonha. Tão depressa se apanham pulhas como trafulhas.

o que eles querem sei eu

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O que o governo quer sei eu. Eu e muito mais gente que sempre o soube e mais aquela que está agora a abrir os olhos, a acordar para o pesadelo e a esbracejar de susto, de medo, de raiva e indignação. O que o governo quer é criar um país sem apoios sociais, trabalho sem segurança nem direitos, saúde só para quem pode pagar. Mais ainda: quer embaratecer os salários de forma a cativar investidores estrangeiros, os mesmos que, até agora, abriam as suas fábricas na China, nas Filipinas, no México, onde quer que seja possível criar campos de trabalho escravo em pleno século XXI. Por isso, nunca digam que eles não sabem o que estão a fazer. Destruir. Destruir. Destruir . É este o seu lema. É isto o que os move. É isto o que temos que impedir. Custe o que custar.

o negócio das reformas

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Por Manuel António Pina http://www.jn.pt A ideia já foi lançada, e não por acaso pelo presidente executivo da AIG, um dos impérios financeiros que esteve na origem da actual crise: os governos devem, montando as costas largas da crise financeira, aumentar a idade da reforma "para os 70, 80 anos". Os cidadãos europeus que se vão, pois, habituando à estimulante ideia de entregar durante 50 ou 60 anos parte dos seus salários ao Estado ou a um grupo financeiro - até onde continuar a ser possível discernir uma coisa da outra - e só começar a receber de volta, em suaves prestações mensais, o resultado desse investimento mediante apresentação da certidão de óbito. Para o CEO da AIG, o céu é o limite. Tomando como exemplo a Grécia, recomenda uma nova receita austeritária: pôr "as pessoas a trabalhar mais tempo e [retirar] essa carga aos jovens" ("carga" há muito retirada pelo programa da troika: o desemprego jovem na Grécia já é superior a 50%). Mas a Grécia é, ...

nada de pieguices!

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roubados pelo patrão, roubados pelo estado

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Por Daniel Oliveira http://arrastao.org/ A relação da segurança social com os trabalhadores precários é das coisas mais escandalosas a que assistimos neste País. E resume-se assim: os precários não têm direito a quase nada. Nem a subsídio de desemprego, nem a baixa. A insegurança das suas vidas é absoluta e o Estado não lhes garante nada. Mas, na hora de cobrar, não se esquece deles. Cobra-lhes os descontos que apenas servirão, se quando lá chegarem ainda existirem, para as suas miseráveis reformas. Muitas vezes cobra-lhes ainda mais do que aos trabalhadores com vinculo laboral que têm, e muito bem, direito a alguma segurança em caso de doença ou desemprego. Na realidade, segundo o novo código contributivo, o assalto será ainda maior. Depois de muita insistência dos movimentos de precários e de ter dito que esses números não estavam disponíveis, o ministro Pedro Mota Soares lá cedeu. Ficámos a saber quantos trabalhadores a recibos verdes estão a braços com cobranças coercivas: cem mi...