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pelos cornos da desgraça

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Cavaco chama masoquistas aos que dizem não ser sustentável a dívida portuguesa, ela é sustentável desde que o vulgo a pague até à miséria final. Passos, esse, coitadito, não dorme de tão angustiado que anda com a dívida e com a execução orçamental. O PSD quer expulsar os militantes que apoiaram outras listas que não as do partido e Capucho é um dos visados, qualquer dia até lhe chamam o Capucho vermelho. Em Sintra, Basílio Horta alia-se ao PSD para formar maioria absoluta, a antevisão da fantochada que nos espera quando Seguro chegar ao poleiro que tanto quer, foi para isso que foi jotinha toda a vida. Os papéis dos swaps afinal não foram perdidos nem surripiados, parece que estavam era mal arquivados. O governo, premiando os incumpridores em vez das mulas de carga que pagam ao fisco o que o fisco lhes confisca, concede amnistia fiscal a quem tem dívidas às Finanças. A PT passa para mãos estrangeiras e os economistas-comentadores não escondem a baba do deleite nem o ranho da comoç...

a dama dos camelos

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Imagem:  http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/

o swap que aquela senhora deu não foi ela, fui eu!

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Imagem:  http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

futuro hipotecado

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Por Viriato Soromenho-Marques http://www.dn.pt Thomas Jefferson, o pai da Declaração de Independência dos EUA, manteve até ao fim da sua vida uma hostilidade incondicional para com a especulação bancária. Ele sabia, pela sua experiência de empresário agrícola, que o crédito se tornava facilmente o veículo de uma escravatura perpétua. Por isso, Jefferson, como estadista, formulou o saudável princípio de que uma dívida pública não deve ser prolongada para além de 19 anos, sob pena de uma geração esmagar a geração seguinte com os custos das suas dívidas. Ficámos a saber que entre 1999 e 2013 as empresas públicas contrataram 1777 swaps com a banca de investimento, sobretudo internacional (onde se encontrava até o Lehman Brothers...). Esses contratos, muitos deles especulativos, atingem o valor astronómico de 335 mil milhões de euros (mais do que quatro resgates da troika). Desde 1992, os governos já tinham alienado uma parte da riqueza nacional futura às grandes famílias económica...

quanto mais falam, mais se enterram

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Já não sei a quantas andam com esta coisa dos swaps até porque, valha a verdade, ligo mais às medidas de latrocínio do governo do que às suas mentirolas, assim como assim estão a mentir desde 2011 quando Coelho prometeu mundos e fundos e o mais que fez foi atirar-nos para o fundo. Por isso, se a Maria Luís aldraba, se o seu secretário de Estado foge à verdade como o diabo da cruz, tanto se me dá como se me deu. Se falo disto é porque as últimas notícias são hilariantes. Contado tem graça, não sei é se alguém acredita. Vejamos: a SIC revelou um documento que parece comprovar as intrujices do dito secretário. O governo, lesto, afirmou logo a seguir que o documento tinha sido forjado. Sabe-se, agora, que o documento em causa foi emitido pelo próprio gabinete do primeiro ministro. A barafunda é de tal ordem que convém pedir a ajuda de Poirot, ou Marlowe, ou Sherlock, ou Maigret, para deslindar o caso. É que há tanta intrujice de tantas fontes, todas vindas do mesmo lado, que convém...

questionário da mulher de césar

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Por Artur Portela http://www.ionline.pt/ 1) Foi? 2) Não foi? 3) Era? 4) Não era? 5) Nunca foi? 6) Nunca teria sido? 7) Não é? 8) Não será? 9) Nunca será? 10) Esteve? 11) Não esteve? 12) Nunca estaria? 13) Aconselhou? 14) Não aconselhou? 15) Nunca aconselharia? 16) Apresentou? 17) Não apresentou? 18) Nunca apresentaria? 19) Vendeu? 20) Não vendeu? 21) Nunca venderia? 22) Ajudou a vender? 23) Não ajudou a vender? 24) Nunca ajudaria a vender? 25) Se tivesse estado, lembrar-se-ia? 26) Se, mesmo não tendo funcionalmente estado, tivesse estado infuncionalmente, de que é que se lembraria? 27) E de quem é que se lembraria? 28) E de quem é que não se lembraria de certeza? 29) Não se lembra se se lembra? 30) Lembra-se perfeitamente de que se lembra que não se lembra? 31) Lembra-se perfeitamente, não apenas d...

a irritação da ministra

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Não sendo adepto do PS e muito menos defensor de Sócrates, que teve culpas no cartório, oh se as teve!, devo dizer que já me mete nojo este passa-culpas para o governo anterior. Para além de Maria Luís ter mentido e continuar a mentir - alegadamente, acrescente-se em minha defesa e não dela - é revoltante o estratagema engendrado para culpar Sócrates dos males que são males do centrão, todo ele, sejam os contratos swap , as PPP e outros negócios ruinosos, as fundações, o estadão do Estado deles, os tachos e alcavalas para os apoderados, filiados e demais privilegiados, as obras de fachada, a governação à direita e o mais que toda a gente sabe, não vale a pena repetir. Ontem, no Parlamento, Maria Luís irritou-se. Digam comigo: ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela não mente, ela ...