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onde se arenga sobre o burro mirandês, o son of a bitch e o figlio di puttana

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O New York Times compara o povo português com o burro mirandês. Segundo o jornal, ambas as espécies já foram necessárias mas, agora, estão em vias de extinção por falta de procriação (de utilidade, terão querido eles dizer). Num artigo com o título "Em Portugal, uma Besta de Carga Vive de Subsídios" vai mais longe o autor, Raphael Minder de sua graça e son of a bitch por natureza, afirmando que também os portugueses, a exemplo dos burros, só sobrevivem à custa de ajudas europeias. Por outro lado, um vice-presidente da Comissão Europeia, italiano e figlio di puttana , está em Portugal e, à saída de uma audiência com Sua Excelência o doutor Cavaco, veio-nos dizer, cagando de alto e de repuxo, que a melhor estratégia para Portugal é a de seguir uma política de salários baixos para atrair investimento, uma espécie de China na Europa, em ponto pequenino mas ainda assim bastante rentável para as caritativas criaturas que nos "subsidiam". Hão-de dizer, o...

roubos escondidos são os que lhes sabem melhor

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O crime fácil não dá pica. É como assaltar uma velhinha, por esticão, numa rua deserta. E as gentes que, governando-nos, se governam, sabem disso. Do que gostam é de desafios difíceis, de arriscar cada vez mais, de violar a Constituição e de nos violar a nós, sem preservativo para que o risco seja maior. Leia-se: "Os cortes nos subsídios de desemprego e doença estão em vigor desde 25 de Julho, no entanto, o governo não aplicou estes cortes em Agosto e Setembro, antes das eleições autárquicas. Agora, está a enviar cartas a exigir que os beneficiários dos referidos subsídios devolvam, no prazo de um mês, o dinheiro dos cortes que não foram efectuados." Lembro que estes cortes tinham sido declarados inconstitucionais pelo respectivo Tribunal. Mais em: http://www.esquerda.net/artigo/governo-cobra-retroativamente-cortes-nos-subs%C3%ADdios-de-desemprego/29892 Imagem: Nuno Ferreira Santos/ http://p3.publico.pt

um pastel em belém

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Será a palavra pastel equivalente a palhaço, sujeita a processo judicial? Não sei, mas enquanto o pau vai e vem folga a carteira, desabonada, espoliada, fanada pela tralha governamental com total e apressada cobertura do azoinado, perdão, pastel. Bem pode ele querer o FMI fora daqui. Ficam cá os seus agentes, atentos, veneradores e obrigados agentes com a cobertura do venerando podricalho, perdão, pastel.

não se paga, não se paga

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Por Fernando Dacosta http://www.ionline.pt Coitados dos subsídios, os que eram, em tempos distantes, recebidos no Natal e nas férias! Coitados deles, vêem-se agora, depois de torpes tentativas de extinção, transformados em armas de arremesso (de vingança, de maldade, de chantagem, de ganguesterismo) por parte de uma pífia parelha que dizem governar Portugal. Ora os tais subsídios, coitaditos, não nos aqueciam, como se sabe, a carteira: voláteis, entravam por um lado e logo saíam por outro, por (imensos) outros. O do Natal ia-se nas compras para ele, Natal; o das férias para as mesmas e, supremo embuste, para os cofres de quem, sob a entusiástica forma de IRS, o entregava. Ou seja, nós apenas servíamos de intermediários tansos; recebíamo-los com uma mão e largavámo-los com a outra. Uma rapidinha monetária. Este ano tudo mudou: depois de no-los terem querido palmar – o rapinanço era tão desavergonhado que o tribunal teve de intervir –, agora só os pagam lá para o O...

mate-se! (carta a um "velho" desempregado)

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Caro amigo, Tem mais de 50 anos e está desempregado? É muito novo para se reformar e muito velho para encontrar novo emprego? Se assim é, saiba que o governo prepara novas medidas para cortar ainda mais o seu subsídio. E isto porque, claro está, o meu amigo é um pária, um chulo, um chupista que quer viver à conta do Estado. É evidente que fez descontos durante décadas para que o Estado o protegesse se uma adversidade, como esta, lhe acontecesse. Mas isso agora não vem ao caso. Sem emprego e com um subsídio minguado, não pode ajudar os seus filhos desempregados. Mas isso agora não vem ao caso. O que vem ao caso é que vai viver mal, estender talvez a mão à caridade, mas o governo está-se nas tintas para si. Mate-se. Será um alívio para o erário público. O défice, Gaspar, Álvaro e Coelho, o FMI e a OCDE agradecer-lhe-ão. Mas sem flores no seu funeral. São caras. O mais que podem fazer é oferecer-lhe, generosamente, um lugar na vala comum. Mais aqui: http://www.dn.pt/inicio/ec...

este país não é para todos

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um país para o maneta, um povo para o galheiro

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O Tribunal Constitucional vem considerar inconstitucionais os cortes nos subsídios de Natal e férias, por violarem o princípio da igualdade. Para resolver o imbróglio, Coelho admite alargar os cortes aos privados e fica assim restabelecida a igualdade e a legitimidade do roubo. Brutal, meu! Brutal o número de desempregados, brutal a quebra de rendimentos das famílias, brutal o número crescente de falências, brutal a austeridade, brutal este governo que, num ano, empobreceu Portugal. Ao contrário de Midas, onde tocas estragas com garras de predador. Devias ser maneta. Ou proxeneta. Tinhas jeito.